Bancos
Pela
1ª vez bancos
brasileiros estão
entre os 15 maiores
das Américas
Valor Online
19/08/2008
SÃO
PAULO - Ao fim do
primeiro semestre,
Banco do Brasil,
Bradesco
e Itaú
figuravam entre
os 15 maiores bancos
de capital aberto
das Américas
(excluindo Canadá),
fato nunca antes
registrado. A constatação
é da Economatica,
que elaborou um
ranking com base
nos ativos das instituições.
Segundo
a consultoria, o
mais bem posicionado
é o Banco
do Brasil, que fechou
o semestre na 12ª
colocação,
com ativos totais
de US$ 261,6 bilhões.
Logo atrás
vem o Bradesco,
com ativos totais
de R$ 253,3 bilhões.
E na 15ª colocação
está o Itaú,
com ativos de US$
216 bilhões
no fechamento do
semestre.
Para
ilustrar o forte
crescimento das
instituições
nos últimos
anos, a Economatica
comparou a evolução
dos ativos entre
dezembro de 2002
e o primeiro semestre
de 2008.
Em
cinco anos e meio
os ativos do Bradesco
aumentaram US$ 212,9
bilhões,
o maior crescimento
entre os três.
Tal avanço
tirou o banco da
37º colocação
no ranking em 2002,
quando tinha ativos
de US$ 40,4 bilhões.
Dentro
desse mesmo período,
o Banco do Brasil
viu seus ativos
aumentarem em US$
203,7 bilhões.
Em 2002, com ativos
de US$ 57,9 bilhões,
o banco estatal
tinha a 27ª
colocação
no ranking.
Já
o Itaú aumentou
sua base de ativos
em US$ 184,5 bilhões
de 2002 para cá,
saindo da 48ª
colocação
no ranking, posição
dada pelos US$ 31,5
bilhões em
ativos que tinha
na época.
Trazendo
o foco do estudo
para o Brasil, a
Economatica constata
que o Banco do Brasil
continua sendo o
maior banco brasileiro
em ativos, mas a
diferença
para o Bradesco,
segundo colocado,
é a menor
na registrada na
história.
Segundo
a consultoria, o
Bradesco fechou
o mês de junho
com 96,8% do total
de ativos do Banco
do Brasil. No final
de 2002, o banco
privado tinha apenas
69,8% do total de
ativos do BB.
O
terceiro maior banco
brasileiro é
o Itaú, que
fechou o semestre
com uma base de
ativos que representava
82,6% da base de
ativos do Banco
do Brasil.
Voltando
para o ranking das
Américas,
o Citigroup, mesmo
com as perdas impostas
pela crise de crédito
das hipotecas de
alto risco, continua
sendo o maior banco
do continente, com
ativos totais de
US$ 2,1 trilhões.
O segundo maior
é o JP Morgan,
que tem uma base
de ativos de US$
1,775 trilhão,
seguido pelo perto
pelo Bank of America
com US$ 1,716 trilhão
em ativos. Os bancos
Goldman Sachs e
Morgan Stanley estão
na quarta e quinta
colocação,
respectivamente,
com ativos de mais
de US$ 1 trilhão.
Comércio
Exterior
Expansão
é maior influência
em saldo comercial
do Brasil, diz M.Lynch
Valor Online
18/08/2008
SÃO
PAULO - A redução
dos saldos comerciais,
somada à
queda no preço
das commodities,
elevou as preocupações
quanto à
sustentabilidade
da balança
comercial brasileira.
Mas para o banco
de investimentos
Merrill
Lynch tais preocupações
são pouco
fundamentadas.
Segundo
o banco, elas estão
baseadas em uma
falsa percepção
de que a economia
brasileira foi bastante
beneficiada pelo
"super-ciclo
das commodities"
ocorrido nos últimos
anos e que o país
será prejudicado
se esse ciclo acabar.
Para
o Merrill Lynch,
o ganho do Brasil
com a valorização
das commodities
foi baixo e figura
entre os menores
da América
Latina. Segundo
o banco, a razão
por trás
disso reside no
fato de o Brasil
ser uma economia
relativamente fechada
o que torna o comércio
internacional uma
variável
pouco grandiosa
em termos de Produto
Interno Bruto (PIB).
Outro ponto é
a diversificação
do comércio.
"Portanto,
em bases líquidas,
o elevado preço
das matérias-primas
teve um impacto
menor do que aquele
que é acreditado."
Na
avaliação
do Merrill Lynch,
os termos de troca
do Brasil não
variaram muito nos
últimos anos
e não são
os principais responsáveis
pelas oscilações
nos saldos comerciais.
Para
o banco, a contração
nos saldos comerciais
é reflexo
direto do maior
volume de importações,
que vem ultrapassando
o ritmo de crescimento
das exportações.
"Colocado de
outra forma, tais
oscilações
estão mais
relacionadas à
aceleração
da demanda doméstica
em um momento de
menor crescimento
global", disse
o banco em relatório.
Segundo
o Merrill Lynch,
essa percepção
enviesada da economia
brasileira leva
os investidores
a se preocupar demais
com risco de baixa
para os principais
ativos do país,
como a Bolsa de
Valores de São
Paulo (Bovespa),
e deixar de observar
a falta de evidência
entre a queda nas
commodities e a
economia real.
Porto
de Santos gera recorde
de R$ 1 bi em impostos
em julho
Valor Online
18/08/2008
BRASÍLIA
- A cobrança
de impostos no Porto
de Santos bateu
o recorde mensal
de R$ 1,007 bilhão
em julho, superando
a última
melhor marca de
R$ 931 milhões,
de maio deste ano.
A aceleração
das importações
e a adoção
de novas tecnologias
no combate a fraudes
como subfaturamento
são os motivos
dados pela Super
Receita para o bom
desempenho arrecadatório
no maior porto do
país.
O
fisco ressalta que
a receita recorde
engloba todos os
tributos incidentes
sobre importações
(como Imposto sobre
Importação,
Imposto sobre Produtos
Industrializados,
PIS/Cofins), mais
multas aplicadas
quando fraudes são
descobertas.
A
Alfândega
santista prefere
destacar o aumento
da "eficiência
e eficácia"
do trabalho de fiscalização
no porto, com a
gradativa implantação
de novas tecnologias
que ajudam no combate
às tentativas
de sonegação
por falsas declarações
de conteúdo
de importadores.
