Sexta-feira, 10/10/2008
Ano VIII – edição 338


Investimentos no setor energético não serão afetados pela crise
InvestNews
06/10/2008

SÃO PAULO, 6 de outubro de 2008 - A crise financeira internacional não deverá afetar os investimentos estrangeiros no Brasil tanto na área de geração de energia elétrica quanto em outras fontes. A afimação é do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

"O mundo inteiro precisa de todas as fontes de energia, além das que fazem geração elétrica, como no caso dos biocombustiveis, por isso, o setor sempre terá prioridade para investimentos, uma vez que interessa a todo mundo", disse o ministro.

Lobão informou que estão praticamente concluídos os estudos em torno da exploração de petróleo abaixo da camada de pré-sal. De acordo com o ministro, o ministério deverá apresentar as conclusões do trabalho ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a realização do segundo turno das eleições municipais, marcadas para o próximo dia 26.
As informações são Agência Brasil. (Redação - InvestNews)

BNDES investe R$ 31,5 milhões na Rede BrasilCord
InvestNews
06/10/2008

SÃO PAULO, 6 de outubro de 2008 - A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou apoio financeiro no valor de R$ 31,5 milhões à Fundação Ary Frauzino para a Pesquisa e Controle do Câncer (FAF).

Os recursos - não-reembolsáveis e concedidos com recursos do Fundo Social - se destinam a complementar a estruturação da Rede Nacional de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) para Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas (Rede BrasilCord), criada pelo ministério da Saúde em setembro de 2004.

Serão implantados oito novos bancos na RedeCord e adquiridos equipamentos para dois bancos já existentes. O Laboratório de Imunogenética do Instituto Nacional do Câncer (INCA) será relocalizado e modernizado e todos os bancos de sangue que comporão a Rede BrasilCord vão passar por acreditação. (Redação - InvestNews)

Sourcefire fecha parceria com VMWare
InvestNews
06/10/2008

SÃO PAULO, 6 de outubro de 2008 - A Sourcefire, empresa que atua com software de proteção para redes, anunciou uma parceria com a VMWare, líder em sistemas para ambientes virtuais de TI. Pelo acordo, a Sourcefire passa a integrar a Aliança de Parceiros Tecnológicos da VMWare, além de fazer parte do VMSafe, um programa que reúne os maiores desenvolvedores mundiais de TI interessados em elevar a segurança e os níveis de gerenciamento dos novos ambientes virtuais.

Juntamente com o anúncio da parceria, a Sourcefire está lançando mundialmente o Sourcefire RNA, uma solução capaz de identificar, em tempo real, todos os sistemas físicos ou máquinas virtuais que são adicionados à rede. Com isto, o Sourcefire RNA garante o gerenciamento e o monitoramento de ameaças, de forma simultânea, nos dois modelos de ambiente.

Luiz Zanardo, gerente de produtos de segurança na CLM, e responsável pelo produto SourceFire, afirma que os ambientes virtualizados ainda são vítimas de ameaças que são facilmente combatidas pelos sistemas anti-intrusão no ambiente físico. Ao eliminar esta deficiência, a solução da sourcefire introduz filosofia inovadora de adaptação dos controles de segurança aos novos ambientes virtuais.

"Na economia atual, é perfeitamente compreensível que as empresas não queiram adquirir mais uma solução para proteger exclusivamente suas Virtual Machines, afirma Martin Roesch, fundador e CTO da Sourcefire. "Ao oferecer para as empresas uma única solução para aumentar a visibilidade, tanto em ambientes físicos quanto virtuais, o RNA possibilita às organizações a contenção de seus custos de TI sem exigir novos investimentos".

Como parceira do programa VMsafe, a Soucefire passa a ter acesso aos programas de interface (APIs) da VMWare. Com isto, suas soluções podem identificar e eliminar malwares, como vírus, trojans e key loggers no ambiente virtual, mesmo que eles eventualmente não estejam visíveis para as ferramentas criadas para o mundo físico. (Redação - InvestNews)

Embraer entrega 150º Legacy 600
InvestNews
06/10/2008

SÃO PAULO, 6 de outubro de 2008 - A Embraer entregou o 150º jato Legacy 600 produzido para a operadora alemã DC Aviation. Esse é o sétimo Legacy 600 da frota do cliente e será usado para vôos fretados na Europa e no Oriente Médio.
'Desde a entrada em operação do nosso primeiro Legacy 600, em 2006, observamos um contínuo crescimento na demanda por esse tipo de aeronave", disse o diretor-executivo da DC Aviation, Stefan Buschle.

Operando no mercado europeu desde 2002, o Legacy 600 obteve uma grande aceitação devido ao espaço e conforto da cabine com três ambientes distintos e pelo tamanho do compartimento de bagagem acessível em vôo. Além disso, o jato é o único da categoria super midsize certificado para pousar e decolar dos aeroportos de London City, na Inglaterra, e Cannes-Mandelieu, na França. (Redação - InvestNews)

Wilson Sons receberá R$ 896 milhões do FMM
InvestNews
10/10/2008

SÃO PAULO, 10 de outubro de 2008 - O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (FMM) aprovou o pedido de prioridade da Wilson Sons para a utilização de recursos do FMM, da ordem de US$ 896 milhões, para a construção de novas embarcações.
A utilização dos recursos depende da análise, aprovação e contratação de financiamento com agente financeiro do FMM e está sujeita ao plano de construções de embarcações da companhia. (Redação - InvestNews)

Grupo Pão de Açúcar tem aumento de vendas em setembro e no anoValor Online
10/10/2008

SÃO PAULO - As vendas líquidas do grupo Pão de Açúcar tiveram um crescimento de 22,8% em setembro, quando comparadas ao mesmo mês de 2007, para R$ 1,437 bilhão. No conceito de mesmas lojas, ou seja, estabelecimentos abertos há pelo menos 12 meses, a elevação foi de 10,6%, segundo comunicado enviado hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As vendas brutas do grupo somaram R$ 1,648 bilhão, uma alta de 19,4% na comparação com setembro do ano passado. No critério de mesmas lojas, o aumento foi de 7,6%.

