Investimentos
no setor energético
não serão
afetados pela crise
InvestNews
06/10/2008
SÃO
PAULO, 6 de outubro
de 2008 - A crise
financeira internacional
não deverá
afetar os investimentos
estrangeiros no
Brasil tanto na
área de geração
de energia elétrica
quanto em outras
fontes. A afimação
é do ministro
de Minas e Energia,
Edison Lobão.
"O
mundo inteiro precisa
de todas as fontes
de energia, além
das que fazem geração
elétrica,
como no caso dos
biocombustiveis,
por isso, o setor
sempre terá
prioridade para
investimentos, uma
vez que interessa
a todo mundo",
disse o ministro.
Lobão
informou que estão
praticamente concluídos
os estudos em torno
da exploração
de petróleo
abaixo da camada
de pré-sal.
De acordo com o
ministro, o ministério
deverá apresentar
as conclusões
do trabalho ao presidente
Luiz Inácio
Lula da Silva após
a realização
do segundo turno
das eleições
municipais, marcadas
para o próximo
dia 26.
As informações
são Agência
Brasil. (Redação
- InvestNews)
BNDES
investe R$ 31,5
milhões na
Rede BrasilCord
InvestNews
06/10/2008
SÃO
PAULO, 6 de outubro
de 2008 - A diretoria
do Banco Nacional
de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES)
aprovou apoio financeiro
no valor de R$ 31,5
milhões à
Fundação
Ary Frauzino para
a Pesquisa e Controle
do Câncer
(FAF).
Os
recursos - não-reembolsáveis
e concedidos com
recursos do Fundo
Social - se destinam
a complementar a
estruturação
da Rede Nacional
de Bancos Públicos
de Sangue de Cordão
Umbilical e Placentário
(BSCUP)
para Transplante
de Células-Tronco
Hematopoéticas
(Rede BrasilCord),
criada pelo ministério
da Saúde
em setembro de 2004.
Serão
implantados oito
novos bancos na
RedeCord e adquiridos
equipamentos para
dois bancos já
existentes. O Laboratório
de Imunogenética
do Instituto Nacional
do Câncer
(INCA)
será relocalizado
e modernizado e
todos os bancos
de sangue que comporão
a Rede BrasilCord
vão passar
por acreditação.
(Redação
- InvestNews)
Sourcefire
fecha parceria com
VMWare
InvestNews
06/10/2008
SÃO
PAULO, 6 de outubro
de 2008 - A Sourcefire,
empresa que atua
com software de
proteção
para redes, anunciou
uma parceria com
a VMWare, líder
em sistemas para
ambientes virtuais
de TI. Pelo acordo,
a Sourcefire passa
a integrar a Aliança
de Parceiros Tecnológicos
da VMWare, além
de fazer parte do
VMSafe, um programa
que reúne
os maiores desenvolvedores
mundiais de TI interessados
em elevar a segurança
e os níveis
de gerenciamento
dos novos ambientes
virtuais.
Juntamente
com o anúncio
da parceria, a Sourcefire
está lançando
mundialmente o Sourcefire
RNA, uma solução
capaz de identificar,
em tempo real, todos
os sistemas físicos
ou máquinas
virtuais que são
adicionados à
rede. Com isto,
o Sourcefire RNA
garante o gerenciamento
e o monitoramento
de ameaças,
de forma simultânea,
nos dois modelos
de ambiente.
Luiz
Zanardo, gerente
de produtos de segurança
na CLM, e responsável
pelo produto SourceFire,
afirma que os ambientes
virtualizados ainda
são vítimas
de ameaças
que são facilmente
combatidas pelos
sistemas anti-intrusão
no ambiente físico.
Ao eliminar esta
deficiência,
a solução
da sourcefire introduz
filosofia inovadora
de adaptação
dos controles de
segurança
aos novos ambientes
virtuais.
"Na
economia atual,
é perfeitamente
compreensível
que as empresas
não queiram
adquirir mais uma
solução
para proteger exclusivamente
suas Virtual Machines,
afirma Martin Roesch,
fundador e CTO da
Sourcefire. "Ao
oferecer para as
empresas uma única
solução
para aumentar a
visibilidade, tanto
em ambientes físicos
quanto virtuais,
o RNA possibilita
às organizações
a contenção
de seus custos de
TI sem exigir novos
investimentos".
Como
parceira do programa
VMsafe, a Soucefire
passa a ter acesso
aos programas de
interface (APIs)
da VMWare. Com isto,
suas soluções
podem identificar
e eliminar malwares,
como vírus,
trojans e key loggers
no ambiente virtual,
mesmo que eles eventualmente
não estejam
visíveis
para as ferramentas
criadas para o mundo
físico. (Redação
- InvestNews)
Embraer
entrega 150º
Legacy 600
InvestNews
06/10/2008
SÃO
PAULO, 6 de outubro
de 2008 - A
Embraer entregou
o 150º jato
Legacy 600 produzido
para a operadora
alemã DC
Aviation. Esse é
o sétimo
Legacy 600 da frota
do cliente e será
usado para vôos
fretados na Europa
e no Oriente Médio.
'Desde a entrada
em operação
do nosso primeiro
Legacy 600, em 2006,
observamos um contínuo
crescimento na demanda
por esse tipo de
aeronave",
disse o diretor-executivo
da DC Aviation,
Stefan Buschle.
Operando
no mercado europeu
desde 2002, o Legacy
600 obteve uma grande
aceitação
devido ao espaço
e conforto da cabine
com três ambientes
distintos e pelo
tamanho do compartimento
de bagagem acessível
em vôo. Além
disso, o jato é
o único da
categoria super
midsize certificado
para pousar e decolar
dos aeroportos de
London City, na
Inglaterra, e Cannes-Mandelieu,
na França.
(Redação
- InvestNews)
Wilson
Sons receberá
R$ 896 milhões
do FMM
InvestNews
10/10/2008
SÃO
PAULO, 10 de outubro
de 2008 - O Conselho
Diretor do Fundo
da Marinha Mercante
(FMM) aprovou o
pedido de prioridade
da Wilson
Sons para a
utilização
de recursos do FMM,
da ordem de US$
896 milhões,
para a construção
de novas embarcações.
A utilização
dos recursos depende
da análise,
aprovação
e contratação
de financiamento
com agente financeiro
do FMM e está
sujeita ao plano
de construções
de embarcações
da companhia. (Redação
- InvestNews)
Grupo
Pão de Açúcar
tem aumento de vendas
em setembro e no
anoValor
Online
10/10/2008
SÃO
PAULO - As vendas
líquidas
do grupo Pão
de Açúcar
tiveram um crescimento
de 22,8% em setembro,
quando comparadas
ao mesmo mês
de 2007, para R$
1,437 bilhão.