Há
cerca de oito anos
o fisco vem investindo
em práticas
modernas e novas
máquinas,
que ajudam a identificar
até mesmo
antes do desembarque,
o que chega ao país
em importações
por navios.
Superávit
comercial soma US$
16,7 bilhões
no acumulado do
ano
Valor Online
18/08/2008
SÃO
PAULO - O superávit
da balança
comercial brasileira
está em US$
16,772 bilhões
de janeiro até
a terceira semana
de agosto deste
ano. No intervalo,
as exportações
atingiram US$ 122,291
bilhões,
uma média
de US$ 778,9 milhões
por dia útil,
e as importações
corresponderam a
US$ 105,519 bilhões,
ou média
diária de
US$ 672,1 milhões.
De
janeiro até
a terceira semana
de agosto de 2007,
com 159 dias úteis,
dois a mais do que
no atual calendário,
o saldo comercial
foi positivo em
US$ 25,583 bilhões.
As vendas externas
somaram US$ 95,719
bilhões e
as compras, US$
70,136 bilhões.
Os
números estão
disponíveis
na página
eletrônica
do ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC).
Construção
Camargo
Corrêa amplia
presença
no Peru
Valor Econômico
21/08/2008
SÃO
PAULO - A Construtora
Camargo
Corrêa venceu
a licitação
para construir e
operar a segunda
maior estação
de tratamento de
água do Peru,
orçada em
US$ 270 milhões.
A nova estação
será construída
na cidade de Huachipa,
na área metropolitana
de Lima. Pelo contrato,
a Camargo Corrêa
terá que
operar a estação
por quatro anos.
A licitação
foi vencida por
um consórcio
entre a empresa
brasileira, que
detém 81%
da parceria, e a
francesa OTV.
Esta
é a primeira
obra de saneamento
da Camargo Corrêa
no Peru, país
que tem se tornado
cada vez mais estratégico
nos planos de expansão
internacional da
companhia por conta
do acelerado ritmo
de crescimento de
sua economia. A
empresa pretende,
agora, ganhar força
nesse segmento para
disputar uma série
de obras ligadas
a abastecimento
de água e
tratamento de esgoto
que o governo de
Alan Garcia planeja
implementar até
2011.
Hoje,
a Camargo Corrêa
tem uma carteira
de projetos de cerca
de US$ 400 milhões
no Peru, incluindo
seus parceiros.
Com o avanço
nos investimentos
em infra-estrutura,
a companhia almeja
conquistar cerca
de US$ 600 milhões
em novos contratos
nos próximos
dois anos. "
Esse é um
dos nossos principais
focos aqui, há
muito espaço
para crescer no
setor de saneamento
no Peru " ,
afirma Marcos Wanderlei,
diretor da divisão
Andina da companhia
brasileira
A
nova estação
deve ter as obras
iniciadas ainda
em 2008 e é
um dos projetos
mais importantes
do governo Alan
Garcia no setor
de saneamento. Localizada
em uma cidade periférica
de Lima às
margens do rio Rimac,
a estação
vai levar água
potável para
2,4 milhões
de pessoas em cinco
municípios
da região
metropolitana da
capital peruana.
Além da estação
de tratamento em
si, caberá
à Camargo
e sua sócia
francesa construir
uma rede de abastecimento
de 27 quilômetros
em ferro fundido,
mais dois túneis
de 5 quilômetros
cada um e cinco
grandes reservatórios.
" É
uma obra de grande
porte, umas das
maiores já
feitas no setor
de saneamento peruano
" , diz Wanderlei,
que assinou o contrato
de concessão
diretamente com
o presidente peruano.
Os
US$ 270 milhões
que o governo peruano
está aplicando
em Huachipa fazem
parte de um pacote
de investimentos
em saneamento da
ordem de US$ 2,7
bilhões.
Alan Garcia pretende,
até 2011,
abastecer com água
potável toda
a população
da grande Lima e
universalizar os
serviços
de tratamento de
esgoto. Nos próximos
meses o governo
peruano deve licitar
uma nova estação
de abastecimento
na capital, no valor
de US$ 285 milhões
e duas estações
de tratamento de
águas residuais
com investimentos
previstos de mais
de US$ 500 milhões.
" Queremos
participar também
de novas licitações
de tratamento de
esgoto que estão
por vir " ,
afirma Wanderlei.
Atualmente,
a Camargo Corrêa
participa da construção
da Rodovia Inter-Oceânica,
que ligará
o Norte do Brasil
ao Oceano Pacífico.
Os planos de expansão
da companhia no
país também
envolvem outras
obras no segmento
de transporte. "
A área de
energia, principalmente
na construção
de hidrelétricas,
é outro setor
que estamos interessados
e que tem um grande
potencial de geração
de novos negócios
no Peru " ,
afirma o executivo.
(Yan
Boechat | Valor
Econômico)
Contas
Investimentos
externos diretos
somam US$ 4,5 bilhões
no mês até
hoje
Valor Online
21/08/2008
BRASÍLIA
- Os investimentos
estrangeiros diretos
(IED) que ingressaram
no país em
agosto até
hoje correspondem
a US$ 4,5 bilhões.
Os dados levam em
conta a posição
do câmbio
liquidado. A estimativa
para o mês
de agosto como um
todo é de
um fluxo de US$
5,2 bilhões.
As
informações
são do chefe
do Departamento
Econômico
do Banco
Central (BC),
Altamir Lopes.
Em
julho, a entrada
de investimentos
externos diretos
líquidos
no país totalizou
US$ 3,240 bilhões,
como era esperado
pela autoridade
monetária.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Dívida
pública federal
total baixou 3,39%
em julho, informa
Tesouro
Valor Online
20/08/2008
BRASÍLIA
- A Dívida
Pública Federal
(DPF) diminuiu 3,39%
em julho, para R$
1,297 trilhão.
Em junho, o estoque
do endividamento
estava em R$ 1,343
trilhão,
segundo o Tesouro
Nacional. A DPF
representa a soma
do endividamento
público interno
e externo, em reais.
Essa
redução
se deveu ao comportamento
da dívida
interna federal
em títulos,
que caiu 3,44% em
julho, para R$ 1,204
trilhão,
em função
do resgate líquido
de R$ 57,5 bilhões.
Já
a dívida
externa recuou 2,7%
sobre junho, passando
de R$ 96,11 bilhões
para R$ 93,51 bilhões
(US$ 59,7 bilhões)
em julho.