As vendas mesmas lojas dos produtos não-alimentícios apresentaram crescimento de 15,9%, enquanto os produtos alimentícios tiveram elevação de 4,8% no mês passado, informou a rede.

No acumulado do terceiro trimestre, a receita líquida foi de R$ 4,4 bilhões, montante 26% superior ao de igual período do ano passado. O crescimento foi de 13,6% na avaliação pelo conceito mesmas lojas, com destaque para as bandeiras CompreBem (antigo Barateiro), Extra e Extra-Eletro, cujo desempenho ficou acima da média do grupo. As vendas brutas totalizaram R$ 5,05 bilhões no trimestre, com alta de 22,4% no geral e de 10,3% no critério mesmas lojas.

Desde janeiro, as vendas do grupo Pão de Açúcar no conceito mesmas lojas subiram 7,7% em termos nominais e 2,1% em termos reais - ou seja, deflacionadas pelo IPCA. Esse desempenho, segundo o comunicado, é superior à meta traçada para o ano.


Embraer acelera em 34% entrega de aeronaves em 2008
Valor Online
10/10/2008

SÃO PAULO - A Embraer fechou o terceiro trimestre de 2008 com 145 jatos entregues, o que representa um volume 34% maior do que as 108 aeronaves entregues nos nove primeiros meses de 2007. A partir desse resultado, a companhia reafirmou sua expectativa de entregar de 195 a 200 unidades até o final do ano, além de dez a 15 jatos Phenom 100.

Entre julho e setembro, foram 48 unidades entregues, sendo 37 jatos comerciais, 9 executivos e 2 para o mercado de defesa e governo. O desempenho do terceiro trimestre foi inferior ao registrado entre abril e junho, quando a Embraer entregou 52 unidades. Nos primeiros três meses do ano, a companhia entregou 45 jatos.

A carteira de pedidos firmes da Embraer alcançou US$ 21,6 bilhões no terceiro trimestre, crescendo 4,3% sobre o resultado do trimestre anterior. Só para o segmento de aviação comercial, a companhia tem 459 pedidos firmes agendados, sendo que, mais da metade deles (253) são do modelo EMB 190. Neste grupo, a companhia totalizou a venda de 13 unidades no período, sendo 12 EMB 190 e um EMB 195.

Um dos problemas que a Embraer encontrou no segmento comercial foi a necessidade de adiar a entrega de três aeronaves ERJ 145 vendidos à Grand China Express. Além disso, a US Airways também não confirmou cinco ordens firmes de compra, que tornaram-se opções de compra, conforme cláusula contratual.

Na aviação executiva, as vendas incluem dois Legacy 600, um Lineage 100 e três Phenom 300. A Embraer destaca que os pedidos firmes da família Phenom já ultrapassaram a marca de 800 unidades e o programa Phenom 100 deve receber certificação neste quarto trimestre, conforme previsto.

No segmento de defesa e governo, foram negociados três jatos EMB 145 AEW & C para a Índia e 12 aeronaves Super Tucano para o governo chileno.

Governo deve manter investimento de estrutura, diz presidente da Light
Valor Online
10/10/2008

RIO - O governo deve manter a prioridade de garantir os investimentos em infra-estrutura como forma de combater a crise financeira internacional. A opinião é do presidente da Light, José Luiz Alquéres, que participou de audiência pública sobre a revisão tarifária da distribuidora, que atende a 3,9 milhões de clientes no Rio de Janeiro.

De acordo com o executivo, os investimentos para o setor de energia estão planejados para uma demanda que já existe e não deve ser afetada tão profundamente pela crise. A dificuldade, segundo Alquéres, está na materialização dos financiamentos para o projeto.

"Os projetos do rio Madeira (as hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau) são financiados em quase 80% pelo BNDES. E o próprio BNDES tem manifestado que tem dificuldades", ponderou Alquéres. "Acho que essa é uma grande prioridade nacional. Na continuidade dos investimentos está a base para a gente sair da crise", acrescentou.

O presidente da Light ressaltou que o setor de energia vai sentir a crise, embora se trate de um dos setores mais protegidos contra a turbulência, uma vez que negocia um insumo essencial, o que limita a redução no consumo. Segundo ele, uma das vantagens das empresas do setor é que no Brasil a base da energia elétrica é nacional, pouco dependente de importações.

"Aqui no Brasil nós temos energia de fonte predominantemente nacional, de fonte hidrelétrica. Isso dá uma certa blindagem. Imagine os países que dependem totalmente do petróleo", ponderou.
(Rafael Rosas | Valor Online)


Montadoras reduzem taxa de juros para evitar retração nas vendas
Gazeta Mercantil
10/10/2008

São Paulo, 10 de Outubro de 2008 - Para tranquilizar os consumidores e evitar uma forte retração nas vendas de automóveis no mercado brasileiro, a General Motors e a Volkswagen do Brasil decidiram reduzir para 0,99% a taxa de juros para o financiamento de seus modelos.

A Volkswagen, que colocará sua campanha televisiva na próxima semana, está oferecendo taxa de 0,.99% ao ano mês para os modelos Fox, SpaceFox, CrossFox, Polo, Polo Sedan e Beetle. "O objetivo da redução das taxas de juros é afastar essa onda negativa que há no mercado", disse Fabricio Biondo, gerente executivo de planejamento de marketing da Volkswagen do Brasil.

