Agronegócios
Cosan
define na próxima
semana estratégia
para pagamento da
Esso
Valor Online
12/09/2008
SÃO
PAULO - A estratégia
financeira para
o pagamento da aquisição
dos ativos da Esso
no Brasil deve ser
definida na próxima
sexta-feira, quando
se reúne
o conselho de administração
da Cosan. A informação
foi dada hoje pelo
vice-presidente
financeiro da companhia,
Paulo Diniz, durante
teleconferência
em que comentou
os resultados da
empresa em seu primeiro
trimestre fiscal.
Segundo
o executivo, devem
ser utilizados no
pagamento, marcado
para dezembro deste
ano, US$ 500 milhões
que a holding Cosan
Limited tem em caixa
e outros US$ 500
milhões que
estão disponíveis
para saque em uma
linha "stand
by" firmada
com um banco internacional,
que não teve
o nome divulgado.
A aquisição
da Esso no Brasil,
anunciada em abril
deste ano, foi fechada
por US$ 826 milhões
acrescidos de US$
163 milhões
referentes a dívidas.
A
Cosan S.A. registrou
prejuízo
líquido de
R$ 58,1 milhões
em seu primeiro
trimestre fiscal,
encerrado em julho
deste ano. Os preços
baixos do açúcar
e do etanol no mercado
internacional, bem
como a elevação
dos custos e despesas,
foram os responsáveis
pelo resultado.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Grupo
André Maggi
abre filial no mercado
europeu
Valor Econômico
09/09/2008
CUIABÁ
- Dono da maior
trading agrícola
de capital nacional,
o Grupo André
Maggi decidiu investir
na abertura de uma
filial na Europa
para distribuir
a produção
de grãos,
óleo e farelo
originada pela companhia.
Com planos de consolidar-se
como uma "
multinacional mato-grossense
" , a subsidiária
do conglomerado
servirá como
referência
para os negócios
de outras empresas
brasileiras e argentinas
do agronegócio
no velho continente.
A
Amaggi Europe, com
sede em Roterdã
(Holanda), abriu
as portas em julho
com um escritório
de 15 especialistas
em comércio
exterior. "
É uma trading
que está
nascendo para ser
referência
na Europa "
, diz o diretor-presidente
do grupo, Pedro
Jacyr Bongiolo.
" Também
vamos fazer a intermediação
de negócios
com empresas brasileiras
e argentinas "
. A Amaggi também
estuda transferir
sua sede nacional
de Rondonópolis,
no sul de Mato Grosso,
para Cuiabá,
apurou o Valor com
uma fonte da família
controladora da
empresa.
O
Grupo André
Maggi, que deve
faturar US$ 1,8
bilhão neste
ano, não
revela os volume
embarcados ao exterior
sob a alegação
de preservar sua
estratégia
comercial. Mas a
Amaggi informa que
90% de suas exportações
no ano passado tiveram
a Europa como destino.
A empresa exportou
US$ 591,6 milhões
em 2007, segundo
a Secretaria de
Comércio
Exterior (Secex).
A
abertura de uma
trading na Europa
atende à
antiga aspiração
do grupo de atuar
na última
etapa da comercialização
de sua produção:
a distribuição
direta em portos
europeus. "
Fomos nos especializando,
conhecendo o mercado
externo e achamos
que agora era a
hora de dar esse
passo no exterior
" , afirma
Bongiolo.
A
nova empresa também
ajudará o
grupo a eliminar
intermediários
nessas operações.
Até então,
a Amaggi utilizava
os serviços
de distribuição
da holandesa Cefetra
para entrar no mercado
europeu. Braço
das cooperativas
européias,
a Cefetra atua na
Hungria, Polônia
e Reino Unido. Em
seu plano de expansão,
a Amaggi pensou
até em adquirir
as operações
da Cefetra, apurou
o Valor. Mas desistiu
após identificar
que os maiores ativos
da parceira eram
justamente seus
executivos e seu
amplo conhecimento
do mercado europeu.
Assim, decidiu recrutar
parte dos novos
funcionários
da Amaggi Europe
na Cefetra. O especialista
holandês Anouk
Ploeger foi um deles.
A
subsidiária
européia
da Amaggi também
dará ao grupo
condições
de prospectar novos
negócios
relacionados ao
ramo. " Vamos
ter oportunidade
de ver novos negócios
estando por lá.
Temos que estar
mais presentes no
mercado consumidor
porque trabalhamos
com nichos, como
a soja não-transgênica
" , diz Bongiolo.
Mesmo
com os planos de
expansão
da Amaggi no exterior,
Bongiolo garante
que o grupo será
" conservador
" em sua primeira
empreitada para
além das
fronteiras nacionais.
" Seremos bastante
conservadores no
início, mas
cresceremos aos
poucos " .
No
país, a Amaggi
está em processo
de ampliação
de suas instalações
em Porto Velho (RO).