Segundo
o Tesouro, a queda
na dívida
externa decorreu
do cancelamento
de títulos
recomprados em maio
e junho, além
da valorização
do real frente às
demais moedas que
compõem o
endividamento.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Indústria
Automobilística
Receita
líquida da
Randon cresce 28,7%
em julho
Valor Online
20/08/2008
SÃO
PAULO - A Randon
Implementos
e Participações
fechou o mês
de julho com com
receita líquida
de R$ 286,6 milhões,
montante 28,7% maior
do que o registrado
em igual período
do ano passado
Com
isso, a receita
da fabricante de
carrocerias de caminhão
soma R$ 1,793 bilhão
nos sete primeiros
meses do mês,
o que representa
um crescimento de
23,2% no comparativo
anual.
Já
a fabricante de
autopeças
Fras-le, que faz
parte das empresas
Randon, teve receita
de R$ 36,9 milhões
durante o mês
passado, alta de
12,8% sobre julho
de 2007.
De
janeiro a julho
de 2008 as vendas
líquidas
da unidade totalizam
R$ 254,1 milhões,
montante 2,5% maior
do que o apurado
nos sete primeiros
meses de 2007.
Para
se ter uma idéia,
a produção
de caminhões,
que utilizam implementos
produzidos pela
Randon, somou 15.736
unidades em julho,
uma alta de 27,7%
sobre o mesmo período
de 2007. No acumulado
de sete meses, a
produção
chegou a 94.961
caminhões,
com crescimento
de 27,5% sobre o
período entre
janeiro e julho
de 2007.
Mineração
UBS
e Santander ficam
com 24% das ações
ON da Paranapanema
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - Os bancos
UBS
Pactual e
Santander passaram
a deter cerca de
24% das ações
ordinárias
da mineradora Paranapanema.
Segundo
Fato Relevante divulgado
pela companhia,
a subscrição
de ações
ocorreu em cumprimento
ao disposto em acordo
de abertura de crédito
firmado em 6 de
junho de 2007.
Cada
um dos bancos, que
vem atuando nos
diversos planos
para reestruturar
o endividamento
da empresa, subscreveu
22.234.942 ação
ON, o que representa
cerca de 12% do
total dessa classe
de ações.
Tomando
por base o preço
de fechamento do
papel ON da mineradora
no after market
da sessão
de hoje da Bolsa
de Valores de São
Paulo (Bovespa)
de R$ 5,07, tal
operação
tem equivalente
financeiro de R$
255,46 milhões.
A
Paranapanema também
comunicou que assinará
contratos de swap
de fluxo financeiro
com o UBS e com
o Santander, envolvendo
o desempenho das
ações
ON em 30 dias e
uma taxa pré-fixada.
O valor máximo
dos contratos, será
de R$ 204 milhões,
e a duração
de cada um deles
não passará
de 365 dias.
Papel
e celulose
Metso
fornecerá
tecnologia para
Aracruz em acordo
de 400 mi de euros
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - A finlandesa
Metso
fornecerá
tecnologia para
a Aracruz
em acordo avaliado
em 400 milhões
de euros, comunicou
a empresa em nota
em sua página
eletrônica.
Com
o acerto, a Aracruz
poderá ampliar
sua capacidade anual
na unidade de Guaíba,
no Rio Grande do
Sul, para quase
2 milhões
de toneladas. A
nova linha deve
começar a
operar no segundo
semestre de 2010.
No
comunicado, a Metso
lembrou que emprega
27 mil pessoas em
quase 50 países
e atende a clientes
na indústria
de papel e celulose,
processamento de
minerais e de energia,
entre outras.
Petróleo
e Gás
Oferta
maior e chuva podem
permitir a Petrobras
vender gás
ao exterior
Valor Online
19/08/2008
RIO
- A diretora de
Gás e Energia
da Petrobras,
Maria das Graças
Foster, afirmou
que a entrada em
operação
dos terminais de
regaseificação
de gás natural
liquefeito (GNL)
e o esperado aumento
da produção
de gás com
o desenvolvimento
dos campos da área
do pré-sal
pode levar a empresa
a, no futuro, vender
gás para
o exterior, via
mercado spot. De
acordo com Maria
das Graças,
essas vendas dependeriam
do volume de chuvas
sobre os reservatórios
das hidrelétricas,
uma vez que o gás
só será
exportado caso haja
pouca necessidade
de geração
de energia a partir
de termelétricas.
"O
que está
muito bem definido
é que os
terminais de regaseificação
no Brasil e a produção
de gás fora
da costa trazem
para o Brasil uma
flexibilidade muito
grande de suprimento
e grandes negócios
para a Petrobras
atender, a título
de spot, outros
mercados",
disse a executiva,
lembrando que esse
atendimento do mercado
spot dependeria
da afluência
de chuvas.
O
primeiro dos dois
terminais de regaseificação
de GNL da Petrobras
será inaugurado
amanhã, no
porto cearense de
Pecém, no
município
de São Gonçalo
do Amarante, em
cerimônia
com a presença
do presidente Luiz
Inácio Lula
da Silva. O terminal
permitirá
a regaseificação
de até 7
milhões de
metros cúbicos
de GNL por dia.
O
navio regaseificador
será o Golar
Spirit, construído
pelo estaleiro cingapuriano
Keppel e afretado
para a Petrobras
por 10 anos, com
possibilidade de
renovação
por mais 10 anos.
O Golar Spirit tem
capacidade de armazenar
129 mil metros cúbicos
de GNL, o equivalente
a 77 milhões
de metros cúbicos
de gás natural.
Maria
das Graças
espera antecipar
o fim das obras
do segundo terminal
de regaseificação
de GNL, na Baía
de Guanabara, no
Rio de Janeiro.
Inicialmente previsto
para ficar pronto
entre maio e junho
do ano que vem,
a expectativa da
diretora é
conseguir aprontar
o empreendimento
em novembro.
A
executiva confirmou
que deve trazer
mais navios regaseificadores
além das
embarcações
da Golar - o Golar
Winter atenderá
o terminal do Rio
de Janeiro - mas
não revelou
de que construtor.
Já
a construção
de um terceiro terminal
dependerá,
segundo ela, dos
leilões de
energia de A-3 e
A-5 que ocorrerão
em setembro.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Mistura
de biodiesel e Reduc
ajudam a reduzir
importação
de diesel
Valor Online
19/08/2008
RIO
- A
Petrobras estima
que a entrada em
operação
das refinarias de
Abreu Lima, em Pernambuco,
e do Complexo Petroquímico
do Rio de Janeiro
(Comperj) tornem
o país auto-suficiente
na produção
de óleo diesel
a partir de 2012.