"Notamos que o consumidor ficou assustado com as notícias de crise financeira mundial. No último final de semana muitas pessoas foram nas revendas VW para certificar preços, prazos e taxas de juros. Foram ver de perto se havia crédito disponível ", disse o gerente de marketing da Volkswagen.

Segundo Biondo, enquanto os bancos elevaram as taxas de juros em mais de 20%, o Banco Volkswagen decidiu manter um índice menor porque tem liquidez para manter o financiamento dos seus automóveis. Temos liquidez para financiar o atacado e o varejo", garantiu Biondo.A taxa de juros do Banco Central para prestação pré-fixada é de 2,42% ao mês, o que dá 33% ao ano. Com o índice praticado atualmente pelas duas montadoras, de 0,99% ao mês, o total anual fica em 12,55%.

Para os modelos importados, a Volkswagen e o Banco VW também prepararam condições especiais. Os modelos Bora, Jetta e Passat serão oferecidos com taxa 0% na rede de concessionários. "Vamos assegurar a demanda de automóveis num momento em que a preocupação com o crédito é muito forte", diz Biondo.

A Volkswagen ainda mantém os planos de até 60 meses sem entrada e a taxa de 0,20% para o Gol G4 que já eram praticadas. O Banco Volkswagen também oferece aos seus clientes a possibilidade de fazer o financiamento total. Os custos com despachante (documentação, IPVA etc), seguro, acessórios e as duas primeiras revisões do automóvel podem ser incluídos no contrato e ter o valor diluído nas parcelas mensais.

Na General Motors a nova taxa de juros é válida para o financiamento dos modelos Astra, Prisma, Classic e Corsa durante este mês Os automóveis podem ser adquiridos com 50% de entrada e pagamento parcelado em até 24 meses. "Estamos reduzindo as taxas de juros para tranquilizar os clientes em meio a esse turbilhão da crise financeira mundial", disse Francisco Stefanelli, diretor nacional de vendas da GM.

"Enquanto o mundo noticia a elevação das taxas de juros e a restrição ao financiamento e ao crédito, a GM vem a público garantir que oferece condições ainda melhores do que antes deste atual quadro econômico", disse José Carlos Pinheiro Neto, protagonista da mais nova campanha publicitária institucional da empresa no País, que foi ao ar ontem à noite nas principais emissoras nacionais de televisão e emissoras de rádio de algumas regiões do País.

Segundo Pinheiro Neto, a no-va campanha institucional da GM é uma reafirmação da con-fiança da empresa diante das in-certezas que surgiram nas últi-mas semanas."Queremos tranqüi-lizar os consumidores e assegurar de que, na rede Chevrolet, temos um ótimo momento durante to-do este mês de outubro em espe-cial para quem deseja comprar carro novo".


Receita da ALL cresce 10,2% no 3º- trimestre
Gazeta Mercantil
10/10/2008


São Paulo, 10 de Outubro de 2008 - Para acalmar o mercado, a América Latina Logística (ALL), a concessionária com a maior malha ferroviária do País, divulgou ontem os dados preliminares do terceiro trimestre deste ano. Segundo a companhia, a receita bruta apurada de julho a setembro de 2008 cresceu 10,2% no comparativo com o mesmo período de 2007, passando de R$ 669,2 milhões para R$ 770,2 milhões. Já o volume transportado ficou estável. No último trimestre a companhia movimentou 10,29 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) ante 10,26 bilhões de TKU - crescimento de apenas 0.2%.

Sua receita consolidada cresceu 17,3% nos nove primeiros meses do ano, a R$ 2,155 bilhões, frente ao R$ 1,838 bilhão de período idêntico em 2007. Nos nove primeiros meses deste ano, o Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações) cresceu 25,6%, para R$ 858,4 milhões. A margem Ebitda cresceu 2,9 pontos percentuais, para 45,4%.

O presidente da ALL, Bernardo Hees, se mostrou otimista com relação ao último trimestre deste ano. "Mesmo com a crise financeira mundial, não prevemos mudança do cenário neste ano. Continuamos estimando um crescimento entre 12% a 14% na movimentação. Não mudamos nossos planos em função do momento que o mundo está enfrentando", afirmou Hees, acrescentando que pelas suas visitas ao Mato Grosso, pôde observar que não há espaço para estocagem da soja produzida na região. "Os produtores terão que vender mais rapidamente os estoques para ceder lugar para a safra do próximo ano. É um movimento que começou agora em setembro. Estou confiante", ressaltou Hees.

Apesar do cenário de safra forte (principalmente no milho, com a safra de inverno crescendo 26% no Brasil, para 18,7 milhões de toneladas), o volume de exportação nos portos em que a ALL opera caiu 33% ante o ano anterior e a participação cresceu para 88% no Porto de Paranaguá, 94% no Porto de São Francisco do Sul, 82% no Porto de Rio Grande e 61% no Porto de Santos. No total, a participação da ALL nos portos atingiu 71% no terceiro trimestre deste ano.

O executivo afirmou, ainda, que a ALL está capitalizada e não está exposta à escassez da moeda norte-americana como outras companhias brasileiras. "Temos R$ 2,5 bilhões em caixa. Estamos com uma posição financeira muito sólida e é bom ressaltar que não temos nenhuma exposição cambial, o único hedge que fazemos é no patrimônio para operação argentina, mas está balizado Peso/Real. Não há exposição ao dólar", disse Bernardo Hees. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Ana Paula Machado)


Viação Itapemirim confia em alta de demanda e renova frota
Gazeta Mercantil
10/10/2008

São Paulo, 10 de Outubro de 2008 - Confiante na pujança do mercado interno, a Viação Itapemirim anunciou ontem investimento de R$ 50 milhões na compra de cem novos ônibus, que serão entregues entre o final deste mês e dezembro. "Nosso setor está aquecido e não cremos que a crise internacional vá prejudicar nossas operações", afirmou o gerente nacional de vendas, Emílio Martins. A negociação já estava acertada antes de a crise estourar.