No conceito de mesmas
lojas, ou seja,
estabelecimentos
abertos há
pelo menos 12 meses,
a elevação
foi de 10,6%, segundo
comunicado enviado
hoje à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM).
As
vendas brutas do
grupo somaram R$
1,648 bilhão,
uma alta de 19,4%
na comparação
com setembro do
ano passado. No
critério
de mesmas lojas,
o aumento foi de
7,6%.
As
vendas mesmas lojas
dos produtos não-alimentícios
apresentaram crescimento
de 15,9%, enquanto
os produtos alimentícios
tiveram elevação
de 4,8% no mês
passado, informou
a rede.
No
acumulado do terceiro
trimestre, a receita
líquida foi
de R$ 4,4 bilhões,
montante 26% superior
ao de igual período
do ano passado.
O crescimento foi
de 13,6% na avaliação
pelo conceito mesmas
lojas, com destaque
para as bandeiras
CompreBem (antigo
Barateiro), Extra
e Extra-Eletro,
cujo desempenho
ficou acima da média
do grupo. As vendas
brutas totalizaram
R$ 5,05 bilhões
no trimestre, com
alta de 22,4% no
geral e de 10,3%
no critério
mesmas lojas.
Desde
janeiro, as vendas
do grupo Pão
de Açúcar
no conceito mesmas
lojas subiram 7,7%
em termos nominais
e 2,1% em termos
reais - ou seja,
deflacionadas pelo
IPCA. Esse desempenho,
segundo o comunicado,
é superior
à meta traçada
para o ano.
Embraer
acelera em 34% entrega
de aeronaves em
2008
Valor Online
10/10/2008
SÃO
PAULO - A
Embraer fechou
o terceiro trimestre
de 2008 com 145
jatos entregues,
o que representa
um volume 34% maior
do que as 108 aeronaves
entregues nos nove
primeiros meses
de 2007. A partir
desse resultado,
a companhia reafirmou
sua expectativa
de entregar de 195
a 200 unidades até
o final do ano,
além de dez
a 15 jatos Phenom
100.
Entre
julho e setembro,
foram 48 unidades
entregues, sendo
37 jatos comerciais,
9 executivos e 2
para o mercado de
defesa e governo.
O desempenho do
terceiro trimestre
foi inferior ao
registrado entre
abril e junho, quando
a Embraer entregou
52 unidades. Nos
primeiros três
meses do ano, a
companhia entregou
45 jatos.
A
carteira de pedidos
firmes da Embraer
alcançou
US$ 21,6 bilhões
no terceiro trimestre,
crescendo 4,3% sobre
o resultado do trimestre
anterior. Só
para o segmento
de aviação
comercial, a companhia
tem 459 pedidos
firmes agendados,
sendo que, mais
da metade deles
(253) são
do modelo EMB 190.
Neste grupo, a companhia
totalizou a venda
de 13 unidades no
período,
sendo 12 EMB 190
e um EMB 195.
Um
dos problemas que
a Embraer encontrou
no segmento comercial
foi a necessidade
de adiar a entrega
de três aeronaves
ERJ 145 vendidos
à Grand China
Express. Além
disso, a US Airways
também não
confirmou cinco
ordens firmes de
compra, que tornaram-se
opções
de compra, conforme
cláusula
contratual.
Na
aviação
executiva, as vendas
incluem dois Legacy
600, um Lineage
100 e três
Phenom 300. A Embraer
destaca que os pedidos
firmes da família
Phenom já
ultrapassaram a
marca de 800 unidades
e o programa Phenom
100 deve receber
certificação
neste quarto trimestre,
conforme previsto.
No
segmento de defesa
e governo, foram
negociados três
jatos EMB 145 AEW
& C para a Índia
e 12 aeronaves Super
Tucano para o governo
chileno.
Governo
deve manter investimento
de estrutura, diz
presidente da Light
Valor Online
10/10/2008
RIO
- O governo deve
manter a prioridade
de garantir os investimentos
em infra-estrutura
como forma de combater
a crise financeira
internacional. A
opinião é
do presidente da
Light,
José Luiz
Alquéres,
que participou de
audiência
pública sobre
a revisão
tarifária
da distribuidora,
que atende a 3,9
milhões de
clientes no Rio
de Janeiro.
De
acordo com o executivo,
os investimentos
para o setor de
energia estão
planejados para
uma demanda que
já existe
e não deve
ser afetada tão
profundamente pela
crise. A dificuldade,
segundo Alquéres,
está na materialização
dos financiamentos
para o projeto.
"Os
projetos do rio
Madeira (as hidrelétricas
de Santo Antônio
e Jirau) são
financiados em quase
80% pelo
BNDES. E o próprio
BNDES tem manifestado
que tem dificuldades",
ponderou Alquéres.
"Acho que essa
é uma grande
prioridade nacional.
Na continuidade
dos investimentos
está a base
para a gente sair
da crise",
acrescentou.
O
presidente da Light
ressaltou que o
setor de energia
vai sentir a crise,
embora se trate
de um dos setores
mais protegidos
contra a turbulência,
uma vez que negocia
um insumo essencial,
o que limita a redução
no consumo. Segundo
ele, uma das vantagens
das empresas do
setor é que
no Brasil a base
da energia elétrica
é nacional,
pouco dependente
de importações.
"Aqui
no Brasil nós
temos energia de
fonte predominantemente
nacional, de fonte
hidrelétrica.
Isso dá uma
certa blindagem.
Imagine os países
que dependem totalmente
do petróleo",
ponderou.
(Rafael Rosas |
Valor Online)
Montadoras
reduzem taxa de
juros para evitar
retração
nas vendas
Gazeta Mercantil
10/10/2008
São
Paulo, 10 de Outubro
de 2008 - Para tranquilizar
os consumidores
e evitar uma forte
retração
nas vendas de automóveis
no mercado brasileiro,
a General
Motors e a Volkswagen
do Brasil decidiram
reduzir para 0,99%
a taxa de juros
para o financiamento
de seus modelos.
A
Volkswagen, que
colocará
sua campanha televisiva
na próxima
semana, está
oferecendo taxa
de 0,.99% ao ano
mês para os
modelos Fox, SpaceFox,
CrossFox, Polo,
Polo Sedan e Beetle.
