1.
Grupo Santos Brasil
tem caixa para investir
Gazeta Mercantil
14/10/2008
São
Paulo, 14 de Outubro
de 2008 - Após
um ano de ser adquirida
pela Santos
Brasil, a Mesquita
Soluções
Logísticas
tem planos de expandir
sua atuação
no Brasil. O diretor
de desenvolvimento
da Santos Brasil,
Mauro Salgado, disse
que a empresa já
estruturou um projeto
para ampliar seus
serviços
nos portos de Vila
do Conde, no Pará
e em Imbituba, Santa
Catarina. "A
Mesquita ainda é
uma empresa regional,
com atuação
restrita a São
Paulo. Com terminais
que operamos nesses
dois portos será
possível
oferecer os serviços
da Mesquita",
disse Salgado que
acumula o cargo
de diretor-superintendente
da Mesquita.
Numa negociação
bem articulada,
a Santos Brasil,
em novembro de 2007
comprou a Mesquita
por R$ 95 milhões
e desde então
começou a
traçar um
planejamento estratégico
para a nova companhia.
"Temos um plano
de crescimento para
os próximos
cinco anos e diria
que é ambicioso
e para isso se concretizar
é necessário
que comecemos a
expandir os serviços
da Mesquita",
ressaltou Salgado.
A
Mesquita, que tem
80 anos de fundação,
atua no
porto de Santos
no Terminal de Contêineres
(Tecon) e no Centro
de Distribuição
em São Bernardo
do Campo (SP). "Nossa
atuação
se resume a raio
de 250 quilômetros
entre Santos e São
Paulo, mas os clientes
querem a expansão
dos serviços",
disse o diretor
comercial, Angelo
Dias.
Para este ano serão
investidos na Mesquita
R$ 19 milhões
na compra de empilhadeiras
e cavalos mecânicos
para ampliação
da frota. "Além
disso, cerca de
R$ 2,5 milhões
foram aplicados
no CD de São
Bernardo para aumentar
a produtividade
do local",
disse Dias. O CD
de São Bernardo
movimenta de 10
a 15 mil paletes
mensais. "Fazemos
a logística
de grandes clientes
como Colgate e Companhia
Brasileira de Distribuição
(CBD)", disse
o executivo.
Dias
explicou ainda que
o CD está
em área de
105 mil metros quadrados
com 30 mil metros
quadrados de construção.
Tem capacidade de
40 mil paletes e
foi construído
especialmente para
a Mesquita. "
É importante
ressaltar que o
CD não é
próprio,
mas temos contrato
de locação
já renovado
até 2017",
explicou ele, acrescentando
que o valor do aluguel
foi fixado em R$
10 por m, corrigido
anualmente pelo
IGP-M.
Para este ano, a
Mesquita prevê
faturamento de R$
120 milhões.
Já na controladora,
a Santos Brasil,
a receita deve alcançar
R$ 800 milhões,
valor 25% superior
ao apurado no ano
passado. "Mesmo
com a crise financeira
mundial não
revisamos nossas
projeções.
Estamos
capitalizados, temos
caixa de R$ 150
milhões e
por isso não
estamos reduzindo
investimentos".
Segundo o executivo,
a Santos Brasil
vai investir neste
ano, somente no
Tecon de Santos,
R$ 250 milhões
em equipamentos
e melhoria da infra-estrutura.
"Empresas mais
maduras em logística
conseguem desenvolver
seus projetos mesmo
com as adversidades
do mercado".(Gazeta
Mercantil/Caderno
C - Pág.
1)(Ana Paula Machado)
2.
TECNOLOGIA: Edimax
chega ao Brasil
e espera crescer
40%
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - Com um
faturamento global
acima de US$ 100
milhões e
perspectiva de fechar
o ano com um crescimento
de 40%, a Edimax
escolheu o Brasil
como um de seus
pólos de
expansão
mundial. Para isso,
fechou acordo com
a Coletek,
indústria
de periféricos
com filiais no Brasil,
China e Taiwan.
A
fabricante atua
com produtos em
redes sem fio e
chega ao país
com diferenciais
consideráveis
para empresas de
todos os portes
e também
ao mercado SOHO.
A Coletek, responsável
oficialmente pela
distribuição
dos equipamentos
Edimax, lança
a campanha Outubro
Sem Fio.
O
objetivo é
incentivar os canais
a conhecerem os
produtos da linha
Edimax e, para isso,
a empresa enfatizará
as características
técnicas
diferenciadas dos
mesmos com promoções
significativas à
rede de distribuição.
A Coletek já
possui cerca de
20 representantes
pelo território
nacional e pretende
ampliar esse número
com a novidade.
Entre os planos
da Coletek, o lançamento
será feito
nas principais capitais
brasileiras e, posteriormente,
atingirá
o restante do país.
Todas as direções
têm ênfase
nos nichos onde
a utilização
de produtos de rede
com e sem fio sejam
mais expressivas.
(Redação
- InvestNews)
3.
CMN reserva mais
R$ 4,5 bi para crédito
rural
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - O Conselho
Monetário
Nacional
(CMN) decidiu
hoje, em reunião
extraordinária,
elevar de 25% para
30% a exigibilidade
de aplicação
em crédito
rural. Com isso,
os bancos serão
obrigados a destinar
R$ 4,5 bilhões
a mais dos depósitos
bancários
para o financiamento
da safra agrícola.
Além disso,
mais 2% dos depósitos
à vista devem
ser direcionados
para microcrédito
e outros 5% somam-se
à alíquota
adicional do compulsório,
que é a exigência
de recolhimento
dos depósitos
ao Banco Central.
O mecanismo é
utilizado pelo governo
federal para controlar
o dinheiro em circulação.
Com isso, os bancos
só podem
usar livremente
21% dos depósitos.
O Banco Central
anunciou que reduziu
a alíquota
do recolhimento
compulsório
sobre depósitos
à vista de
45% para 42%. O
impacto da decisão,
que entrará
em vigor no próximo
dia 29, será
de R$ 3,6 bilhões,
de acordo com a
assessoria do BC.
As informações
são da Agência
Brasil. (Redação
- InvestNews)
4.
DuPont adquire Coastal
Training Technologies
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - A DuPont
adquiriu hoje a
Coastal
Training Technologies
Corporation,
líder global
na produção
e comercialização
de programas avançados
de treinamento,
com sede em Virginia
Beach, nos Estados
Unidos. A transação
deve contribuir
para um crescimento
significativo da
DuPont Safety Resources,
área de consultoria
em segurança
dentro do segmento
de Segurança
& Proteção
da DuPont. Os termos
do acordo não
foram revelados.
A aquisição
inclui a transferência
de todos os contratos
com clientes, patentes,
direitos de propriedade,
marcas, equipamentos
e equipes. A transação
permitirá
que a DuPont, líder
global em serviços
de segurança
industrial, forneça
um conjunto maior
de soluções
para um público
global em crescimento.
A Coastal Training
Technologies, com
escritórios
nos Estados Unidos,
México, Europa,
Brasil, Índia
e Filipinas, terá
acesso à
ampla rede de clientes
da DuPont, a quem
poderá oferecer
sua extensa biblioteca
de produtos de treinamento.
(Redação
- InvestNews)
5.
Vivo contrata financiamento
de R$ 389 milhões
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - A Vivo
vai contratar uma
linha crédito
junto ao Banco do
Nordeste do Brasil
(BNB),
através do
Fundo Constitucional
do Nordeste, no
valor de até
R$ 389 milhões.
O prazo de pagamento
será de oito
anos.
Os recursos serão
aplicados nos estados
da Bahia, Sergipe,
Maranhão,
Piauí, Ceará,
Rio Grande do Norte,
Paraíba,
Pernambuco e Alagoas.