Desde julho do ano passado, a Itapemirim registra crescimento de 10% nas operações. "Aumentamos nossas freqüências, passageiros e receita", disse Martins. Em dezembro, com a alta temporada, a empresa pretende dobrar para 300 suas freqüências diárias.

De acordo com Martins, vários fatores contribuíram para o aumento da atividades da empresa, como o fim das baixas tarifas aéreas para rincões do País e na ponte-áerea Rio/ São Paulo. "O crescimento econômico também trouxe mais passageiros para os ônibus", afirmou.

Os novos veículos começarão a rodar nas linhas operadas pela empresa até a primeira quinzena de dezembro, aproveitando a alta temporada. Dos 100 novos ônibus, 60 unidades terão chassi da Mercedes Benz e 40 da Volvo - a primeira parceria da Itapemirim com a empresa sueca.

As carrocerias foram encomendas à Busscar (52 unidades dos modelos Jum Buss 380 e Vista Buss Elegance 360, que serão integradas ao serviço Golden, semi-leito) e Marcopolo (48 unidades do modelo Paradiso 1200, incorporados aos serviços Climm e leito).

A empresa vai renovar os veículos que servem as 22 freqüências diárias entre São Paulo e Rio - 11 horários em cada cidade. A empresa tem uma frota estabilizada de 1,2 mil ônibus. A Itapemirim renova cerca de 10% da frota anualmente. Os veículos ficam em média nove anos em operação. Cerca de 50% das rotas da Itapemirim se concentram no Sudeste, região mais lucrativa.


Usiminas compra 49% da Dufer

Gazeta Mercantil
09/10/2008


São Paulo, 9 de Outubro de 2008 - Em mais um passo do processo de verticalização, a Usiminas anunciou ontem a compra de 49% da Dufer, empresa de processamento e distribuição de produtos siderúrgicos, por R$ 92 milhões. A Cosipa, empresa controlada pela Usiminas, já detinha 51% de participação na empresa; o restante pertencia ao grupo alemão Thyssen. Conforme comunicado, a aquisição está alinhada ao planejamento de longo prazo e à estratégia da Usiminas.
Além da Dufer, o grupo possui mais duas distribuidoras: a paulista Rio Negro, na qual possui 64,43% de participação, e a mineira Fasal, na qual detém 50% do capital. Em 2007, a Dufer teve receita líquida de R$ 212 milhões com a venda de 232,7 mil toneladas.
A Usiminas também informou que obteve financiamento de R$ 493 milhões com o BNDES para a construção de um novo laminador. Os recursos se somam aos US$ 550 milhões obtidos para o mesmo projeto junto a bancos japoneses. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Luciana Collet)


Embrapa fecha acordo com Angola

InvestNews
07/10/2008

SÃO PAULO, 7 de outubro de 2008 - O aporte de tecnologias será uma das ações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em projeto desenvolvido pela construtora brasileira Odebrecht com o grupo gestor de terras públicas do governo de Angola, na África. O memorando de entendimento que prevê a participação da Empresa no projeto será assinado este mês.

Segundo o gerente de planejamento e negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia, Filipe Teixeira, pelo documento a Embrapa atuará no suporte à instalação de uma área inicial de 36 mil hectares. O trabalho começará por um campo de cerca de 10 mil hectares localizados na fazenda modelo de Pungo Andongo, na província de Malange. Mas a meta é o desenvolvimento da produção agropecuária com tecnologias tropicais brasileiras em uma área de aproximadamente 400 mil hectares.

Teixeira explica que o objetivo é tornar disponíveis cultivares da Embrapa naquele país, bem como treinar técnicos angolanos em experimentação agrícola, visando a melhoria da produtividade no cultivo de arroz, milho, feijão soja e hortaliças e o manejo sustentável da produção dessas culturas alimentícias.

O projeto elaborado pelos pesquisadores da Embrapa África inclui a definição e a implantação de protocolos de experimentação e a introdução e a adaptação de cultivares brasileiras. O gerente geral José Roberto Rodrigues Peres da Embrapa Transferência de Tecnologia esclarece que as ações não se limitam a treinamentos pontuais ou à transferência de sementes e mudas ao país africano.

"A partir da Embrapa África vamos dar suporte ao governo angolano no fortalecimento das instituições de pesquisa e na promoção da sustentabilidade do sistema agropecuário local." Para avaliar a melhor forma de atuar nesse sentido, a Embrapa Transferência de Tecnologia tem realizado reuniões com integrantes da Assessoria de Relações Internacionais (ARI) e de centros de pesquisa da Embrapa e demais empresas brasileiras que atuam naquele país.

Agronegócio supera US$ 70 bi em 12 meses
InvestNews
07/10/2008

SÃO PAULO, 7 de outubro de 2008 - As exportações brasileiras do agronegócio registraram duas marcas históricas para os meses de setembro. Tanto o valor geral das exportações, US$ 6,8 bilhões, como o superávit de US$ 5,7 bilhões foram recordes no período. As vendas externas do agronegócio brasileiro foram 38,5% superiores às do mesmo mês no ano passado. Em 12 meses, as exportações acumularam a marca histórica de US$ 70,9 bilhões. De janeiro a setembro deste ano, o agronegócio brasileiro exportou 29,2% mais que nos primeiros nove meses de 2007, alcançando a cifra de US$ 55,3 bilhões.