"O objetivo
da redução
das taxas de juros
é afastar
essa onda negativa
que há no
mercado", disse
Fabricio Biondo,
gerente executivo
de planejamento
de marketing da
Volkswagen do Brasil.
"Notamos
que o consumidor
ficou assustado
com as notícias
de crise financeira
mundial. No último
final de semana
muitas pessoas foram
nas revendas VW
para certificar
preços, prazos
e taxas de juros.
Foram ver de perto
se havia crédito
disponível
", disse o
gerente de marketing
da Volkswagen.
Segundo
Biondo, enquanto
os bancos elevaram
as taxas de juros
em mais de 20%,
o Banco Volkswagen
decidiu manter um
índice menor
porque tem liquidez
para manter o financiamento
dos seus automóveis.
Temos liquidez para
financiar o atacado
e o varejo",
garantiu Biondo.A
taxa de juros do
Banco Central para
prestação
pré-fixada
é de 2,42%
ao mês, o
que dá 33%
ao ano. Com o índice
praticado atualmente
pelas duas montadoras,
de 0,99% ao mês,
o total anual fica
em 12,55%.
Para
os modelos importados,
a Volkswagen e o
Banco VW também
prepararam condições
especiais. Os modelos
Bora, Jetta e Passat
serão oferecidos
com taxa 0% na rede
de concessionários.
"Vamos assegurar
a demanda de automóveis
num momento em que
a preocupação
com o crédito
é muito forte",
diz Biondo.
A
Volkswagen ainda
mantém os
planos de até
60 meses sem entrada
e a taxa de 0,20%
para o Gol G4 que
já eram praticadas.
O Banco Volkswagen
também oferece
aos seus clientes
a possibilidade
de fazer o financiamento
total. Os custos
com despachante
(documentação,
IPVA etc), seguro,
acessórios
e as duas primeiras
revisões
do automóvel
podem ser incluídos
no contrato e ter
o valor diluído
nas parcelas mensais.
Na
General Motors a
nova taxa de juros
é válida
para o financiamento
dos modelos Astra,
Prisma, Classic
e Corsa durante
este mês Os
automóveis
podem ser adquiridos
com 50% de entrada
e pagamento parcelado
em até 24
meses. "Estamos
reduzindo as taxas
de juros para tranquilizar
os clientes em meio
a esse turbilhão
da crise financeira
mundial", disse
Francisco Stefanelli,
diretor nacional
de vendas da GM.
"Enquanto
o mundo noticia
a elevação
das taxas de juros
e a restrição
ao financiamento
e ao crédito,
a GM vem a público
garantir que oferece
condições
ainda melhores do
que antes deste
atual quadro econômico",
disse José
Carlos Pinheiro
Neto, protagonista
da mais nova campanha
publicitária
institucional da
empresa no País,
que foi ao ar ontem
à noite nas
principais emissoras
nacionais de televisão
e emissoras de rádio
de algumas regiões
do País.
Segundo
Pinheiro Neto, a
no-va campanha institucional
da GM é uma
reafirmação
da con-fiança
da empresa diante
das in-certezas
que surgiram nas
últi-mas
semanas."Queremos
tranqüi-lizar
os consumidores
e assegurar de que,
na rede Chevrolet,
temos um ótimo
momento durante
to-do este mês
de outubro em espe-cial
para quem deseja
comprar carro novo".
Receita
da ALL cresce 10,2%
no 3º- trimestre
Gazeta Mercantil
10/10/2008
São Paulo,
10 de Outubro de
2008 - Para acalmar
o mercado, a América
Latina Logística
(ALL), a concessionária
com a maior malha
ferroviária
do País,
divulgou ontem os
dados preliminares
do terceiro trimestre
deste ano. Segundo
a companhia, a receita
bruta apurada de
julho a setembro
de 2008 cresceu
10,2% no comparativo
com o mesmo período
de 2007, passando
de R$ 669,2 milhões
para R$ 770,2 milhões.
Já o volume
transportado ficou
estável.
No último
trimestre a companhia
movimentou 10,29
bilhões de
TKU (toneladas por
quilômetro
útil) ante
10,26 bilhões
de TKU - crescimento
de apenas 0.2%.
Sua
receita consolidada
cresceu 17,3% nos
nove primeiros meses
do ano, a R$ 2,155
bilhões,
frente ao R$ 1,838
bilhão de
período idêntico
em 2007. Nos nove
primeiros meses
deste ano, o Ebitda
(lucro antes de
despesas financeiras,
impostos, depreciação
e amortizações)
cresceu 25,6%, para
R$ 858,4 milhões.
A margem Ebitda
cresceu 2,9 pontos
percentuais, para
45,4%.
O
presidente da ALL,
Bernardo Hees, se
mostrou otimista
com relação
ao último
trimestre deste
ano. "Mesmo
com a crise financeira
mundial, não
prevemos mudança
do cenário
neste ano. Continuamos
estimando um crescimento
entre 12% a 14%
na movimentação.
Não mudamos
nossos planos em
função
do momento que o
mundo está
enfrentando",
afirmou Hees, acrescentando
que pelas suas visitas
ao Mato Grosso,
pôde observar
que não há
espaço para
estocagem da soja
produzida na região.
"Os produtores
terão que
vender mais rapidamente
os estoques para
ceder lugar para
a safra do próximo
ano. É um
movimento que começou
agora em setembro.
Estou confiante",
ressaltou Hees.
Apesar
do cenário
de safra forte (principalmente
no milho, com a
safra de inverno
crescendo 26% no
Brasil, para 18,7
milhões de
toneladas), o volume
de exportação
nos portos em que
a ALL opera caiu
33% ante o ano anterior
e a participação
cresceu para 88%
no Porto de Paranaguá,
94% no Porto de
São Francisco
do Sul, 82% no Porto
de Rio Grande e
61% no Porto de
Santos. No total,
a participação
da ALL nos portos
atingiu 71% no terceiro
trimestre deste
ano.
O
executivo afirmou,
ainda, que a ALL
está capitalizada
e não está
exposta à
escassez da moeda
norte-americana
como outras companhias
brasileiras. "Temos
R$ 2,5 bilhões
em caixa. Estamos
com uma posição
financeira muito
sólida e
é bom ressaltar
que não temos
nenhuma exposição
cambial, o único
hedge que fazemos
é no patrimônio
para operação
argentina, mas está
balizado Peso/Real.
Não há
exposição
ao dólar",
disse Bernardo Hees.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C - Pág.