Com dificuldades
para exportar milho
no atual porto da
cidade, em razão
das limitações
operacionais, o
grupo adquiriu um
terreno no perímetro
urbano da cidade
para construir novas
instalações.
"
As operações
devem começar
no segundo semestre
de 2009 " ,
prevê Bongiolo.
As negociações
com o governo de
Rondônia para
a criação
de infra-estrutura
exigida já
estão bastante
adiantadas, como
a construção
da ligação
do novo porto com
a BR-364. Com essa
ampliação,
também devem
ser necessárias
a compra de novas
barcaças
e empurradores das
cargas para transportar
a produção
pelo rio Madeira,
além da modernização
das instalações
do porto da empresa
em Itacoatiara (AM),
às margens
do rio Amazonas,
onde são
feitos os transbordos
das barcaças
para navios de grande
calado.
(Mauro
Zanatta | Valor
Econômico)
Bancos
Banco
do Brasil oferece
R$ 685 milhões
por Besc e Bescri
Valor Online
12/09/2008
SÃO
PAULO - O Banco
do Brasil (BB) propõe
pagar R$ 685 milhões
em ações
pelo Banco do Estado
de Santa Catarina
(Besc) e pela Besc
S.A. Crédito
Imobiliário
(Bescri). Se a incorporação
for aprovada na
Assembléia
Geral Extraordinária
(AGE), marcada para
o dia 30 deste mês,
o BB pagará
aos acionistas das
duas instituições
R$ 411 milhões
e R$ 274 milhões,
respectivamente.
As informações
constam de fato
relevante divulgado
ontem.
O
pagamento será
feito mediante emissão
de 23,74 milhões
de ações
ordinárias,
respeitando a relação
de uma ação
do BB para 12,13308922
ações
ON do Besc e um
papel do BB para
1.592,261627 ações
ON da Bescri. No
caso do ativo PNA,
vale a proporção
de 1 ação
de emissão
do BB por 12,13308922
ações
PNA do Besc. O mesmo
se aplica ao papel
PNB do Besc.
Em
meados do mês
passado, o presidente
do BB, Antonio Francisco
de Lima Neto, tinha
manifestado a intenção
de concluir as aquisições
do Besc até
o fim deste ano,
com a expectativa
de anunciar a compra
até outubro.
Construção
Brascan
Residencial Properties
incorpora a Company
Valor Online
10/09/2008
SÃO
PAULO - A consolidação
no setor imobiliário
continua avançando.
Hoje, a Brascan
Residential Properties
(BRP) anunciou uma
proposta de reorganização
societária
que resultará
na incorporação
da construtora Company.
A operação
envolve troca de
ações
e o pagamento de
R$ 200 milhões
aos acionistas da
Company.
"Considerando
que Company e BRP
são companhias
abertas e do mesmo
ramo de atuação,
integrantes do Novo
Mercado da Bovespa,
a Reorganização
Societária
justifica-se pelo
potencial ganho
em economia de escala,
além do fortalecimento
da posição
da BRP e da Company
no mercado",
destacaram as duas
empresas em comunicado.
Pelos
termos do negócio,
uma subsidiária
da Brascan, a Brascan
SPE SP-3, irá
incorporar as ações
da Company e, posteriormente,
a subsidiária
será incorporada
pela BRP, unificando
a base acionária
das companhias.
A
reorganização
será apreciada
pelos acionistas
das duas empresas
em assembléia
agendada para o
dia 22 de outubro.
Caso
aprovada, a operação
terá o seguinte
formato: na primeira
etapa, a incorporação,
os acionistas da
Company receberão
para cada papel
16 ações
ordinárias
e 3 ações
preferenciais resgatáveis
da subsidiária
da Brascan.
As
ações
PN posteriormente
serão resgatadas,
operação
na qual os acionistas
receberão
R$ 200 milhões.
Esse valor pode
ser ajustado para
baixo no caso de
a Company pagar
dividendos.
O
próximo passo
é a incorporação,
quando serão
emitidas ações
ON da BRP em favor
dos acionistas da
subsidiária,
na proporção
de 1,0690 ação
ordinária
para cada 16 ações
ON recebidas na
incorporação.
Como
resultado da reorganização
societária,
os antigos acionistas
da Company passarão
a deter 76.978.000
ações
ON que serão
emitidas pela BRP.
Tomando
a posição
acionária
atual da BRP, de
185.028.474 ações
ON, tal emissão
significa um aumento
de 40% na base acionária
da companhia.
Vendas
de cimento no Brasil
sobem 14,97% no
ano até agosto
Valor Online
09/09/2008
RIO
- As vendas de cimento
no mercado brasileiro
atingiram 33,297
milhões de
toneladas nos primeiros
oito meses do ano,
uma alta de 14,97%
em relação
ao observado entre
janeiro e agosto
do ano passado,
quando foram vendidas
28,961 milhões
de toneladas de
cimento no país.