Entre os setores que contribuíram para o desempenho das exportações, destacam-se os produtos lácteos, que registraram crescimento de 297,7% em relação às vendas externas de igual período do ano anterior. Os lácteos subiram do 5º lugar, em agosto, para o 3º da tabela dos produtos de origem animal mais exportados. O complexo soja apresentou incremento de 67,6%, as carnes (66,7%), o complexo sucroalcooleiro (34,5%), café (59,9%), fumo e seus sub-produtos (60,4%) e produtos florestais (14,9%), sempre em relação a setembro do ano passado.

As exportações do complexo soja totalizaram US$ 1,6 bilhão em setembro. O volume embarcado de soja em grão cresceu 2,5%, enquanto o de óleo de soja subiu 20,6%. Todos os produtos do complexo soja foram favorecidos pelo aumento dos preços no mercado internacional, o que propiciou o bom desempenho do setor.
As carnes registraram crescimento de 66,7% e totalizaram a cifra de US$ 1,4 bilhão, resultado tanto dos preços mais elevados, quanto do aumento da quantidade exportada. Destacam-se o crescimento das vendas de carne bovina in natura para Rússia (114,3%), Irã (451,5%) e Venezuela (403%). O crescimento das vendas de carne bovina in natura de 55,9% resultou do aumento de 48% nos preços e do incremento do volume em 5,2%.

As exportações de carne de frango in natura apresentaram um forte incremento de 85,3%, favorecidas tanto pelo aumento do preço como pela quantidade embarcada. Os mercados de destino que mais contribuíram para esse crescimento foram Japão (263%), Venezuela (214%) e Arábia Saudita (92%). O valor das vendas externas de carne suína in natura subiu 59,4%, em razão do aumento do preço internacional aumentado, 64,9% em média, o que compensou a redução do volume exportado em 3,3%.


Suco de laranja fecha em alta de 1,87% em NY
InvestNews
07/10/2008

SÃO PAULO, 7 de outubro de 2008 - Os contratos de suco de laranja com vencimento em janeiro encerraram em alta de 1,87% na Bolsa de Nova York, cotados a 86,95 centavos de dólar por libra-peso.
Os preços subiram com a desvalorização do dólar frente outras moedas, o que barateou a commodity para compradores que utilizam outras divisas

Ypióca vai da aguardente ao papelão
Gazeta Mercantil
08/10/2008

MARANGUAPE E FORTALEZA, 8 de outubro de 2008 - Em Maranguape, a 41 quilômetros de Fortaleza, no interior do Ceará, um grupo de turistas olha curioso na direção de Everardo Telles, presidente do grupo Ypióca, que, entusiasmado, explica como algumas máquinas agrícolas funcionavam naquele local no passado. Em frente ao museu que conta a história de sua família e do produto que deu origem ao grupo, a cachaça, Telles é tratado como celebridade. Olhares interessados vêm de todas as direções e os visitantes mais ousados até mesmo pedem para tirar foto ao lado do homem que está à frente de uma das mais antigas empresas familiares do Brasil - fundada em 1846 - desde 1970.

Saudoso, o executivo relembra do tempo em que morava em uma das casas da fazenda, que hoje foi transformada no complexo turístico Ypióca. "Era bom demais. Pegava meu jegue ali e ia para escola", contou, apontando com a mão na direção dos arredores de um casarão antigo, completamente preservado. Hoje, o engenheiro agrônomo, que quando assumiu o grupo administrava apenas uma fábrica, coordena seu império pilotando helicóptero. "A paixão por voar é antiga. Somando avião e helicóptero tenho mais de 20 mil horas de vôo", disse. Segundo Telles, o hobby o ajuda a economizar tempo, já que a mesma distância percorrida em até cinco minuto de helicóptero levaria mais de uma hora para ser feita de carro. "E tem a nossa fábrica no Rio Grande do Norte, a fazenda no Tocantins", explica, deixando claro a dimensão do grupo.

Cerca de 70% da receita do grupo Ypióca - palavra que significa terra roxa em tupy guarani -, ainda vem das vendas de aguardente, mas a diversificação da produção é marca da gestão de Telles. Hoje, o grupo produz papel, cachaça, garrafas plásticas, tilápia, ração para peixes; tem criação agropecuária; é engarrafadora de água; atua no segmento de lazer com o YPark, onde está localizado o Museu da Cachaça; e se prepara, com a inauguração de uma nova fábrica no segundo semestre de 2009, para ampliar a produção de álcool combustível.

Apesar de ainda ser o principal produto da empresa, a cachaça passa longe da casa dos Telles. "Nunca bebi. E o Paulo também não bebe", diz o executivo apontando para o filho. Além de Paulo, outras cinco filhas também trabalham no grupo.
De acordo com o executivo, apesar de ter sido assediado, não há o menor interesse em abrir o capital da empresa nos próximos anos. "Não está no nosso projeto", disse. Nesta entrevista exclusiva à Gazeta Mercantil Telles contou também que o grupo deve faturar cerca de R$ 300 milhões este ano, alta de 10% em comparação com 2007. A seguir os principais trechos da entrevista.
Gazeta Mercantil - Hoje a Ypióca atua em diversas áreas, da cachaça a criação de tilápia, passando pela fabricação de papel, garrafas e o engarrafamento de água. Qual o maior desafio para comandar uma empresa tão diversificada?

Trabalhamos com muito planejamento. Investindo o próprio lucro na empresa para assim diversificar cada vez mais e verticalizar, porque essa é a melhor maneira de reduzir custos e manter qualidade. A diversificação não ajuda muito a reduzir custos, mas sim riscos. Você pode ter um ramo de atividade que passa por uma fase não muito boa e as outras atividades que seguram a fase ruim.