Os
juros serão
de até 10%
ao ano, com bônus
de adimplência
que varia de 15%
em regiões
classificadas como
fora do semi-árido
a 25% em regiões
classificadas como
semi-árido.
(Redação
- InvestNews)
6.
Safra 2008/2009
está garantida,
diz ministro Stephanes
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - A crise
financeira não
vai comprometer
o plantio da safra
de grãos
2008/2009, que segue
até dezembro,
segundo o ministro
da Agricultura,
Pecuária
e Abastecimento,
Reinhold Stephanes.
Para ele, um dos
atenuantes foi o
fato de que grande
parte dos estoques
de adubos e sementes
necessários
para o novo ciclo
agrícola
já foi adquirida.
Stephanes ressalta
que, apesar da crise
financeira mundial
ter coincidido com
o período
de plantio, diferentemente
das demais atividades,
a agricultura não
pode parar de produzir.
'O setor agrícola
não pode,
por exemplo, conceder
férias coletivas
ou reduzir linha
de produção,
como uma montadora
de automóveis.'
O
ministro se ampara
na história
para analisar os
riscos futuros para
o setor. 'Já
se sabe, por situações
anteriores, que,
em casos de crises
e até recessão,
o último
item afetado é
a produção
de alimentos. As
pessoas continuam
comendo e, no caso
das exportações
brasileiras do agronegócio,
as perspectivas
para 2008 são
as mesmas.'
Para
atenuar os efeitos
da crise, porém,
o ministro aposta
na maior garantia
do crédito
para o produtor,
principalmente,
aqueles que renegociaram
dívidas rurais
e são considerados
com alto grau de
risco nas operações
financeiras. 'A
escassez dos recursos
faz com que os bancos
fiquem muito mais
seletivos na concessão
de crédito,
afetando, principalmente,
os pequenos e médios
agricultores.'
Como
solução,
o Ministério
da Agricultura aguarda
a aprovação
da reclassificação
do grau de risco,
prevista para acontecer
em reunião
extraordinária
do Conselho Monetário
Nacional
(CMN), ainda
esta semana.
O ministro aponta,
ainda, como um fator
de restrição
ao crédito,
a falta de liquidez
das tradings, instituições
que, tradicionalmente,
financiam antecipadamente
a safra agrícola.
Uma das soluções
estudadas pelo governo
é a liberação
de recursos dos
depósitos
compulsórios
dos bancos para
aplicação
na agricultura.
Stephanes
conta que para apoiar
a comercialização
da safra, o governo
federal tem instrumentos
eficientes de política
agrícola,
como a Política
de Garantia de Preços
Mínimos (PGPM)
que engloba o Prêmio
Equalizador Pago
ao Produtor (Pepro),
a Aquisição
do Governo Federal
(AGF), entre outros.
(Redação
- InvestNews)
7.
Dow AgroSciences
adquire unidade
em MG
InvestNews
14/10/2008
SÃO
PAULO, 14 de outubro
de 2008 - A Dow
AgroSciences
LLC e a Coodetec
chegaram a um acordo
sobre a venda da
unidade de produção
de sementes de milho
híbrido da
Coodetec em Paracatu
(MG) para a Dow.
A incorporação
deste ativo aumentará
a capacidade de
produção
da Dow no Brasil.
'O Brasil é
um componente crítico
de nossa estratégia
global de sementes
de milho, cuja meta
é alcançar
US$ 1 bilhão
em vendas', disse
o presidente da
Dow AgroSciences
no Brasil, Ev Germon.
'A incorporação
deste ativo de produção
complementará
o nosso negócio
de sementes e oferecerá
capacidade adicional
de recepção
e secagem, para
atender o crescimento
das vendas.'
Pelo acordo, a Dow
irá adquirir
as instalações
de recepção
e secagem de milho
híbrido da
filial da Coodetec
em Paracatu.
'A venda do ativo
fixo e o estabelecimento
de uma colaboração
sobre germoplasma
e traits da Dow
são um empreendimento
importante e um
salto de qualidade
para a Coodetec',
disse o presidente
da Coodetec, Irineo
da Costa Rodrigues.
'Vamos iniciar a
construção
de novas instalações
de produção
de sementes de milho,
para atender o crescimento
da Coodetec nos
próximos
anos.' (Redação
- InvestNews)
8.
Rede Novotel recebe
certificação
ambiental
Gazeta Mercantil
17/10/2008
São
Paulo, 17 de Outubro
de 2008 - Depois
de um ano de trabalho,
a rede Novotel
adquire a certificação
do
Green Globe,
um programa de certificação
internacional para
viagens e turismo
responsáveis.
Iniciado em julho
do ano passado,
o projeto piloto
envolveu a implantação
do selo em 28 hotéis,
em 12 países,
sendo três
deles no Brasil.
A meta é
que até 2010,
todos os hotéis
da rede tenham aderido
ao programa.
Esta
não é
a primeira ação
da bandeira no quesito
preocupação
ambiental. Há
cerca de dez anos,
a Accor, dona da
bandeira Novotel,
lançou um
programa mundial
intitulado Carta
Ambiental Accor,
cujo objetivo é
reduzir impactos
ambientais da atividade
hoteleira por meio
de políticas
de proteção.
Em 2007, foram reciclados
507,5 toneladas
de lixo, principalmente
papel e papelão
(51 toneladas),
jornais e revistas
(15 toneladas),
plásticos
(16 toneladas),
alumínio
(4,5 toneladas)
e vidro (17 toneladas).
"A
certificação
do Green Globe reafirma
nosso posicionamento
e comprometimento",
diz a gerente de
projetos especiais
Accor Hospitality
para a América
Latina, Paula Peissner.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C - Pág.
1)(Valéria
Serpa Leite)
9.
Rio Tinto e Ivanhoe
visam projeto na
Mongólia
InvestNews
17/10/2008
SÃO
PAULO, 17 de outubro
de 2008 - A companhia
canadense Ivanhoe
Mines e a mineradora
Rio
Tinto afirmaram
hoje que estão
prontas para retomar
as negociações
com o governo da
Mongólia
sobre o projeto
de cobre e ouro
Oyu Tolgoi no país.
Entretanto, o governo
pretende atualizar
as leis sobre minerais
em vigor antes de
retomar as negociações
sobre o acordo de
investimento para
o projeto Oyu Tolgoi.
Foi formada uma
comissão
parlamentar que
vai propor alterações
à lei de
mineral no país
até 15 de
novembro. Um acordo
preliminar, que
foi retirado no
início deste
ano, concedeu à
Mongólia
34% de participação
no projeto. A Ivanhoe
e a Rio Tinto, que
detém 10%
da empresa canadense,
estimam que os custos
para o desenvolvimento
do Oyu Tolgoi sejam
de até US$
3 bilhões.
As companhias afirmaram
que se reuniram
com os principais
representantes governamentais
da Mongólia
em setembro para
negociar as etapas
restantes e para
obter aprovação
parlamentar do projeto.
A expectativa é
que o projeto Oyu
Tolgoi produza uma
média de
440 mil toneladas
de cobre e 320 mil
onças de
ouro por ano, durante
35 anos. (Redação
- InvestNews)
10. Produção
de petróleo
bate recorde em
setembro
InvestNews
17/10/2008
SÃO
PAULO, 17 de outubro
de 2008 - A Petrobras
informou hoje que
a produção
média de
petróleo
dos campos brasileiros
em setembro atingiu
o recorde mensal
de 1.897.563 barris/dia,
superando em 12,4
mil barris ou 1%
o volume extraído
no mês anterior.
