Receita da Lupatech
cresce 24,5% no
tri
InvestNews
06/11/2008
SÃO
PAULO - A Lupatech,
líder no
Mercosul na fabricação
de válvulas
industriais e fabricante
de equipamentos
para o setor de
petróleo
e gás e de
conjuntos para a
cadeia automotiva,
registrou receita
líquida consolidada
de R$ 204,3 milhões
no terceiro trimestre
de 2008, crescimento
de 24,5% comparado
ao segundo trimestre
deste ano.
O
setor de petróleo
e gás contribui
com 67,6% da receita
líquida.
O Ebitda consolidado
(lucro antes de
juros, impostos,
amortização
e depreciação)
da Lupatech no final
do terceiro trimestre
alcançou
R$ 71,1 milhões,
um aumento de 50,2%
sobre os R$ 47,4
milhões registrados
no segundo trimestre
deste ano. O avanço
do Ebitda foi decorrente
do crescimento orgânico
dos negócios
e do ganho operacional,
fatores que também
levaram a companhia
a registrar margem
Ebitda de 34,8%.
(Redação
- InvestNews)
Vale
sinaliza renegociação
com Arcelor Mittal
Gazeta Mercantil
06/11/2008
RIO
- Depois de cortar
10% da produção
e recuar nas negociações
de reajuste com
as siderúrgicas
chinesas, a preocupação
da Vale
agora é manter
os contratos de
longo prazo que
já foram
assinados. As siderúrgicas
estão cortando
produção
de aço e,
por tabela, revendo
as encomendas das
mineradoras.
O
presidente da Vale,
Roger Agnelli, sinalizou
que terá
de renegociar o
maior contrato de
venda de minério
que a empresa possui
atualmente. "Esse
negócio de
contrato é
o seguinte: minério
não é
coisa simples não,
o volume é
muito grande. A
Arcelor Mittal está
reduzindo produção
num ritmo fortíssimo.
Como é que
eu vou querer que
eles honrem contrato.
Tem um contrato,
um volume acertado
e onde é
que ele vai por
(o volume)? Ele
(Arcelor Mittal)
não tem onde
pôr. Então
também temos
que entender o seguinte,
que tem um problema
do lado de lá
e a gente tem que
respeitar",
disse o executivo,
ao ser indagado
sobre cortes de
produção
da maior siderúrgica
do mundo.
A Arcelor Mittal
estaria cortando
30% da procução
por causa do desaquacimento
da demanda por produtos
siderúrgicos.
Agnelli afirmou
que a redução
de 10% na produção
de minério
de ferro é
suficiente para
manter o equilíbrio
da empresa. Não
é preciso
aumentar os cortes,
pelo menos por enquanto.
Depois anunciar
a dimuinuição
de 30 milhões
de toneladas anuais
do insumo na sexta-feira
passada, o executivo
admitiu um recuo
na batalha por reajuste
na segunda-feira.
(Sabrina Lorenzi
- GZM)
Caixa
eleva lucro em 1.156%,
para R$ 722 mi no
trimestre
Gazeta Mercantil
06/11/2008
Brasília
- Crise é
palavra que está
fora do dicionário
da Caixa
Econômica
Federal
em 2008. O lucro
líquido acumulado
entre janeiro e
setembro atingiu
R$ 3,3 bilhões.
É um resultado
90% maior que o
de igual período
de 2007, que foi
de R$ 1,7 bilhão.
O lucro líquido
entre julho e setembro
deste ano foi de
R$ 722 milhões,
1.156% maior que
o de igual período
do ano passado que
foi de R$ 62,5 milhões.
Como base de comparação,
no mesmo período,
o lucro líquido
do Itaú caiu
8%.
Os
dirigentes da Caixa
deixaram claro que
a meta é
crescer ainda mais.
Em outubro, a instituição
deve liberar mais
de R$ 4,5 bilhões
de crédito
para pessoas jurídicas,
um recorde. A média
mensal é
de R$ 2,5 bilhões
. "Escassez
de crédito
na Caixa não
existe", afirmou
o vice-presidente
de Finanças,
Márcio Percival
Alves Pinto.