De acordo com o
Sindicato Nacional
da Indústria
do Cimento (Snic),
as exportações
caíram 50,9%
na mesma comparação,
passando de 903
mil toneladas nos
oito primeiros meses
de 2007 para 443
mil toneladas entre
janeiro e agosto
deste ano.
Nos
12 meses encerrados
em agosto, as vendas
de cimento no mercado
interno chegaram
a 49,061 milhões
de toneladas, 14,3%
acima dos 42,907
milhões de
toneladas vendidas
no país nos
12 meses imediatamente
anteriores.
Em
agosto, as vendas
foram de 4,6 milhões
de toneladas no
mercado interno,
um crescimento de
8% frente aos 4,26
milhões de
toneladas em agosto
do ano passado.
Na média
de vendas por dia
útil, o mercado
interno consumiu
195,9 mil toneladas
em agosto, 1,9%
acima dos 192,3
mil toneladas por
dia útil
em julho e 14,8%
a mais que as 170,6
mil toneladas em
agosto do ano passado.
As
vendas de cimento
na Região
Norte pularam de
139 mil toneladas
em agosto do ano
passado para 202
mil toneladas em
igual mês
deste ano, um crescimento
de 44,7%, o maior
entre as cinco regiões
do país.
A seguir vieram
a Região
Sul, com alta de
14,7%, de 595 mil
toneladas para 682
mil toneladas em
igual período
comparativo, e a
Região Nordeste,
com crescimento
de 11%, das 756
mil toneladas registradas
em agosto do ano
passado para 839
mil toneladas em
agosto deste ano.
As
vendas mais expressivas
continuam com a
Região Sudeste,
que tiveram alta
de 6,8% entre agosto
do ano passado e
agosto de 2008.
No período,
as vendas originadas
no Sudeste pularam
de 2,26 milhões
de toneladas para
2,41 milhões
de toneladas. A
única região
a registrar queda
na comparação
anual foi o Centro-Oeste,
onde houve baixa
de 9%. Em agosto
deste ano foram
vendidas 468 mil
toneladas de cimento,
contra 515 mil toneladas
em agosto do ano
passado.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Contas
Consumo
das famílias
cresce pelo 19º
trimestre seguido
Valor Online
10/09/2008
RIO
- O crescimento
de 6,7% do consumo
das famílias
no segundo trimestre
na comparação
com igual período
do ano passado foi
a 19ª alta
seguida para esse
indicador dentro
do cálculo
das Contas Nacionais
Trimestrais, divulgadas
hoje pelo Instituto
Brasileiro de Geografia
e Estatística
(IBGE). O resultado
foi puxado pela
elevação
de 8,1% da massa
salarial real e
pelo avanço
nominal de 32,9%
do saldo de operações
de crédito
do sistema financeiro
com recursos livres
para pessoas físicas.
Já
o consumo do governo
aumentou 5,3% no
segundo trimestre,
abaixo do resultado
geral do Produto
Interno Bruto (PIB),
que teve expansão
de 6,1% no período.
Dentro do consumo
governamental, a
Administração,
Saúde e Educação
Públicas
avançaram
2,3% no segundo
trimestre na comparação
com igual período
do ano anterior.
O resultado é
bem superior ao
1,1% de alta no
primeiro trimestre,
neste caso na comparação
com o intervalo
correspondente de
2007.
Rebeca
Palis, gerente de
Contas Nacionais
Trimestrais do IBGE,
avaliou que o resultado
da administração
pública é
relevante por apresentar
uma forte aceleração
entre o primeiro
e o segundo trimestres.
"O
consumo do governo
vinha em patamar
mais baixo no ano
passado e deu uma
acelerada no primeiro
semestre, puxado
principalmente pelas
eleições.
É normal
haver gastos específicos
perto da eleição.
Em ano eleitoral,
despesas do governo
tendem a cair no
segundo semestre,
mas o normal é
que elas cresçam
no ano", frisou
Rebeca, acrescentando
que, como o consumo
do governo tem peso
de 15% dentro do
PIB, qualquer mudança
se torna relevante
no cálculo
total.
Neste
sentido, Rebeca
lembrou que o resultado
da Agricultura -
que subiu 7,1% no
segundo trimestre
em relação
ao segundo trimestre
do ano anterior
e foi o grande destaque
pelo lado da oferta
-, apesar de mais
expressivo, tem
alcance limitado,
uma vez que o peso
do setor no cálculo
do PIB é
de apenas 5,5%.
"A
agropecuária
no segundo trimestre
foi beneficiada
principalmente pelas
culturas de café,
milho, arroz e soja,
que mostraram bom
desempenho",
disse Rebeca.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Crédito
Inadimplência
menor revela consumidor
controlado, aponta
Itaú
Valor Econômico
26/08/2008
SÃO
PAULO - A pequena
queda observada
nos níveis
de inadimplência
da indústria
de cartões
de crédito
revela que os consumidores
estão mais
controlados na administração
de suas despesas.