Para o curto prazo,
a projeção
da companhia é
reduzir a importação
do produto em mais
de 30% este ano
graças à
instituição
da mistura de 3%
de biodiesel ao
óleo e à
entrada em operação
de uma nova unidade
de conversão
de coque na Refinaria
de Duque de Caxias
(Reduc), no estado
do Rio de Janeiro.
Atualmente,
a Petrobras importa
cerca de 100 mil
barris de diesel
por dia. De acordo
com o diretor de
Abastecimento da
estatal, Paulo Roberto
Costa, a compra
do produto do exterior
aumentou neste ano
devido à
geração
de energia a partir
de termelétricas
a diesel. Segundo
ele, a adoção
do B3 - que entrou
em vigor em 1º
de julho - contribuirá
para a redução
de 20% desse volume,
enquanto outros
12 mil barris por
dia deixarão
de ser importados
graças à
nova unidade da
Reduc, que entrou
em operação
há três
semanas.
"Já
reduzimos de 100
mil para 68 mil
barris por dia de
diesel em termos
de importação.
Esses dois fatores
vão ser bastante
importantes em termos
da redução
de importação
e da balança
de pagamentos",
afirmou Costa, que
participou hoje
de entrevista sobre
a instalação
de uma nova refinaria
no Ceará.
A
produção
da unidade cearense
será destinada
principalmente à
exportação.
Serão 300
mil barris diários
de derivados - diesel,
querosene de aviação,
nafta, gás
liqüefeito
de petróleo
e coque - a partir
de 2016. Em 2014
ficará pronta
a primeira fase,
para a produção
de 150 mil barris
diários.
O custo total da
refinaria será
de US$ 11,1 bilhões.
O
diesel a ser produzido
pela unidade será
do tipo Premium,
segundo especificações
que permitem a entrada
nos mercados de
Estados Unidos e
Europa. Atualmente,
o diesel fabricado
no país segue,
na média,
a especificação
Euro 3 e o que será
produzido no Ceará
será do tipo
Euro 5, com menor
produção
de enxofre como
subproduto da combustão.
Além
da unidade no Ceará
e das refinarias
de Abreu Lima e
Comperj, a Petrobras
pretende instalar
outra unidade Premium
no Maranhão,
também voltada
para exportação
e com capacidade
de produzir 600
mil barris diários
de derivados. O
objetivo é
elevar a produção
total de derivados
no país dos
atuais 1,9 milhão
de barris por dia
para 3,2 milhões
de barris diários.
Costa
reafirmou que a
empresa indiana
Reliance, especializada
em petroquímicos
e têxteis,
já demonstrou
interesse de participar
do projeto da refinaria
de Abreu Lima, com
a fabricação
de insumos para
a produção
de PET (material
para garrafas de
plástico)
e de filamentos
têxteis. Segundo
o executivo, os
indianos também
mostraram interesse
em participar da
2ª geração
do Comperj.
Atualmente,
a obra da unidade
pernambucana continua
e o contrato de
fornecimento de
petróleo
para a planta começou
a ser discutido
entre Petrobras
e a venezuelana
PDVSA.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Wellstream
ganha contrato de
mais de US$ 1 bilhão
da Petrobras
Valor Online
19/08/2008
SÃO
PAULO - A
Wellstream Holdings
Plc, fabricante
britânica
de dutos para o
setor de petróleo
e gás, ganhou
um contrato de quatro
anos da brasileira
Petrobras
no valor de
mais de 600 milhões
de libras (US$ 1,11
bilhão).
O
acerto envolve o
fornecimento de
tubos flexíveis
e outros produtos
entre 2009 e 2012.
"Este contrato
mostra a confiança
da Petrobras na
Wellstream como
fornecedora preferencial
e parceira de desenvolvimento",
declarou o executivo-chefe
da empresa britânica
Gordon Chapman.
Ele
acrescentou que
o pacto permite
à empresa
apoiar os planos
de crescimento de
seus clientes no
Brasil.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online, com agências
internacionais)
Política
Monetária
Analistas
consultados pelo
BC sobem previsão
de saldo comercial
do ano
Valor Online
18/08/2008
SÃO
PAULO - O mercado
financeiro espera
um saldo comercial
positivo de US$
23,30 bilhões
em 2008, acima dos
US$ 23,10 bilhões
projetados para
o período
no Boletim Focus
anterior. Para o
próximo exercício,
foi mantida pela
sexta semana seguida
a perspectiva de
superávit
de US$ 15 bilhões.
Para
a conta corrente,
os analistas conservaram
o prognóstico
de déficit
de US$ 25 bilhões
em 2008, mas alteraram
a estimativa de
resultado negativo
para os 12 meses
à frente
- agora aguarda-se
déficit de
US$ 33,42 bilhões
e não de
US$ 33 bilhões
como contemplado
no relatório
antecedente.
Sobre
o investimento estrangeiro
direto, a projeção
é de ingresso
de US$ 34,65 bilhões
em 2008, superando
os US$ 34,50 bilhões
calculados antes.
Para o ano seguinte,
manteve-se a estimativa
de entrada de US$
30 bilhões.
Os
analistas consultados
pelo
Banco Central (BC)
repetiram a previsão
de que o Produto
Interno Bruto (PIB)
deve ter expansão
de 4,80% em 2008,
mas mudaram o prognóstico
para o crescimento
da economia brasileira
referente aos 12
meses seguintes,
de 3,73% para 3,70%.
Com
relação
à produção
industrial, espera-se
acréscimo
de 5,50% neste exercício
e de 4,23% no próximo
ano.
Mercado
mantém previsão
de Selic a 14,75%
no fim de 2008,
revela Focus
Valor Online
18/08/2008
SÃO
PAULO - Os analistas
financeiros consultados
pelo Banco
Central (BC)
reforçaram
a aposta de que
a taxa Selic se
encontre em 14,75%
no fim de 2008,
percentual idêntico
àquele apresentado
no Boletim Focus
anterior, elaborado
pela autoridade
monetária.
Para
o próximo
ano, os agentes
mantiveram estacionada
pela terceira semana
consecutiva a estimativa
de Selic a 14%.Atualmente,
a taxa Selic está
em 13%.