A presidente da
Caixa, Maria Fernanda
Ramos Coelho, disse
que a instituição
quer comprar outros
bancos, como autoriza
a Medida Provisória
443 e também
aproveitar outras
oportunidades abertas
pela medida, como
iniciar atuação
na previdência
privada e leasing.
Antes da medida,
a instituição
não tinha
autorização
para essas operações.
Mesmo
antes da 443, a
Caixa já
estava pensando
em expansão
das operações.
Há dois meses
pediu ao Banco Central
autorização
para atuar no financiamento
a exportações.
No começo
do próximo
ano já estará
trabalhando com
Adiantamento de
Contratos de Câmbio
(ACCs), área
na qual não
atuava. Quanto à
compra de carteiras
de outros bancos
a partir da liberação
de recursos do compulsório,
a Caixa informa
que aplicou R$ 2
bilhões,
principalmente em
crédito consignado.
O poder de fogo
da instituição
para a aquisição
de carteiras com
recursos do compulsório
é de R$ 2,7
bilhões.
As compras totais
do último
mês chegam
a R$ 2,2 bilhões,
se incluídas
compras de debêntures.
Os
percentuais de crescimento
ilustram a voracidade
da instituição.
Os depósitos
à vista atingiram
no final de setembro
R$ 11,5 bilhões,
alta de 29,7% em
comparação
a igual período
do ano passado.
Com isso, a instituição
garantiu 10,1% de
participação
no mercado, encerrando
o terceiro trimestre
com 44,2 milhões
de clientes.
Os
ativos da instituição
seguiram a mesma
tendência.
Somavam R$ 276 bilhões
no final de setembro
e aumentaram 15,3%
na comparação
com setembro de
2007. Grande destaque
foi o total de operações
de crédito
que chegou a R$
69,1 bilhões
em setembro, um
crescimento de 33%
em 12 meses e de
8,8% sobre o trimestre
anterior.
O
vice-presidente
de Controle e Risco
da Caixa, Marcos
Vasconcelos, ressalta
que o salto no crédito
deve-se ao segmento
de pessoas jurídicas.
Abrigou 85 mil novas
empresas, enquanto
outros bancos ficavam
mais restritivos
a concessão
de crédito
no último
trimestre.
No
acumulado do ano,
o retorno sobre
o patrimônio
líquido da
Caixa foi de 37,2%.
Do total do lucro,
R$ 1,5 bilhão
foi encaminhado
à União.
A previsão
para o final do
ano é de
aumento de 12,8%
no total de depósitos
à vista,
22% na caderneta
de poupança,
35,5% no crédito
comercial e 35,2%
na habitação
em relação
ao desempenho do
ano passado.(Gazeta
Mercantil/Finanças
& Mercados -
)(Ayr Aliski)
Grupo
Paulo Octávio
e Infor fecham parceria
InvestNews
06/11/2008
SÃO PAULO
- A Infor,
uma das três
maiores companhias
mundiais de software
corporativo, acaba
de fechar contrato
com a Paulo
Octávio Investimentos
Imobiliários
- empresa de Brasília,
que incorpora, constrói
e vende imóveis
na capital federal
- para ser o fornecedor
das soluções
FMS SunSystems e
Infor Planning and
Budgeting.
O
ERP da Infor que
está sendo
implementado fará
todo o controle
administrativo e
financeiro (contas
a pagar e receber,
compras, vendas,
ativo fixo, rateio
e estoque); além
de operar a ferramenta
de planning financeiro
MPC, que possibilita
a extração
de informações
gerenciais e planejamento
de múltiplos
cenários
e forecast. A Infor
também fornece
um módulo
de gerenciamento
de eventos, e o
módulo fiscal
voltado para a legislação
fiscal brasileira.
Tudo integrado com
os sistemas atuais
da Paulo Octávio.