Gazeta Mercantil - Mas a empresa não corre o risco de perder o foco atuando em tantas áreas?
Os riscos são menores do que ter só uma atividade. Até a geração passada (Everardo Telles faz parte da quarta geração que comanda a Ypióca) só tínhamos uma atividade, a cachaça, e um pouco de pecuária. Depois entramos na indústria de papel e papelão para fabricar nossas caixas, que também vendemos para terceiros. Nosso projeto é expandir mais a pecuária. Temos uma propriedade no Tocantins e gostaríamos de ampliar a produção de nelore.

Gazeta Mercantil - A cachaça vem perdendo importância no faturamento da empresa?
As outras áreas crescem, mas a cachaça também. Mas a idéia é diminuir o peso da cachaça.

Gazeta Mercantil - O mercado de cachaça cresceu pouco. Quanto a Ypióca cresceu em 2007? A lei seca pode atrapalhar o desempenho do ano?
O mercado como um todo está crescendo 2%, 3%, mas, por conta do nosso bom trabalho de distribuição e marketing, crescemos 10% ao ano na média dos últimos três anos e devemos fechar 2008 com esse índice. Além disso, a exportação aumentou entre 30% e 40%. A Lei seca teve um impacto pouco significativo. Pesando os dois lados, é uma lei positiva.

Gazeta Mercantil - Diante desse crescimento, a Ypióca pretende ampliar a produção de cachaça?
Estamos construindo uma unidade que será a maior do grupo. Hoje, a maior está no Rio Grande do Norte. Essa que estamos construindo será um pouquinho maior que a do Rio Grande do Norte, que tem capacidade para 4 mil toneladas de cana por dia. Será na margem do rio Jaguaribe. Lá tem terra fértil e água abundante. Essa fábrica será montada com as condições para produzir álcool hidratado (combustível) e aguardente. Gazeta Mercantil - Quanto será o investimento nessa nova fábrica? Quando deve iniciar operação?
Foram investidos cerca de R$ 80 milhões e a fábrica deve começar a funcionar em agosto de 2009.

Gazeta Mercantil - Como será financiada ?
Os recursos são próprios.

Gazeta Mercantil - Essa nova fábrica será a primeira da empresa a produzir álcool hidratado?
Recentemente passamos a produzir álcool no Rio Grande do Norte e no Ceará. A fábrica que estamos construindo talvez inicialmente produza mais álcool, porque as outras estão com folga de produção. Estamos produzindo álcool porque a produção de aguardente já foi suficiente para o mercado.

Gazeta Mercantil - E quais as expectativas para o mercado de álcool?
Na verdade não é um bom negócio. O preço é muito baixo e os custos são altos. Vamos fabricar o álcool porque estamos com as instalações prontas, temos a matéria-prima e não é interessante produzir aguardente - porque já ultrapassamos a necessidade de produção. Pretendemos abastecer o mercado no Ceará, porque todo o álcool do Ceará vinha de fora até começarmos a produzir.

Gazeta Mercantil - Se não é um bom negócio, porque o investimento na fábrica?
Queremos estar preparados para o momento em que a comercialização de álcool para o mercado externo seja favorável. Quando os mercados dos Estados Unidos, Europa e Japão forem abertos a situação deve mudar.

Gazeta Mercantil - Como são distribuídas as vendas no Brasil?
Comercializamos no Brasil todo, mas os estados mais fortes são os do Nordeste, basicamente o Ceará, e os do centro-sul, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso.

Gazeta Mercantil - Qual a posição da Ypióca no mercado de aguardente?
Segundo os números da Nielsen de agosto, somos a segunda marca em faturamento e a terceira em volume de vendas. (Em volume, os dados da Nielsen referentes a agosto de 2008 mostram a Müller, fabricante da 51, com 28,3% de participação, a Pitu com 12,2% de participação e a Ypióca com 9,3%).

Gazeta Mercantil - Qual o volume de produção de aguardente da Ypióca?
A capacidade é de cerca de 100 milhões de litros. Se a nova fábrica fosse produzir só aguardente, seriam mais 40 milhões.

Gazeta Mercantil - E como estão as vendas de água ?
É um mercado excelente. A Naturágua está muito centralizada no estado do Ceará, porque a água não é um produto que comporta grandes distâncias. Por isso, estamos estudando novos mercados. Para crescer fora do estado teríamos que comprar novas fontes. Já temos um projeto no Rio Grande do Norte que deve sair do papel no médio prazo. Hoje comercializamos 80 mil garrafas descartáveis e 150 mil garrafões por mês. Isso representa 50% da nossa capacidade, considerando apenas um turno.

Gazeta Mercantil - E a produção de garrafas e garrafões?
Só existem duas empresas que fazem garrafões de PET no Brasil, a Ypióca e uma fábrica de São Paulo. Então atendemos todo o Nordeste. Cerca de 80% da nossa produção é vendida para terceiros.

Gazeta Mercantil - Como estão as vendas de caixas papelão?
São caixas de papel reciclado. Estamos ampliando agora a produção de 1,2 mil toneladas para 1,8 mil toneladas mês. Da produção total, utilizamos 40% e o restante vai para mais de cem clientes da região.

Gazeta Mercantil - A empresa investe em geração de energia?
Produzimos aguardente e como subproduto temos o bagaço, que tem várias aplicações, inclusive energia. Cada fábrica gera em torno de 5 mil KVA de energia. O bagaço também é utilizado para ração, na produção do papelão e adubo. Hoje, por incrível que pareça, o bagaço alcança quase o preço da cana.