O
relatório
Focus divulgado
nesta segunda-feira
contempla ainda
que o dólar
deve estar a R$
1,61 no fim deste
ano e a R$ 1,72
no encerramento
de 2009. No documento
antecedente, a previsão
era de a moeda americana
a R$ 1,60 e a R$
1,71, respectivamente.
Para
agosto, a previsão
é de dólar
a R$ 1,60, acima
do R$ 1,58 projetado
antes.
Previsão
para IPCA em 12
meses é diminuída
para 5,31%, mostra
Focus
Valor Online
18/08/2008
SÃO
PAULO - A estimativa
média do
mercado financeiro
para a inflação
oficial acumulada
nos próximos
12 meses foi reduzida.
Consta do relatório
de mercado elaborado
pelo Banco Central
(BC) na semana passada
que a mediana das
expectativas dos
analistas é
de IPCA de 5,31%,
ante previsão
de 5,34% da semana
retrasada.
Nos
demais índices
analisados, foram
alterados para baixo
os prognósticos
para o IGP-DI em
12 meses, de 6,16%
para 5,91%, e para
o IPC da Fipe, de
4,79% para 4,77%.
Na contramão,
os analistas elevaram
a perspectiva para
o IGP-M em 12 meses,
a 5,55%, perante
o 5,43% aguardados
anteriormente.
Siderurgia
Gerdau
quer produzir e
vender aço
na China, diz vice-presidente
Valor Online
21/08/2008
RIO
- O vice-presidente
de Finanças
e diretor de Relações
com Investidores
da Gerdau,
Osvaldo Schirmer,
afirmou hoje que
a empresa tem interesse
em produzir e vender
aço no mercado
chinês e vem
analisando oportunidades
naquele país.
O executivo, entretanto,
não deu detalhes
sobre a forma como
a empresa pode entrar
na China e não
quis dar um prazo
para que tal atuação
ocorra.
Para
o executivo, o mercado
chinês é
muito promissor
para a Gerdau e
o objetivo da empresa
é ter presença
local na produção
de aço e
nas vendas para
o mercado interno.
"Não
é para montar
um ponto de exportação.
Queremos produzir
e vender localmente",
frisou o executivo,
acrescentando que,
pelas estimativas
iniciais, a entrada
no país asiático
já deveria
ter ocorrido.
"Mas
a gente é
muito prudente ao
decidir sobre coisas
desse tipo. Não
aconteceu, mas pode
acontecer",
ponderou Schirmer.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
ArcelorMittal
paga US$ 810 milhões
por London Mining
Brasil
Valor Online
20/08/2008
SÃO
PAULO - A ArcelorMittal
anunciou hoje o
fechamento de um
acordo para a aquisição
da London Mining
Brasil, empresa
localizada no quadrilátero
ferrífero
mineiro, por um
montante total de
US$ 810 milhões.
A empresa adquirida,
que é controlada
pela London
Mining PLC,
atua na exploração
e produção
de minério
de ferro, com reservas
estimadas em 1,059
bilhão de
toneladas.
Atualmente,
a London Mining
Brasil toca um projeto
de expansão
da capacidade de
minério concentrado
e granulado, pelo
qual a produção
passará das
atuais 1,4 milhão
de toneladas por
ano para 3,2 milhões
de toneladas anuais
em 2009. Além
disso, a ArcelorMittal
informou que pretende
investir cerca de
US$ 700 milhões
no médio
prazo com vistas
a levar a produção
ao patamar das 10
milhões de
toneladas por ano.
A
gigante siderúrgica
anunciou ainda o
fechamento de um
segundo acordo,
sujeito à
assinatura, com
a canadense Adriana
Resources. O negócio
visa ao desenvolvimento
de instalações
portuárias
voltadas ao embarque
de minério
de ferro no Rio
de Janeiro. O porto
será construído
no município
de Mangaratiba,
em uma área
adquirida pela empresa
canadense em janeiro
deste ano.
A
ArcelorMIttal ficará
com 80% do novo
porto, pelos quais
pagará US$
40,5 milhões.
O empreendimento
custará cerca
de US$ 250 milhões,
valor que será
dividido pelas duas
empresas proporcionalmente
à participação
acionária
de cada uma.
As
operações
anunciadas dependem
das aprovações
necessárias.
Tecnologia
Vendas
de servidores crescem
12,2% no segundo
trimestre, diz Gartner
Valor Online
22/08/2008
SÃO
PAULO - As vendas
mundiais de servidores
em unidades aumentaram
12,2% no segundo
trimestre deste
ano, ante igual
período de
2007, para um total
de 2,3 milhões
de aparelhos. O
faturamento com
esses produtos,
por sua vez, cresceu
5,7% no período,
chegando a US$ 13,8
bilhões,
segundo a consultoria
Gartner.
"Apesar
da retração
econômica
em alguns mercados,
como os EUA, em
uma base global,
as vendas de servidores
continuaram crescendo
no segundo trimestre
do ano", afirmou
o vice-presidente
de Pesquisa do Gartner,
Jeffrey Hewitt.
De
acordo com a consultoria,
a IBM
manteve a liderança
mundial em faturamento.
A companhia vendeu
US$ 4,31 bilhões
no segundo trimestre,
11,5% mais que no
ano anterior. Em
segundo lugar ficou
a Hewlett Packard
(HP), com vendas
de US$ 3,81 bilhões,
alta de 2,9% em
relação
a 2007. A terceira
colocada, a Dell,
porém, foi
a que teve maior
taxa de expansão
em sua receita com
servidores: 15%,
para US$ 1,79 bilhão.
Em
termos de unidades,
a HP se manteve
como a maior empresa
no setor de servidores,
tendo vendido 706,7
mil aparelhos no
segundo trimestre
deste ano, um aumento
de 8,7% em relação
a igual período
de 2007.
Nesse
ranking, segundo
o Gartner, a Dell
aparece em segundo
lugar, tendo crescido
24,2% suas vendas
em relação
ao ano passado,
e atingido um total
de 577,1 mil servidores.
A IBM, por sua vez,
aumentou em 4,7%
o número
de aparelhos vendidos
no segundo trimestre,
atingindo a marca
de 308,8 mil unidades.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Preço
dos combustíveis
impulsiona chips
automotivos, diz
Gartner
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - O aumento
nos preços
dos combustíveis
e da consciência
ambiental deverá
impulsionar as vendas
de processadores
eletrônicos
para veículos
automotores. Responsáveis
por controlar e
aumentar a eficiência
no uso de combustíveis,
o faturamento com
esses chips deve
chegar a US$ 6,3
bilhões em
2012, afirma a consultoria
Gartner.