1)(Ana Paula Machado)
Viação
Itapemirim confia
em alta de demanda
e renova frota
Gazeta Mercantil
10/10/2008
São
Paulo, 10 de Outubro
de 2008 - Confiante
na pujança
do mercado interno,
a Viação
Itapemirim anunciou
ontem investimento
de R$ 50 milhões
na compra de cem
novos ônibus,
que serão
entregues entre
o final deste mês
e dezembro. "Nosso
setor está
aquecido e não
cremos que a crise
internacional vá
prejudicar nossas
operações",
afirmou o gerente
nacional de vendas,
Emílio Martins.
A negociação
já estava
acertada antes de
a crise estourar.
Desde
julho do ano passado,
a Itapemirim registra
crescimento de 10%
nas operações.
"Aumentamos
nossas freqüências,
passageiros e receita",
disse Martins. Em
dezembro, com a
alta temporada,
a empresa pretende
dobrar para 300
suas freqüências
diárias.
De
acordo com Martins,
vários fatores
contribuíram
para o aumento da
atividades da empresa,
como o fim das baixas
tarifas aéreas
para rincões
do País e
na ponte-áerea
Rio/ São
Paulo. "O crescimento
econômico
também trouxe
mais passageiros
para os ônibus",
afirmou.
Os
novos veículos
começarão
a rodar nas linhas
operadas pela empresa
até a primeira
quinzena de dezembro,
aproveitando a alta
temporada. Dos 100
novos ônibus,
60 unidades terão
chassi da Mercedes
Benz e 40 da Volvo
- a primeira parceria
da Itapemirim com
a empresa sueca.
As
carrocerias foram
encomendas à
Busscar
(52 unidades dos
modelos Jum Buss
380 e Vista Buss
Elegance 360, que
serão integradas
ao serviço
Golden, semi-leito)
e Marcopolo (48
unidades do modelo
Paradiso 1200, incorporados
aos serviços
Climm e leito).
A
empresa vai renovar
os veículos
que servem as 22
freqüências
diárias entre
São Paulo
e Rio - 11 horários
em cada cidade.
A empresa tem uma
frota estabilizada
de 1,2 mil ônibus.
A Itapemirim renova
cerca de 10% da
frota anualmente.
Os veículos
ficam em média
nove anos em operação.
Cerca de 50% das
rotas da Itapemirim
se concentram no
Sudeste, região
mais lucrativa.
Usiminas compra
49% da Dufer
Gazeta Mercantil
09/10/2008
São Paulo,
9 de Outubro de
2008 - Em mais um
passo do processo
de verticalização,
a Usiminas
anunciou ontem a
compra de 49% da
Dufer, empresa de
processamento e
distribuição
de produtos siderúrgicos,
por R$ 92 milhões.
A Cosipa, empresa
controlada pela
Usiminas, já
detinha 51% de participação
na empresa; o restante
pertencia ao grupo
alemão Thyssen.
Conforme comunicado,
a aquisição
está alinhada
ao planejamento
de longo prazo e
à estratégia
da Usiminas.
Além da Dufer,
o grupo possui mais
duas distribuidoras:
a paulista Rio Negro,
na qual possui 64,43%
de participação,
e a mineira Fasal,
na qual detém
50% do capital.
Em 2007, a Dufer
teve receita líquida
de R$ 212 milhões
com a venda de 232,7
mil toneladas.
A Usiminas também
informou que obteve
financiamento de
R$ 493 milhões
com o BNDES para
a construção
de um novo laminador.
Os recursos se somam
aos US$ 550 milhões
obtidos para o mesmo
projeto junto a
bancos japoneses.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C - Pág.
1)(Luciana Collet)
Embrapa fecha acordo
com Angola
InvestNews
07/10/2008
SÃO
PAULO, 7 de outubro
de 2008 - O aporte
de tecnologias será
uma das ações
da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa),
vinculada ao Ministério
da Agricultura,
Pecuária
e Abastecimento
(Mapa), em projeto
desenvolvido pela
construtora brasileira
Odebrecht
com o grupo gestor
de terras públicas
do governo de Angola,
na África.
O memorando de entendimento
que prevê
a participação
da Empresa no projeto
será assinado
este mês.
Segundo
o gerente de planejamento
e negócios
da Embrapa Transferência
de Tecnologia, Filipe
Teixeira, pelo documento
a Embrapa atuará
no suporte à
instalação
de uma área
inicial de 36 mil
hectares. O trabalho
começará
por um campo de
cerca de 10 mil
hectares localizados
na fazenda modelo
de Pungo Andongo,
na província
de Malange. Mas
a meta é
o desenvolvimento
da produção
agropecuária
com tecnologias
tropicais brasileiras
em uma área
de aproximadamente
400 mil hectares.
Teixeira
explica que o objetivo
é tornar
disponíveis
cultivares da Embrapa
naquele país,
bem como treinar
técnicos
angolanos em experimentação
agrícola,
visando a melhoria
da produtividade
no cultivo de arroz,
milho, feijão
soja e hortaliças
e o manejo sustentável
da produção
dessas culturas
alimentícias.
O
projeto elaborado
pelos pesquisadores
da Embrapa África
inclui a definição
e a implantação
de protocolos de
experimentação
e a introdução
e a adaptação
de cultivares brasileiras.
O gerente geral
José Roberto
Rodrigues Peres
da Embrapa Transferência
de Tecnologia esclarece
que as ações
não se limitam
a treinamentos pontuais
ou à transferência
de sementes e mudas
ao país africano.
"A
partir da Embrapa
África vamos
dar suporte ao governo
angolano no fortalecimento
das instituições
de pesquisa e na
promoção
da sustentabilidade
do sistema agropecuário
local." Para
avaliar a melhor
forma de atuar nesse
sentido, a Embrapa
Transferência
de Tecnologia tem
realizado reuniões
com integrantes
da Assessoria de
Relações
Internacionais (ARI)
e de centros de
pesquisa da Embrapa
e demais empresas
brasileiras que
atuam naquele país.
Agronegócio
supera US$ 70 bi
em 12 meses
InvestNews
07/10/2008
SÃO
PAULO, 7 de outubro
de 2008 - As exportações
brasileiras do agronegócio
registraram duas
marcas históricas
para os meses de
setembro. Tanto
o valor geral das
exportações,
US$ 6,8 bilhões,
como o superávit
de US$ 5,7 bilhões
foram recordes no
período.
As vendas externas
do agronegócio
brasileiro foram
38,5% superiores
às do mesmo
mês no ano
passado. Em 12 meses,
as exportações
acumularam a marca
histórica
de US$ 70,9 bilhões.