"A
combinação
do Infor FMS SunSystems
com o Infor PM Planning
and Budgeting oferece
à empresas
formas para transformar
rapidamente dados
brutos em informações
de negócios
o que pode ser uma
poderosa vantagem
competitiva",
diz Celso Tomé
Rosa, vice-presidente
de vendas da Infor
Brasil.
Saneamento
terá R$ 40
bi até 2010
Gazeta Mercantil
06/11/2008
São Paulo
- O governo está
investindo com recursos
do PAC R$ 40 bilhões
em saneamento até
2010, disse o diretor
da área social
do BNDES, Élvio
Gaspar, durante
o Congresso em Celebração
ao Ano Internacional
do Saneamento -
CAIS 2008. Com esse
montante, a previsão
é atender
a 86% dos domicílios
brasileiros com
água potável,
55% com esgoto e
47% com destinação
adequada do lixo.
"Independentemente
da crise, a decisão
do governo é
de manter os investimentos",
garante Rogério
de Paula Tavares,
superintendente
nacional de saneamento
da Caixa.
(Roberta Scrivano)
Mesmo
com crise, CSU quer
crescer mais que
mercado
InvestNews
06/11/2008
SÃO PAULO
- A CSU
CardSystem,
após inverter
o prejuízo
líquido registrado
tanto no terceiro
trimestre do ano
passado, quanto
o período
entre janeiro e
setembro de 2007,
mantém a
meta de crescer
mais do que o mercado.
"Estamos entre
as empresas que
crescerão
menos, e não
dentre as companhias
que encolherão
devido a crise",
afirma Décio
Burd, diretor de
relações
com investidores
da processadora
independente de
meios eletrônicos
de pagamento.
A
empresa reportou
lucro líquido
de R$ 1,02 milhão
no terceiro trimestre
de 2008, ante um
prejuízo
de R$ 240 mil no
mesmo período
do ano passado.
No acumulado do
ano, a CSU CardSystem
apresentou lucro
líquido de
R$ 4,8 milhões,
enquanto que no
período entre
janeiro e setembro
de 2007, o prejuízo
líquido havia
sido de R$ 10,2
milhões.
"Os resultados
devem-se, principalmente,
a uma reorganização
nos custos e crescimento
da atividade de
cartões -
que gerou crescimento
de 40% no Ebitda
e 11,2% de avanço
na receita líquida.
Além disso,
conseguimos reduzir
em 14% nosso endividamento",
explica o diretor
de RI.
O
número de
cartões cadastrados
atingiu número
recorde: 5,2 milhões
de novos plásticos
emitidos em nove
meses. Sendo assim,
a base de cartões
da CSU no terceiro
trimestre deste
ano aumentou 21,9%
em comparação
com o mesmo período
do ano passado.
O ingresso de três
novos clientes também
contribuiu para
este número:
Carrefour, Porto
Seguro e Omni Financeira.
"Estamos sempre
batalhando para
buscar as oportunidades
de surgirem.Há,
por exemplo, as
inúmeras
redes regionais
que ainda não
foram exploradas",
lembra Burd, sem
revelar projeções.
Quanto
a crise financeira,
o executivo não
acredita que as
instituições
reduzirão
o volume de crédito
concedido aos portadores
de cartões.
"A falta de
crédito restringe
a capacidade de
funding, mas o crédito
que foi concedido
será honrado.
Mas também
não acredito
que, por causa da
crise, comercialize-se
um número
maior de cartões",
diz o diretor de
relações
com investidores
da CSU CardSystem.