Em relação
ao mesmo mês
do ano passado,
o aumento foi de
7,26%. A produção
de gás natural
no Brasil aumentou
24% em setembro,
em relação
ao mesmo mês
do ano passado e
manteve-se no mesmo
patamar de agosto
de 2008.
Somando
os volumes produzidos
nos campos nacionais
e dos nove países
onde a empresa está
presente em atividades
de produção,
o volume médio
total de petróleo
e gás extraído
pela Petrobras em
setembro chegou
a 2.450.610 barris
de óleo equivalente
por dia (boe). Este
volume indica um
crescimento de 7,6%
sobre setembro de
2007 e estabilidade
em relação
ao mês anterior.
A produção
total (Brasil e
exterior) exclusiva
de petróleo
da Petrobras foi
de 2.023.413 barris/dia
com um aumento de
6,6% sobre o mesmo
mês do ano
passado e de 0,7%
em relação
a agosto.
Em
setembro a produção
conjunta (petróleo
e gás em
barris equivalentes)
do exterior chegou
a 222.909 boe/dia,
mantendo-se estável
em relação
ao mês anterior.
Deste total, 208.411
boe/dia foram provenientes
de empresas controladas
pela Petrobras e
14.498 boe/dia de
companhias coligadas.
A produção
exclusiva de petróleo
dos campos no exterior
foi de 124.850 barris
diários,
também no
mesmo nível
do mês anterior.
A
produção
da Petrobras no
campo de Agbami,
na Nigéria,
onde atua em parceria
com outras empresas,
começou em
julho e, em setembro,
chegou a 8.667 barris/dia.
Além de Agbami,
na Nigéria
também está
em fase de desenvolvimento
o campo de Akpo.
A parcela da Petrobras
nestes dois campos
gigantes juntos
deverá chegar
a 65,2 mil barris/dia.
O aumento da produção
da Nigéria
compensou a queda
da produção
nos Estados Unidos,
em função
de parada preventiva
pela ocorrência
de furacão
no Golfo do México.
(Redação
- InvestNews)
11.
Vendas de equipamentos
médicos crescem
até 70%
Gazeta Mercantil
15/10/2008
15
de Outubro de 2008
- A alta do dólar
e o aperto do crédito,
que encarecem a
aquisição
de máquinas
e equipamentos,
não devem
afetar as vendas
de aparelhos médicos.
Pelo menos é
o que garantem os
principais fabricantes
em atuação
no País,
que podem até
se beneficiar da
desvalorização
do real para incrementar
as exportações,
prejudicadas ao
longo dos últimos
anos pelo real mais
forte. No entanto,
a possibilidade
de acirramento da
crise poderia interferir
nos gastos do governo
com a Saúde,
que poderiam ser
contingenciados,
prejudicando vendas
ao setor público.
"O
que observamos é
que os clientes
mantêm as
previsões
de investimentos,
mas no mês
de outubro, ninguém
vai se comprometer
com datas",
afirmou Claudia
Goulart, gerente-geral
para a divisão
de cuidados com
a saúde da
GE
na América
Latina. "Esperamos
que no mês
que vem, quando
o cenário
estiver mais estabilizado,
os negócios
voltam ao normal."
Os
clientes da empresa
precisarão
enfrentar custos
de crédito
mais altos. É
que a empresa agora
oferece crédito
a taxa libor mais
8%. Anteriormente
o crédito
era oferecido a
libor mais 2% a
3%. Claudia afirmou
que não verificou
problemas com o
pagamento das parcelas
dos financiamentos
já realizados,
que foram realizados
a taxa fixas mas
seguindo a variação
cambial. "Nessas
ocasiões,
é normal
que o cliente mude
a data de remessa,
provavelmente na
semana passada ninguém
fechou remessa,
mas esta semana
com o cambio a taxas
um pouco melhores,
a situação
se normaliza."
Na
Siemens, há
muita confiança
no futuro promissor
do setor. Não
é para menos,
a companhia, que
encerra o exercício
em setembro, registrou
nos 12 meses terminados
no último
dia 30 crescimento
de 70% nas encomendas
de equipamentos
médicos,
em valores contabilizados
em euros. Muito
acima dos 19% previstos
pelo mercado e quase
o dobro dos 36%
contabilizados pela
concorrente GE,
de janeiro a setembro.
Segundo
o diretor da unidade
de soluções
médicas da
Siemens, Renato
Buselli, entre as
razões para
tal crescimento
estão o lançamento
de uma maior quantidade
de produtos, "mais
adequados ao mercado
brasileiro",
e a maior disponibilidade
- já que
a companhia se antecipou
e realizou importações
antes mesmo que
os negócios
fossem fechados
-, e a reestruturação
da área de
vendas, iniciada
em 2006 e que aumentou
a força própria.
Buselli disse não
acreditar na retração
do mercado. Para
ele, o envelhecimento
da população
e a preocupação
por parte dos operadores
de saúde
em reduzir os custos
com tratamento -
e portanto incrementar
a atuação
em diagnóstico
antecipado - devem
garantir um crescimento
das vendas de equipamentos,
mesmo que o custo
dos aparelhos encareça
um pouco devido
ao dólar
mais caro. "Se
analisarmos bem,
percebemos que a
oscilação
do câmbio
não é
tão grande
assim", disse,
citando que o aumento
do imposto predial,
dos salários
e da taxa de inflação
ao longo dos cinco
anos foi acima da
variação
do câmbio
no mesmo período
. "O dólar
a R$ 1,7 é
que era irreal."
Tanto
a Siemens como a
GE garantiram que
mantêm em
curso os planos
de investimentos.
A Siemens, que possui
uma fábrica
de equipamentos
para raio X, planeja
a construção
de uma nova unidade,
que deverá
ter duas linhas,
uma de equipamentos
para mamografia
e outra para um
aparelho ainda mantido
em sigilo. A previsão
é de que
a nova fabrica,
que tem investimento
previsto em US$
30 milhões,
entre em operação
no final de 2009,
embora a companhia
ainda esteja avaliando
o melhor local para
a sua instalação.
Na GE já
está em curso
a construção
de uma fábrica
de US$ 50 milhões
que produzirá
equipamentos de
raio X em Contagem
(MG). A previsão
é que a unidade
entrará em
operação
até meados
do ano que vem.
"Não
se pode deixar que
um pequeno momento
de adversidade contamine
e distraia a atenção",
disse Buselli, que
defende a desburocratização
dos trâmites
de comercio exterior,
de forma a estimular
o fortalecimento
do parque fabril
de equipamentos
médicos.
A companhia, informou,
chega a levar 15
dias para liberar
componentes ou equipamentos
da alfândega.
Esse
foi um dos principais
motivos que levou
a Philips a investir
US$ 300 milhões
na implantação
de uma fábrica
de aparelhos de
ressonância
magnética
em Lagoas Santa
(MG), inaugurada
ontem. A unidade,
que também
produz equipamentos
de raio X digital,
passará a
fabricar equipamentos
de tomografia computadorizadas
dentro de três
meses. Segundo o
vice presidente
da Philips para
a área de
cuidados com a saúde,
Dauzio Sperazini,
os produtos importados
exigem um prazo
de oito meses para
a entrega, pois
inclui a viagem
de navio e o tempo
gasto com desembaraço
aduaneiro. "Os
equipamentos brasileiros
serão entregue
apenas 15 dias depois
de realizado o pedido",
declarou. Os concorrentes
ressaltam, porém,
que cerca de 70%
dos aparelhos de
ressonância
que serão
produzidos no País
possuem conteúdo
nacional. E que
o incentivo de importação
que alguns estados
dão compensarão
eventuais ganhos
de custo que a Philips
têm e minimizam
o impacto prejudicial
da produção
nacional nas vendas.