De janeiro a setembro
deste ano, o agronegócio
brasileiro exportou
29,2% mais que nos
primeiros nove meses
de 2007, alcançando
a cifra de US$ 55,3
bilhões.
Entre
os setores que contribuíram
para o desempenho
das exportações,
destacam-se os produtos
lácteos,
que registraram
crescimento de 297,7%
em relação
às vendas
externas de igual
período do
ano anterior. Os
lácteos subiram
do 5º lugar,
em agosto, para
o 3º da tabela
dos produtos de
origem animal mais
exportados. O complexo
soja apresentou
incremento de 67,6%,
as carnes (66,7%),
o complexo sucroalcooleiro
(34,5%), café
(59,9%), fumo e
seus sub-produtos
(60,4%) e produtos
florestais (14,9%),
sempre em relação
a setembro do ano
passado.
As
exportações
do complexo soja
totalizaram US$
1,6 bilhão
em setembro. O volume
embarcado de soja
em grão cresceu
2,5%, enquanto o
de óleo de
soja subiu 20,6%.
Todos os produtos
do complexo soja
foram favorecidos
pelo aumento dos
preços no
mercado internacional,
o que propiciou
o bom desempenho
do setor.
As carnes registraram
crescimento de 66,7%
e totalizaram a
cifra de US$ 1,4
bilhão, resultado
tanto dos preços
mais elevados, quanto
do aumento da quantidade
exportada. Destacam-se
o crescimento das
vendas de carne
bovina in natura
para Rússia
(114,3%), Irã
(451,5%) e Venezuela
(403%). O crescimento
das vendas de carne
bovina in natura
de 55,9% resultou
do aumento de 48%
nos preços
e do incremento
do volume em 5,2%.
As
exportações
de carne de frango
in natura apresentaram
um forte incremento
de 85,3%, favorecidas
tanto pelo aumento
do preço
como pela quantidade
embarcada. Os mercados
de destino que mais
contribuíram
para esse crescimento
foram Japão
(263%), Venezuela
(214%) e Arábia
Saudita (92%). O
valor das vendas
externas de carne
suína in
natura subiu 59,4%,
em razão
do aumento do preço
internacional aumentado,
64,9% em média,
o que compensou
a redução
do volume exportado
em 3,3%.
Suco
de laranja fecha
em alta de 1,87%
em NY
InvestNews
07/10/2008
SÃO
PAULO, 7 de outubro
de 2008 - Os contratos
de suco de laranja
com vencimento em
janeiro encerraram
em alta de 1,87%
na Bolsa de Nova
York, cotados a
86,95 centavos de
dólar por
libra-peso.
Os preços
subiram com a desvalorização
do dólar
frente outras moedas,
o que barateou a
commodity para compradores
que utilizam outras
divisas
Ypióca
vai da aguardente
ao papelão
Gazeta Mercantil
08/10/2008
MARANGUAPE
E FORTALEZA, 8 de
outubro de 2008
- Em Maranguape,
a 41 quilômetros
de Fortaleza, no
interior do Ceará,
um grupo de turistas
olha curioso na
direção
de Everardo Telles,
presidente do grupo
Ypióca,
que, entusiasmado,
explica como algumas
máquinas
agrícolas
funcionavam naquele
local no passado.
Em frente ao museu
que conta a história
de sua família
e do produto que
deu origem ao grupo,
a cachaça,
Telles é
tratado como celebridade.
Olhares interessados
vêm de todas
as direções
e os visitantes
mais ousados até
mesmo pedem para
tirar foto ao lado
do homem que está
à frente
de uma das mais
antigas empresas
familiares do Brasil
- fundada em 1846
- desde 1970.
Saudoso,
o executivo relembra
do tempo em que
morava em uma das
casas da fazenda,
que hoje foi transformada
no complexo turístico
Ypióca. "Era
bom demais. Pegava
meu jegue ali e
ia para escola",
contou, apontando
com a mão
na direção
dos arredores de
um casarão
antigo, completamente
preservado. Hoje,
o engenheiro agrônomo,
que quando assumiu
o grupo administrava
apenas uma fábrica,
coordena seu império
pilotando helicóptero.
"A paixão
por voar é
antiga. Somando
avião e helicóptero
tenho mais de 20
mil horas de vôo",
disse. Segundo Telles,
o hobby o ajuda
a economizar tempo,
já que a
mesma distância
percorrida em até
cinco minuto de
helicóptero
levaria mais de
uma hora para ser
feita de carro.
"E tem a nossa
fábrica no
Rio Grande do Norte,
a fazenda no Tocantins",
explica, deixando
claro a dimensão
do grupo.
Cerca
de 70% da receita
do grupo Ypióca
- palavra que significa
terra roxa em tupy
guarani -, ainda
vem das vendas de
aguardente, mas
a diversificação
da produção
é marca da
gestão de
Telles. Hoje, o
grupo produz papel,
cachaça,
garrafas plásticas,
tilápia,
ração
para peixes; tem
criação
agropecuária;
é engarrafadora
de água;
atua no segmento
de lazer com o YPark,
onde está
localizado o Museu
da Cachaça;
e se prepara, com
a inauguração
de uma nova fábrica
no segundo semestre
de 2009, para ampliar
a produção
de álcool
combustível.
Apesar
de ainda ser o principal
produto da empresa,
a cachaça
passa longe da casa
dos Telles. "Nunca
bebi. E o Paulo
também não
bebe", diz
o executivo apontando
para o filho. Além
de Paulo, outras
cinco filhas também
trabalham no grupo.
De acordo com o
executivo, apesar
de ter sido assediado,
não há
o menor interesse
em abrir o capital
da empresa nos próximos
anos. "Não
está no nosso
projeto", disse.
Nesta entrevista
exclusiva à
Gazeta Mercantil
Telles contou também
que o grupo deve
faturar cerca de
R$ 300 milhões
este ano, alta de
10% em comparação
com 2007. A seguir
os principais trechos
da entrevista.
Gazeta Mercantil
- Hoje a Ypióca
atua em diversas
áreas, da
cachaça a
criação
de tilápia,
passando pela fabricação
de papel, garrafas
e o engarrafamento
de água.
Qual o maior desafio
para comandar uma
empresa tão
diversificada?
Trabalhamos
com muito planejamento.
Investindo o próprio
lucro na empresa
para assim diversificar
cada vez mais e
verticalizar, porque
essa é a
melhor maneira de
reduzir custos e
manter qualidade.