"Temos
crescimento, consistentemente,
mais do que o dobro
do mercado. Neste
novo cenário,
manteremos a meta
de crescer mais
do que o mercado",
completa Burd. (Vanessa
Correia - InvestNews)
Volvo
já faz novo
plano de investimentos
Gazeta Mercantil
06/11/2008
Curitiba
- A Volvo
do Brasil
encerrou ontem um
ciclo de investimentos
de US$ 110 milhões
feitos nos últimos
três anos
e que culminou com
o lançamento
de um novo modelo
de caminhão
- o FM 11 litros,
que irá disputar
o mercado do transporte
de carga para veículos
de até 50
toneladas, faixa
em que a empresa
ainda não
atuava. O projeto
do FM levou cinco
anos para ser desenvolvido,
com um investimento
de US$ 25 milhões.
O presidente da
empresa, Tommy Svensson,
confirmou que a
Volvo está
preparando um novo
ciclo de investimentos
para os próximos
três anos
e que ele será
anunciado no início
de 2009, provavelmente
em janeiro: "Não
é uma crise
passageira de mercado
que irá alterar
os nosso planos
de longo prazo para
o País",
disse ele.
Segundo
Bernardo Fedalto
Jr., gerente de
caminhões
da linha F",
em outubro, inclusive,
a Volvo bateu todos
os seus recordes
com o faturamento
de 1.037 caminhões
no mercado interno
e vai chegar a 10
mil unidades comercializadas
até o final
do ano contra 7.053
em 2007. De janeiro
a outubro, a Volvo
vendeu 8.773 unidades.
"Nós
estamos esperando
para 2009 uma queda
de vendas entre
5% a 10% porque
a crise mundial
está ajudando
o mercado brasileiro
a voltar ao normal,
já que faltavam
caminhões
para vendas",
adiantou Fedalto.
" Dá
para perceber que
o mercado está
se normalizando
e estabilizando
porque nosso prazos
de entrega nos últimos
dias já caíram
de 90 a 120 dias
para 60 dias, o
que é o normal",
contou. "Se
nós conseguíssemos
produzir mil caminhões
a mais em 2008 teríamos
vendido todos",
acrescentou.
Para
ele, em 2009, não
irão se repetir
as vendas de 80
mil caminhões
na faixa acima de
15 toneladas previstas
para 2008, recorde
histórico,
mas " certamente
o número
será elevado
e um segundo lugar
entre os recordes",
completou. Fedalto
acredita que a Volvo
do Brasil terá
ganhos de mercado
no ano que vem porque
" não
vão mais
ocorrer episódios
como a ida de clientes
a fornecedores concorrentes
porque não
tínhamos
caminhões
para entrega naquele
momento", disse.
Ele confirmou que
o principal gargalo
da empresa - o fornecimento
de caixas de câmbio
pela matriz sueca
- já está
resolvido e que
o aumento da produção
do componente na
Suécia
deverá a
acontecer seis meses
antes do previsto,
a partir de janeiro
próximo.
Os veículos
da marca tem, em
média, 70%
de componentes nacionais.
Segundo
o gerente de planejamento
estratégico
da Volvo Brasil,
Sérgio Gomes,
"a empresa
certamente terá
de fazer novos investimentos
na fábrica
brasileira para
adaptar a produção
de motores a nova
lei de emissões
que deverá
obrigar o uso de
um novo diesel com
50 ppm de enxofre
e "também
para uma série
de desenvolvimentos
na linha de veículos".
Ele confirmou que
a Volvo já
possui o motor para
este novo diesel
e para o de 10 ppm,
e que aguarda a
oferta do combustível
no mercado.
O
presidente da empresa,
Tommy Svensson confirmou
também que
a empresa não
pretende diminuir
seu volume de exportações,
que significam 25%
da produção
da empresa, ou cerca
de 3 mil veículos
" porque o
mercado da América
Latina, que é
de nossa responsabilidade,
ainda está
muito aquecido na
Argentina, Peru
e Chile", disse.
O
diretor da Volvo
Financial Services
Brasil, o banco
da fábrica,
Adriano Merigli,
confirmou que a
empresa está
se preparando para
aumentar a concessão
de financiamentos
aos seus clientes
em 2009 porque "
se espera uma redução
de operações
nos bancos tradicionais".
"Como 70% das
vendas saem pela
linha Finame, do
BNDES,
acredito não
haverá problema
de falta recursos.