Sperazini
avalia que o mercado
brasileiro é
muito promissor,
sobretudo no setor
público,
que são desaparelhados
nessa área.
No entanto, Franco
Pallamolla, presidente
da Associação
dos Fabricantes
de Produtos Médicos
e Odontológicos
(Abimo), avalia
que se a crise se
intensificar, o
governo pode se
ver obrigado a reduzir
gastos. A associação
mantém a
previsão
de crescimento de
em 19% para este
ano. Para 2009,
porém, Pallamolla,
agora trabalha com
alta de 10% a 15%,
ante os 18% inicialmente
previstos. "Os
exportadores de
equipamentos não
informaram qualquer
dificuldade por
problemas de crédito
e até acredito
que podem encontrar
oportunidades, ja
que algumas empresas
recuperam fôlego
depois de restringir
as vendas externas
por conta do crédito",
acrescentou.
12.
Fábrica brasileira
em Moçambique
Gazeta Mercantil
15/10/2008
Brasília,
15 de Outubro de
2008 - Até
o fim deste ano,
o Brasil deve finalizar
a primeira parte
da construção
de uma fábrica
de medicamentos
anti-retrovirais
em Moçambique.
A fase inicial inclui
adequação
de área física,
capacitação
de corpo técnico
e aquisição
de equipamentos,
segundo informou
o laboratório
Farmanguinhos, responsável
pela produção
desse tipo de medicamento
distribuído
pelo Sistema Único
de Saúde
(SUS) para pacientes
com HIV. O laboratório,
com sede no estado
do Rio de Janeiro
e ligado à
Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz),
será o responsável
por coordenar os
trabalhos da nova
fábrica na
África.
Segundo
o coordenador da
Unaids no Brasil
(órgão
das Nações
Unidas para a aids),
Pedro Chequer, Moçambique
não é
signatário
do acordo mundial
sobre patentes o
que faz com que
a fábrica
de Farmanguinhos,
no país africano,
seja estratégica
para o Brasil. "Os
países mais
pobres têm
uma espécie
de ''termo de graça''
que eles podem produzir
[medicamentos] e
não são
obrigados a adotar
a lei de patentes
de imediato. O Brasil
adotou essa lei
precocemente e isso
foi realmente ruim
e uma perda muito
grande do ponto
de vista econômico
e da capacidade
técnica."
Para
ele, a fábrica
em Moçambique
é um exemplo
de que projetos,
experiências
e estratégias
brasileiras no combate
à aids vêm
sendo adotados por
outros países.
"O Brasil se
antecipou ao associar
terapia e prevenção
e se antecipou ao
fazer tratamento
anti-retroviral.
Na época,
inclusive, o país
foi criticado pelo
Banco Mundial e
por cientistas que
diziam que nós
estávamos
cometendo uma impropriedade
técnica e
que iríamos
gerar um exército
de pessoas resistentes
a medicamentos,
por causa do uso
de anti-retrovirais."
Para ele, o país
sai na frente ao
implementar uma
fábrica e
um escritório
em Moçambique
.
13.
Siderúrgicas
garantem investimentos
na produção
Gazeta Mercantil
15/10/2008
São
Paulo, 15 de Outubro
de 2008 - Retração
dos preços
do aço no
mercado internacional,
cortes de produção,
dificuldade de crédito,
cenário incerto
para a demanda.
Tudo isso parece
não afetar
o otimismo do setor
siderúrgico
nacional. Os principais
grupos com atuação
no Brasil garantiram,
ontem, que manterão
os investimentos
em ampliação
da produção,
sem qualquer postergação
de prazo, pelo menos
por enquanto. É
o que afirmou ontem
o presidente do
Instituto Brasileiro
de Siderurgia (IBS),
Flávio Roberto
de Azevedo.
De
acordo com ele,
as metas de produção
de aço bruto
para este ano, de
37 milhões
de toneladas, alta
de 7,4% ante 2007,
estão mantidas,
apesar de algumas
produtoras de aço
estarem fazendo
ajustes de produção
neste semestre,
com a realização
de paradas de manutenção,
que foram antecipadas.
"Existem necessidades
de manutenção
e diante da conjuntura
se antecipa paradas.
Mas isso não
significa que vão
produzir menos anualmente",
disse Azevedo a
jornalistas, após
evento para divulgação
de relatório
de sustentabilidade
do setor.
A
exemplo do equivalente
mundial, a Associação
Mundial do Aço
(WSA), o IBS também
prefere não
revelar projeções
para o ano que vem.
"Para 2009,
qualquer projeção
é especulativa,
mas não vejo
motivo para o setor
siderúrgico
não crescer
mais que o PIB (Produto
Interno Bruto) ano
que vem." A
expectativa do mercado
é de que
o PIB cresça
3,5% em 2009. "Esse
cenário ainda
é de crescimento,
de crescimento produtivo,
e isso é
bom", afirmou.
Mesmo diante de
incertezas sobre
o mercado de crédito,
o setor siderúrgico
se mostra confiante:
"Não
existem problemas
de crédito
que possam reduzir
a velocidade de
implantação
dos projetos de
expansão",
disse o presidente
do IBS.
A
indústria
produtora de aço
do Brasil projeta
investimentos de
US$ 58,7 bilhões
entre o ano passado
e 2015, elevando
a capacidade produtiva
de 41 milhões
de toneladas anuais
para 66,7 milhões
de toneladas por
ano. Se forem incluídas
as 16,5 milhões
de toneladas previstas
em projetos em estudos,
o total subirá
para 83,2 milhões
de toneladas.
"Os projetos
em estudo podem
sofrer alteração",
afirmou Azevedo,
ao responder pergunta
sobre os planos
que ainda estão
nas pranchetas das
siderúrgicas.
Segundo ele, a maior
parte dos recursos
para os investimentos
está saindo
do caixa das próprias
empresas ou de financiamentos
do Banco Nacional
de Desenvolvimento
Econômico
e Social
(BNDES).
Redução
Entre as siderúrgicas
que estão
avaliando seu parque
produtivo está
a ArcelorMittal
Brasil, unidade
do maior grupo siderúrgico
do mundo, a ArcelorMittal,
que sinalizou em
setembro que pretende
cortar produção
em 15% para dar
sustentação
aos preços.
Os cortes se concentrariam
primeiramente em
produtos de aço
longo. Ao ser questionado
sobre a estratégia
da empresa no Brasil,
o presidente da
ArcelorMittal Brasil,
presente ao evento
do IBS, José
Armando Campos,
afirmou que estão
"estudando
que ajustes, vamos
ter que fazer em
função
da evolução
da demanda nesses
últimos três
meses". "Estamos
em uma fase de analisar."
Especificamente
sobre o mercado
de construção
civil, importante
consumidor de aços
longos, Campos brincou:
"Tem um sinal
vermelho dizendo
que o crédito
vai ficar mais escasso,
mas quando se abre
um jornal de São
Paulo no Domingo,
não tem nem
como ler, de tanto
anúncio imobiliário.
Alguma coisa tem
que estar errada."
Ele não confirmou
informação
de relatório
do Goldman Sachs
de que a ArcelorMittal
Tubarão,
no Espírito
Santo, estuda cortar
produção
de placas em 20%neste
final de ano. "Ninguém
veio aqui perguntar,
não confirmo
esse número.
Esse número
está errado.
Eu
estou estudando.
A gente tem sempre
que diferenciar
curto e longo prazo.
No curto, é
problema de conjuntura,
mas no longo prazo
você acha
que alguém
mexe em projeto
que gastou tempo,
consultor, inteligência
de mercado, estratégia?
Ninguém muda
estratégia
assim no botãozinho,
de jeito nenhum."
14.