A diversificação
não ajuda
muito a reduzir
custos, mas sim
riscos. Você
pode ter um ramo
de atividade que
passa por uma fase
não muito
boa e as outras
atividades que seguram
a fase ruim.
Gazeta
Mercantil - Mas
a empresa não
corre o risco de
perder o foco atuando
em tantas áreas?
Os riscos são
menores do que ter
só uma atividade.
Até a geração
passada (Everardo
Telles faz parte
da quarta geração
que comanda a Ypióca)
só tínhamos
uma atividade, a
cachaça,
e um pouco de pecuária.
Depois entramos
na indústria
de papel e papelão
para fabricar nossas
caixas, que também
vendemos para terceiros.
Nosso projeto é
expandir mais a
pecuária.
Temos uma propriedade
no Tocantins e gostaríamos
de ampliar a produção
de nelore.
Gazeta
Mercantil - A cachaça
vem perdendo importância
no faturamento da
empresa?
As outras áreas
crescem, mas a cachaça
também. Mas
a idéia é
diminuir o peso
da cachaça.
Gazeta
Mercantil - O mercado
de cachaça
cresceu pouco. Quanto
a Ypióca
cresceu em 2007?
A lei seca pode
atrapalhar o desempenho
do ano?
O mercado como um
todo está
crescendo 2%, 3%,
mas, por conta do
nosso bom trabalho
de distribuição
e marketing, crescemos
10% ao ano na média
dos últimos
três anos
e devemos fechar
2008 com esse índice.
Além disso,
a exportação
aumentou entre 30%
e 40%. A Lei seca
teve um impacto
pouco significativo.
Pesando os dois
lados, é
uma lei positiva.
Gazeta
Mercantil - Diante
desse crescimento,
a Ypióca
pretende ampliar
a produção
de cachaça?
Estamos construindo
uma unidade que
será a maior
do grupo. Hoje,
a maior está
no Rio Grande do
Norte. Essa que
estamos construindo
será um pouquinho
maior que a do Rio
Grande do Norte,
que tem capacidade
para 4 mil toneladas
de cana por dia.
Será na margem
do rio Jaguaribe.
Lá tem terra
fértil e
água abundante.
Essa fábrica
será montada
com as condições
para produzir álcool
hidratado (combustível)
e aguardente. Gazeta
Mercantil - Quanto
será o investimento
nessa nova fábrica?
Quando deve iniciar
operação?
Foram investidos
cerca de R$ 80 milhões
e a fábrica
deve começar
a funcionar em agosto
de 2009.
Gazeta
Mercantil - Como
será financiada
?
Os recursos são
próprios.
Gazeta
Mercantil - Essa
nova fábrica
será a primeira
da empresa a produzir
álcool hidratado?
Recentemente passamos
a produzir álcool
no Rio Grande do
Norte e no Ceará.
A fábrica
que estamos construindo
talvez inicialmente
produza mais álcool,
porque as outras
estão com
folga de produção.
Estamos produzindo
álcool porque
a produção
de aguardente já
foi suficiente para
o mercado.
Gazeta
Mercantil - E quais
as expectativas
para o mercado de
álcool?
Na verdade não
é um bom
negócio.
O preço é
muito baixo e os
custos são
altos. Vamos fabricar
o álcool
porque estamos com
as instalações
prontas, temos a
matéria-prima
e não é
interessante produzir
aguardente - porque
já ultrapassamos
a necessidade de
produção.
Pretendemos abastecer
o mercado no Ceará,
porque todo o álcool
do Ceará
vinha de fora até
começarmos
a produzir.
Gazeta
Mercantil - Se não
é um bom
negócio,
porque o investimento
na fábrica?
Queremos estar preparados
para o momento em
que a comercialização
de álcool
para o mercado externo
seja favorável.
Quando os mercados
dos Estados Unidos,
Europa e Japão
forem abertos a
situação
deve mudar.
Gazeta
Mercantil - Como
são distribuídas
as vendas no Brasil?
Comercializamos
no Brasil todo,
mas os estados mais
fortes são
os do Nordeste,
basicamente o Ceará,
e os do centro-sul,
como São
Paulo, Rio de Janeiro,
Goiás e Mato
Grosso.
Gazeta
Mercantil - Qual
a posição
da Ypióca
no mercado de aguardente?
Segundo os números
da Nielsen de agosto,
somos a segunda
marca em faturamento
e a terceira em
volume de vendas.
(Em volume, os dados
da Nielsen referentes
a agosto de 2008
mostram a Müller,
fabricante da 51,
com 28,3% de participação,
a Pitu com 12,2%
de participação
e a Ypióca
com 9,3%).
Gazeta
Mercantil - Qual
o volume de produção
de aguardente da
Ypióca?
A capacidade é
de cerca de 100
milhões de
litros. Se a nova
fábrica fosse
produzir só
aguardente, seriam
mais 40 milhões.
Gazeta
Mercantil - E como
estão as
vendas de água
?
É um mercado
excelente. A Naturágua
está muito
centralizada no
estado do Ceará,
porque a água
não é
um produto que comporta
grandes distâncias.
Por isso, estamos
estudando novos
mercados. Para crescer
fora do estado teríamos
que comprar novas
fontes. Já
temos um projeto
no Rio Grande do
Norte que deve sair
do papel no médio
prazo. Hoje comercializamos
80 mil garrafas
descartáveis
e 150 mil garrafões
por mês. Isso
representa 50% da
nossa capacidade,
considerando apenas
um turno.
Gazeta
Mercantil - E a
produção
de garrafas e garrafões?
Só existem
duas empresas que
fazem garrafões
de PET no Brasil,
a Ypióca
e uma fábrica
de São Paulo.
Então atendemos
todo o Nordeste.
Cerca de 80% da
nossa produção
é vendida
para terceiros.
Gazeta
Mercantil - Como
estão as
vendas de caixas
papelão?
São caixas
de papel reciclado.
Estamos ampliando
agora a produção
de 1,2 mil toneladas
para 1,8 mil toneladas
mês. Da produção
total, utilizamos
40% e o restante
vai para mais de
cem clientes da
região.
Gazeta
Mercantil - A empresa
investe em geração
de energia?
Produzimos aguardente
e como subproduto
temos o bagaço,
que tem várias
aplicações,
inclusive energia.
Cada fábrica
gera em torno de
5 mil KVA de energia.
O bagaço
também é
utilizado para ração,
na produção
do papelão
e adubo. Hoje, por
incrível
que pareça,
o bagaço
alcança quase
o preço da
cana.