Neste ano, as vendas
desses chips devem
movimentar US$ 5,3
bilhões.
Esses
processadores também
são utilizados
em veículos
híbridos,
analisando a mistura
de combustíveis
no tanque e controlando
o mecanismo de combustão
do carro para tirar
o melhor proveito
da combinação.
Eles também
equipam os computadores
de bordo dos veículos,
que analisam a performance
dos carros, fornecendo
informações
importantes ao motorista.
"Esses
chips têm
papel importante
para acelerar as
inovações
eletrônicas
no setor automotivo,
tornando os veículos
mais leves e eficientes,
assim como os motoristas
mais informados",
afirmou a diretora
de Pesquisa do Gartner,
Amy Leong. "A
crescente complexidade
dos eletrônicos
automotivos tem
amplificado a necessidade
por chips de alta
performance, com
maior capacidade
de memória",
acrescentou.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Sony
lança nova
versão de
seu console portátil
de videogames
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - A Sony
lançou
hoje no Japão
sua nova versão
do PSP, seu console
portátil
de videogames e
um dos responsáveis
por sustentar o
desempenho financeiro
da companhia. O
aparelho, cujo nome
oficial será
PSP-3000, chega
em outubro a lojas
do Japão,
Ásia, América
do Norte e Europa.
Uma
das mudanças
promovidas pela
Sony é o
aumento nas funcionalidades
de interação
do aparelho, que
agora conta com
microfones embutidos.
O aparelho já
é capaz de
acessar a internet,
via sistema sem
fio e precisava
de acessórios
para permitir o
uso de redes de
telefonia sobre
internet (Voip),
o que agora ficou
facilitado.
Desde
o lançamento
da segunda e atual
versão do
aparelho, em setembro
do ano passado,
a Sony vendeu 41
milhões de
unidades até
o fim de junho deste
ano. Apenas entre
abril e junho deste
ano, a empresa comercializou
3,79 milhões
de PSPs, 1,59 milhão
a mais que no mesmo
período de
2007.
A
divisão de
jogos eletrônicos
da Sony, que inclui
as vendas de PSP,
fechou o primeiro
trimestre fiscal
de 2008, encerrado
em junho, com faturamento
de 229,6 bilhões
de ienes, um aumento
de 16,8% em relação
ao mesmo período
do ano anterior.
Isso contribuiu
para fechar o período
com lucro operacional
de 5,4 bilhões
de ienes, contra
prejuízo
operacional de 29,2
bilhões de
ienes no ano anterior.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Mininotebooks
aceleram ritmo de
substituição
de PCs, diz Intel
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - As vendas
mundiais de notebooks
deverão superar
as de computadores
de mesa (desktops)
antes do previsto,
impulsionadas pela
nova categoria de
portáteis,
os mininotebooks.
A avaliação
é da Intel,
maior fabricante
de chips do mundo
e uma das responsáveis
pela criação
do conceito desse
produto, um PC portátil
de baixo custo e
forte apelo educacional.
Para
a Intel, as vendas
de notebooks, considerando
também os
mininotebooks, deverão
se equiparar às
de desktops já
neste ano. Em 2009,
serão mais
PCs portáteis
vendidos do que
computadores de
mesa, acredita a
fabricante. Anteriormente,
ela previa essa
mudança apenas
para 2010.
Segundo
a fabricante, a
maioria das pessoas
que adquire um mininotebook
está comprando
seu segundo ou terceiro
computador. Dessa
forma, esse consumo
eleva também
o volume geral de
vendas de notebooks
em ritmo mais acelerado
do que o previsto
antes do aparecimento
da nova categoria.
Apesar
de, nos segmentos
de PCs de mesa e
notebooks tradicionais,
a Intel praticamente
dividir o mercado
apenas com a AMD,
na categoria de
mininotebooks, além
das duas, há
também uma
terceira concorrente:
a chinesa VIA Technologies.
De
acordo com estimativas
da consultoria Gartner,
apenas neste ano
serão vendidos
5,2 milhões
de mininotebooks
em todo o mundo.
Em 2009, a previsão
que sejam comercializados
8 milhões
de unidades.
Embora
o conceito de mininotebooks
esteja sendo explorado
há alguns
anos pela Intel,
com seu Classmate
PC, para a área
educacional, foi
apenas com o advento
do Eee PC, da chinesa
Asustek, no ano
passado, que a categoria
se firmou e passou
a representar uma
parcela significativa
do mercado.
Apesar
da previsão
da fabricante de
chips, ela afirma
que isso não
significa que não
há espaço
para expansão
no mercado de desktops.
Segundo ela, ainda
há no mundo
uma parcela muito
grande de pessoas
que não têm
nenhum computador,
ou que têm
a necessidade de
trocar seus aparelhos
mais antigos. De
qualquer forma,
a tendência,
afirma a Intel,
é clara:
as vendas de notebooks
vão aumentar
em ritmo muito superior
ao crescimento do
consumo de desktops
nos próximos
anos.
A
previsão
da Intel faz parte
dos anúncios
realizados no Intel
Developers Forum
(IDF), realizado
nesta semana em
São Francisco,
EUA.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Intel
lança Classmate
PC com tela sensível
ao toque
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - A Intel
apresentou ontem
a nova versão
do Classmate PC,
para o mercado de
educação.
O aparelho é
um dos precursores
da nova categoria
de PCs, a dos mininotebooks,
aparelhos pequenos,
baratos e simples
para acesso à
internet e à
realização
de tarefas menos
complexas.
O
novo aparelho será
configurado com
o novo processador
Atom da companhia,
desenvolvido especialmente
para mininotebooks
e aparelhos eletrônicos
portáteis.
Além disso,
ele também
terá tela
sensível
a toque e poderá
ser utilizado como
um tablet PC - no
qual é possível
escrever com uma
caneta especial
diretamente na tela.
Segundo
a Intel, o novo
Classmate será
liberado para fabricação
pelos mais de 40
parceiros de manufatura
da empresa em todo
o mundo. No Brasil,
ele é fabricado
pela Positivo, que
também fabrica
o Mobo, um mininotebook
semelhante para
o mercado de consumo.