Faturamento da VarigLog
atinge R$ 30 milhões
InvestNews
15/10/2008
SÃO
PAULO, 15 de outubro
de 2008 - A
VarigLog, por
meio da sua nova
direção,
informou que em
setembro o faturamento
foi de R$ 30 milhões.
Esse dado representa
um salto de 76%
em relação
a abril, quando
mudou a direção
da empresa.
Com isso, a companhia
recupera as fatias
perdidas de mercado,
além de conseguir
novos contratos
e clientes.
15. Petrobras participa
de descoberta em
Angola
InvestNews
15/10/2008
SÃO
PAULO, 15 de outubro
de 2008 - A
Petrobras descobriu
petróleo
no Bloco 15/06,
em águas
profundas angolanas,
no qual possui 5%
de participação,
por meio da sua
subsidiária
Petrobras Internacional
Braspetro. A descoberta
ocorreu no poço
N'Goma-1, localizado
a cerca de 350 quilômetros
de Luanda. A Sonangol
E.P. é a
concessionária
do bloco e a Eni
Angola, a operadora,
com 35% de interesse.
Os
outros parceiros
do bloco são
Sonangol
P&P (15%), SSI
Fifteen Limited
(20%), Total (15%),
Falcon Oil Holding
Angola AS (5%) e
Statoil Angola Block
15/06 AS (5%).
O poço N'Goma-1
foi perfurado em
profundidade de
água de 1.421
metros e profundidade
total de 3.383 metros.
O poço está
em uma zona produtiva,
com 127 metros de
rochas impregnadas
de petróleo
e gás. O
petróleo
extraído
foi testado e possui
densidade de 22,5º
API, superando as
expectativas e confirmando
o grande potencial
do Bloco 15/06.
Após
a descoberta de
N'Goma-1, serão
perfurados outros
poços em
estruturas vizinhas,
com o objetivo de
avaliar o potencial
e buscar sinergias
para o desenvolvimento
da parte ocidental
do Bloco 15/06.
A
Petrobras iniciou
a atuação
em Angola em 1979.
'A empresa aposta
fortemente no potencial
do país e
tem investimentos
previstos de US$
900 milhões
para o período
2008-2012, de acordo
com o último
Plano de Negócios',
diz um comunicado.
A companhia tem
em Angola a maior
campanha de poços
exploratórios
offshore e conta
com o quarto maior
investimento individual
da Petrobras no
exterior.
16.
Economia brasileira
deve crescer 5,22%
em 2008, revela
Focus
Valor Online
20/10/2008 10:35
SÃO
PAULO - O mercado
financeiro prevê
um crescimento de
5,22% no Produto
Interno Bruto (PIB)
neste ano, mostra
o Boletim Focus
mais recente, elaborado
e divulgado pelo
Banco Central (BC).
Na semana anterior,
constava do documento
a estimativa de
expansão
de 5,23%. Em 2009,
a economia deve
crescer 3,35% em
vez de 3,50%.
Os
analistas aguardam
déficit em
conta corrente de
US$ 29 bilhões
para 2008, sem mudança.
Para o calendário
seguinte, o resultado
deficitário
deve ser de US$
33,23 bilhões
na conta corrente
frente ao déficit
de US$ 33,10 bilhões
previsto anteriormente.
Sobre a balança
comercial, o prognóstico
é de superávit
de US$ 24 bilhões
neste ano, acima
dos US$ 23,88 bilhões
estimados anteriormente.
Quanto a 2009, a
estimativa é
de saldo comercial
positivo de US$
12,70 bilhões
em lugar de US$
12 bilhões.
O
mercado projeta
ingresso de US$
35 bilhões
em investimento
estrangeiro direto
neste ano, inalterado,
e de US$ 30 bilhões
em 2009, também
sem modificação.
No caso da produção
industrial, a perspectiva
é de elevação
de 5,45% neste exercício
e de 4% em 2009.
(Valor Online)
17. Vendas de PCs
cresceram 15,8%
no terceiro trimestre,
afirma IDC
Valor Online
17/10/2008 17:21
SÃO
PAULO - O mercado
mundial de PCs cresceu
15,8% no terceiro
trimestre, pouco
abaixo do esperado
pela
consultoria IDC.
O resultado, porém,
é considerado
positivo, uma vez
que foi obtido em
meio ao agravamento
da crise financeira
global. Segundo
a consultoria, o
desempenho do setor
foi beneficiado
pelos bons resultados
na região
da Europa, Oriente
Médio e África.
"A
proliferação
de PCs portáteis
de baixo custo (mininotebooks)
coincidiu perfeitamente
com as condições
do mercado",
afirmou o analista
do Levantamento
Trimestral de PCs
do IDC, Jay Chou.
"À medida
que mais modelos
de baixo custo entram
no mercado, um novo
pico de pedidos
pode surgir entre
os fabricantes enquanto
o mercado tende
para o lado de notebooks
com cada vez mais
baixos preços
médios de
venda. O que resta
avaliar é
quanta canibailização
irá ocorrer,
e qual o grau de
influência
que a crescente
pressão econômica
terá sobre
o crescimento do
mercado de PCs no
ano que vem",
acrescentou.
Segundo
o analista, as condições
difíceis
do mercado se aceleraram
no final do trimestre.
Mas, embora tenha
havido uma contração
nos negócios
no segmento corporativo,
em reflexo das reduções
nos orçamentos
de tecnologia, os
gastos relacionados
ao período
de volta às
aulas serviu para
compensar parcialmente
essa queda.
"O
IDC espera que os
problemas econômicos
nos EUA impactem
ainda mais os gastos
com computadores,
tanto no segmento
corporativo como
entre consumidores,
no período
de festas de fim
de ano", acrescentou
o analista de Computação
Pessoal do IDC,
Doug Bell.
Segundo
o IDC, a Hewlett-Packard
(HP) manteve
a liderança
no mercado mundial,
tendo vendido 15,09
milhões de
unidades no terceiro
trimestre, 14,9%
mais que no mesmo
período de
2007. Ainda assim,
sua participação
de mercado caiu
de 19% para 18,8%
no intervalo.
A
vice-líder
do mercado, a Dell,
teve desempenho
semelhante, elevando
em 11,4% suas vendas,
para 11,34 milhões
de unidades comercializadas
no terceiro trimestre,
mas vendo cair sua
participação
de mercado. Entre
julho e agosto de
2007, a companhia
tinha fatia de 14,7%
do segmento de PCs
global e, em mesmo
período deste
ano, essa fatia
encolheu para 14,2%.
O
melhor desempenho
foi obtido pela
terceira maior empresa
do setor, a taiwanesa
Acer, que apresentou
expansão
de 86,3% nas vendas
no terceiro trimestre,
ante os mesmos três
meses de 2007, para
10,03 milhões
de aparelhos. Com
isso, sua participação
de mercado passou
de 7,8% para 12,5%
no período.
A empresa, porém,
foi beneficiada
pela incorporação
das empresas Gateway
e Packard-Bell,
que inflou seu resultado
neste ano.
Ainda
assim, mesmo considerando
os resultados das
três companhias
obtido no terceiro
trimestre do ano
passado, a expansão
da Acer foi bastante
significativa no
período.
Segundo o IDC, com
essas bases, a fabricante
taiwanesa registrou
alta de 56,6% nas
vendas, e um aumento
de 3,2 pontos percentuais
em sua participação
de mercado.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
18.
Progress não
aposta em crise
no Brasil e mantém
projeções
para o país
Valor Online
16/10/2008 18:47
SÃO
PAULO - A fornecedora
de softwares de
gestão corporativa
Progress
Software não
irá reduzir
suas expectativas
de negócio
para o Brasil, mesmo
com a crise financeira
internacional. Ainda
assim, a empresa
admite que ainda
precisa analisar
melhor a situação
econômica
mundial e avaliar
seu impacto sobre
a operação
de seus clientes
e, conseqüentemente,
em sua própria.
