Sexta-feira, 31/10/2008
Ano VIII – edição 341




Lucro da Satipel dispara 347% no 3º tri

InvestNews
29/10/2008

O lucro da Satipel Industrial, empresa brasileira que atua no segmento de painéis MDP, cresceu 347% no terceiro trimestre deste ano, somando R$ 21,3 milhões, ante R$ 4,8 milhões em igual período do ano anterior.
O mesmo movimento foi apurado no acumulado do ano, o lucro foi de R$ 66,4 milhões, enquanto que nos mesmos meses de 2007, o dado foi de R$ 25,9 milhões, apontando uma expansão de 156%.

A receita operacional líquida atingiu R$ 133 milhões de julho a setembro de 2008. No mesmo trimestre do ano anterior, a receita foi de R$ 96,6 milhões, representando um crescimento de 38%. Nos nove primeiros meses, a receita alcançou R$ 379 milhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) sofreu variação positiva de 37,5% no terceiro trimestre deste ano, totalizando R$ 41,6 milhões. Ao passo que no acumulado do ano, o Ebitda foi de R$ 121 milhões. Já a margem ebitda foi de 31,2% e 32% no trimestre e de janeiro a setembro respectivamente.


Lucro líquido da Contax cresce 18,5% no 3º tri

InvestNews
29/10/2008

A Contax Participações, empresa que atua como prestadora de serviços de contact Center do Brasil,registrou lucro líquido de R$ 26,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, ante R$ 13,2 milhões em igual período do ano anterior. Este dado representa uma expansão de 18,5%.

A receita líquida atingiu R$ 464 milhões de julho a setembro de 2008, apontando uma alta de 12,2%, na comparação com a mesma época de 2007, quando registrara R$ 350 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 62,7 milhões no terceiro trimestre, frente aos R$ 39 milhões apresentados nos mesmos meses do ano anterior, representando um incremento de 22%.


Basf mantém os investimentos na Suvinil
Gazeta Mercantil
29/10/2008

Embora já conte com um 2009 mais fraco, a divisão de tintas da alemã Basf - dona das marcas Suvinil e Glasurit - não pretende interromper os investimentos em ampliação que anunciou no final do ano passado. Foram R$ 15 milhões para aumentar em 15% a capacidade da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), para 250 milhões de litros ao ano, além de praticamente dobrar a capacidade em Jaboatão dos Guararapes (PE), para 70 milhões de litros.

"Nossos investimentos estão muito adequados com o momento que vivemos. Crescemos acima do esperado a partir de 2006, quando o mercado foi retomado", disse o diretor de tintas imobiliárias para a América do Sul da Basf, Francisco Verza. "A crise, a princípio, não afeta nossos planos. Claro que, como todo mundo, estamos observando tudo com muita cautela e bom senso."

Com o aumento da renda no País e uma participação maior no Nordeste, a empresa comemorou o avanço de sua marca popular, a Glasurit, que saiu do quinto lugar para o segundo entre as tintas padrão, de acordo com a empresa. "As classes C e D estão pintando a casa com mais freqüência. Este foi um dos fatores que puxaram um crescimento de dois dígitos nas nossas vendas", disse.


Conab aplica R$ 256 milhões em grãos e sisal

InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - Representantes de uma comissão formada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ministérios da Fazenda e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Banco do Brasil aprovaram, nesta quinta-feira, em Brasília, R$ 256,5 milhões, que serão aplicados na aquisição de trigo, milho e sisal em diversos estados, durante o mês de novembro.

Desse valor, R$ 152 milhões serão para Aquisições do Governo Federal (AGF) de trigo nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina, R$ 6 milhões de milho no Mato Grosso do Sul e R$ 1,5 milhão para sisal na Bahia. O restante, R$ 97 milhões, é para realização de Contratos de Opção de Milho produzido no Mato Grosso.

Agências digitais correm o País em busca de profissionais

Gazeta Mercantil
30/10/2008

São Paulo - A dificuldade de encontrar profissionais capacitados está fazendo as agências que trabalham com mídia digital irem buscá-los cada vez mais longe. No próximo mês, a OgilvyOne inaugura uma unidade de produção no Porto Digital do Recife (PE), ou seja, a mais de 2,6 mil quilômetros de distância da sede paulista. Além da qualificação, os profissionais podem ser 30% mais baratos que os disponíveis em São Paulo. No estado, existem empresas com vagas equivalentes até a 25% do efetivo- algumas abertas há três meses. No Rio Grande do Sul, o índice chega a 30%. Um mercado muito diverso das agências tradicionais, que no último mês anunciaram demissões - apenas duas em São Paulo cortaram mais de 70 funcionários.

O movimento feito pela OgilvyOne já foi vivenciado pela gaúcha AG2 - que abriu uma unidade em 2002 em Pelotas (RS), onde tem a mão-de-obra de três instituições de ensino - duas universitárias e outra de tecnologia. A empresa tem no interior do estado uma fábrica de software e design digital. "A mão de obra sai de Pelotas, mas todas as outras unidades usam esses profissionais", diz o diretor da AG2 e também presidente da Associação Gaúcha de Agências Digitais (Agadi), César Paz. Segundo ele, muitas empresas instalaram escritórios perto de universidades ou de pólos tecnológicos. O diretor-regional da OgilvyOne na América Latina, Renato de Paula, diz acreditar que o movimento pode virar tendência. O escritório da empresa no Recife fará a produção digital dos produtos da agência, que continuarão sendo criado s em São Paulo. Segundo de Paula, estão sendo criadas entre 10 e 15 vagas em Pernambuco. A escolha pelo Nordeste se deu à expertise dos profissionais da região em desenvolvimento de sites e games.

"A falta de profissionais é um problema enorme no mercado. Isso existe também fora do Brasil e impacta em salários e custos", afirma a vice-presidente de atendimento da AgênciaClick, Ana Maria Nubiè. Em alguns casos, a valorização chegou a 200% em um ano. Parte deste aumento, segundo os diretores das empresas, em uma "canibalização" do setor: uma agência "rouba" profissional da outra.
E a tendência, na avaliação de alguns especialistas, é piorar. O diretor-executivo do IAB, Ari Meneghini, diz que a área de mobile - um dos segmento da mídia digital - vai crescer mais no ano que vem, uma vez que são 140 milhões de usuários de celulares. "Não tem profissional formado para isso. Este segmento exige que a pessoa tenha conhecimento também em games, em que a falta é maior", diz Meneghini. Um dos profissionais escassos, segundo os especialistas, é de "arquiteto da informação". Este, segundo os especialistas, tem de ser formado pelas próprias agências.

A estimativa da Catho - empresa de recrutamento - é que, nos últimos dois anos, as oportunidades neste setor cresceram 20% e os salários acompanharam esta variação. "Temos na consultoria algumas oportunidades abertas há dois meses e meio", diz Renato Waberski, consultor de Carreira da Catho. De acordo com ele, a "demanda está interessante, mas a qualificação deixa a desejar".

Para todos os tamanhos
A dificuldade de encontrar profissionais ocorre tanto na grandes quanto nas pequenas agências. Na Enken, as vagas abertas representam pouco mais de 25% do efetivo total da empresa. David Reck, diretor-geral da empresa, diz que são dois os problemas: a formação e o crescimento do setor. "Na área de tecnologia, por exemplo, o profissional não tem conhecimento mínimo de comunicação e internet. É um problema de deficiência da faculdade também", afirma Reck.
Para Reck, a dificuldade de migração, no caso dos profissionais formados em publicidade, é por conta da remuneração. "Quando é de produção é problemático, porque lá ele tem remuneração razoável, teria de descer o nível. Já em criação não". Segundo a diretora-executiva da Web Box, Carolina Mattos Donda, um profissional de agência off-line ganha até 30% mais. Por isso, segundo Paz, formar o profissional pode ser uma solução. "Um jovem profissional digital consegue atingir alguns patamares mais rapidamente que os off-line", afirma de Paula.

"O problema da escassez de mão-de-obra especializada é pior nos níveis de gerenciais", avalia Max Petrucci, sócio da Garage Interactive. Segundo ele, como o assédio aos profissionais da área digital é muito grande, é comum pessoas com pouca experiência serem alçadas rapidamente a cargos de comando. "A questão é que muitas vezes falta a elas maturidade para gerenciar equipes e lidar com pressão de clientes".

Sérgio Mugnaini, diretor de criação de internet da Almap/BBDO, corrobora a tese. "A ascensão no setor é muito rápida. As pessoas saem das universidades empregadas e assumem cargo de gerência poucos anos depois, embora não tenham ''bagagem'' para a função, diz. "Essa realidade é, no entanto, uma ótima oportunidade para publicitários experientes migrarem para o setor digital", reforça Mugnaini.

Waberski diz que quando as agências procuram empresas especializadas como a Catho é exatamente para este tipo de profissional.

Setor cresce mais que o mercado todo
Gazeta Mercantil
30/10/2008


O segmento publicitário on-line cresce mais que os outros setores do mercado. Assim, os investimentos publicitários acompanham o aumento no número de internautas.
Se no ano passado, o total de usuários ativos da internet aumentou 47%, somando 20,1 milhões de pessoas (considerando ativos), de acordo com o Ibope NetRating, o reflexo para o faturamento do setor veio agora. Levantamento do Projeto Inter-meios mostra que no acumulado do ano (até agosto), o investimento publicitário em internet cresceu 45%, somando R$ 449,1 milhões. No mesmo período, todo o mercado de publicidade no País registrou aumento de 15%. Foi o segmento que mais cresceu no período. É por isso que, enquanto as chamadas agências tradicionais já começam a sentir os efeitos da crise financeira mundial - com cancelamento de trabalhos e demissões - as digitais ainda não. E as vagas são abertas, enquanto nas outras, fechadas.

"A mídia digital é mais fácil de mensurar e de curto prazo. Por isso, caem menos os investimentos deste segmento", afirma Renato de Paula, diretor regional da OgilvyOne na América Latina. Ele diz acreditar que possam até não cair, apesar do momento atual em que o mundo vive.

Na avaliação da vice-presidente de atendimento da AgênciaClick, Ana Maria Nubiè, em um cenário de crise, a mídia on-line é uma oportunidade e não um risco para anunciantes. "São 70 milhões de internautas e 140 milhões de celulares., ou seja, um universo muito grande de mídia". Além disso, segundo ela, há ainda a diferença de custo: uma grande cota de patrocínio de internet custa R$ 2 milhões, enquanto na tevê é 100 milhões. "Qualquer anunciante que visualiza isso sabe que tem uma oportunidade econômica e interessante", afirma Ana Maria. Ela lembra que a mídia digital é também massiva.

Celular
O mercado on-line, no entanto, ainda representa pouco do bolo publicitário total: apenas 3,3% dos R$ 13,3 bilhões investidos de janeiro a agosto, segundo o Projeto Inter-meios. Não existem levantamentos ainda, por exemplo, da movimentação da mídia no celular que, segundo especialistas, com a tecnologia 3G, o Iphone e o Bluetooth, tende a crescer.
Assim como o meio on-line, este também está em expansão. Em setembro, de acordo com dados divulgados pela Teleco, o Brasil somou 140,7 milhões de usuários de celular. O volume foi 24,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Lucro da CCR cresce 22% no trimestre
InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - A Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) registrou um lucro líquido de R$ 219,60 milhões, aumento de 22,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 524,8 milhões, crescimento de 17,3% em comparação com os mesmos meses de 2007.

O Ebitda atingiu R$ 482 milhões, elevação de 17,4% frente o terceiro trimestre do ano anterior. De janeiro a setembro, o Ebitda alcançou R$ 1,25 bilhão, alta de 16,7% ante igual período do ano passado.
A receita líquida chegou a R$ 744,1 milhões no trimestre, aumento de 20,5% em relação ao mesmo período de 2007. No ano, a receita foi de R$ 1,99 bilhão, crescimento de 16,3% em comparação com os primeiro nove meses do ana anterior.

Lucro da Iochpe Maxion cresce 335% no trimestre
InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - A Iochpe Maxion registrou um lucro líquido de R$ 130,9 milhões no terceiro trimestre do ano, aumento de 335,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 209,2 milhões, crescimento de 277,9% milhões em comparação com os mesmos meses de 2007. O Ebitda chegou a R$ 92,1milhões, elevação de 60,4% frente ao terceiro trimestre do ano anterior. No ano, o Ebitda alcançou R$ 225,2 milhões, alta de 72,9% ante o período de janeiro a setembro do ano passado. A receita líquida atingiu R$ 522,9 milhões, aumento de 47% no confronto com o mesmo período de 2007. No ano, a recita subiu 42,1% ao chegar a R$ 1,36 bilhão.


C. Governo americano diz que confia no Brasil

InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - A decisão do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de criar uma linha de troca de dólares por reais (swap) é uma demonstração de confiança dos Estados Unidos no Brasil. A avaliação foi feita hoje pelo secretário adjunto para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado norte-americano, Thomas Shannon. Anunciada ontem pelo Banco Central brasileiro, a medida incluiu México, Cingapura e Coréia.

"Foi uma medida histórica do Federal Reserve e sublinha a importância do Brasil como parceiro econômico e nossa confiança no Brasil como um parceiro financeiro", afirmou Shannon, em entrevista coletiva de imprensa no Itamaraty. Shannen frisou, ainda, a necessidade de cooperação e intercâmbio comercial entre os países e para enfrentar a crise financeira internacional. Segundo ele, a reunião convocada por George W. Bush para o dia 15 de novembro com as maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo é uma prova da disposição norte-americana de trabalhar em parceria. "Mesmo no meio dessa crise financeira, entendemos que temos que manter nossas economias abertas, temos que resistir ao protecionismo, temos que resistir a nos fecharmos para o mundo.

Ao contrário, a solução do problema exige políticas fiscais, cooperação entre parceiros e a manutenção de mercados abertos para que o comércio continue nos levando ao crescimento econômico", argumentou. O secretário adjunto para Assuntos Econômicos, de Energia e Empresariais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Daniel S. Sullivan, também ressaltou a necessidade de se evitar a tendência de proteção excessiva dos mercados. "É muito, muito importante que os países não reajam se voltando para dentro e levantando barreiras protecionistas", afirmou. "A cooperação internacional é, em verdade, o único caminho para enfrentarmos estes desafios de uma forma abrangente. Penso que a crise financeira mostrou a importância do aprofundamento da cooperação internacional".

Os dois representantes do governo americano participaram, em Brasília, da terceira reunião do Diálogo de Parceria Econômica Ministério das Relações Exteriores-Departamento de Estado, iniciado em março de 2007, a partir da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos. As informações são da Agência Brasil.

Frente parlamentar quer R$ 2,53 bi para Santas Casas
InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - Integrantes da Frente Parlamentar da Saúde vão pressionar a área econômica do governo para que sejam liberados, ainda neste ano, R$ 2,53 bilhões para as Santas Casas de Misericórdia. A informação é do vice-presidente da Frente Parlamentar, deputado Darcísio Perondi (RS), que também é vice-líder do PMDB. Segundo Perondi, a atualização da tabela de repasses do SUS às Santas Casas é urgente, porque hoje as verbas federais só cobrem de 50% a 60% dos gastos dessas unidades. Ele explicou que o pedido é que a liberação dos recursos seja feita por decreto, já que não há mais tempo para a aprovação de um crédito suplementar ao orçamento.

"Se as Santas Casas parassem de funcionar, o caos iria se estabelecer na rede hospitalar do SUS. Fechamos com a proposta que o Ministério da Saúde entregou ao Ministério do Planejamento. Se há dinheiro para o Fundo Soberano; para bancos grandes comprarem bancos menores; para o dólar não disparar mais do que tem disparado, tem de haver dinheiro para as pessoas".
Darcísio Perondi explicou que a liberação dos recursos neste ano terá efeitos positivos para o financiamento do setor no ano que vem. "O Orçamento de 2009 é a variação nominal do PIB sobre tudo o que foi gasto este ano. Se o governo liberar os R$ 2,53 bilhões, o Orçamento do ano que vem terá automaticamente mais R$ 3 bilhões".

Perondi afirmou que a Frente Parlamentar da Saúde está articulando estratégias para pressionar o governo a liberar os recursos. Ele lembra que, no ano passado, quando cerca de 1.500 pessoas com velas na mão protestaram em frente ao Palácio do Planalto, foi autorizado R$ 1,8 bilhão para a saúde. Porém, o dinheiro não gerou efeitos para os orçamentos dos anos seguintes do setor porque, apesar de ter sido gasto com despesas de hospitais e atendimentos, foi contabilizado no Fundo de Combate à Pobreza.
As informações são da Agência Câmara.


Mapfre lucra 38% mais no ano

InvestNews
30/10/2008

SÃO PAULO - A Mapfre apresentou hoje seus resultados do terceiro trimestre de 2008, com um crescimento do lucro líquido atribuível de 41,6%, aproximadamente € 715,6 milhões de euros, que representa 26,73 centésimos de euro por ação, 20,4% a mais. Sem considerar os benefícios extraordinários, o lucro da Mapfre aumentou 38,2% nos nove primeiros meses deste ano, aproximadamente € 698,3 milhões de euros.

As receitas consolidadas do Grupo aumentaram 16,7% nos nove primeiros meses deste ano, superando € 13,056 milhões, enquanto que os prêmios 10,668 milhões, 13,9% a mais que o mesmo período de 2007. Os fundos administrados atingiram 23,425,2 milhões de euros, 0,7% a mais e o patrimônio líquido aumentou em € 355 milhões no último trimestre.
Do volume total de prêmios, quase 8,355 milhões se referem ao negócio Não Vida, que registrou um crescimento de 18,4%, enquanto o negócio de Vida proporciona prêmios no valor de 2,313,2 milhões, 0,2% a mais.

Brasil assina acordo para exploração em águas cubanas
InvestNews
31/10/2008

Os presidentes do Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, e de Cuba, Raúl Castro, referendaram hoje um acordo que permitirá à estatal Petrobras buscar e explorar petróleo em águas profundas do Golfo do México.
"Se houver possibilidade de encontrar petróleo em Cuba, não se preocupe, Raúl, que pode estar a 500 m de profundidade, a 1.000, a 3.000 m, a 7.000 m, vamos buscá-lo e vamos achá-lo, e transformá-lo em energia", disse Lula ao governante cubano, durante a assinatura do convênio.

Raúl Castro expressou sua "plena confiança" de que a Petrobras encontrará petróleo no Golfo do México, "porque os demais (Estados Unidos e México) o possuem, e porque já estamos extraindo algum, devido à capacidade da empresa brasileira".
A Petrobras vai operar num bloco de 1.600 km2, a uma profundidade entre 500 e 1.600 m, para o que relizará um investimento inicial de US$ 8 milhõe, segundo o estabelecido pelo convênio, precisou à imprensa Miriam Guaraciaba, porta-voz da empresa brasileira.

O acordo concede a Petrobras sete anos para exploração e 25 de exploração no caso de haver petróleo em seu bloco. Os trabalhos de prospecção começarão de imediato e a empresa poderá decidir se continuará com os trabalhos ao final de 18 a 24 meses.
Caso for encontrado petróleo, os termos do contrato, quanto à participação do Estado cubano e da empresa brasileira, são negociáveis, como acontece com as demais companhias estrangeiras que operam em águas cubanas.

A Petrobras se soma a companhias como Repsol (Espanha), Norsk Hidro (Noruega), ONGC Videsh Ltd (OVL, India), PDVSA (Venezuela), Petróleo Vietnã e Petrona (Malásia), que operam na zona econômica de Cuba no Golfo do México, 112.000 km2 divididos em 59 blocos abertos a contratos de risco em 1999.
(Redação com agências internacionais - InvestNews)


SP investe R$ 1,15 bi para recuperar rodovias

InvestNews
31/10/2008

O Governo do Estado de São Paulo vai investir aproximadamente R$ 1,15 bilhão na recuperação e melhoria de rodovias e acessos (ligações entre as vias principais) em todas as regiões do Estado. O investimento nas obras de acesso em 686,84 quilômetros será de R$ 265,9 milhões e vai beneficiar 177 municípios. Em outros 63 municípios serão aplicados R$ 872,5 milhões em 678,87 quilômetros de rodovias.

O pacote faz parte do Programa de Recuperação de Acessos aos Municípios e do Programa de Melhorias e Recuperação de Rodovias Estaduais, lançados nesta sexta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, pelo governador José Serra, na presença de prefeitos dos municípios beneficiados pelos programas.
"Vamos fazer acessos a estradas paulistas onde for necessário. Hoje esse é um fator de acidente e, às vezes, de engarrafamento.

Um fator de muita perturbação. São cerca de 370 acessos, sendo 307 neste programa, diretamente com a ação da Secretaria dos Transportes, e mais 63 envolvidos nas concessões que foram feitas nesta semana. É o chamado pró-acesso. Esse problema vai ser resolvido da mesma maneira que a questão das vicinais", disse Serra.
As obras garantirão mais segurança aos motoristas e moradores dos municípios, além de melhorar a fluidez do tráfego e garantir o escoamento da produção, favorecendo diretamente o desenvolvimento das regiões abrangidas pelo programa.

Essa é mais uma ação do Governo do Estado na modernização de toda a malha viária de São Paulo, que esta semana também concluiu o programa de concessão de cinco lotes de rodovias para a iniciativa privada: D. Pedro I, Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Marechal Rondon (trechos Leste e Oeste) e Raposo Tavares. A outorga dessas concessões trouxe R$ 3,5 bilhões para os cofres estaduais, que serão destinados ao sistema viário, e mais R$ 8 bilhões em investimentos diretos nas rodovias licitadas.
(Redação - Agência JB Online)


Femsa planeja ampliar a produção de cerveja no Brasil
Gazeta Mercantil
31/10/2008

Monterrey (México - Não é preciso andar muito por Monterrey para perceber a força que a Fomento Mexicano SA (Femsa) tem na sua cidade-sede. Em média, a cada dia, duas lojas da rede Oxxo, que pertence a empresa, são abertas no México. Qualquer que seja o trajeto, o logotipo da rede vai dominar a paisagem. Quase tão fácil quanto encontrar lojas Oxxo na cidade é conhecer executivos mexicanos do grupo que se esforçam para falar português, um claro sinal dos tempos. Apesar da força local, a administração da Femsa agora olha para o mundo, mais precisamente para o Brasil, onde é a maior engarrafadora Coca-Cola e possui oito unidades de produção de cerveja das marcas Kaiser, Sol, entre outras. No ano passado, a companhia produziu 9,8 milhões de hectolitros (cada hectolitro equivale a 100 litros) de cerveja no País. Este ano, até setembro, o crescimento foi de 7,6% sobre igual período de 2007. No terceiro trimestre houve alta de 8%, para 2,37 milhões de hectolitros

Em entrevista à Gazeta Mercantil, José Antonio Fernández Carbajal, presidente do Conselho de Administração e diretor geral executivo da companhia, contou que apesar de prever dias difíceis por conta da crise financeira internacional, novos investimentos devem ser realizados no Brasil. A empresa pretende ampliar a capacidade de produção na região Norte. Hoje, a fábrica em Manaus trabalha com 100% da capacidade de 500 mil hectolitros por ano. Segundo Fernández, a companhia ainda não decidiu se deve optar por uma ampliação da atual linha ou construção de uma nova fábrica. Se ficar com a primeira opção, o investimento deve ser de US$ 25 por hectolitro. Caso a segunda alternativa seja a escolhida, os custos saltam para US$ 60 por hectolitro. O grupo ainda não definiu qual será a capacidade da nova unidade, que deve ser financiada com recursos próprios e entrará em operação daqui a dois ou três anos.

Além do aumento de capacidade em Manaus, a Femsa pretende ampliar a Remil, engarrafadora mineira da Coca-Cola - pela qual pagou US$ 368 milhões em junho deste ano. A engarrafadora, que tem sede em Belo Horizonte, deve iniciar a produção de cervejas também no máximo em quatro anos. A Femsa estuda ainda construir um centro de distribuição próximo a unidade e transformar o atual centro de distribuição em cervejaria.

O grupo, que registrou vendas brutas de US$ 13,516 bilhões em 2007, trabalha com boa parte da produção verticalizada. Enquanto a empresa batizada de Famosa faz tampas e latas de alumínio, a Coca-Cola Femsa e a Femsa Cerveja produzem as bebidas e a rede Oxxo participa ativamente das vendas, chegando a representar 11% do total de cerveja vendido no México.
A idéia de Fernández é trazer esse modelo de negócio para o Brasil. Mas ainda não é o momento, segundo o CEO. "Temos que ir aos poucos", explicou. No México, a empresa possui três fábricas de insumos e fornece latas e tampas para clientes como Coca-Cola, Miller, Anheuser Bush, entre outras. Da produção de 4,7 bilhões de latas de alumínio da empresa este ano - em 2007 foram 4,4 bilhões --, 85% serão vendidas para a própria Femsa e 15% para terceiros. Da produção de 16,5 bilhões de tampas, ante 17 bilhões do ano anterior - a queda ocorreu em virtude do cancelamento do contrato com a Coors, que voltou atrás e decidiu ser cliente novamente a partir de 2009 -, 30% são vendidas ao grupo Femsa e 70% para terceiros. Atualmente a empresa analisa a entrada no segmento de embalagens de vinhos.

No ano passado, a Coca-Cola Femsa representou 46% da receita da companhia, a Oxxo 28% e a Femsa Cerveja 26% do total. Em 2007, o lucro antes de juros, impostos e amortizações (Ebitda) ficou em US$ 2,54 bilhões. Desse total, 53% foi obtido pela Coca-Cola Femsa, 35% pela Femsa Cerveja e 12% pela Oxxo.
Analisando as vendas brutas da empresa nos últimos anos fica fácil entender o porquê das aulas de português em Monterrey. De 2003 ao ano passado, a companhia cresceu 19%, passando de US$ 6,7 bilhões para US$ 13,5 bilhões.

A empresa, que comprou a Kaiser da canadense Molson Coors em 2006, reverteu a tendência de queda nas vendas da marca. De 2001 a 2005, o volume de vendas passou de 14,9 milhões de hectolitros para 8,6 milhões de hectolitros. Segundo Fernández, já em 2006, primeiro ano sob a administração mexicana, as vendas voltaram a crescer.
Outra marca que empolga o executivo é a Sol, lançada no Brasil no final de 2006. Apesar da cerveja ainda não conseguir alcançar 1% de participação de mercado, segundo dados da Nielsen, Fernádez afirmou que o desempenho está acima do esperado. Em 2007, a Femsa vendeu 1 milhão de hectolitros da marca Sol.


Café deve ter 6 milhões de sacas em estoque

InvestNews
31/10/2008

SÃO PAULO - A proposta enviada ao Conselho Monetário Nacional (CMN) de linha de financiamento de longo prazo para assegurar a formação de estoque privado com 6 milhões de sacas de café, foi aprovada, ontem, por representantes do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).

De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silas Brasileiro, os recursos serão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), para financiar R$ 200,00 por saca, considerando o preço da cotação da BM&FBovespa, de 17 de outubro deste ano, de R$ 306,00, referente ao vencimento de maio do próximo ano. 'Com isso, não colocaremos no mercado café com preço inferior ao custo de produção.'

Também será encaminhada ao CMN, proposta de linha de financiamento em apoio às lavouras afetadas pelas chuvas de granizo no sul de Minas Gerais, ocorridas no mês passado. Outra linha de financiamento será para a aquisição de café por agroindústria que ofereça outras garantias aceitas pelos agentes financeiro, em substituição ao penhor do Certificado de Depósito Agropecuário/warrant agropecuário ou recibo de depósito representativo do café financiado.

Foi incluído também nesta linha de crédito, o comércio exportador. A Agenda Estratégica para o Agronegócio Café, que dá diretrizes para a cafeicultura brasileira para os próximos cinco anos, foi aprovada.
Outra medida destacada pelo secretário-executivo foi o financiamento de 12 milhões de sacas pelo leilão do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). 'Nós vamos partir do valor de referência, R$ 275,00, adicionado de R$ 25,00 por saca, que viriam de recursos das Operações Oficiais de Crédito (2OC), totalizando R$ 300,00'.

Invest Tur e LA Hotels negociam "associação estratégica"
Valor Online
31/10/2008

SÃO PAULO - A Invest Tur e a LA Hotels, braço de hotelaria do grupo GP, anunciaram hoje que iniciaram negociações "visando a concretização de uma possível associação estratégica entre as companhias".

O anúncio ocorre poucos dias após a LA Hotels ter comprado uma fatia de 6,07% das ações da Invest Tur no mercado.
As empresas ressaltam que a concretização dessa associação estratégica "está sujeita à negociação" e que depende de aprovações societárias. Elas dizem ainda que divulgarão novas informações conforme a evolução das conversas.


Grupo Marisol vai comprar 50% da rede Blue Pink

Valor Online
31/10/2008

SÃO PAULO - O grupo Marisol anunciou na tarde de hoje que seu conselho de administração autorizou a compra de 50% da BPK S.A, operadora da rede de lojas Blue Pink, que se dedica ao comércio de artigos e roupas para bebês e crianças até 14 anos. A operação reforça a presença da Marisol no Estado de São Paulo, onde a Blue Pink concentra 13 lojas.

No documento divulgado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Marisol esclarece que seu objetivo com a compra é "ampliar a atuação da companhia no ramo do vestuário, estabelecendo extensa rede de lojas em âmbito nacional, próprias e franqueadas, no conceito baby store".

O grupo Marisol administra três grupos de franqueados e produz cinco marcas diferentes - Marisol, Pakalolo, Rosa Chá, Lilica Ripilica e Tigor. T. Tigre.

Mesmo com crise, O Boticário prevê fim de ano positivo
Valor Online
31/10/2008


RIO - A crise financeira não mudou as expectativas para as vendas de fim de ano da rede de cosméticos O Boticário. Para o presidente da empresa, Artur Grynbaum, os preços acessíveis e a boa qualidade dos produtos da marca justificam o otimismo. Segundo o executivo, a turbulência internacional não mudou os planos da companhia de fechar 2008 com faturamento pouco acima de R$ 1 bilhão, uma alta de 18% frente ao ano anterior.

"Continuamos acreditando que será um excelente Natal. Não dependemos de financiamento para fazer nossas vendas, diferentemente de outros setores", afirma Grynbaum, que participou da entrega do prêmio Brasileiro Imortal, no Rio de Janeiro.
O executivo ressalta que O Boticário pode inclusive se beneficiar da migração de intenções de compras de bens duráveis e outros bens que demandam financiamentos.
"As pessoas não vão deixar de consumir cosmético, mas apenas procurar alternativas inteligentes para caber nos orçamentos", aposta.

Grynbaum revela que a principal aposta da companhia para o final de ano é a linha de estojos de cosméticos especiais para o Natal. Segundo ele, são mais de 20 opções para os consumidores, com alternativas para várias faixas de renda.
Embora admita estar atento ao cenário internacional, o presidente da empresa acredita que o impacto da crise financeira, "se houver", só chegará em 2009. Este ano, a companhia investiu R$ 160 milhões, principalmente em marketing, maquinário e na inauguração de 180 novas lojas, do total de 2.500 pontos-de-venda existentes no país. Os recursos aplicados saíram integralmente do caixa da companhia. Para 2009, o planejamento de investimentos ainda não está pronto.
(Rafael Rosas | Valor Online)

Turbulência financeira não altera planos da Oi para compra da BrT
Valor Online
30/10/2008

RIO - A turbulência financeira dos últimos meses não alterou os planos da Oi (Tele Norte Leste Participações) em relação à aquisição da Brasil Telecom (BrT). Para o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, José Luís Salazar, o preço fechado para a compra foi "bom e traz uma rentabilidade bastante atraente".
O executivo descartou a possibilidade de a empresa aproveitar a forte queda dos papéis da BrT para abrir mão do contrato e pagar a multa estipulada de R$ 490 milhões para depois tentar renegociar por um preço mais atrativo.

"Acreditamos que nesse preço a Brasil Telecom tem uma rentabilidade extremamente atraente. Existe um contrato e a gente vai cumprir o contrato, fazer o máximo possível para terminar toda a parte regulatória e operacional desse contrato até o dia 21 de dezembro. Nada nos leva nesse momento a pensar numa renegociação", ressaltou Salazar, citando a data-limite estipulada no contrato para o fechamento do negócio.

O diretor frisou que a questão do funding para a aquisição da BrT está "bem equacionada". Apesar da tentativa mal-sucedida de captação externa pouco antes do agravamento da crise internacional, Salazar lembrou que a Oi tem R$ 9 bilhões em caixa e já realizou no primeiro semestre a maior parte das captações necessárias para a compra da concorrente.
"Apesar de toda a crise, o fato de a gente ter se antecipado e feito muitas captações no primeiro semestre gerou um conforto muito grande", afirmou.

Salazar disse ainda que os investimentos para bancar a entrada da companhia no mercado de São Paulo vão consumir este ano R$ 1 bilhão, dos quais R$ 400 milhões serão investidos no quarto trimestre. Segundo ele, do "capex" total de R$ 4,5 bilhões para 2008, R$ 3,6 bilhões já foram investidos e o restante, além do mercado de São Paulo, terá como principal destino a expansão da banda larga da empresa no país.
(Rafael Rosas | Valor Online)

Lucro da Telefônica cresce 13% no terceiro trimestre
Valor Online
27/10/2008

SÃO PAULO - A Telefônica encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 597,8 milhões, o que representa um crescimento de 13,1% em relação ao mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 528,3 milhões. A receita líquida saltou 13,2%, para R$ 4,094 bilhões.

O vice-presidente financeiro da empresa, Gilmar Gamurra, disse ao Valor Online que a maior missão da companhia diante da crise será "trabalhar mais para conquistar a mesma coisa". Ele garantiu que a operadora espanhola irá manter os investimentos, que devem superar os R$ 2 bilhões em 2008 e "um pouco mais que isso" em 2009.
Entre janeiro e setembro deste ano, a Telefônica investiu R$ 1,544 bilhão, especialmente na modernização e ampliação de sua rede.

De acordo com Camurra, 99% dos recursos vêm do caixa da companhia que, segundo ele, já dispõe do dinheiro que será investido em 2009, valor ainda não aprovado pelo conselho de administração.
A expansão da rede visa justamente aumentar a capacidade de oferecer novos produtos aos clientes, em especial os serviços de banda larga e de televisão por assinatura. A baixa penetração desses serviços no Estado de São Paulo é a grande aposta da companhia para enfrentar a crise. Por este motivo, Camurra acredita que a turbulência econômica não irá prejudicar muito a demanda dos paulistas por esses produtos.

Ele também explicou que o serviço de televisão por assinatura, por exemplo, proporciona margens menores para a empresa. E foi justamente o mix de produtos que levou a Telefônica a registrar no terceiro trimestre deste ano uma redução de 1,8 ponto percentual em sua margem Ebitda (relação entre geração de caixa e receita líquida), que ficou em 41%.

Ao final de setembro, a empresa contava com 2,5 milhões de clientes do serviço de banda larga Speedy, um crescimento de 26,9% sobre o volume registrado um ano antes. A TV por assinatura, lançada no final do ano passado, contava com 425 mil clientes no dia 30 de setembro último. Como o objetivo da empresa é intensificar a venda desses produtos, Camurra admitiu a pressão sobre as margens.

"Pode ser que venha a diminuir, mas continuaremos agindo sobre os custos. De qualquer forma, a margem não é a razão de nossa existência. Podemos reduzir margem, mas aumentar o Ebitda e o lucro", disse o executivo.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) avançou 9,3% em relação ao terceiro trimestre de 2007, para R$ 1,679 bilhão.
(Murillo Camarotto | Valor Online)

Lucro da Weg aumenta para R$ 167 milhões no trimestre
Valor Online
27/10/2008

SÃO PAULO - A fabricante de motores elétricos Weg informou hoje que obteve lucro líquido de R$ 167 milhões no terceiro trimestre, com alta de 6,4% sobre o ganho apurado no mesmo período do ano passado, de R$ 157 milhões.
A última linha do balanço da empresa teve impacto negativo, em termos contábeis, por conta do efeito da variação cambial na dívida em moeda estrangeira.

A Weg ressalta, no entanto, que a desvalorização do real é, "dentro de certos limites, fundamentalmente positiva" para a empresa, pois ela tem presença internacional por meio de exportações e investimentos em controladas no exterior.
A receita líquida da companhia mostrou crescimento de 22% na comparação anual, saindo de R$ 1,003 bilhão no terceiro trimestre de 2007 para R$ 1,223 bilhão no mesmo período deste ano.

Em termos de faturamento em reais, o crescimento ficou praticamente em linha tanto no mercado interno (+23,2%), como no externo (20,3%). A meta da empresa é fechar o ano com expansão de 20% na receita.
"Nosso mercado de atuação tem se beneficiado com a crescente preocupação com eficiência energética e pela busca por fontes renováveis de energia e temos nos posicionado em condições muito favoráveis para aproveitar estas tendências e continuar a expandir nossa presença em novos mercados", diz Alidor Lueders, diretor administrativo e de Relações com Investidores da Weg.

O resultado da empresa medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 15,1% na comparação com o terceiro trimestre de 2007, para R$ 300 milhões. A margem Ebitda, que mede a relação entre este indicador e a receita líquida, caiu 1,5 ponto percentual neste período, para 24,5%.

Conforme exigido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Weg detalhou sua política de hedge e informou que age de forma conservadora para proteger, em termos patrimoniais, a posição líquida de ativos e passivos em moeda estrangeira e também o fluxo de caixa de curto prazo em dólares, sempre limitado à previsão de receita de exportação durante três meses. "Ao final de setembro de 2008 a posição era de US$ 188 milhões e, portanto, estava abaixo do limite máximo estabelecido", diz a empresa.

A companhia disse ainda que não possui operações alavancadas com derivativos de câmbio ou taxa de juros, inclusive operações com "duplo indexador" ou "target forward", que pudessem significar "posições especulativas".

Dívida líquida pública cai a 38,3% do PIB em setembro
Valor Online
31/10/2008

BRASÍLIA - A dívida líquida total do setor público situou-se em R$ 1,127 trilhão no fim de setembro, ou 38,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Em agosto, o endividamento líquido total ficou em R$ 1,182 trilhão, correspondente a 40,4% do PIB. Os dados foram divulgados há pouco pelo Banco Central (BC).

Para a comparação com a dívida, a autoridade monetária considerou o PIB dos últimos 12 meses, a preços de setembro, estimado em R$ 2,940 trilhões.
A dívida bruta do governo federal, Previdência Social e governos regionais - que, ao contrário da dívida líquida, não contabiliza ativos - cresceu em setembro para R$ 1,656 trilhão, ou 56,3% do PIB, ante o R$ 1,634 trilhão (55,9% do PIB) registrado um mês antes.
(Azelma Rodrigues | Valor Online)


 

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