Gazeta
Mercantil - Qual
o tamanho da área
agropecuária
do grupo?
Temos aproximadamente
4 mil cabeças
de gado, entre leiteiro
e de engorda. Temos
um plantel de mil
fêmeas, o
que deverá
dar todo ano 800
bezerros. Nosso
projeto futuro é
produzir soja e
milho. Mais soja
porque tem um valor
agregado maior e
ainda podemos utilizar
na alimentação
de bovinos e suínos.
Gazeta
Mercantil - A empresa
foi acusada de poluir
a Lagoa Encantada,
no Ceará.
Qual a situação
hoje?
Isso foi uma movimentação
de interesses outros.
Vizinho a uma de
nossas indústrias
tem a tribo Jenipapo-Kanindé.
O que acontece é
que entre a empresa
e a tribo existe
uma lagoa que separa
a tribo da indústria.
Então acusaram
a empresa de poluir
e secar a lagoa.
Provamos que no
pico do verão
a lagoa estava no
nível máximo.
As dunas funcionam
equilibrando o nível
da lagoa, como se
fosse uma esponja.
Retiraram as acusações.
Não é
que existisse problema.
As pessoas provocaram
o problema e alguns
indígenas
acreditaram. Provocaram
um mal estar, que
hoje não
existe mais. Mas
houve um desgaste
de imagem. (Wilson
Gotardello Filho
- Gazeta Mercantil)
Salão
de Negócios
Imobiliários
da Bahia gera R$
3 bilhões
de VGV
Gazeta Mercantil
09/10/2008
SALVADOR, 9 de outubro
de 2008 - A crise
financeira internacional
não abala
o otimismo dos organizadores
do 3 Salão
de Negócios
Imobiliários
da Bahia, que começa
hoje, no Centro
de Convenções
da Bahia. A expectativa
é que, durante
o evento, mil unidades
sejam comercializadas,
movimentando R$
200 milhões.
Cinqüenta incorporadoras
vão ofertar
até o próximo
dia 19, quinze mil
imóveis,
entre residenciais,
comerciais e de
segunda residência,
com preços
entre R$ 102 mil
e R$ 2 milhões.
O Valor Geral de
Vendas (VGV) é
da ordem de R$ 3
bilhões.
"As
transações
continuam depois
do Salão
e devem ser gerados
mais de R$ 400 milhões
em negócios.
O Salão é
o grande alavancador
das vendas do último
trimestre. Nossa
meta é fechar
2008 com 15 mil
unidades vendidas,
conquistando a segunda
posição
no mercado nacional",
afirma Walter Barretto,
presidente da Associação
dos Dirigentes de
Empresas do Mercado
Imobiliário
da Bahia (Ademi-BA).
Na
edição
deste ano, não
cresceu só
a oferta de imóveis.
Os agentes financeiros
também estão
em maior número.
Além do Bradesco,
que atuava sozinho
nos anos anteriores,
estarão presentes
no Salão
a Caixa
Econômica
Federal e o
Banco
do Brasil. "A
participação
de três dos
maiores bancos nacionais
é a garantia
de que não
vai faltar crédito
para os interessados
na aquisição
da casa nova",
comenta o vice-presidente
da Ademi-BA, Cláudio
Cunha. Segundo ele,
os bancos asseguraram
que as taxas de
juros e os prazos
para pagamento não
sofrerão
alteração.
"Quem
desejar adquirir
um imóvel,
vai contar com análise
e pré-aprovação
de crédito
na hora, com entrega
da Carta de Aptidão
de Crédito.
Isto, sem falar
na redução
de R$ 339 para R$
250 do valor da
taxa de avaliação
de imóvel",
diz Cláudio
Borges, superintendente
executivo de Crédito
Imobiliário
do Bradesco. O gerente
regional da Caixa,
Adelson Prata, por
sua vez, informa
que o banco vai
ter uma agência
100% voltada para
o atendimento aos
interessados na
compra da casa própria,
fazendo a avaliação
de crédito
on-line. "Nossa
expectativa é
de avaliarmos mais
de R$ 70 milhões
em créditos,
durante o Salão".
Com a consulta sendo
feita na hora, Prata
diz que se torna
possível
fazer a liberação
imediata da carta
de crédito.
Já o superintendente
estadual do Banco
do Brasil na Bahia,
Rodrigo Santos Nogueira,
embora não
tenha um valor determinado
da oferta de crédito
do banco, pretende
aprovar o máximo
de operações.
Mostra
de decoração
Os visitantes do
Salão, além
da oferta de inúmeros
empreendimentos,
têm a oportunidade
de conhecer opções
de como decorar
a casa nova na Mostra
de Decoração.
A atração
é de responsabilidade
do Núcleo
de Decoração
da Bahia. Segundo
a presidente Magali
Santana, a participação
no Salão
2007 contribuiu
bastante para o
aumento de 20% do
volume de negócios
de vários
profissionais e
42 empresas que
compõem o
Núcleo de
Decoração
da Bahia. "O
Salão é
uma grande oportunidade
para mostrar ao
público a
importância
da contratação
de um trabalho profissional
na hora da decoração
da casa."
Além
da comodidade de
encontrar no mesmo
lugar grande diversidade
de opções
para realizar o
sonho da casa nova,
o salão baiano
oferece um lugar
especial para os
pais não
terem a desculpa
de dizer que não
puderam ir, porque
não tiveram
com quem deixar
as crianças.
Sob a responsabilidade
da empresa especializada
Oito Móveis,
o Espaço
Infantil é
preparado para cuidar
e entreter a garotada,
enquanto o papai
e a mamãe
procuram o imóvel
novo. (José
Pacheco Maia Filho
- Gazeta Mercantil)
Camargo
Corrêa adquire
Vale do Rio Pardo
por R$ 12 mi
InvestNews
07/10/2008
SÃO
PAULO, 7 de outubro
de 2008 - A Camargo
Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário
(CCDI)
informou hoje a
aquisição
da Vale do Rio Pardo
Empreendimentos
e Participações
(VRPDI) por R$ 12,44
milhões.
A transação
contempla a CCDI
com 73,40% das ações
ordinárias
representativas
do capital social
com direito a voto
ou 36,70% do capital
social total da
Vale do Rio Pardo.
A companhia adquirida
é uma holding
pura, sendo titular
de 19% do capital
social da HM Engenharia
e Construções,
os demais 81% já
são detidos
indiretamente pela
CCDI, através
de sua subsidiária
- a CCDI Hummock
Desenvolvimento
Imobiliário.