A
empresa planeja
um crescimento de
entre 25% e 30%
em suas receitas
no Brasil neste
ano fiscal - que
se encerra em novembro.
Para o presidente
da companhia no
país, Luiz
Cláudio Menezes,
a economia brasileira
não será
tão impactada
como a de outros
países pela
crise. "Temos
muito otimismo para
o ano e também
com relação
a 2009 e mesmo 2010,
pois estamos vendo
uma manutenção
na curva de crescimento",
afirma Menezes.
Segundo
o executivo, os
fundamentos da economia
brasileira ainda
são muito
sólidos e
uma espécie
de blindagem em
relação
ao pior da crise.
"A situação
é tal que
a dúvida
reside em se vamos
crescer muito ou
pouco, mas certamente
haverá expansão
no mercado",
afirma ele.
A
opinião do
executivo local
é respaldada
pelo diretor-geral
da empresa para
a América
do Sul, Carlos Atehortua,
que projeta para
o país um
crescimento de 2,8%.
"Não
vemos um risco muito
grande para o real.
Certamente não
teremos o ritmo
anterior de crescimento
no país,
que era forte, mas
definitivamente
não haverá
uma depressão",
afirma o Atehortua.
No
mercado global,
porém, a
avaliação
da empresa ainda
é incerta
a respeito da crise.
Para o vice-presidente
para as Américas
da Progress, Larry
Diloretto, a crise
apresenta dois lados.
Um deles é
a exigência
que recai sobre
fornecedores de
tecnologia, como
sua empresa, de
acompanhar os clientes
de forma a ajudá-los
a encontrar os melhores
produtos e serviços
para enfrentar a
turbulência
econômica,
adaptando sua oferta
às necessidades
e capacidades.
"Por
outro lado, investidores
como Warren Buffett
agora estão
lá, investindo,
se aproveitando
das oportunidades
desse momento",
diz Diloretto. Segundo
ele, muitas empresas
ainda apresentam
balanços
saudáveis
e irão utilizar
a situação
do mercado para
realizar investimentos
necessários
em ampliação
e modernização.
Ele
reconhece, porém,
que a crise terá
um efeito cumulativo
que pode, em algum
momento, afetar
os negócios
da Progress. "Assistimos
aos mesmos programas
de TV e lemos os
mesmos jornais.
Sabemos que sem
crédito os
consumidores não
podem comprar e,
sem consumo, a indústria
não produz",
afirma Diloretto.
"Nossa vantagem
é atuar de
forma bastante distribuída,
em vários
segmentos do mercado,
o que pode minimizar
os efeitos da crise
que nos serão
trazidos por nossos
clientes",
acrescenta.
Segundo
ele, a empresa ainda
irá se reunir,
buscando análises
de seus líderes
regionais para,
então, definir
qual o potencial
de risco da crise
em suas operações
e o que fazer para
prevenir problemas
maiores. Até
agora, porém,
ainda é incerto
para a Progress
qual é sua
vulnerabilidade
global.
"Estamos
trabalhando próximos
de nossos clientes
para ajustar nossos
planos de acordo
com a tendência
que observamos em
suas operações",
afirma Diloretto.
"Isso nos permite
tomar atitudes rápidas
em resposta aos
efeitos que a crise
terá sobre
nossos clientes",
acrescenta.
Diloretto,
porém, corrobora
a visão de
que o Brasil deverá
ficar mais imune
à crise que
outros mercados.
"O Brasil sempre
liderou o crescimento
na região
da América
Latina, e essa tendência
deve se manter",
afirma ele.
A
companhia, cujas
principais concorrentes
são a
IBM e a Oracle,
tem uma grande parceria
com Datasul,
recém adquirida
pela Totvs.
Segundo Menezes,
a integração
das duas empresas
brasileiras pode
resultar em boas
oportunidades para
a Progress, uma
vez que terá
uma base mais ampla
de clientes na parceira
para oferecer seus
produtos e serviços.
No
terceiro trimestre
deste ano, a empresa
elevou em 4% sua
receita, que chegou
a US$ 127 milhões.
Apenas com licenças
de software, ela
apresentou faturamento
de US$ 46 milhões,
5% mais que em igual
trimestre de 2007.
A empresa não
divulga dados regionais
de receita, embora
diga que, na América
Latina, o Brasil
é responsável
por cerca de 70%
de seus negócios.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
19.
Vendas de PCs cresceram
15,8% no terceiro
trimestre, afirma
IDC
Valor Online
17/10/2008 17:21
SÃO
PAULO - O mercado
mundial de PCs cresceu
15,8% no terceiro
trimestre, pouco
abaixo do esperado
pela consultoria
IDC.
O resultado, porém,
é considerado
positivo, uma vez
que foi obtido em
meio ao agravamento
da crise financeira
global. Segundo
a consultoria, o
desempenho do setor
foi beneficiado
pelos bons resultados
na região
da Europa, Oriente
Médio e África.
"A
proliferação
de PCs portáteis
de baixo custo (mininotebooks)
coincidiu perfeitamente
com as condições
do mercado",
afirmou o analista
do Levantamento
Trimestral de PCs
do IDC, Jay Chou.
"À medida
que mais modelos
de baixo custo entram
no mercado, um novo
pico de pedidos
pode surgir entre
os fabricantes enquanto
o mercado tende
para o lado de notebooks
com cada vez mais
baixos preços
médios de
venda. O que resta
avaliar é
quanta canibailização
irá ocorrer,
e qual o grau de
influência
que a crescente
pressão econômica
terá sobre
o crescimento do
mercado de PCs no
ano que vem",
acrescentou.
Segundo
o analista, as condições
difíceis
do mercado se aceleraram
no final do trimestre.
Mas, embora tenha
havido uma contração
nos negócios
no segmento corporativo,
em reflexo das reduções
nos orçamentos
de tecnologia, os
gastos relacionados
ao período
de volta às
aulas serviu para
compensar parcialmente
essa queda.
"O
IDC espera que os
problemas econômicos
nos EUA impactem
ainda mais os gastos
com computadores,
tanto no segmento
corporativo como
entre consumidores,
no período
de festas de fim
de ano", acrescentou
o analista de Computação
Pessoal do IDC,
Doug Bell.
Segundo
o IDC, a Hewlett-Packard
(HP) manteve a liderança
no mercado mundial,
tendo vendido 15,09
milhões de
unidades no terceiro
trimestre, 14,9%
mais que no mesmo
período de
2007. Ainda assim,
sua participação
de mercado caiu
de 19% para 18,8%
no intervalo.
A
vice-líder
do mercado, a Dell,
teve desempenho
semelhante, elevando
em 11,4% suas vendas,
para 11,34 milhões
de unidades comercializadas
no terceiro trimestre,
mas vendo cair sua
participação
de mercado. Entre
julho e agosto de
2007, a companhia
tinha fatia de 14,7%
do segmento de PCs
global e, em mesmo
período deste
ano, essa fatia
encolheu para 14,2%.
O
melhor desempenho
foi obtido pela
terceira maior empresa
do setor, a taiwanesa
Acer, que apresentou
expansão
de 86,3% nas vendas
no terceiro trimestre,
ante os mesmos três
meses de 2007, para
10,03 milhões
de aparelhos. Com
isso, sua participação
de mercado passou
de 7,8% para 12,5%
no período.
A empresa, porém,
foi beneficiada
pela incorporação
das empresas Gateway
e Packard-Bell,
que inflou seu resultado
neste ano.