Nós pretendemos
financiar R$ 1 bilhão,
um pouco mais que
em 2008, cujo resultado
deverá fica
próximo deste
número",
disse ele.
Novo
veículo
O Volvo FM 11 litros
com motor de 370
cavalos que a empresa
lançou ontem
em Curitiba fica
numa faixa intermediária
até aqui
não ocupada
pela empresa - abaixo
e acima desta categoria
estão o VM
310 cavalos e o
FH 400 cavalos.
Assim, a linha de
produtos está
segmentada pelo
Volvo VM com motor
de 7 litros e 310
cavalos, para operação
na faixa de 40 toneladas
de Peso Bruto Total
Combinado ( PBTC),
FM com motor de
11 litros e 370
cv para a faixa
de 50 toneladas
de PBCT e o FH,
como motor de 13
litros e potências
de 400 cv, 440 cv,
480 cv e 520 cv,
para a faixa de
60 toneladas de
PBCT, ou acima disso.
Segundo Bernardo
Fedalto, a empresa
espera comercializar
perto de 1.000 unidades
do FM 11 litros
em 2009.(Gazeta
Mercantil/Caderno
C - (Norberto Staviski)
Exportações
chegam a US$ 71,5
bi em 12 meses
InvestNews
06/11/2008
SÃO PAULO
- As exportações
do agronegócio
brasileiro totalizaram
US$ 6,6 bilhões
em outubro, um crescimento
de 9,8% em relação
ao mesmo mês
do ano passado.
O resultado da balança
comercial do agronegócio
registrou superávit
de US$ 5,5 bilhões.
Nos primeiros dez
meses deste ano,
as exportações
somaram US$ 62 bilhões,
valor 26,8% maior
que no mesmo período
de 2007.
Em
12 meses, o valor
exportado alcançou
os US$ 71,5 bilhões.
Os setores que mais
contribuíram
em valor absoluto
para o aumento das
exportações
foram carnes, complexo
sucroalcooleiro,
fumo e café.
O valor exportado
do complexo soja
(grão, farelo
e óleo) apresentou
redução
de 4,2%. A queda
se deu em razão
da antecipação
das vendas dos produtos
do complexo nos
meses anteriores
a outubro.
No
mês passado,
foi exportado o
equivalente a US$
1,1 bilhão
do complexo soja.
As vendas externas
de carnes cresceram
31,4% alcançando
a cifra de US$ 1,4
bilhão puxadas,
principalmente,
pelo aumento dos
preços e
das quantidades
embarcadas de carne
de frango e peru
que aumentaram 3,5%
e 10%. As exportações
do complexo sucroalcooleiro
no mês passado
totalizaram US$
870 milhões,
40,5% superior que
o mesmo período
do ano anterior.
As
vendas de fumo e
seus produtos cresceram
56,2%, ainda na
comparação
com outubro de 2007,
e alcançaram
US$ 406 milhões.
O crescimento das
exportações
de café foram
superiores em 29,7%,
registrando valor
de US$ 524 milhões.
Os
destinos das exportações
cresceram principalmente
para África
(+69,8%), Aladi
(+46,6%) e Oriente
Médio (+39,7%).
Mapfre
prevê crescer
com venda de banco
Gazeta Mercantil
06/11/2008
São
Paulo - A iminência
da venda da Nossa
Caixa
para o Banco do
Brasil é
vista com otimismo
para os negócios
da Mapfre.
Parceira majoritária
na joint venture
Nossa Caixa Mapfre,
que comercializa
seguros de vida
e planos de previdência
privada desde 2005,
a seguradora aposta
na chance de ampliar
seus canais de distribuição
de produtos com
o banco federal
assumindo o controle
da instituição
estatal paulista.
O
presidente da Nossa
Caixa Mapfre, Marcos
Eduardo Ferreira,
disse à Gazeta
Mercantil que a
negociação
conduzida pelos
dois bancos pode
render bons frutos
à seguradora.