Após a aquisição
de participação
majoritária
no capital social
com direito a voto
da VRPDI, a Camargo
Corrêa deverá
promover a incorporação
desta empresa, mediante
pagamento em ações.
CCDI
adquire controle
total da HM Engenharia
Gazeta Mercantil
08/10/2008
SÃO PAULO,
8 de outubro de
2008 - A Camargo
Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário
(CCDI),
incorporadora do
grupo Camargo Corrêa,
adquiriu o controle
total da construtora
e incorporadora
paulista
HM Engenharia e
Construções,
empresa da qual
já possuía
81% das ações.
A compra foi indireta,
feita através
da aquisição
da empresa VRPDI
Participações
S/A - pertencente
à Vale do
Rio Pardo Empreendimentos
e Participações
Ltda - que detinha
19% do capital social
da HM. A CCDI comprou
ações
ordinárias
representativas
de 73,40% do capital
social com direito
a voto ou 36,70%
do capital social
total da VRPDI,
que é uma
holding.
O
negócio foi
fechado pelo valor
de R$ 12,44 milhões
e, assim que completar
a incorporação
da VRPDI, a CCDI
vai fazer a emissão
de 3,9 milhões
de novas ações
para serem entregues
à Vale Do
Rio Pardo. Os sócios
fundadores da HM
Engenharia, Henrique
Bianco e Marcos
Feliciano, cujas
iniciais inspiraram
o nome da empresa,
vão continuar
na direção
por mais quatro
anos, para manter
o ritmo dos negócios,
posição
que já havia
sido definida há
um ano, quando a
CCDI fez sua primeira
aquisição
de 51% da HM Engenharia.
Segundo
Paulo Mazzali, diretor
de finanças
e relações
com investidores
da CCDI, a decisão
foi estratégica
porque permite à
incorporadora atuar
no segmento de baixa
renda. "A HM
tem competências
de construir para
baixa renda que
a CCDI não
tinha", declara.
A HM faz apartamentos
na faixa de R$ 60
mil a R$ 110 mil,
enquanto a CCDI
faz unidades de
R$ 120 mil a R$
200 mil. A HM vai
continuar funcionando,
num primeiro momento,
como uma subsidiária
independente e os
empreendimentos
vão manter
a bandeira HM.
Com
esse negócio,
a CCDI amplia seu
banco de terrenos
- atualmente com
valor potencial
de R$ 10 bilhões
- em R$ 900 milhões.
Os lançamentos
da HM previstos
para 2008, com valor
potencial de vendas
de R$ 400 milhões,
serão mantidos,
afirma Mazzali.
Desse total, já
foram lançados
até o final
do terceiro trimestre
R$ 216 milhões.
O total de lançamentos
da CCDI para este
ano é de
R$ 1,6 bilhão.
Mazzali
declarou que a crise
financeira internacional
não afetou
o negócio
porque, além
do montante não
ser grande, o segmento
de baixa renda não
deve sentir o reflexo
da crise. Segundo
ele, a HM já
tem financiamentos
assegurados com
a Caixa
Econômica
Federal em torno
de R$ 2,2 bilhões
para os próximos
três anos.
(amarilis bertachini
- Gazeta Mercantil)
Apesar de crise,
mercado de crédito
de carbono deve
crescer 80%
InvestNews
10/10/2008
SÃO
PAULO, 10 de outubro
de 2008 - Mesmo
com a crise financeira
mundial, o mercado
de carbono mostra
estar consolidado.
Segundo pesquisa
da New
Carbon Finance,
divulgada hoje,
o mercado mundial
de negociações
de carbono deve
fechar o ano com
US$ 116 bilhões,
crescimento de 80%
em relação
a 2007. Essa marca
supera a estimativa
anterior que era
um aumento 56% em
2008. De acordo
com o estudo, o
mercado pode chegar
a US$ 550 bilhões
em 2012 e a US$
3 trilhões
em 2020. (Sérgio
Toledo - InvestNews)
Petrobras
faz acordo com Galp
Energia
InvestNews
10/10/2008
SÃO
PAULO, 10 de outubro
de 2008 - A Petrobras
assinou hoje
um acordo de investimentos
com a Galp
Energia SGPS
para uma joint venture,
conforme informações
divulgadas há
pouco. O objetivo
é elaborar
um projeto destinado
à produção
e comercialização
de bicombustíveis.
Desde
maio do ano passado,
ambas as empresas,
por meio do Memorando
de Entendimentos
(MOU), estudam a
viabilidade de implementação
conjunta de projetos
para produção,
comercialização
e distribuição
de biodiesel, nos
mercados brasileiro,
português
e internacional.
O
Projeto Belém
prevê a produção
de 600 mil toneladas
por ano de óleo
vegetal no Brasil.
Foi informado ainda
que ambas pretendem
aprofundar os estudos
sobre a viabilidade,
e se confirmado
será constituída
uma sociedade.
Trigo
e soja puxam produção
mundial para cima
InvestNews
10/10/2008
SÃO
PAULO, 10 de outubro
de 2008 - A produção
mundial de trigo
e soja terão
crescimento expressivo
de acordo com a
previsão
do levantamento
da safra de grãos
2008/2009 divulgada,
nesta sexta-feira,
pelo Departamento
de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA,
sigla em inglês).
Segundo a pesquisa,
o trigo aumentará
70 milhões
de toneladas, 11,4%
a mais, e a soja,
em 8,5%, o que corresponde
a 19 milhões
de toneladas. O
arroz crescerá
0,7% ou 3 milhões
de toneladas. O
milho reduzirá
0,7% e o algodão
5,7% na produção
mundial em relação
à safra passada.
A projeção
da safra mundial
de grãos
2008/2009 ficará
em torno de 2,2
bilhões de
toneladas, 4,2%
a mais que o ciclo
passado (2,1 bilhões
de toneladas). O
Brasil participará
com 6,5 a 6,8% da
produção
mundial. O levantamento
da safra é
realizado, mensalmente,
com consultas a
bancos, cooperativas,
agricultores, agentes
de mercado e representantes
de indústrias
de insumos no Canadá,
México, Estados
Unidos, União
Européia
(EU-27), Rússia,
Ucrânia, China,
Índia, Indonésia,
Paquistão,
Tailândia,
Argentina, Brasil,
Austrália,
África do
Sul, Turquia, entre
outros. Os principais
produtos pesquisados
são o trigo,
milho, arroz, algodão,
soja, grãos
forrageiros (aveia,
centeio, sorgo,
cevada) e sementes
oleaginosas (soja,
amendoim).