Gazeta Mercantil - Qual o tamanho da área agropecuária do grupo?
Temos aproximadamente 4 mil cabeças de gado, entre leiteiro e de engorda. Temos um plantel de mil fêmeas, o que deverá dar todo ano 800 bezerros. Nosso projeto futuro é produzir soja e milho. Mais soja porque tem um valor agregado maior e ainda podemos utilizar na alimentação de bovinos e suínos.

Gazeta Mercantil - A empresa foi acusada de poluir a Lagoa Encantada, no Ceará. Qual a situação hoje?
Isso foi uma movimentação de interesses outros. Vizinho a uma de nossas indústrias tem a tribo Jenipapo-Kanindé. O que acontece é que entre a empresa e a tribo existe uma lagoa que separa a tribo da indústria. Então acusaram a empresa de poluir e secar a lagoa. Provamos que no pico do verão a lagoa estava no nível máximo. As dunas funcionam equilibrando o nível da lagoa, como se fosse uma esponja. Retiraram as acusações. Não é que existisse problema. As pessoas provocaram o problema e alguns indígenas acreditaram. Provocaram um mal estar, que hoje não existe mais. Mas houve um desgaste de imagem. (Wilson Gotardello Filho - Gazeta Mercantil)


Salão de Negócios Imobiliários da Bahia gera R$ 3 bilhões de VGV
Gazeta Mercantil
09/10/2008


SALVADOR, 9 de outubro de 2008 - A crise financeira internacional não abala o otimismo dos organizadores do 3 Salão de Negócios Imobiliários da Bahia, que começa hoje, no Centro de Convenções da Bahia. A expectativa é que, durante o evento, mil unidades sejam comercializadas, movimentando R$ 200 milhões. Cinqüenta incorporadoras vão ofertar até o próximo dia 19, quinze mil imóveis, entre residenciais, comerciais e de segunda residência, com preços entre R$ 102 mil e R$ 2 milhões. O Valor Geral de Vendas (VGV) é da ordem de R$ 3 bilhões.

"As transações continuam depois do Salão e devem ser gerados mais de R$ 400 milhões em negócios. O Salão é o grande alavancador das vendas do último trimestre. Nossa meta é fechar 2008 com 15 mil unidades vendidas, conquistando a segunda posição no mercado nacional", afirma Walter Barretto, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA).

Na edição deste ano, não cresceu só a oferta de imóveis. Os agentes financeiros também estão em maior número. Além do Bradesco, que atuava sozinho nos anos anteriores, estarão presentes no Salão a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. "A participação de três dos maiores bancos nacionais é a garantia de que não vai faltar crédito para os interessados na aquisição da casa nova", comenta o vice-presidente da Ademi-BA, Cláudio Cunha. Segundo ele, os bancos asseguraram que as taxas de juros e os prazos para pagamento não sofrerão alteração.

"Quem desejar adquirir um imóvel, vai contar com análise e pré-aprovação de crédito na hora, com entrega da Carta de Aptidão de Crédito. Isto, sem falar na redução de R$ 339 para R$ 250 do valor da taxa de avaliação de imóvel", diz Cláudio Borges, superintendente executivo de Crédito Imobiliário do Bradesco. O gerente regional da Caixa, Adelson Prata, por sua vez, informa que o banco vai ter uma agência 100% voltada para o atendimento aos interessados na compra da casa própria, fazendo a avaliação de crédito on-line. "Nossa expectativa é de avaliarmos mais de R$ 70 milhões em créditos, durante o Salão". Com a consulta sendo feita na hora, Prata diz que se torna possível fazer a liberação imediata da carta de crédito. Já o superintendente estadual do Banco do Brasil na Bahia, Rodrigo Santos Nogueira, embora não tenha um valor determinado da oferta de crédito do banco, pretende aprovar o máximo de operações.

Mostra de decoração
Os visitantes do Salão, além da oferta de inúmeros empreendimentos, têm a oportunidade de conhecer opções de como decorar a casa nova na Mostra de Decoração. A atração é de responsabilidade do Núcleo de Decoração da Bahia. Segundo a presidente Magali Santana, a participação no Salão 2007 contribuiu bastante para o aumento de 20% do volume de negócios de vários profissionais e 42 empresas que compõem o Núcleo de Decoração da Bahia. "O Salão é uma grande oportunidade para mostrar ao público a importância da contratação de um trabalho profissional na hora da decoração da casa."

Além da comodidade de encontrar no mesmo lugar grande diversidade de opções para realizar o sonho da casa nova, o salão baiano oferece um lugar especial para os pais não terem a desculpa de dizer que não puderam ir, porque não tiveram com quem deixar as crianças. Sob a responsabilidade da empresa especializada Oito Móveis, o Espaço Infantil é preparado para cuidar e entreter a garotada, enquanto o papai e a mamãe procuram o imóvel novo. (José Pacheco Maia Filho - Gazeta Mercantil)


Camargo Corrêa adquire Vale do Rio Pardo por R$ 12 mi
InvestNews
07/10/2008

SÃO PAULO, 7 de outubro de 2008 - A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) informou hoje a aquisição da Vale do Rio Pardo Empreendimentos e Participações (VRPDI) por R$ 12,44 milhões.
A transação contempla a CCDI com 73,40% das ações ordinárias representativas do capital social com direito a voto ou 36,70% do capital social total da Vale do Rio Pardo.
A companhia adquirida é uma holding pura, sendo titular de 19% do capital social da HM Engenharia e Construções, os demais 81% já são detidos indiretamente pela CCDI, através de sua subsidiária - a CCDI Hummock Desenvolvimento Imobiliário.
Após a aquisição de participação majoritária no capital social com direito a voto da VRPDI, a Camargo Corrêa deverá promover a incorporação desta empresa, mediante pagamento em ações.