"É sempre
muito atrativo poder
contar com a possibilida
de termos algum
tipo de acordo de
distribuição
fechado com o Banco
do Brasil",
afirmou Ferreira,
lembrando que a
Mapfre ainda não
entrou nas negociações
entre os governos
estadual e federal.
"Enquanto acionista,
a Mpfre Nossa Caixa
precisa ser notificada
para tomar alguma
posição."
Ontem,
o executivo comemorou
a marca de 3 milhões
de apólices
de seguros de vida
e previdência
privada vendidas
pela seguradora
nas agências
da Nossa Caixa,
desde o início
da join venture,
há três
anos. Segundo Ferreira,
o número
ratifica as estratégias
de gestão
operacional enxuta
e diversificação
de produtos. "Montamos
a companhia com
base em um modelo
administrativo e
operacional simples
e enxuto, sem papel
e com 100% das transações
integradas entre
a seguradora e o
banco, além
disso desenvolvemos
um portfólio
abrangente, baseados
em seguros individuais
com foco na pessoa
física."
Crise
A Nossa Caixa Mapfre
apresentou crescimento
acumulado na ordem
de 510%, se considerados
os últimos
três anos.
De acordo com o
presidente da empresa,
os prêmios
em 2008 devem chegar
a R$ 460 milhões.
Mesmo com a projeção
com a retração
econômica
no ano que vem,
Ferreira aposta
em avanço
de 5% das operações
da seguradora.
(Gazeta Mercantil/Finanças
& Mercados)(Luciano
Máximo)
Novo
shopping em Cianorte
Gazeta Mercantil
03/11/2008
Curitiba
- Principal pólo
de confecções
do Paraná,
65 mil habitantes,
e visitada diariamente
por quase meia centena
de ônibus
de consumidores
do Sul do País
e interior de São
Paulo, Cianorte,
no Noroeste do estado,
vai inaugurar o
seu maior shopping
atacadista em 9
de novembro próximo.
O empreendimento,
que nasceu da união
de 80 empresários
locais num "pool"
de empreendedores,
foi iniciado com
um fundo de R$ 5,6
milhões.
Até o fim
do próximo
ano terá
220 lojas concluídas
e deverá
ultrapassar um investimento
de R$ 15 milhões
até 2010.
Cianorte
também é
conhecida por ser
a cidade onde mais
se produz jeans
no Brasil e, por
isso, o diferencial
do Cianorte Mega
Shopping não
está apenas
no número
de magazines, mas
também na
infra-estrutura
física e
no atendimento que
disponibilizará
aos guias, compradores
e demais turistas.
No
total, são
450 indústrias
de confecções
locais, produzindo
mais de cinco milhões
de peças
por mês que
são comercializadas
em outros cinco
shoppings atacadistas
e na Rua da Moda,
abrigando um número
superior a 300 lojas
das fábricas,
o que o torna um
grande pólo
de turismo de negócios.
O
novo shopping está
localizado na entrada
da cidade e irá
comportar também
um hotel com 150
apartamentos, com
capacidade para
450 leitos, oferecendo
internet sem fio
gratuita, piscinas,
salas de massagem,
musculação
e ginástica,
auditório,
restaurante, e ambiente
totalmente climatizado.
"Sabemos que
as pessoas viajam
muito para comprar
nossos produtos
e isso torna importante
investir no conforto",
diz o empresário
Marcos Nabhan, diretor-presidente
do shopping.
A
estimativa é
que o empreendimento
crie 1,5 mil empregos
diretos e 5 mil
indiretos até
2010.
Segundo
Marcelo Rodrigues,
administrador do
empreendimento,
cada empresário
terá a oportunidade
de adquirir uma
loja no Cianorte
Mega Shopping sem
pagar pela "luva"
(direito de uso)
e com escritura.