A
Intel afirma que
o valor do aparelho
deve se manter próximo
da versão
anterior, de entre
US$ 200 e US$ 500,
dependendo do país
onde é vendido.
O
aparelho foi apresentado
ontem durante o
Intel Developers
Forum, realizado
nesta semana em
São Francisco.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Lucro
da HP cresce 14%
no 3º trimestre
fiscal e chega a
US$ 2 bilhões
Valor Online
20/08/2008
SÃO
PAULO - A Hewlett-Packard
(HP), maior
fabricante mundial
de computadores,
fechou seu terceiro
trimestre fiscal
com elevação
de 10% na receita
e de 14% no lucro
líquido.
A expansão
nas vendas de notebooks
e servidores, assim
como o aumento nos
negócios
em países
emergentes e da
região da
Europa, Oriente
Médio e África
(Emea, na sigla
em inglês)
foram os principais
responsáveis
pelo desempenho.
Em
termos absolutos,
as receitas da HP
fecharam o trimestre
encerrado em julho
em US$ 28 bilhões,
contra US$ 25,4
bilhões apresentados
em igual período
de 2007. Já
o lucro líquido
passou de US$ 1,778
bilhão para
US$ 2,027 bilhões
nesse mesmo intervalo
- o equivalente
a US$ 0,80 por ação.
Ainda
assim, a expansão
verificada no trimestre
tanto nas receitas
como no lucro indicam
um ritmo de alta
mais fraco que o
verificado nos três
meses anteriores.
Na comparação
entre os segundos
trimestres fiscais
de 2007 e 2008,
o faturamento cresceu
11% enquanto o lucro
líquido subiu
16%.
"Ao
acelerarmos o crescimento
de nossa empresa
e com bom desempenho
em todo o portfólio,
a HP entregou uma
boa performance
no terceiro trimestre",
afirmou o presidente
do conselho e executivo-chefe
da empresa, Mark
Hurd. "Nossa
posição
global, farta oferta
de produtos e serviços
e oportunidades
progressivas de
redução
de custo nos deixam
confiantes de que
continuaremos a
elevar significativamente
nossos lucros",
acrescentou.
A
divisão de
Sistemas Pessoais
da HP se manteve
como a com maior
peso na receita
da companhia. O
faturamento dessa
área avançou
15% no terceiro
trimestre fiscal,
chegando a US$ 10,3
bilhões.
Segundo
a HP, apenas as
vendas de notebooks
cresceram 26% no
trimestre, para
US$ 5,35 bilhões.
As receitas com
computadores de
mesa (desktops),
por sua vez, subiram
6%, para US$ 4,15
bilhões.
A
expansão
de 5% no faturamento
da divisão
de Armazenamento
e Servidores da
HP, para US$ 4,7
bilhões,
se deve especialmente
à elevação
de 66% nas receitas
com servidores do
tipo blade (em lâminas).
Por
regiões,
a maior fatia do
faturamento da HP
veio das Américas:
US$ 11,6 bilhões.
Com expansão
de 16%, a região
da Emea se aproximou
bastante, com receita
de US$ 11,2 bilhões
no período.
Segundo a HP, o
principal destaque
de expansão
veio dos países
do grupo dos BRIC
(Brasil, Rússia,
Índia e China),
com aumento de 24%
no faturamento,
para cerca de US$
2,8 bilhões
(10% do total).
Para
o quarto trimestre
fiscal, a empresa
espera que suas
receitas sejam de
US$ 30,2 bilhões
a US$ 30,3 bilhões,
enquanto o lucro
líquido por
ação
deve ficar entre
US$ 0,95 e US$ 0,97.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Transportes
Azul
inicia contratação
de segunda leva
de pilotos e comissários
Valor Online
22/08/2008
SÃO
PAULO - A Azul
Linhas Aéreas,
nova empresa aérea
do país,
dará início
a uma segunda fase
de contratação
de pilotos e comissários.
A companhia, que
deve começar
a operar em janeiro
de 2009, já
tem uma primeira
turma de funcionários
em treinamento em
unidades da Embraer
no Brasil e nos
EUA.
O
objetivo da Azul
é chegar
a 116 pilotos e
153 comissários
na primeira fase
de suas operações
no país.
Para tanto, a companhia
tem dado prioridade
à contratação
de profissionais
já com experiência
na atividade.
A
empresa não
informou quantas
vagas serão
abertas nessa nova
etapa da seleção.
No grupo inicial
de treinamento,
havia 14 técnicos
em manutenção,
13 comissárias
de bordo e dez pilotos.
A
companhia, fundada
pelo norte-americano
David Neeleman,
que tem cidadania
brasileira, irá
operar no país
com aeronaves EMB
195, fabricadas
pela Embraer. Ela
será a primeira
a utilizar aviões
da fabricante brasileira
no país e
deverá seguir
os padrões
operacionais da
norte-americana
Jet-Blue, também
fundada por Neeleman.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Embraer
deve elevar fatia
de aviões
vendidos para o
Brasil, diz Curado
Valor Online
20/08/2008
RIO
- A criação
da companhia aérea
Azul e os acordos
feitos com outras
empresas brasileiras
devem aumentar a
fatia de entregas
da
Embraer feitas
para o mercado nacional
de aviação.
Atualmente, a empresa
destina cerca de
96% de sua produção
para o exterior,
mas esse percentual
deve cair, de acordo
com o presidente
da companhia, Frederico
Fleury Curado.
Hoje,
a Embraer tem em
carteira 41 encomendas
firmes para empresas
nacionais, das quais
36 para a Azul -
criada por David
Neeleman e com início
das operações
previsto para dezembro
deste ano ou janeiro
de 2009 - e cinco
para a Trip
Linhas Aéreas.
A Azul tem ainda
40 opções
de compra, enquanto
a Trip tem outras
15 a 20 opções.
"Isso
é uma pequena
revolução
para a frota que
temos hoje. O número
pode chegar a quase
100 em cinco ou
seis anos, algo
bem diferente do
passado", frisou
Curado, que participou
hoje de conferência
na Coppe/UFRJ.
Este
ano a Embraer espera
entregar entre 195
a 200 aviões,
sendo cinco, em
dezembro, para a
Azul. Curado revelou
que a companhia
de Neeleman negocia
com outras empresas
aéreas a
antecipação
do recebimento dos
aviões Embraer.
A negociação
é para que
a Azul consiga furar
a fila, ficando
com encomendas destinadas
a outras companhias.