Ainda
assim, mesmo considerando
os resultados das
três companhias
obtido no terceiro
trimestre do ano
passado, a expansão
da Acer foi bastante
significativa no
período.
Segundo o IDC, com
essas bases, a fabricante
taiwanesa registrou
alta de 56,6% nas
vendas, e um aumento
de 3,2 pontos percentuais
em sua participação
de mercado.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
20.
Brasil Telecom registra
lucro de R$ 164
milhões no
trimestre
Valor Online
15/10/2008 19:55
A
Brasil
Telecom Participações
obteve lucro líquido
de R$ 164,1 milhões
no terceiro trimestre
deste ano, o que
representa uma alta
de 9,2% sobre o
ganho da empresa
no mesmo período
de 2007, quando
somou R$ 150,3 milhões.
A
receita bruta da
companhia cresceu
8,2%, passando de
R$ 3,997 bilhões
para R$ 4,326 bilhões.
A alta foi puxada
principalmente pelo
faturamento maior
com serviços
de transmissão
de dados, que subiu
39,7%, para R$ 984
milhões.
As
receitas com telefonia
fixa e telefonia
móvel ficaram
praticamente estáveis,
com avanço
respectivo de 1,7%,
para R$ 2,800 bilhões,
e 0,1%, para R$
540 milhões.
Após
deduções
e impostos, a receita
líquida da
empresa mostrou
alta de 3,4%, para
R$ 2,841 bilhões.
Enquanto isso, os
custos e despesas
aumentaram 6,2%,
para R$ 1,889 bilhões.
Desta
forma, o resultado
da empresa medido
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização)
caiu 1,8%, para
R$ 952,5 milhões.
Como
a depreciação
e amortização
neste trimestre
foram 16,8% menores
do que as do mesmo
período do
ano anterior, o
lucro operacional
da Brasil Telecom
Participações
(antes do resultado
financeiro) subiu
23,5%, para R$ 446,9
milhões.
Esse
mesmo ritmo de crescimento
não apareceu
na última
linha do balanço
porque o resultado
financeiro da empresa
foi pior neste trimestre,
saindo de uma despesa
líquida de
R$ 18,5 milhões
entre julho e setembro
de 2007, para um
gasto de R$ 59,9
milhões no
mesmo período
deste ano.
Segundo
a BrT, o motivo
para a mudança
foi o efeito da
variação
cambial na parcela
da dívida
da empresa em moeda
estrangeira que
não está
protegida por operações
de hedge.
(Valor
Online)
21.
Infraero investe
R$ 1,1 milhão
em internet gratuita
para aeroportos
Valor Online
15/10/2008 18:26
SÃO
PAULO - A Empresa
Brasileira de Infraestrutura
Aeroportuária
(Infraero)
anunciou que irá
instalar sistemas
de rede sem fio
gratuita em 12 dos
aeroportos que administra
no Brasil. Os sistemas,
que permitirão
o acesso sem fio
à internet,
começam a
funcionar em dezembro
deste ano e custaram
R$ 1,1 milhão
em investimentos.
Os
aeroportos que receberão
o sistema inicialmente
serão os
de Guarulhos e Congonhas
(SP), Galeão
e Santos Dumont
(RJ), Brasília
(DF), Confins (MG),
Salvador (BA), Recife
(PE), Manaus (AM),
Belém (PA),
Curitiba (PR) e
Porto Alegre (RS).
Além
da internet gratuita
a passageiros, a
infra-estrutura
da Infraero também
poderá ser
oferecida a companhias
aéreas, lojas
e outras empresas
presentes nos aeroportos.
Nesse caso, elas
poderão utilizar
o sistema da Infraero
para a implantação
de redes locais
de dados.
Segundo
a estatal, o objetivo
é implantar
o sistema em todos
os 67 aeroportos
que administra no
país. Apenas
em 2009, mais 20
terminais receberão
os equipamentos
necessários
para o fornecimento
do serviço.
"Os
aeroportos já
se preparam para
a alta estação
e, sem dúvida,
esse é um
dos serviços
que facilitam a
vida de quem estiver
embarcando, fazendo
conexões
ou simplesmente
transitando pelos
nossos aeroportos",
afirmou o presidente
da estatal, Sergio
Gaudenzi. "Para
o final do ano,
estamos prevendo
novamente um período
de tranqüilidade,
como foi o último",
acrescentou.
Ainda
de acordo com a
Infraero, o sistema
que será
implantado nos aeroportos
tem alto grau de
segurança
e capacidade para
detectar pontos
de acesso intrusos.
Além de detectá-los,
o sistema permite
anular seu acesso
controlando as potências
dos pontos autorizados.
Além
do serviço
de internet grátis,
a rede sem fio permitirá
maior controle de
bens nas dependências
do aeroporto, notadamente
bagagens, que poderão
ser equipadas com
etiquetas eletrônicas
que emitem sinais
de rádio
(RFID) para facilitar
seu rastreamento.
Cada um dos aeroportos
será equipado
com uma antena com
capacidade para
suportar até
45 operadoras.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
22.
Faturamento de TV
por internet deve
chegar a US$ 4,5
bilhões neste
ano
Valor Online
25/09/2008 16:22
SÃO
PAULO - O número
de assinaturas de
TV por internet
(IPTV) deverá
crescer 64,1% neste
ano, atingindo a
marca de 19,6 milhões
de assinantes em
todo o mundo, contra
apenas 12 milhões
no ano passado.
Segundo a consultoria
Gartner, o faturamento
desse setor vai
praticamente dobrar
entre 2007 e esse
ano, passando de
US$ 2,3 bilhões
para US$ 4,5 bilhões
- uma expansão
de 93,5%.
De
acordo com o levantamento,
1,1% dos domicílios
mundiais terão
assinaturas de IPTV
até o fim
deste ano. Em 2012,
porém, esse
percentual terá
subido para 2,8%,
enquanto o faturamento
do setor deverá
ser de US$ 19 bilhões.
"A
maior mudança
desde 2007 é
o rápido
advento de novos
entrantes no mercado,
acelerando o consumo
de vídeos
e levando a uma
demanda maior sobre
os operadores de
IPTV para que inovem
em sua atividade",
afirma o diretor
de Pesquisa do Gartner,
Elroy Jopling. "O
campo de consumo
de vídeos
deverá ficar
cada vez mais movimentado",
acrescentou.
Para
o Gartner, o YouTube
e o Joost
são exemplos
de novos competidores
nesse mercado, assim
como redes de sites
sociais como o MySpace
e o Facebook.
Além disso,
fabricantes de aparelhos
eletrônicos
começam a
oferecer seus próprios
produtos para esse
mercado, como a
AppleTV,
da Apple.
Essa
tendência
tem movimentado
inclusive empresas
que vendem vídeo
por demanda ou realizam
aluguéis
de filmes, como
a Amazon,
a Netflix
e a Blockbuster.
Todas elas estão
desenvolvendo, ou
já o fizeram,
aparelhos específicos
para o download
de vídeos.
A
Europa Ocidental
é hoje a
região mundial
com maior penetração
da IPTV por assinatura.
Ao final deste ano,
ela deve ter acumulado
8,2 milhões
de assinantes, que
passarão
a ser 18,8 milhões
em 2012. A América
do Norte, por outro
lado, é a
maior fonte de receita
para o setor, com
expectativa de gerar
US$ 2 bilhões
neste ano e US$
8 bilhões
em 2012.
"Antes
de 2008, a ênfase
dos operadores de
IPTV vinha sendo
a expansão
de sua presença
e a oferta eficiente
de uma alternativa
a TVs a cabo e por
satélite",
afirmou Jopling.
"No futuro,
especialmente em
mercados desenvolvidos,
veremos uma ênfase
na inovação
e na diferenciação
de serviços
de TV paga",
acrescentou.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
23.
Embraer acelera
em 34% entrega de
aeronaves em 2008
Valor Online
10/10/2008 20:33
SÃO
PAULO - A Embraer
fechou o terceiro
trimestre de 2008
com 145 jatos entregues,
o que representa
um volume 34% maior
do que as 108 aeronaves
entregues nos nove
primeiros meses
de 2007. A partir
desse resultado,
a companhia reafirmou
sua expectativa
de entregar de 195
a 200 unidades até
o final do ano,
além de dez
a 15 jatos Phenom
100.
Entre
julho e setembro,
foram 48 unidades
entregues, sendo
37 jatos comerciais,
9 executivos e 2
para o mercado de
defesa e governo.
O desempenho do
terceiro trimestre
foi inferior ao
registrado entre
abril e junho, quando
a Embraer entregou
52 unidades. Nos
primeiros três
meses do ano, a
companhia entregou
45 jatos.
A
carteira de pedidos
firmes da Embraer
alcançou
US$ 21,6 bilhões
no terceiro trimestre,
crescendo 4,3% sobre
o resultado do trimestre
anterior. Só
para o segmento
de aviação
comercial, a companhia
tem 459 pedidos
firmes agendados,
sendo que, mais
da metade deles
(253) são
do modelo EMB 190.
Neste grupo, a companhia
totalizou a venda
de 13 unidades no
período,
sendo 12 EMB 190
e um EMB 195.
Um
dos problemas que
a Embraer encontrou
no segmento comercial
foi a necessidade
de adiar a entrega
de três aeronaves
ERJ 145 vendidos
à Grand China
Express. Além
disso, a US Airways
também não
confirmou cinco
ordens firmes de
compra, que tornaram-se
opções
de compra, conforme
cláusula
contratual.
Na
aviação
executiva, as vendas
incluem dois Legacy
600, um Lineage
100 e três
Phenom 300. A Embraer
destaca que os pedidos
firmes da família
Phenom já
ultrapassaram a
marca de 800 unidades
e o programa Phenom
100 deve receber
certificação
neste quarto trimestre,
conforme previsto.
No
segmento de defesa
e governo, foram
negociados três
jatos EMB 145 AEW
& C para a Índia
e 12 aeronaves Super
Tucano para o governo
chileno.
(Valor
Online)
24.
Apesar de crise,
gasto com TI somará
US$ 3,4 tri em 2008,
diz Gartner
Valor Online
18/08/2008 17:01
SÃO
PAULO - Os gastos
mundiais com tecnologia
devem atingir os
US$ 3,4 trilhões
em 2008, num aumento
de 8% em relação
ao ano passado.
Apesar da crise
econômica
nos EUA e do dólar
fraco, o setor permanece
no caminho para
chegar a esse valor,
previsto pela consultoria
Gartner.
"A
desaceleração
econômica
puxada pelos EUA
não dá
sinais de que esteja
causando uma recessão
nos gastos com tecnologia
(TI)", afirmou
o vice-presidente
do Gartner, Jim
Tully. "Nos
anos subseqüentes
teremos uma redução
no crescimento,
mas os fundamentos
continuam fortes.
As regiões
emergentes, a troca
de sistemas obsoletos
e algumas mudanças
de tecnologia têm
puxado a expansão",
acrescentou o analista.
De
acordo com o Gartner,
os gastos com TI
têm seguido
tendências
estratégicas
na indústria.
Entre eles está
a mudança
do sistema proprietário
de hardware e software
pelas companhias
para um modelo de
ativos virtualizados,
pagos como serviço.
Para a consultoria,
a mudança
na utilização
de TI para um modelo
baseado na internet
(cloud computing)
vai levar a um intenso
crescimento em algumas
áreas da
indústria
e a retrações
em outras.
"Em
geral, ativos serão
utilizados com maior
eficiência,
e acreditamos que
o efeito geral no
crescimento do mercado
será neutro",
afirmou Tully. "Também
reconhecemos que
há um potencial
considerável
para um ritmo mais
acelerado de crescimento",
disse.
Pela
avaliação
do Gartner, os gastos
mundiais com softwares
devem crescer mais
de 10% neste ano
em relação
a 2007, para US$
196 bilhões.
O segmento de serviços,
por sua vez, deve
fechar o ano com
expansão
de 9,4%, para US$
819 bilhões.
Os
maiores gastos nominais,
porém, continuarão
sendo na área
de telecomunicações,
embora o crescimento
em relação
a 2007 deva ser
de 8%. No total,
segundo o Gartner,
os gastos nesse
setor serão
de US$ 1,98 trilhão
neste ano.
"A
maioria das companhias
atualizaram seus
sistemas de software
no período
entre 1997 e 2001,
e portanto estamos
no meio de um ciclo
de atualização
que deve se estender
até depois
do fim desta década",
afirma a também
vice-presidente
do Gartner, Joanne
Correia. "Ainda
assim, a atualização
de sistemas não
representa um aumento
equivalente no mercado",
explica ela afirmando
que o modelo de
uso de softwares
como serviço
têm impactado
diretamente o mercado
mundial. "Muitos
desses fatores têm
afetado o crescimento
do mercado à
medida que as empresas
trocam seus ativos
por serviços
cobrados por volume
de uso", acrescenta.
Segundo
o Gartner, a taxa
de crescimento no
mercado de serviços
de TI tem melhorado
apesar dos problemas
macroeconômicos
mundiais. Os motivos
para isso têm
sido o investimento
das empresas na
melhoria de seus
processos internos
com o objetivo de
redução
de custos, além
da redução
de risco de operação
garantido com o
uso da tecnologia
para atuar em mais
de um mercado.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
25.
Vendas de servidores
crescem 12,2% no
segundo trimestre,
diz Gartner
Valor Online
22/08/2008 19:43
SÃO
PAULO - As vendas
mundiais de servidores
em unidades aumentaram
12,2% no segundo
trimestre deste
ano, ante igual
período de
2007, para um total
de 2,3 milhões
de aparelhos. O
faturamento com
esses produtos,
por sua vez, cresceu
5,7% no período,
chegando a US$ 13,8
bilhões,
segundo a consultoria
Gartner.
"Apesar
da retração
econômica
em alguns mercados,
como os EUA, em
uma base global,
as vendas de servidores
continuaram crescendo
no segundo trimestre
do ano", afirmou
o vice-presidente
de Pesquisa do Gartner,
Jeffrey Hewitt.
De
acordo com a consultoria,
a IBM
manteve a liderança
mundial em faturamento.
A companhia vendeu
US$ 4,31 bilhões
no segundo trimestre,
11,5% mais que no
ano anterior. Em
segundo lugar ficou
a Hewlett
Packard (HP),
com vendas de US$
3,81 bilhões,
alta de 2,9% em
relação
a 2007. A terceira
colocada, a Dell,
porém, foi
a que teve maior
taxa de expansão
em sua receita com
servidores: 15%,
para US$ 1,79 bilhão.
Em
termos de unidades,
a HP se manteve
como a maior empresa
no setor de servidores,
tendo vendido 706,7
mil aparelhos no
segundo trimestre
deste ano, um aumento
de 8,7% em relação
a igual período
de 2007.
Nesse
ranking, segundo
o Gartner, a Dell
aparece em segundo
lugar, tendo crescido
24,2% suas vendas
em relação
ao ano passado,
e atingido um total
de 577,1 mil servidores.
A IBM, por sua vez,
aumentou em 4,7%
o número
de aparelhos vendidos
no segundo trimestre,
atingindo a marca
de 308,8 mil unidades.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)