Com a economia aquecida
e a renda em alta,
a população
vem aumentando a
utilização
dos cartões,
especialmente para
parcelamento de
compras, porém
o percentual de
pagamentos atrasados
mostrou queda nos
últimos dois
anos.
Um
estudo divulgado
hoje pelo Itaú
mostrou que as operações
com cartão
de crédito
tinham saldo acumulado
em R$ 57,9 bilhões
ao final do primeiro
semestre deste ano,
um crescimento de
42,4% em relação
ao mesmo período
de 2007. No entanto,
em igual intervalo
de comparação,
o índice
de pagamentos com
atraso acima de
90 dias passou de
9% para 8,6% deste
valor. Em junho
de 2006, a inadimplência
estava em 10,1%.
De
acordo com o diretor
de Marketing do
Itaú, Fernando
Chacon, os dados
apontam que o usuário
do cartão
de crédito
está mais
controlado. Ele
afirmou que a expectativa
do banco é
de que a taxa de
inadimplência
se estabilize na
casa dos 4% ao longo
deste ano, porém
disse não
ser possível
estabelecer um percentual
tido como "ideal".
O
executivo ponderou
que o controle do
processo inflacionário
é fundamental
para que seja mantida
a tendência
de queda na inadimplência.
"O comprometimento
do poder de compra
pela inflação
pode acabar com
esse processo",
disse Chacon, que,
entretanto, acredita
que a inflação
não escapará
ao controle do governo.
O
diretor também
não crê
que o aperto monetário
iniciado em abril
pelo Banco Central
(BC) terá
impacto significativo
sobre a oferta de
crédito no
Brasil, bem como
sobre o mercado
de cartões.
Chacon acredita
que o crédito
irá fechar
2008 representando
40% do Produto Interno
Bruto (PIB).
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Indústria
de cartão
de crédito
deve faturar R$
19 bi este mês,diz
Itaú
Valor Online
26/08/2008
SÃO
PAULO - O faturamento
da indústria
brasileira de cartões
de crédito
deve somar R$ 19
bilhões em
agosto, um crescimento
de 21,7% em relação
a mesmo período
de 2007, quando
ficou em R$ 15,6
bilhões.
A projeção
foi apresentada
nesta terça-feira
pelo banco Itaú.
Para
o acumulado entre
janeiro e agosto,
o faturamento deverá
atingir R$ 139 bilhões,
uma alta de 22,5%
em comparação
aos oito primeiros
meses do ano passado.
O
número de
cartões em
circulação
chegará a
103,1 milhões
de unidades que,
segundo o Itaú,
vão gerar
243 milhões
de transações.
O tíquete
médio ficará
em R$ 78,40, elevação
de 3,3% no confronto
com agosto de 2007.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Energia
Com
bagaço de
cana, Cosan vai
fornecer energia
para Grupo Rede
Valor Online
11/09/2008
SÃO
PAULO - Em comunicado
ao mercado, a Cosan
informou hoje que
irá fornecer
energia elétrica
ao Grupo Rede pelos
próximos
15 anos, em um contrato
de valor corrente
aproximado de R$
489 milhões.
Pelo
acordo, firmado
entre duas subsidiárias
da Cosan (Barra
Bioenergia e Cosan
Bioenergia) e a
Rede Comercializadora
de Energia, serão
entregues no período
cerca de 3 mil GWh
de energia gerada
a partir do bagaço
da cana-de-açúcar.
A
idéia é
que sejam desenvolvidos
empreendimentos
de co-geração
em duas unidades
da Cosan: Univalem
(Valparaíso-SP)
e Diamante (Jaú-SP).
Juntas, as duas
usinas têm
capacidade de moer
23 mil toneladas
de cana por dia
e receberão
investimentos de
R$ 250 milhões
para a construção
das unidades geradoras.
BNDES e EDF desistem
de vender ações
da Light
Valor Online
11/09/2008
SÃO
PAULO - A BNDESPar,
braço de
investimentos do
Banco Nacional de
Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES),
e a EDF International
desistiram de vender
parte de suas ações
Light S.A., empresa
integrada de energia
com grande atuação
no Rio de Janeiro.
Em
fato relevante enviado
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), os acionistas
afirmam que "à
vista das momentâneas
condições
desfavoráveis
do mercado de capitais
nacional e internacional"
pediram o cancelamento
do registro de oferta
que foi apresentado
em 30 de maio.
Os
dois acionistas
pretendiam vender,
em princípio,
até 47.669.304
milhões de
ações
ordinárias
da companhia. Tomando
por base o preço
de fechamento da
ação
ontem na Bolsa de
Valores de São
Paulo (Bovespa),
de R$ 22,48, a oferta
movimentaria cerca
de R$ 1,07 bilhão.