CCDI adquire controle total da HM Engenharia
Gazeta Mercantil
08/10/2008


SÃO PAULO, 8 de outubro de 2008 - A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), incorporadora do grupo Camargo Corrêa, adquiriu o controle total da construtora e incorporadora paulista HM Engenharia e Construções, empresa da qual já possuía 81% das ações. A compra foi indireta, feita através da aquisição da empresa VRPDI Participações S/A - pertencente à Vale do Rio Pardo Empreendimentos e Participações Ltda - que detinha 19% do capital social da HM. A CCDI comprou ações ordinárias representativas de 73,40% do capital social com direito a voto ou 36,70% do capital social total da VRPDI, que é uma holding.

O negócio foi fechado pelo valor de R$ 12,44 milhões e, assim que completar a incorporação da VRPDI, a CCDI vai fazer a emissão de 3,9 milhões de novas ações para serem entregues à Vale Do Rio Pardo. Os sócios fundadores da HM Engenharia, Henrique Bianco e Marcos Feliciano, cujas iniciais inspiraram o nome da empresa, vão continuar na direção por mais quatro anos, para manter o ritmo dos negócios, posição que já havia sido definida há um ano, quando a CCDI fez sua primeira aquisição de 51% da HM Engenharia.

Segundo Paulo Mazzali, diretor de finanças e relações com investidores da CCDI, a decisão foi estratégica porque permite à incorporadora atuar no segmento de baixa renda. "A HM tem competências de construir para baixa renda que a CCDI não tinha", declara. A HM faz apartamentos na faixa de R$ 60 mil a R$ 110 mil, enquanto a CCDI faz unidades de R$ 120 mil a R$ 200 mil. A HM vai continuar funcionando, num primeiro momento, como uma subsidiária independente e os empreendimentos vão manter a bandeira HM.

Com esse negócio, a CCDI amplia seu banco de terrenos - atualmente com valor potencial de R$ 10 bilhões - em R$ 900 milhões. Os lançamentos da HM previstos para 2008, com valor potencial de vendas de R$ 400 milhões, serão mantidos, afirma Mazzali. Desse total, já foram lançados até o final do terceiro trimestre R$ 216 milhões. O total de lançamentos da CCDI para este ano é de R$ 1,6 bilhão.

Mazzali declarou que a crise financeira internacional não afetou o negócio porque, além do montante não ser grande, o segmento de baixa renda não deve sentir o reflexo da crise. Segundo ele, a HM já tem financiamentos assegurados com a Caixa Econômica Federal em torno de R$ 2,2 bilhões para os próximos três anos. (amarilis bertachini - Gazeta Mercantil)


Apesar de crise, mercado de crédito de carbono deve crescer 80%

InvestNews
10/10/2008

SÃO PAULO, 10 de outubro de 2008 - Mesmo com a crise financeira mundial, o mercado de carbono mostra estar consolidado. Segundo pesquisa da New Carbon Finance, divulgada hoje, o mercado mundial de negociações de carbono deve fechar o ano com US$ 116 bilhões, crescimento de 80% em relação a 2007. Essa marca supera a estimativa anterior que era um aumento 56% em 2008. De acordo com o estudo, o mercado pode chegar a US$ 550 bilhões em 2012 e a US$ 3 trilhões em 2020. (Sérgio Toledo - InvestNews)


Petrobras faz acordo com Galp Energia
InvestNews
10/10/2008

SÃO PAULO, 10 de outubro de 2008 - A Petrobras assinou hoje um acordo de investimentos com a Galp Energia SGPS para uma joint venture, conforme informações divulgadas há pouco. O objetivo é elaborar um projeto destinado à produção e comercialização de bicombustíveis.

Desde maio do ano passado, ambas as empresas, por meio do Memorando de Entendimentos (MOU), estudam a viabilidade de implementação conjunta de projetos para produção, comercialização e distribuição de biodiesel, nos mercados brasileiro, português e internacional.

O Projeto Belém prevê a produção de 600 mil toneladas por ano de óleo vegetal no Brasil. Foi informado ainda que ambas pretendem aprofundar os estudos sobre a viabilidade, e se confirmado será constituída uma sociedade.

Trigo e soja puxam produção mundial para cima
InvestNews
10/10/2008

SÃO PAULO, 10 de outubro de 2008 - A produção mundial de trigo e soja terão crescimento expressivo de acordo com a previsão do levantamento da safra de grãos 2008/2009 divulgada, nesta sexta-feira, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). Segundo a pesquisa, o trigo aumentará 70 milhões de toneladas, 11,4% a mais, e a soja, em 8,5%, o que corresponde a 19 milhões de toneladas. O arroz crescerá 0,7% ou 3 milhões de toneladas. O milho reduzirá 0,7% e o algodão 5,7% na produção mundial em relação à safra passada. A projeção da safra mundial de grãos 2008/2009 ficará em torno de 2,2 bilhões de toneladas, 4,2% a mais que o ciclo passado (2,1 bilhões de toneladas). O Brasil participará com 6,5 a 6,8% da produção mundial. O levantamento da safra é realizado, mensalmente, com consultas a bancos, cooperativas, agricultores, agentes de mercado e representantes de indústrias de insumos no Canadá, México, Estados Unidos, União Européia (EU-27), Rússia, Ucrânia, China, Índia, Indonésia, Paquistão, Tailândia, Argentina, Brasil, Austrália, África do Sul, Turquia, entre outros. Os principais produtos pesquisados são o trigo, milho, arroz, algodão, soja, grãos forrageiros (aveia, centeio, sorgo, cevada) e sementes oleaginosas (soja, amendoim).

 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos