Lucro da Satipel
dispara 347% no
3º tri
InvestNews
29/10/2008
O
lucro da Satipel
Industrial,
empresa brasileira
que atua no segmento
de painéis
MDP, cresceu 347%
no terceiro trimestre
deste ano, somando
R$ 21,3 milhões,
ante R$ 4,8 milhões
em igual período
do ano anterior.
O mesmo movimento
foi apurado no acumulado
do ano, o lucro
foi de R$ 66,4 milhões,
enquanto que nos
mesmos meses de
2007, o dado foi
de R$ 25,9 milhões,
apontando uma expansão
de 156%.
A
receita operacional
líquida atingiu
R$ 133 milhões
de julho a setembro
de 2008. No mesmo
trimestre do ano
anterior, a receita
foi de R$ 96,6 milhões,
representando um
crescimento de 38%.
Nos nove primeiros
meses, a receita
alcançou
R$ 379 milhões.
O Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, depreciações
e amortizações)
sofreu variação
positiva de 37,5%
no terceiro trimestre
deste ano, totalizando
R$ 41,6 milhões.
Ao passo que no
acumulado do ano,
o Ebitda foi de
R$ 121 milhões.
Já a margem
ebitda foi de 31,2%
e 32% no trimestre
e de janeiro a setembro
respectivamente.
Lucro líquido
da Contax cresce
18,5% no 3º
tri
InvestNews
29/10/2008
A
Contax
Participações,
empresa que atua
como prestadora
de serviços
de contact Center
do Brasil,registrou
lucro líquido
de R$ 26,6 milhões
no terceiro trimestre
deste ano, ante
R$ 13,2 milhões
em igual período
do ano anterior.
Este dado representa
uma expansão
de 18,5%.
A
receita líquida
atingiu R$ 464 milhões
de julho a setembro
de 2008, apontando
uma alta de 12,2%,
na comparação
com a mesma época
de 2007, quando
registrara R$ 350
milhões.
O
Ebitda (lucro antes
de juros, impostos,
depreciações
e amortizações)
foi de R$ 62,7 milhões
no terceiro trimestre,
frente aos R$ 39
milhões apresentados
nos mesmos meses
do ano anterior,
representando um
incremento de 22%.
Basf
mantém os
investimentos na
Suvinil
Gazeta Mercantil
29/10/2008
Embora
já conte
com um 2009 mais
fraco, a divisão
de tintas da alemã
Basf
- dona das marcas
Suvinil e Glasurit
- não pretende
interromper os investimentos
em ampliação
que anunciou no
final do ano passado.
Foram R$ 15 milhões
para aumentar em
15% a capacidade
da fábrica
de São Bernardo
do Campo (SP), para
250 milhões
de litros ao ano,
além de praticamente
dobrar a capacidade
em Jaboatão
dos Guararapes (PE),
para 70 milhões
de litros.
"Nossos
investimentos estão
muito adequados
com o momento que
vivemos. Crescemos
acima do esperado
a partir de 2006,
quando o mercado
foi retomado",
disse o diretor
de tintas imobiliárias
para a América
do Sul da Basf,
Francisco Verza.
"A crise, a
princípio,
não afeta
nossos planos. Claro
que, como todo mundo,
estamos observando
tudo com muita cautela
e bom senso."
Com
o aumento da renda
no País e
uma participação
maior no Nordeste,
a empresa comemorou
o avanço
de sua marca popular,
a Glasurit, que
saiu do quinto lugar
para o segundo entre
as tintas padrão,
de acordo com a
empresa. "As
classes C e D estão
pintando a casa
com mais freqüência.
Este foi um dos
fatores que puxaram
um crescimento de
dois dígitos
nas nossas vendas",
disse.
Conab aplica R$
256 milhões
em grãos
e sisal
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - Representantes
de uma comissão
formada pela Companhia
Nacional de Abastecimento
(Conab),
ministérios
da Fazenda
e da Agricultura,
Pecuária
e Abastecimento
(Mapa)
e Banco
do Brasil aprovaram,
nesta quinta-feira,
em Brasília,
R$ 256,5 milhões,
que serão
aplicados na aquisição
de trigo, milho
e sisal em diversos
estados, durante
o mês de novembro.
Desse
valor, R$ 152 milhões
serão para
Aquisições
do Governo Federal
(AGF) de trigo nos
estados do Paraná,
Rio Grande do Sul,
São Paulo
e Santa Catarina,
R$ 6 milhões
de milho no Mato
Grosso do Sul e
R$ 1,5 milhão
para sisal na Bahia.
O restante, R$ 97
milhões,
é para realização
de Contratos de
Opção
de Milho produzido
no Mato Grosso.
Agências digitais
correm o País
em busca de profissionais
Gazeta Mercantil
30/10/2008
São
Paulo - A dificuldade
de encontrar profissionais
capacitados está
fazendo as agências
que trabalham com
mídia digital
irem buscá-los
cada vez mais longe.
No próximo
mês, a OgilvyOne
inaugura uma unidade
de produção
no Porto Digital
do Recife (PE),
ou seja, a mais
de 2,6 mil quilômetros
de distância
da sede paulista.
Além da qualificação,
os profissionais
podem ser 30% mais
baratos que os disponíveis
em São Paulo.
No estado, existem
empresas com vagas
equivalentes até
a 25% do efetivo-
algumas abertas
há três
meses. No Rio Grande
do Sul, o índice
chega a 30%. Um
mercado muito diverso
das agências
tradicionais, que
no último
mês anunciaram
demissões
- apenas duas em
São Paulo
cortaram mais de
70 funcionários.
O
movimento feito
pela OgilvyOne já
foi vivenciado pela
gaúcha AG2
- que abriu uma
unidade em 2002
em Pelotas (RS),
onde tem a mão-de-obra
de três instituições
de ensino - duas
universitárias
e outra de tecnologia.
A empresa tem no
interior do estado
uma fábrica
de software e design
digital. "A
mão de obra
sai de Pelotas,
mas todas as outras
unidades usam esses
profissionais",
diz o diretor da
AG2 e também
presidente da Associação
Gaúcha de
Agências Digitais
(Agadi), César
Paz. Segundo ele,
muitas empresas
instalaram escritórios
perto de universidades
ou de pólos
tecnológicos.
O diretor-regional
da OgilvyOne na
América Latina,
Renato de Paula,
diz acreditar que
o movimento pode
virar tendência.
O escritório
da empresa no Recife
fará a produção
digital dos produtos
da agência,
que continuarão
sendo criado s em
São Paulo.
Segundo de Paula,
estão sendo
criadas entre 10
e 15 vagas em Pernambuco.
A escolha pelo Nordeste
se deu à
expertise dos profissionais
da região
em desenvolvimento
de sites e games.
"A
falta de profissionais
é um problema
enorme no mercado.
Isso existe também
fora do Brasil e
impacta em salários
e custos",
afirma a vice-presidente
de atendimento da
AgênciaClick,
Ana Maria Nubiè.
Em alguns casos,
a valorização
chegou a 200% em
um ano. Parte deste
aumento, segundo
os diretores das
empresas, em uma
"canibalização"
do setor: uma agência
"rouba"
profissional da
outra.
E a tendência,
na avaliação
de alguns especialistas,
é piorar.
O diretor-executivo
do IAB, Ari Meneghini,
diz que a área
de mobile - um dos
segmento da mídia
digital - vai crescer
mais no ano que
vem, uma vez que
são 140 milhões
de usuários
de celulares. "Não
tem profissional
formado para isso.
Este segmento exige
que a pessoa tenha
conhecimento também
em games, em que
a falta é
maior", diz
Meneghini. Um dos
profissionais escassos,
segundo os especialistas,
é de "arquiteto
da informação".
Este, segundo os
especialistas, tem
de ser formado pelas
próprias
agências.
A
estimativa da Catho
- empresa de recrutamento
- é que,
nos últimos
dois anos, as oportunidades
neste setor cresceram
20% e os salários
acompanharam esta
variação.
"Temos na consultoria
algumas oportunidades
abertas há
dois meses e meio",
diz Renato Waberski,
consultor de Carreira
da Catho. De acordo
com ele, a "demanda
está interessante,
mas a qualificação
deixa a desejar".
Para
todos os tamanhos
A dificuldade de
encontrar profissionais
ocorre tanto na
grandes quanto nas
pequenas agências.
Na Enken, as vagas
abertas representam
pouco mais de 25%
do efetivo total
da empresa. David
Reck, diretor-geral
da empresa, diz
que são dois
os problemas: a
formação
e o crescimento
do setor. "Na
área de tecnologia,
por exemplo, o profissional
não tem conhecimento
mínimo de
comunicação
e internet. É
um problema de deficiência
da faculdade também",
afirma Reck.
Para Reck, a dificuldade
de migração,
no caso dos profissionais
formados em publicidade,
é por conta
da remuneração.
"Quando é
de produção
é problemático,
porque lá
ele tem remuneração
razoável,
teria de descer
o nível.
Já em criação
não".
Segundo a diretora-executiva
da Web Box, Carolina
Mattos Donda, um
profissional de
agência off-line
ganha até
30% mais. Por isso,
segundo Paz, formar
o profissional pode
ser uma solução.
"Um jovem profissional
digital consegue
atingir alguns patamares
mais rapidamente
que os off-line",
afirma de Paula.
"O
problema da escassez
de mão-de-obra
especializada é
pior nos níveis
de gerenciais",
avalia Max Petrucci,
sócio da
Garage Interactive.
Segundo ele, como
o assédio
aos profissionais
da área digital
é muito grande,
é comum pessoas
com pouca experiência
serem alçadas
rapidamente a cargos
de comando. "A
questão é
que muitas vezes
falta a elas maturidade
para gerenciar equipes
e lidar com pressão
de clientes".
Sérgio
Mugnaini, diretor
de criação
de internet da Almap/BBDO,
corrobora a tese.
"A ascensão
no setor é
muito rápida.
As pessoas saem
das universidades
empregadas e assumem
cargo de gerência
poucos anos depois,
embora não
tenham ''bagagem''
para a função,
diz. "Essa
realidade é,
no entanto, uma
ótima oportunidade
para publicitários
experientes migrarem
para o setor digital",
reforça Mugnaini.
Waberski
diz que quando as
agências procuram
empresas especializadas
como a Catho é
exatamente para
este tipo de profissional.
Setor
cresce mais que
o mercado todo
Gazeta Mercantil
30/10/2008
O segmento publicitário
on-line cresce mais
que os outros setores
do mercado. Assim,
os investimentos
publicitários
acompanham o aumento
no número
de internautas.
Se no ano passado,
o total de usuários
ativos da internet
aumentou 47%, somando
20,1 milhões
de pessoas (considerando
ativos), de acordo
com o Ibope NetRating,
o reflexo para o
faturamento do setor
veio agora. Levantamento
do Projeto Inter-meios
mostra que no acumulado
do ano (até
agosto), o investimento
publicitário
em internet cresceu
45%, somando R$
449,1 milhões.
No mesmo período,
todo o mercado de
publicidade no País
registrou aumento
de 15%. Foi o segmento
que mais cresceu
no período.
É por isso
que, enquanto as
chamadas agências
tradicionais já
começam a
sentir os efeitos
da crise financeira
mundial - com cancelamento
de trabalhos e demissões
- as digitais ainda
não. E as
vagas são
abertas, enquanto
nas outras, fechadas.
"A
mídia digital
é mais fácil
de mensurar e de
curto prazo. Por
isso, caem menos
os investimentos
deste segmento",
afirma Renato de
Paula, diretor regional
da OgilvyOne
na América
Latina. Ele diz
acreditar que possam
até não
cair, apesar do
momento atual em
que o mundo vive.
Na
avaliação
da vice-presidente
de atendimento da
AgênciaClick,
Ana Maria Nubiè,
em um cenário
de crise, a mídia
on-line é
uma oportunidade
e não um
risco para anunciantes.
"São
70 milhões
de internautas e
140 milhões
de celulares., ou
seja, um universo
muito grande de
mídia".
Além disso,
segundo ela, há
ainda a diferença
de custo: uma grande
cota de patrocínio
de internet custa
R$ 2 milhões,
enquanto na tevê
é 100 milhões.
"Qualquer anunciante
que visualiza isso
sabe que tem uma
oportunidade econômica
e interessante",
afirma Ana Maria.
Ela lembra que a
mídia digital
é também
massiva.
Celular
O mercado on-line,
no entanto, ainda
representa pouco
do bolo publicitário
total: apenas 3,3%
dos R$ 13,3 bilhões
investidos de janeiro
a agosto, segundo
o Projeto Inter-meios.
Não existem
levantamentos ainda,
por exemplo, da
movimentação
da mídia
no celular que,
segundo especialistas,
com a tecnologia
3G, o Iphone e o
Bluetooth, tende
a crescer.
Assim como o meio
on-line, este também
está em expansão.
Em setembro, de
acordo com dados
divulgados pela
Teleco, o Brasil
somou 140,7 milhões
de usuários
de celular. O volume
foi 24,8% superior
ao registrado no
mesmo período
do ano passado.
Lucro
da CCR cresce 22%
no trimestre
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - A Companhia
de Concessões
Rodoviárias
(CCR)
registrou um lucro
líquido de
R$ 219,60 milhões,
aumento de 22,7%
em relação
ao mesmo período
do ano passado.
No acumulado do
ano, o lucro foi
de R$ 524,8 milhões,
crescimento de 17,3%
em comparação
com os mesmos meses
de 2007.
O
Ebitda atingiu R$
482 milhões,
elevação
de 17,4% frente
o terceiro trimestre
do ano anterior.
De janeiro a setembro,
o Ebitda alcançou
R$ 1,25 bilhão,
alta de 16,7% ante
igual período
do ano passado.
A receita líquida
chegou a R$ 744,1
milhões no
trimestre, aumento
de 20,5% em relação
ao mesmo período
de 2007. No ano,
a receita foi de
R$ 1,99 bilhão,
crescimento de 16,3%
em comparação
com os primeiro
nove meses do ana
anterior.
Lucro
da Iochpe Maxion
cresce 335% no trimestre
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - A Iochpe
Maxion
registrou um lucro
líquido de
R$ 130,9 milhões
no terceiro trimestre
do ano, aumento
de 335,7% em relação
ao mesmo período
do ano passado.
No acumulado do
ano, o lucro foi
de R$ 209,2 milhões,
crescimento de 277,9%
milhões em
comparação
com os mesmos meses
de 2007. O Ebitda
chegou a R$ 92,1milhões,
elevação
de 60,4% frente
ao terceiro trimestre
do ano anterior.
No ano, o Ebitda
alcançou
R$ 225,2 milhões,
alta de 72,9% ante
o período
de janeiro a setembro
do ano passado.
A receita líquida
atingiu R$ 522,9
milhões,
aumento de 47% no
confronto com o
mesmo período
de 2007. No ano,
a recita subiu 42,1%
ao chegar a R$ 1,36
bilhão.
C. Governo americano
diz que confia no
Brasil
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - A decisão
do Federal Reserve
(Fed, banco central
norte-americano)
de criar uma linha
de troca de dólares
por reais (swap)
é uma demonstração
de confiança
dos Estados Unidos
no Brasil. A avaliação
foi feita hoje pelo
secretário
adjunto para Assuntos
do Hemisfério
Ocidental do Departamento
de Estado norte-americano,
Thomas Shannon.
Anunciada ontem
pelo Banco Central
brasileiro, a medida
incluiu México,
Cingapura e Coréia.
"Foi uma medida
histórica
do Federal Reserve
e sublinha a importância
do Brasil como parceiro
econômico
e nossa confiança
no Brasil como um
parceiro financeiro",
afirmou Shannon,
em entrevista coletiva
de imprensa no Itamaraty.
Shannen frisou,
ainda, a necessidade
de cooperação
e intercâmbio
comercial entre
os países
e para enfrentar
a crise financeira
internacional. Segundo
ele, a reunião
convocada por George
W. Bush para o dia
15 de novembro com
as maiores economias
desenvolvidas e
emergentes do mundo
é uma prova
da disposição
norte-americana
de trabalhar em
parceria. "Mesmo
no meio dessa crise
financeira, entendemos
que temos que manter
nossas economias
abertas, temos que
resistir ao protecionismo,
temos que resistir
a nos fecharmos
para o mundo.
Ao
contrário,
a solução
do problema exige
políticas
fiscais, cooperação
entre parceiros
e a manutenção
de mercados abertos
para que o comércio
continue nos levando
ao crescimento econômico",
argumentou. O secretário
adjunto para Assuntos
Econômicos,
de Energia e Empresariais
do Departamento
de Estado dos Estados
Unidos, Daniel S.
Sullivan, também
ressaltou a necessidade
de se evitar a tendência
de proteção
excessiva dos mercados.
"É muito,
muito importante
que os países
não reajam
se voltando para
dentro e levantando
barreiras protecionistas",
afirmou. "A
cooperação
internacional é,
em verdade, o único
caminho para enfrentarmos
estes desafios de
uma forma abrangente.
Penso que a crise
financeira mostrou
a importância
do aprofundamento
da cooperação
internacional".
Os dois representantes
do governo americano
participaram, em
Brasília,
da terceira reunião
do Diálogo
de Parceria Econômica
Ministério
das Relações
Exteriores-Departamento
de Estado, iniciado
em março
de 2007, a partir
da visita do presidente
Luiz Inácio
Lula da Silva aos
Estados Unidos.
As informações
são da Agência
Brasil.
Frente
parlamentar quer
R$ 2,53 bi para
Santas Casas
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - Integrantes
da Frente Parlamentar
da Saúde
vão pressionar
a área econômica
do governo para
que sejam liberados,
ainda neste ano,
R$ 2,53 bilhões
para as Santas Casas
de Misericórdia.
A informação
é do vice-presidente
da Frente Parlamentar,
deputado Darcísio
Perondi (RS), que
também é
vice-líder
do PMDB. Segundo
Perondi, a atualização
da tabela de repasses
do SUS às
Santas Casas é
urgente, porque
hoje as verbas federais
só cobrem
de 50% a 60% dos
gastos dessas unidades.
Ele explicou que
o pedido é
que a liberação
dos recursos seja
feita por decreto,
já que não
há mais tempo
para a aprovação
de um crédito
suplementar ao orçamento.
"Se
as Santas Casas
parassem de funcionar,
o caos iria se estabelecer
na rede hospitalar
do SUS. Fechamos
com a proposta que
o Ministério
da Saúde
entregou ao Ministério
do Planejamento.
Se há dinheiro
para o Fundo Soberano;
para bancos grandes
comprarem bancos
menores; para o
dólar não
disparar mais do
que tem disparado,
tem de haver dinheiro
para as pessoas".
Darcísio
Perondi explicou
que a liberação
dos recursos neste
ano terá
efeitos positivos
para o financiamento
do setor no ano
que vem. "O
Orçamento
de 2009 é
a variação
nominal do PIB sobre
tudo o que foi gasto
este ano. Se o governo
liberar os R$ 2,53
bilhões,
o Orçamento
do ano que vem terá
automaticamente
mais R$ 3 bilhões".
Perondi
afirmou que a Frente
Parlamentar da Saúde
está articulando
estratégias
para pressionar
o governo a liberar
os recursos. Ele
lembra que, no ano
passado, quando
cerca de 1.500 pessoas
com velas na mão
protestaram em frente
ao Palácio
do Planalto, foi
autorizado R$ 1,8
bilhão para
a saúde.
Porém, o
dinheiro não
gerou efeitos para
os orçamentos
dos anos seguintes
do setor porque,
apesar de ter sido
gasto com despesas
de hospitais e atendimentos,
foi contabilizado
no Fundo de Combate
à Pobreza.
As informações
são da Agência
Câmara.
Mapfre lucra
38% mais no ano
InvestNews
30/10/2008
SÃO
PAULO - A Mapfre
apresentou
hoje seus resultados
do terceiro trimestre
de 2008, com um
crescimento do lucro
líquido atribuível
de 41,6%, aproximadamente
€ 715,6 milhões
de euros, que representa
26,73 centésimos
de euro por ação,
20,4% a mais. Sem
considerar os benefícios
extraordinários,
o lucro da Mapfre
aumentou 38,2% nos
nove primeiros meses
deste ano, aproximadamente
€ 698,3 milhões
de euros.
As
receitas consolidadas
do Grupo aumentaram
16,7% nos nove primeiros
meses deste ano,
superando €
13,056 milhões,
enquanto que os
prêmios 10,668
milhões,
13,9% a mais que
o mesmo período
de 2007. Os fundos
administrados atingiram
23,425,2 milhões
de euros, 0,7% a
mais e o patrimônio
líquido aumentou
em € 355 milhões
no último
trimestre.
Do volume total
de prêmios,
quase 8,355 milhões
se referem ao negócio
Não Vida,
que registrou um
crescimento de 18,4%,
enquanto o negócio
de Vida proporciona
prêmios no
valor de 2,313,2
milhões,
0,2% a mais.
Brasil
assina acordo para
exploração
em águas
cubanas
InvestNews
31/10/2008
Os
presidentes do Brasil,
Luiz Inacio Lula
da Silva, e de Cuba,
Raúl Castro,
referendaram hoje
um acordo que permitirá
à estatal
Petrobras buscar
e explorar petróleo
em águas
profundas do Golfo
do México.
"Se houver
possibilidade de
encontrar petróleo
em Cuba, não
se preocupe, Raúl,
que pode estar a
500 m de profundidade,
a 1.000, a 3.000
m, a 7.000 m, vamos
buscá-lo
e vamos achá-lo,
e transformá-lo
em energia",
disse Lula ao governante
cubano, durante
a assinatura do
convênio.
Raúl
Castro expressou
sua "plena
confiança"
de que a Petrobras
encontrará
petróleo
no Golfo do México,
"porque os
demais (Estados
Unidos e México)
o possuem, e porque
já estamos
extraindo algum,
devido à
capacidade da empresa
brasileira".
A Petrobras vai
operar num bloco
de 1.600 km2, a
uma profundidade
entre 500 e 1.600
m, para o que relizará
um investimento
inicial de US$ 8
milhõe, segundo
o estabelecido pelo
convênio,
precisou à
imprensa Miriam
Guaraciaba, porta-voz
da empresa brasileira.
O
acordo concede a
Petrobras sete anos
para exploração
e 25 de exploração
no caso de haver
petróleo
em seu bloco. Os
trabalhos de prospecção
começarão
de imediato e a
empresa poderá
decidir se continuará
com os trabalhos
ao final de 18 a
24 meses.
Caso for encontrado
petróleo,
os termos do contrato,
quanto à
participação
do Estado cubano
e da empresa brasileira,
são negociáveis,
como acontece com
as demais companhias
estrangeiras que
operam em águas
cubanas.
A
Petrobras se soma
a companhias como
Repsol (Espanha),
Norsk Hidro (Noruega),
ONGC Videsh Ltd
(OVL, India), PDVSA
(Venezuela), Petróleo
Vietnã e
Petrona (Malásia),
que operam na zona
econômica
de Cuba no Golfo
do México,
112.000 km2 divididos
em 59 blocos abertos
a contratos de risco
em 1999.
(Redação
com agências
internacionais -
InvestNews)
SP investe R$ 1,15
bi para recuperar
rodovias
InvestNews
31/10/2008
O
Governo do Estado
de São Paulo
vai investir aproximadamente
R$ 1,15 bilhão
na recuperação
e melhoria de rodovias
e acessos (ligações
entre as vias principais)
em todas as regiões
do Estado. O investimento
nas obras de acesso
em 686,84 quilômetros
será de R$
265,9 milhões
e vai beneficiar
177 municípios.
Em outros 63 municípios
serão aplicados
R$ 872,5 milhões
em 678,87 quilômetros
de rodovias.
O
pacote faz parte
do Programa de Recuperação
de Acessos aos Municípios
e do Programa de
Melhorias e Recuperação
de Rodovias Estaduais,
lançados
nesta sexta-feira,
no Palácio
dos Bandeirantes,
pelo governador
José Serra,
na presença
de prefeitos dos
municípios
beneficiados pelos
programas.
"Vamos fazer
acessos a estradas
paulistas onde for
necessário.
Hoje esse é
um fator de acidente
e, às vezes,
de engarrafamento.
Um
fator de muita perturbação.
São cerca
de 370 acessos,
sendo 307 neste
programa, diretamente
com a ação
da Secretaria dos
Transportes, e mais
63 envolvidos nas
concessões
que foram feitas
nesta semana. É
o chamado pró-acesso.
Esse problema vai
ser resolvido da
mesma maneira que
a questão
das vicinais",
disse Serra.
As obras garantirão
mais segurança
aos motoristas e
moradores dos municípios,
além de melhorar
a fluidez do tráfego
e garantir o escoamento
da produção,
favorecendo diretamente
o desenvolvimento
das regiões
abrangidas pelo
programa.
Essa
é mais uma
ação
do Governo do Estado
na modernização
de toda a malha
viária de
São Paulo,
que esta semana
também concluiu
o programa de concessão
de cinco lotes de
rodovias para a
iniciativa privada:
D. Pedro I, Ayrton
Senna/Carvalho Pinto,
Marechal Rondon
(trechos Leste e
Oeste) e Raposo
Tavares. A outorga
dessas concessões
trouxe R$ 3,5 bilhões
para os cofres estaduais,
que serão
destinados ao sistema
viário, e
mais R$ 8 bilhões
em investimentos
diretos nas rodovias
licitadas.
(Redação
- Agência
JB Online)
Femsa
planeja ampliar
a produção
de cerveja no Brasil
Gazeta Mercantil
31/10/2008
Monterrey
(México -
Não é
preciso andar muito
por Monterrey para
perceber a força
que a Fomento Mexicano
SA (Femsa)
tem na sua cidade-sede.
Em média,
a cada dia, duas
lojas da rede Oxxo,
que pertence a empresa,
são abertas
no México.
Qualquer que seja
o trajeto, o logotipo
da rede vai dominar
a paisagem. Quase
tão fácil
quanto encontrar
lojas Oxxo na cidade
é conhecer
executivos mexicanos
do grupo que se
esforçam
para falar português,
um claro sinal dos
tempos. Apesar da
força local,
a administração
da Femsa agora olha
para o mundo, mais
precisamente para
o Brasil, onde é
a maior engarrafadora
Coca-Cola e possui
oito unidades de
produção
de cerveja das marcas
Kaiser, Sol, entre
outras. No ano passado,
a companhia produziu
9,8 milhões
de hectolitros (cada
hectolitro equivale
a 100 litros) de
cerveja no País.
Este ano, até
setembro, o crescimento
foi de 7,6% sobre
igual período
de 2007. No terceiro
trimestre houve
alta de 8%, para
2,37 milhões
de hectolitros
Em
entrevista à
Gazeta Mercantil,
José Antonio
Fernández
Carbajal, presidente
do Conselho de Administração
e diretor geral
executivo da companhia,
contou que apesar
de prever dias difíceis
por conta da crise
financeira internacional,
novos investimentos
devem ser realizados
no Brasil. A empresa
pretende ampliar
a capacidade de
produção
na região
Norte. Hoje, a fábrica
em Manaus trabalha
com 100% da capacidade
de 500 mil hectolitros
por ano. Segundo
Fernández,
a companhia ainda
não decidiu
se deve optar por
uma ampliação
da atual linha ou
construção
de uma nova fábrica.
Se ficar com a primeira
opção,
o investimento deve
ser de US$ 25 por
hectolitro. Caso
a segunda alternativa
seja a escolhida,
os custos saltam
para US$ 60 por
hectolitro. O grupo
ainda não
definiu qual será
a capacidade da
nova unidade, que
deve ser financiada
com recursos próprios
e entrará
em operação
daqui a dois ou
três anos.
Além
do aumento de capacidade
em Manaus, a Femsa
pretende ampliar
a Remil,
engarrafadora mineira
da Coca-Cola
- pela qual pagou
US$ 368 milhões
em junho deste ano.
A engarrafadora,
que tem sede em
Belo Horizonte,
deve iniciar a produção
de cervejas também
no máximo
em quatro anos.
A Femsa estuda ainda
construir um centro
de distribuição
próximo a
unidade e transformar
o atual centro de
distribuição
em cervejaria.
O
grupo, que registrou
vendas brutas de
US$ 13,516 bilhões
em 2007, trabalha
com boa parte da
produção
verticalizada. Enquanto
a empresa batizada
de Famosa faz tampas
e latas de alumínio,
a Coca-Cola Femsa
e a Femsa Cerveja
produzem as bebidas
e a rede Oxxo participa
ativamente das vendas,
chegando a representar
11% do total de
cerveja vendido
no México.
A idéia de
Fernández
é trazer
esse modelo de negócio
para o Brasil. Mas
ainda não
é o momento,
segundo o CEO. "Temos
que ir aos poucos",
explicou. No México,
a empresa possui
três fábricas
de insumos e fornece
latas e tampas para
clientes como Coca-Cola,
Miller, Anheuser
Bush, entre outras.
Da produção
de 4,7 bilhões
de latas de alumínio
da empresa este
ano - em 2007 foram
4,4 bilhões
--, 85% serão
vendidas para a
própria Femsa
e 15% para terceiros.
Da produção
de 16,5 bilhões
de tampas, ante
17 bilhões
do ano anterior
- a queda ocorreu
em virtude do cancelamento
do contrato com
a Coors, que voltou
atrás e decidiu
ser cliente novamente
a partir de 2009
-, 30% são
vendidas ao grupo
Femsa e 70% para
terceiros. Atualmente
a empresa analisa
a entrada no segmento
de embalagens de
vinhos.
No
ano passado, a Coca-Cola
Femsa representou
46% da receita da
companhia, a Oxxo
28% e a Femsa Cerveja
26% do total. Em
2007, o lucro antes
de juros, impostos
e amortizações
(Ebitda) ficou em
US$ 2,54 bilhões.
Desse total, 53%
foi obtido pela
Coca-Cola Femsa,
35% pela Femsa Cerveja
e 12% pela Oxxo.
Analisando as vendas
brutas da empresa
nos últimos
anos fica fácil
entender o porquê
das aulas de português
em Monterrey. De
2003 ao ano passado,
a companhia cresceu
19%, passando de
US$ 6,7 bilhões
para US$ 13,5 bilhões.
A
empresa, que comprou
a Kaiser da canadense
Molson Coors em
2006, reverteu a
tendência
de queda nas vendas
da marca. De 2001
a 2005, o volume
de vendas passou
de 14,9 milhões
de hectolitros para
8,6 milhões
de hectolitros.
Segundo Fernández,
já em 2006,
primeiro ano sob
a administração
mexicana, as vendas
voltaram a crescer.
Outra marca que
empolga o executivo
é a Sol,
lançada no
Brasil no final
de 2006. Apesar
da cerveja ainda
não conseguir
alcançar
1% de participação
de mercado, segundo
dados da Nielsen,
Fernádez
afirmou que o desempenho
está acima
do esperado. Em
2007, a Femsa vendeu
1 milhão
de hectolitros da
marca Sol.
Café deve
ter 6 milhões
de sacas em estoque
InvestNews
31/10/2008
SÃO
PAULO - A proposta
enviada ao Conselho
Monetário
Nacional (CMN)
de linha de financiamento
de longo prazo para
assegurar a formação
de estoque privado
com 6 milhões
de sacas de café,
foi aprovada, ontem,
por representantes
do Conselho Deliberativo
da Política
do Café (CDPC).
De
acordo com o secretário-executivo
do Ministério
da Agricultura,
Pecuária
e Abastecimento
(Mapa),
Silas Brasileiro,
os recursos serão
do Fundo de Defesa
da Economia Cafeeira
(Funcafé),
para financiar R$
200,00 por saca,
considerando o preço
da cotação
da BM&FBovespa,
de 17 de outubro
deste ano, de R$
306,00, referente
ao vencimento de
maio do próximo
ano. 'Com isso,
não colocaremos
no mercado café
com preço
inferior ao custo
de produção.'
Também
será encaminhada
ao CMN, proposta
de linha de financiamento
em apoio às
lavouras afetadas
pelas chuvas de
granizo no sul de
Minas Gerais, ocorridas
no mês passado.
Outra linha de financiamento
será para
a aquisição
de café por
agroindústria
que ofereça
outras garantias
aceitas pelos agentes
financeiro, em substituição
ao penhor do Certificado
de Depósito
Agropecuário/warrant
agropecuário
ou recibo de depósito
representativo do
café financiado.
Foi
incluído
também nesta
linha de crédito,
o comércio
exportador. A Agenda
Estratégica
para o Agronegócio
Café, que
dá diretrizes
para a cafeicultura
brasileira para
os próximos
cinco anos, foi
aprovada.
Outra medida destacada
pelo secretário-executivo
foi o financiamento
de 12 milhões
de sacas pelo leilão
do Prêmio
Equalizador Pago
ao Produtor (Pepro).
'Nós vamos
partir do valor
de referência,
R$ 275,00, adicionado
de R$ 25,00 por
saca, que viriam
de recursos das
Operações
Oficiais de Crédito
(2OC), totalizando
R$ 300,00'.
Invest
Tur e LA Hotels
negociam "associação
estratégica"
Valor Online
31/10/2008
SÃO PAULO
- A Invest
Tur e
a LA Hotels, braço
de hotelaria do
grupo GP, anunciaram
hoje que iniciaram
negociações
"visando a
concretização
de uma possível
associação
estratégica
entre as companhias".
O
anúncio ocorre
poucos dias após
a LA Hotels ter
comprado uma fatia
de 6,07% das ações
da Invest Tur no
mercado.
As empresas ressaltam
que a concretização
dessa associação
estratégica
"está
sujeita à
negociação"
e que depende de
aprovações
societárias.
Elas dizem ainda
que divulgarão
novas informações
conforme a evolução
das conversas.
Grupo Marisol vai
comprar 50% da rede
Blue Pink
Valor Online
31/10/2008
SÃO
PAULO - O grupo
Marisol
anunciou na tarde
de hoje que seu
conselho de administração
autorizou a compra
de 50% da BPK S.A,
operadora da rede
de lojas Blue
Pink,
que se dedica ao
comércio
de artigos e roupas
para bebês
e crianças
até 14 anos.
A operação
reforça a
presença
da Marisol no Estado
de São Paulo,
onde a Blue Pink
concentra 13 lojas.
No
documento divulgado
no site da Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM),
a Marisol esclarece
que seu objetivo
com a compra é
"ampliar a
atuação
da companhia no
ramo do vestuário,
estabelecendo extensa
rede de lojas em
âmbito nacional,
próprias
e franqueadas, no
conceito baby store".
O
grupo Marisol administra
três grupos
de franqueados e
produz cinco marcas
diferentes - Marisol,
Pakalolo, Rosa Chá,
Lilica Ripilica
e Tigor. T. Tigre.
Mesmo
com crise, O Boticário
prevê fim
de ano positivo
Valor Online
31/10/2008
RIO - A crise financeira
não mudou
as expectativas
para as vendas de
fim de ano da rede
de cosméticos
O
Boticário.
Para o presidente
da empresa, Artur
Grynbaum, os preços
acessíveis
e a boa qualidade
dos produtos da
marca justificam
o otimismo. Segundo
o executivo, a turbulência
internacional não
mudou os planos
da companhia de
fechar 2008 com
faturamento pouco
acima de R$ 1 bilhão,
uma alta de 18%
frente ao ano anterior.
"Continuamos
acreditando que
será um excelente
Natal. Não
dependemos de financiamento
para fazer nossas
vendas, diferentemente
de outros setores",
afirma Grynbaum,
que participou da
entrega do prêmio
Brasileiro Imortal,
no Rio de Janeiro.
O executivo ressalta
que O Boticário
pode inclusive se
beneficiar da migração
de intenções
de compras de bens
duráveis
e outros bens que
demandam financiamentos.
"As pessoas
não vão
deixar de consumir
cosmético,
mas apenas procurar
alternativas inteligentes
para caber nos orçamentos",
aposta.
Grynbaum
revela que a principal
aposta da companhia
para o final de
ano é a linha
de estojos de cosméticos
especiais para o
Natal. Segundo ele,
são mais
de 20 opções
para os consumidores,
com alternativas
para várias
faixas de renda.
Embora admita estar
atento ao cenário
internacional, o
presidente da empresa
acredita que o impacto
da crise financeira,
"se houver",
só chegará
em 2009. Este ano,
a companhia investiu
R$ 160 milhões,
principalmente em
marketing, maquinário
e na inauguração
de 180 novas lojas,
do total de 2.500
pontos-de-venda
existentes no país.
Os recursos aplicados
saíram integralmente
do caixa da companhia.
Para 2009, o planejamento
de investimentos
ainda não
está pronto.
(Rafael Rosas |
Valor Online)
Turbulência
financeira não
altera planos da
Oi para compra da
BrT
Valor Online
30/10/2008
RIO
- A turbulência
financeira dos últimos
meses não
alterou os planos
da Oi
(Tele Norte Leste
Participações)
em relação
à aquisição
da Brasil Telecom
(BrT). Para o diretor
de Finanças
e Relações
com Investidores
da Oi, José
Luís Salazar,
o preço fechado
para a compra foi
"bom e traz
uma rentabilidade
bastante atraente".
O executivo descartou
a possibilidade
de a empresa aproveitar
a forte queda dos
papéis da
BrT para abrir mão
do contrato e pagar
a multa estipulada
de R$ 490 milhões
para depois tentar
renegociar por um
preço mais
atrativo.
"Acreditamos
que nesse preço
a Brasil Telecom
tem uma rentabilidade
extremamente atraente.
Existe um contrato
e a gente vai cumprir
o contrato, fazer
o máximo
possível
para terminar toda
a parte regulatória
e operacional desse
contrato até
o dia 21 de dezembro.
Nada nos leva nesse
momento a pensar
numa renegociação",
ressaltou Salazar,
citando a data-limite
estipulada no contrato
para o fechamento
do negócio.
O
diretor frisou que
a questão
do funding para
a aquisição
da BrT está
"bem equacionada".
Apesar da tentativa
mal-sucedida de
captação
externa pouco antes
do agravamento da
crise internacional,
Salazar lembrou
que a Oi tem R$
9 bilhões
em caixa e já
realizou no primeiro
semestre a maior
parte das captações
necessárias
para a compra da
concorrente.
"Apesar de
toda a crise, o
fato de a gente
ter se antecipado
e feito muitas captações
no primeiro semestre
gerou um conforto
muito grande",
afirmou.
Salazar
disse ainda que
os investimentos
para bancar a entrada
da companhia no
mercado de São
Paulo vão
consumir este ano
R$ 1 bilhão,
dos quais R$ 400
milhões serão
investidos no quarto
trimestre. Segundo
ele, do "capex"
total de R$ 4,5
bilhões para
2008, R$ 3,6 bilhões
já foram
investidos e o restante,
além do mercado
de São Paulo,
terá como
principal destino
a expansão
da banda larga da
empresa no país.
(Rafael Rosas |
Valor Online)
Lucro
da Telefônica
cresce 13% no terceiro
trimestre
Valor Online
27/10/2008
SÃO PAULO
- A Telefônica
encerrou o terceiro
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 597,8 milhões,
o que representa
um crescimento de
13,1% em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o ganho somou R$
528,3 milhões.
A receita líquida
saltou 13,2%, para
R$ 4,094 bilhões.
O
vice-presidente
financeiro da empresa,
Gilmar Gamurra,
disse ao Valor Online
que a maior missão
da companhia diante
da crise será
"trabalhar
mais para conquistar
a mesma coisa".
Ele garantiu que
a operadora espanhola
irá manter
os investimentos,
que devem superar
os R$ 2 bilhões
em 2008 e "um
pouco mais que isso"
em 2009.
Entre janeiro e
setembro deste ano,
a Telefônica
investiu R$ 1,544
bilhão, especialmente
na modernização
e ampliação
de sua rede.
De
acordo com Camurra,
99% dos recursos
vêm do caixa
da companhia que,
segundo ele, já
dispõe do
dinheiro que será
investido em 2009,
valor ainda não
aprovado pelo conselho
de administração.
A expansão
da rede visa justamente
aumentar a capacidade
de oferecer novos
produtos aos clientes,
em especial os serviços
de banda larga e
de televisão
por assinatura.
A baixa penetração
desses serviços
no Estado de São
Paulo é a
grande aposta da
companhia para enfrentar
a crise. Por este
motivo, Camurra
acredita que a turbulência
econômica
não irá
prejudicar muito
a demanda dos paulistas
por esses produtos.
Ele
também explicou
que o serviço
de televisão
por assinatura,
por exemplo, proporciona
margens menores
para a empresa.
E foi justamente
o mix de produtos
que levou a Telefônica
a registrar no terceiro
trimestre deste
ano uma redução
de 1,8 ponto percentual
em sua margem Ebitda
(relação
entre geração
de caixa e receita
líquida),
que ficou em 41%.
Ao
final de setembro,
a empresa contava
com 2,5 milhões
de clientes do serviço
de banda larga Speedy,
um crescimento de
26,9% sobre o volume
registrado um ano
antes. A TV por
assinatura, lançada
no final do ano
passado, contava
com 425 mil clientes
no dia 30 de setembro
último. Como
o objetivo da empresa
é intensificar
a venda desses produtos,
Camurra admitiu
a pressão
sobre as margens.
"Pode
ser que venha a
diminuir, mas continuaremos
agindo sobre os
custos. De qualquer
forma, a margem
não é
a razão de
nossa existência.
Podemos reduzir
margem, mas aumentar
o Ebitda e o lucro",
disse o executivo.
A geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, amortizações
e depreciações)
avançou 9,3%
em relação
ao terceiro trimestre
de 2007, para R$
1,679 bilhão.
(Murillo Camarotto
| Valor Online)
Lucro
da Weg aumenta para
R$ 167 milhões
no trimestre
Valor Online
27/10/2008
SÃO PAULO
- A fabricante de
motores elétricos
Weg informou
hoje que obteve
lucro líquido
de R$ 167 milhões
no terceiro trimestre,
com alta de 6,4%
sobre o ganho apurado
no mesmo período
do ano passado,
de R$ 157 milhões.
A última
linha do balanço
da empresa teve
impacto negativo,
em termos contábeis,
por conta do efeito
da variação
cambial na dívida
em moeda estrangeira.
A
Weg ressalta, no
entanto, que a desvalorização
do real é,
"dentro de
certos limites,
fundamentalmente
positiva" para
a empresa, pois
ela tem presença
internacional por
meio de exportações
e investimentos
em controladas no
exterior.
A receita líquida
da companhia mostrou
crescimento de 22%
na comparação
anual, saindo de
R$ 1,003 bilhão
no terceiro trimestre
de 2007 para R$
1,223 bilhão
no mesmo período
deste ano.
Em
termos de faturamento
em reais, o crescimento
ficou praticamente
em linha tanto no
mercado interno
(+23,2%), como no
externo (20,3%).
A meta da empresa
é fechar
o ano com expansão
de 20% na receita.
"Nosso mercado
de atuação
tem se beneficiado
com a crescente
preocupação
com eficiência
energética
e pela busca por
fontes renováveis
de energia e temos
nos posicionado
em condições
muito favoráveis
para aproveitar
estas tendências
e continuar a expandir
nossa presença
em novos mercados",
diz Alidor Lueders,
diretor administrativo
e de Relações
com Investidores
da Weg.
O
resultado da empresa
medido pelo Ebitda
(lucro antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização)
aumentou 15,1% na
comparação
com o terceiro trimestre
de 2007, para R$
300 milhões.
A margem Ebitda,
que mede a relação
entre este indicador
e a receita líquida,
caiu 1,5 ponto percentual
neste período,
para 24,5%.
Conforme
exigido pela Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM),
a Weg detalhou sua
política
de hedge e informou
que age de forma
conservadora para
proteger, em termos
patrimoniais, a
posição
líquida de
ativos e passivos
em moeda estrangeira
e também
o fluxo de caixa
de curto prazo em
dólares,
sempre limitado
à previsão
de receita de exportação
durante três
meses. "Ao
final de setembro
de 2008 a posição
era de US$ 188 milhões
e, portanto, estava
abaixo do limite
máximo estabelecido",
diz a empresa.
A
companhia disse
ainda que não
possui operações
alavancadas com
derivativos de câmbio
ou taxa de juros,
inclusive operações
com "duplo
indexador"
ou "target
forward", que
pudessem significar
"posições
especulativas".
Dívida
líquida pública
cai a 38,3% do PIB
em setembro
Valor Online
31/10/2008
BRASÍLIA
- A dívida
líquida total
do setor público
situou-se em R$
1,127 trilhão
no fim de setembro,
ou 38,3% do Produto
Interno Bruto (PIB).
Em agosto, o endividamento
líquido total
ficou em R$ 1,182
trilhão,
correspondente a
40,4% do PIB. Os
dados foram divulgados
há pouco
pelo Banco Central
(BC).
Para
a comparação
com a dívida,
a autoridade monetária
considerou o PIB
dos últimos
12 meses, a preços
de setembro, estimado
em R$ 2,940 trilhões.
A dívida
bruta do governo
federal, Previdência
Social e governos
regionais - que,
ao contrário
da dívida
líquida,
não contabiliza
ativos - cresceu
em setembro para
R$ 1,656 trilhão,
ou 56,3% do PIB,
ante o R$ 1,634
trilhão (55,9%
do PIB) registrado
um mês antes.
(Azelma Rodrigues
| Valor Online)