Atualmente,
o BNDESPar detém
33,7% das ações
da companhia, ou
65,555 milhões
de papéis,
e a EDF figura com
6,58%, ou 13,391
milhões de
papéis ON.
A
controladora da
Light é a
RME - Rio Minas
Energia Participações,
com 49,5% do capital.
Cabe lembrar que
a RME é controlada
pela Companhia Energética
de Minas Gerais
(Cemig), Andrade
Gutierrez Concessões,
Equatorial Energia
e o fundo Luce Brasil,
todas com participação
igualitária
no capital social.
GDF
Suez investe R$
150 milhões
em parque eólico
em Beberibe, no
Ceará
Valor Econômico
11/09/2008
FORTALEZA
- Enquanto aguarda
o veredicto das
autoridades sobre
o leilão
da usina hidrelétrica
de Jirau (RO), no
rio Madeira, a GDF
Suez começa
a ampliar seus investimentos
no Brasil na área
de fontes alternativas
de energia. Hoje,
o grupo francês
inaugura em Beberibe,
cidade a 80 quilômetros
da capital cearense,
seu primeiro empreendimento
de energia eólica,
com R$ 150 milhões
em investimentos.
A usina, com 32
torres, tem uma
potência de
gerar 25,6 MW.
O
empreendimento faz
parte de um projeto
maior que a Suez
está colocando
em prática
para ampliar seus
negócios
em energia alternativa,
principalmente no
Brasil. Em junho,
a empresa fez uma
oferta de US$ 73
milhões pela
Econergy, companhia
listada no mercado
de acesso de Londres
(AIM) e que tem
seis projetos de
energia eólica
e de pequenas centrais
hidrelétricas
(PCHs) em desenvolvimento
na América
Latina. Depois de
aceito pelos acionistas,
o negócio
só depende
do sinal verde das
autoridades brasileiras
para a transferência
de controle dos
empreendimentos.
Além
do parque eólico
em Beberibe, a Econergy
tem outras duas
obras em andamento
no Brasil: a PCH
de Areia Branca
(MG), com 19,8 MW
de potência,
e o parque de energia
gerada a partir
do vento de Pedra
do Sal (PI), com
18 MW. Juntos, eles
receberão
R$ 350 milhões
em investimentos.
De
acordo com o diretor
de desenvolvimento
de negócios
da GDF Suez, Gil
Maranhão,
o grupo está
atento a outros
projetos e também
a oportunidades
de aquisições.
Em julho, a Tractebel,
geradora controlada
pela Suez, adquiriu
por R$ 314 milhões
duas PCHs no Mato
Grosso. " Partimos
para as aquisições
porque desenvolver
projetos hidrelétricos
é muito complexo,
não importa
o tamanho. E nossa
vocação
nessa área
é para grandes
empreendimentos
" , explica
Maranhão.
Porém, por
causa da menor complexidade,
o grupo está
disposto a desenvolver
parques eólicos,
que já somam
2 mil MW no grupo
pelo mundo.
Até
este ano, o único
projeto de energia
alternativa da Suez
no Brasil era a
usina de biomassa
em Lages (SC), concluído
em 2003, com 28
MW gerados a partir
de restos de madeira.
Agora, com as aquisições
das duas PCHs e
da Econergy, além
de um consórcio
com a Açúcar
Guarani para obter
energia com bagaço
de cana-de-açúcar,
o grupo passa a
gerar 161,7 MW.
No
total, a GDF Suez
produz no Brasil
7.200 MW de energia
por meio da controlada
Tractebel. O grupo
tem ainda outros
dois grandes projetos
em andamento: as
hidrelétricas
de São Salvador
(TO), com 241 MW
e Estreito (TO),
com 1.087 MW.
Já
o projeto de Jirau,
com 3.300 MW, aguarda
a decisão
final da Agência
Nacional de Energia
Elétrica
(Aneel) e do Ibama
a respeito do projeto
básico apresentado
pelo consórcio
que tem entre seus
acionistas o grupo
Suez. De acordo
com Maranhão,
a polêmica
em torno do empreendimento
do rio Madeira não
atrapalha os planos
de investimentos
futuros da companhia
no Brasil. "
Entendo como algo
natural o que ocorreu.
Isso é algo
do passado. Já
estamos nos preparando
para iniciar as
obras no início
de 2009 " ,
diz o executivo.
Segundo
o diretor, a Suez
começa agora
a analisar sua participação
no leilão
da hidrelétrica
de Belo Monte, no
Pará. Dado
o porte do projeto,
com mais de 11 mil
MW, Maranhão
afirma que a Suez
começa a
avaliar como se
darão as
parcerias entre
os investidores.
Para ele, seria
importante a Eletrobrás
definir como ficará
a participação
de suas subsidiárias.
" Defendemos
que elas se unam
ao empreendedor
que vencer "
.