"Nós
entregaremos para
eles os cinco aviões
em dezembro. O que
eles estão
tentando fazer é
buscar aviões
mais cedo no mercado
com outras empresas",
explicou. "Eles
estão conversando
com operadores nossos,
que compram da Embraer,
que talvez vendam
para eles os aviões.
Não tem nada
a ver com entregar
mais cedo",
acrescentou.
O
executivo disse
ainda que o atual
nível de
preços do
querosene de aviação
(QAV) e do petróleo
pode fazer com que
os aviões
a turboélice
voltem a ser utilizados.
Curado disse que
não há
estudos na Embraer
para produzir esse
tipo de aeronave
comercial e que,
embora não
descarte essa possibilidade,
a decisão
cabe às empresas
aéreas.
Apesar
do nível
de preços
dos combustíveis,
Curado não
acredita que os
biocombustíveis
serão uma
alternativa para
a aviação
comercial nos próximos
anos.
"Não
imagino, em 15 ou
20 anos, um avião
comercial com biocombustível",
disse, acrescentando
que não há
conversas entre
Embraer e Aerolíneas
Argentinas para
a venda de aeronaves
à companhia
aérea argentina.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Anac
autoriza equatoriana
Tame Línea
Aerea a operar vôos
no Brasil
Valor Online
19/08/2008
SÃO
PAULO - A Agência
Nacional de Aviação
Civil
(Anac) concedeu
hoje autorização
para que a empresa
aérea equatoriana
Tame Línea
Aérea del
Ecuador opere vôos
de passageiros,
carga e correio
no Brasil. Para
começar a
operar, porém,
a companhia terá
que manter um representante
legal no país.
Segundo
publicado hoje no
Diário Oficial
da União
(DOU), a autorização
toma como base o
acordo aéreo
entre Brasil e Equador,
que estabelece regras
para acesso ao espaço
aéreo de
ambos os países
assim como limita
direitos de pouso,
trânsito e
tráfego.
Ainda
nesta terça-feira
a Anac deve avaliar
o pedido de outra
companhia aérea
que quer operar
no país,
a sul-coreana Korean
Air Lines. A informação
consta da pauta
da reunião
de diretoria da
agência.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Embraer
fecha contrato de
serviços
com a Aeroméxico
Connect
Valor Online
19/08/2008
SÃO
PAULO - A
Embraer fechou
um contrato de prestação
de serviços
com a Aeroméxico
Connect. A companhia
aérea mexicana
será o maior
cliente do programa
de suporte a clientes
da fabricante brasileira.
Atualmente, a Aeroméxico
Connect opera aeronaves
modelos ERJ 145
e EMB 190, fabricados
pela Embraer.
Pelo
contrato, a Embraer
se encarregará
de fornecer todas
as peças
de reposição
necessárias
para a companhia
aérea, que
por sua vez reduz
custos com estoques
para manutenção.
"Estamos
honrados com este
voto de confiança
da Aeroméxico
Connect, que deixa
sob nossa responsabilidade
um serviço
tão crítico
para suas operações",
disse o diretor
de Suporte e Serviços
ao Cliente da Embraer,
John Linn. "Este
contrato demonstra
o alto nível
de confiabilidade
e disponibilidade
que o programa oferece
para a frota da
companhia",
acrescentou.
O
acordo cobre mais
de 500 peças
para a frota de
aviões ERJ
145 e Embraer 190
da Aeroméxico
Connect e também
inclui revisão
dos trens de pouso
dos ERJ 145.
O
valor do contrato
e sua duração
não foram
divulgados, embora
a Embraer tenha
afirmado que ele
é de "longo
prazo".
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Varejo
Abras
revisa para 8% projeção
para crescimento
de vendas em 2008
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - Diante das
altas nos preços
dos alimentos e
do crescimento da
renda da população,
a Associação
Brasileira de Supermercados
(Abras)
revisou sua projeção
para as vendas do
setor em 2008. Em
janeiro, a entidade
informou que esperava
para este ano um
crescimento real
(descontada a inflação)
entre 4,5% e 5%
sobre 2007, estimativa
que passou para
8% diante do desempenho
observado nos primeiros
sete meses do ano.
Entre
janeiro e julho,
as vendas mostraram
alta real de 8,91%
ante igual período
de 2007, desempenho
esse, de acordo
com a Abras, puxado
especialmente pelos
alimentos mais caros.
Em termos nominais,
o crescimento atingiu
14,67%.
Para
se ter uma idéia,
o conjunto de 35
produtos de largo
consumo que é
monitorado pela
entidade fechou
o mês de julho
valendo R$ 256,62,
uma alta de 11%
no acumulado do
ano. No mesmo intervalo,
a inflação
medida pelo IPCA
marcou 4,19% de
alta.
Com
a nova projeção
de vendas, a Abras
joga para algo próximo
a R$ 147,2 bilhões
o faturamento bruto
do setor em 2008.
No ano passado,
o montante somou
R$ 136,3 bilhões,
um acréscimo
de 9,83% sobre 2006.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Vendas
dos supermercados
avançam 10,43%
em julho, mostra
Abras
Valor Online
21/08/2008
SÃO
PAULO - As vendas
dos supermercados
brasileiros registraram
em julho deste ano
crescimento de 10,43%
em relação
ao mesmo mês
de 2007. Na comparação
com junho, a alta
foi de 3,62%. Já
no acumulado dos
primeiros sete meses
de 2008, foi observado
crescimento de 8,91%
sobre igual período
do exercício
anterior, segundo
dados divulgados
hoje pela Associação
Brasileira de Supermercados
(Abras).
Em
valores nominais,
a entidade informou
crescimento de 17,46%
em relação
a julho de 2007,
de 4,16% sobre junho
deste ano e de 14,67%
no acumulado de
sete meses.
"Durante
todo o ano, os supermercados
vêm apresentando
um forte crescimento
nas vendas em comparação
com o ano de 2007.
Essa alta tem sido
puxada por um aumento
real na renda da
população
brasileira, que
pode ser observado
no maior poder de
consumo da classe
C, e também
pelo aumento dos
preços das
commodities, principalmente
do gênero
alimentício",
afirmou o presidente
da Abras, Sussumo
Honda.
O
executivo disse
já ser possível
observar uma desaceleração
nos preços
dos alimentos, tendência
que ele espera que
se mantenha nos
próximos
meses.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)