(Carolina
Mandl* | Valor Econômico)
Obras
de Santo Antônio
já começaram,
informa Odebrecht
Valor Online
10/09/2008
SÃO
PAULO - O presidente
da Construtora Norberto
Odebrecht, Marcelo
Bahia Odebrecht,
disse hoje que as
obras da usina hidrelétrica
de Santo Antônio,
no rio Madeira (RO),
já começaram.
Sem dar maiores
detalhes, o executivo
informou que "já
há uma mobilização
no local",
e que se pode dizer
que as obras tiveram
início.
Segundo
ele, o consórcio
Madeira Energia,
capitaneado pela
Odebrecht e vencedor
do leilão
para construção
da usina, conta
hoje com 15 mil
pessoas inscritas
no projeto de formação
de mão-de-obra
para o empreendimento,
que durante o pico
de obras deverá
empregar 12 mil
trabalhadores.
A
licença de
instalação
de Santo Antônio,
documento que dá
sinal verde para
o início
das obras, foi concedida
pelo Ibama no dia
11 de agosto último.
Pelo cronograma
da Agência
Nacional de Energia
Elétrica
(Aneel), o consórcio
deve executar até
o final deste ano
a montagem do canteiro
e as obras civis
das estruturas,
como escavações.
Com
potência de
3.150 MW, a usina
de Santo Antônio
deve entrar em operação
em 2012, segundo
previsões
do consórcio
vencedor.
Questionado
sobre as divergências
relativas à
usina Jirau, também
no rio Madeira e
cuja licitação
foi vencida pelo
consórcio
Energia Sustentável,
liderado pela Suez,
o executivo se limitou
a dizer que o caso
sob análise
da Aneel e do Ibama.
Marcelo
Odebrecht participou
hoje da reunião
do Conselho Superior
Estratégico
da Federação
das Indústrias
do Estado de São
Paulo (Fiesp).
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Indicadores
PIB
tem maior alta semestral
desde 2004 e garante
forte expansão
anual
Valor Online
10/09/2008
SÃO
PAULO - O bom desempenho
do Produto Interno
Bruto (PIB) no primeiro
semestre, quando
a alta de 6% foi
a maior para um
semestre desde os
6,6% observados
nos seis primeiros
meses de 2004, trouxe
boas perspectivas
para o resultado
da economia este
ano. Para atingir
um crescimento de
5% no conjunto de
2008, o PIB brasileiro
precisa avançar
4% no segundo semestre.
A
gerente de Contas
Nacionais Trimestrais
do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística
(IBGE), Rebeca Palis,
ponderou que o bom
resultado semestral
não é
garantia de mais
aquecimento no segundo
semestre. Segundo
ela, apesar das
boas expectativas
por conta do aquecimento
natural do fim de
ano, não
há certeza
de aceleração
do crescimento.
"O
PIB cresce em termos
absolutos, mas isso
não significa
que as taxas de
crescimento serão
maiores", frisou
Rebeca.
A
gerente lembrou
que o atual cenário
de taxas de juros
em trajetória
de alta ajuda a
trazer mais componentes
de incerteza sobre
a reação
da economia. "É
melhor esperar para
ver", afirmou.
Para
que se obtenha um
avanço de
4,8% em 2008, a
economia deve expandir-se
3,6% no segundo
semestre, enquanto
um crescimento de
3% nos últimos
seis meses do ano
serão suficientes
para fazer o PIB
crescer 4,5%.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Formação
bruta de capital
tem melhor marca
trimestral da série
do IBGE
Valor Online
10/09/2008
RIO
- O crescimento
dos investimentos
foi o principal
motor, na ótica
da demanda, para
o avanço
de 6,1% do Produto
Interno Bruto (PIB)
no segundo trimestre
perante igual período
do ano passado.
Nesta base de comparação,
a Formação
Bruta de Capital
Fixo (FBCF) cresceu
16,2%, o melhor
resultado para a
série histórica
iniciada em 1996
e o quinto avanço
trimestral consecutivo
acima de 14%, sempre
no comparativo com
igual período
do ano anterior.
De
acordo com a gerente
de Contas Nacionais
Trimestrais do Instituto
Brasileiro de Geografia
e Estatística
(IBGE), Rebeca Palis,
o salto dos investimentos
no segundo trimestre
foi puxado pela
construção
civil e pela importação
de máquinas
e equipamentos.
A construção
civil avançou
9,9% no segundo
trimestre, com destaque
para a alta de 26,7%
no crédito
direcionado ao setor
de habitação
e para o aumento
de 5% da população
ocupada no setor.
Já
as importações
de máquinas
e equipamentos tiveram
participação
importante no acréscimo
de 25,8% das Importações
de Bens e Serviços
no segundo trimestre.
"
Com certeza, o que
menos influenciou
a Formação
Bruta de Capital
Fixo (FBCF) no trimestre
foi a produção
nacional de máquinas
e equipamentos,
apesar dessa produção
também estar
crescendo bastante.
A construção
civil e a importação
tiveram um crescimento
bem maior "
, frisou Rebeca,
lembrando que a
construção
tem peso de 40%
e o setor de máquinas
e equipamentos,
com produção
nacional e importações,
pesa 60% dentro
da FBCF.
Como
conseqüência
da Formação
Bruta de Capital
Fixo, a taxa de
investimento na
economia brasileira
- fatia dos investimentos
como proporção
do PIB - alcançou
18,7% no segundo
trimestre, o maior
patamar desde o
início da
série, no
segundo trimestre
de 2000.
"
O determinante para
o recorde obtido
pela taxa de investimentos
foi o crescimento
do volume "
, salientou Cláudia
Dionísio,
integrante da Coordenação
de Contas Nacionais
do IBGE.
Os
investimentos também
foram destaque no
semestre. Entre
janeiro e junho,
a FBCF cresceu 15,7%,
enquanto o PIB subiu
6%. Mais uma vez,
as importações,
com alta de 22,4%,
colaboraram para
o aumento dos investimentos.
Já a taxa
de investimentos
atingiu 18,5% no
semestre, recorde
para a série
iniciada em 2000.
Rebeca
ressaltou que a
FBCF se beneficiou
do calendário
eleitoral deste
ano, uma vez que
as obras públicas
executadas em 2008
entram no cômputo
dos investimentos.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Petróleo
e Gás
Petrobras
estima reservas
de até 4
bilhões de
barris no campo
de Iara
Valor Online
10/09/2008
RIO
- A Petrobras estima
reservas recuperáveis
entre 3 bilhões
e 4 bilhões
de barris de petróleo
leve e gás
natural na acumulação
denominada Iara,
dentro do bloco
BM-S-11, em águas
ultra-profundas
na camada pré-sal
da Bacia de Santos.
A
estimativa foi possível
com a conclusão
da perfuração
do poço 1-BRSA-618-RJS.
O bloco BM-S-11
tem participação
de 65% da Petrobras,
25% do BG Group
e de 10% da Galp
Energia e é
o mesmo onde já
se descobriu Tupi,
com reservas recuperáveis
estimadas entre
5 bilhões
e 8 bilhões
de barris de petróleo
e gás natural.
"Quando
do anúncio
da descoberta de
óleo leve
em 07 de agosto
de 2008 em Iara,
o poço ainda
encontrava-se em
perfuração
na busca de objetivos
mais profundos.
Estes objetivos
foram alcançados
e a qualidade e
a espessura porosa
dos reservatórios
portadores de óleo
revelaram-se melhores
que as expectativas
iniciais",
diz o Fato Relevante
enviado pela Petrobras
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM).
A
nova descoberta,
comunicada hoje
à Agência
Nacional do Petróleo,
Gás Natural
e Biocombustíveis
(ANP), revelou a
existência
de óleo leve,
com densidade entre
26° e 30°API,
numa área
de cerca de 300
quilômetros
quadrados e a cerca
de 230 quilômetros
do litoral do Rio
de Janeiro, em lâmina
d'água de
2.230 metros. A
profundidade final
atingida foi de
6.080 metros.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Siderurgia
Gerdau
anuncia investimento
de US$ 524 milhões
na Argentina
Valor Online
11/09/2008
SÃO
PAULO - A siderúrgica
Gerdau informou
hoje que vai investir
US$ 524 milhões
na construção
de uma nova usina
de aço na
Argentina. O anúncio
foi feito pelo presidente
da companhia, André
Gerdau Johannpeter,
após reunião
com a presidente
do país vizinho,
Cristina Kirchner.
A
unidade será
instalada em Pérez,
na província
de Santa Fé,
que fica a cinco
quilômetros
da Sipar, usina
de produtos acabados
da Gerdau. Com o
investimento, a
capacidade de produção
da empresa na Argentina
passará das
atuais 260 mil toneladas
anuais para 1,1
milhão de
toneladas por ano
em 2016. Ao final
da primeira etapa
do projeto, em 2011,
o volume já
deverá estar
em 710 mil toneladas.
Além
disso, o anúncio
marca o início
da produção
local de aço
bruto, visto que
hoje a Gerdau importa
o produto de outros
países, especialmente
do Brasil. "O
novo investimento
é crucial
para o desenvolvimento
da Gerdau na Argentina.
Estamos orgulhosos
de sermos produtores
locais, de estimularmos
a criação
de empregos e contribuirmos
para o crescimento
e a competitividade
da indústria
argentina",
afirmou o presidente
da empresa brasileira.
Tecnologia
Brasileiro
ainda prefere comprar
computadores em
lojas, diz pesquisa
Valor Online
12/09/2008
PORTO
SEGURO* - O brasileiro
ainda prefere comprar
seus computadores
em lojas, apesar
da expansão
no consumo online,
especialmente de
produtos de alto
valor agregado,
como PCs. Uma pesquisa
realizada pela Intel,
inédita no
Brasil, mostra que
o consumidor do
país ainda
depende muito do
contato com o produto
para finalizar a
compra. Informações
sobre o artigo,
porém, são
obtidas online por
pelo menos 62% dos
consumidores.
"O
brasileiro prefere
comprar na loja,
e não busca
apenas preço,
mas também
informações
sobre o produto.
Se a loja oferecer
um 'test drive',
melhor", afirma
o diretor de Marketing
da Intel Brasil,
Elber Mazaro.
O
varejo, segundo
o estudo, ainda
concentra 59% das
vendas de PCs no
país, enquanto
as compras online
representam apenas
19% desse total
e as compras por
telefone 17%. O
restante dos consumidores
não recordava
onde haviam feito
a aquisição.
Embora
lembre que as classes
mais baixas são
as que mais dependem
da interação
com vendedores para
fechar suas compras
de PCs, Mazaro afirma
que eles não
necessariamente
desconhecem tecnologia.
Enquanto a penetração
de computadores
nas classes C e
D ainda é
de 18% e 6%, respectivamente,
39% dos clientes
da classe C e 31%
dos usuários
da classe D afirmam
utilizar computadores
no dia-a-dia.
Essa
característica
do consumo do brasileiro,
diz Mazaro, leva
a Intel a investir
em treinamento e
capacitação
de vendedores de
várias cadeias
de varejo, uma vez
que ele será
relevante para uma
experiência
bem sucedida (ou
não) do consumidor.
"O problema
é que nem
todos permitem essas
atividades",
afirma ele.
O
diretor-geral da
Intel no Brasil,
Oscar Clark, conta
que experiências
que ele mesmo teve
mostram a falta
de preparo dos vendedores
de algumas redes,
o que pode prejudicar
a experiência
do consumidor e,
consequentemente,
os negócios
das empresas de
PCs e componentes.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Intel
antecipa lançamento
de nova família
de chips para PCs
de mesa
Valor Online
12/09/2008
PORTO
SEGURO* - A Intel
anunciou que irá
antecipar, para
o final deste ano,
o lançamento
de sua nova família
de processadores
de alto desempenho
no Brasil. Originalmente,
a empresa falava
em apresentar o
produto ao mercado
nacional apenas
em 2009.
"Eles
devem começar
a ser embarcados
em novembro deste
ano", afirmou
o diretor geral
da Intel para a
América Latina,
Jesus Maximoff durante
apresentação
para a imprensa.
A
nova família,
batizada de Core
i7 pela fabricante,
é a versão
comercial dos processadores
Nehalem, construídos
com uma tecnologia
nova, que garante
maior velocidade
e capacidade de
processamento de
dados. Eles deverão
equipar computadores
de mesa (desktops)
de alta performance
e mais sofisticados.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Intel
firma parceria para
desenvolver decodificadores
para TV digital
Valor Online
12/09/2008
PORTO
SEGURO* - A Intel
fechou uma parceria
com a brasileira
Tecsys para o desenvolvimento
e fabricação
de decodificadores
para TV digital
no país.
Os aparelhos, três
no total, serão
voltados tanto para
o mercado consumidor
como para o profissional,
formado por redes
de TVs e companhias
de transmissão
a cabo.
A
produção
do decodificador
doméstico
(set top box) será
feita através
de duas empresas
nacionais: a Amplimatic,
que fabrica receptores
de TV por satélite,
e a Jabil, que irá
produzir aparelhos
para uso final e
para uso profissional,
segundo a Intel.
De
acordo com o gerente
de novas tecnologias
da fabricante norte-americana,
Américo Tomé,
os aparelhos serão
exclusivos para
TV digital de alta
definição
e com penetração
em todas as pontas
do mercado. "Eles
vão atender
o mercado de TV
digital terrestres,
empresas de cabo
e de transmissão
por satélite",
afirma o executivo.
De
acordo com dados
da consultoria IMS
Research divulgados
pela Intel, o Brasil
deve se tornar o
segundo maior mercado
de decodificadores
avançados
entre países
emergentes até
2012. Globalmente,
o país será
o sexto maior mercado
nesse período.
Esses
números,
afirma Tomé,
estão por
trás da decisão
da companhia de
investir nesse mercado.
"A TV digital
é uma das
principais apostas
da Intel para o
mercado brasileiro
na área de
soluções
embarcadas (chips
integrados a aparelhos
eletrônicos)",
explica.
Segundo
o executivo, os
aparelhos começarão
a ser comercializados
a partir de novembro
deste ano, inicialmente
pela Amplimatic.
A Jabil ainda depende
de contratos de
marca com outras
companhias para
iniciar as vendas
dos produtos com
componentes da Intel.
A
empresa não
divulgou o valor
do investimento
que será
realizado na produção
desses aparelhos.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)