(Gazeta Mercantil)(Norberto
Staviski)
Grupo
Gerdau avalia ajustes
na produção
Gazeta Mercantil
06/11/2008
Os
números superaram
as expectativas
de analistas, mas
ao divulgar os resultados
obtidos no terceiro
trimestre deste
ano, o diretor-presidente
André Gerdau
Johannpeter informou
que o grupo siderúrgico
Gerdau
está avaliando
cada uma das operações
para definir ajustes
que permitam adequar
a produção
ao novo patamar
de demanda. Uma
das áreas
críticas
é a de aços
especiais que tem
70% das vendas atreladas
ao setor automotivo
e cujo esforço
de vendas está
partindo com mais
força para
a indústria
naval, de energia
e infra-estrutura
que se mantém
com melhor desempenho,
afirmou Johannpeter
ontem ao anunciar
os resultados da
companhia.
O
empresário,
entretanto, não
deu maiores detalhes
quanto a esses ajustes,
disse apenas que
serão avaliados
quanto a cada operação
e mercado. O grupo
atua hoje em 14
países. O
presidente da Gerdau
informou também
que os investimentos
serão mantidos,
mas poderão
ter nova ordem de
prioridade e novos
prazos. Os gastos
previstos nas operação
até 2010
são de US$
6,4 bilhões,
sendo que destes
US$ 1 bilhão
já foi aplicado
este ano.
Para
o analista de siderurgia
da corretora Geração
Futuro,
Carlos Kochenborger,
a redução
da produção
da Gerdau no curto
prazo deve ocorrer
na Espanha e nos
Estados Unidos.
Na Espanha porque
a controlada Sidenor
produz principalmente
aços especiais
para a indústria
automobilística,
um dos setores mais
afetados pela crise
financeira global.
"A Espanha
é um grande
fabricante de automóveis
para exportação",
destaca. Nos EUA
a redução
da atividade se
deve ao alastramento
da crise para além
do setor da construção
civil. A empresa
antes alegava que
tinha apenas 5%
de suas vendas no
mercado norte-americano
ligada ao setor
residencial, mas
segundo Kochenborger,
os problemas de
restrição
de crédito
também estão
afetando segmentos
de infra-estrutura,
maior mercado da
Gerdau na América
do Norte.
No
Brasil a Gerdau
ainda estaria em
uma situação
confortável.
"Eles dão
a entender que estão
com a carteira de
pedidos cheia para
o último
trimestre e início
do ano que vem.
Acho que em um período
de três a
seis meses não
haverá redução
de produção",
conclui Kochenborger.
O analista pondera
que a Gerdau ainda
teria uma vantagem
em relação
às concorrentes
que estão
anunciando corte
de produção.
Lembra que as usinas
da companhia operam
com fornos elétricos
que utilizam principalmente
sucata e ferro-gusa
como matéria-prima,
que podem continuar
produzindo em níveis
mais baixos de utilização
sem causar prejuízo,
ao contrário
de outras empresas
dependentes de minério
de ferro e carvão
que precisam desligar
completamente os
fornos.
Lucro
maior
A siderúrgica,
líder em
aços longos,
encerrou o trimestre
passado com um lucro
líquido de
R$ 1,42 bilhão,
aumento de 37,2%
frente ao resultado
apurado no terceiro
trimestre de 2007.
A geração
de caixa da Gerdau,
medida pelo lucro
antes de juros,
impostos, amortização
e depreciação
(Ebitda, na sigla
em inglês)
somou R$ 3,841 bilhões,
um aumento de 153,7%
frente ao Ebitda
do terceiro trimestre
de 2007, que somou
R$ 1,514 bilhão.
A
chamada margem Ebitda,
em termos consolidados,
atingiu 30,9% no
período,
ante 19,8% no terceiro
trimestre do ano
passado.
A valorização
do dólar
frente ao real no
trimestre passado,
de 20,3%, gerou
um resultado financeiro
negativo de R$ 1,6
bilhão para
a siderúrgica
brasileira. O efeito
da conversão
de saldos da moeda
estrangeira sobre
pagamentos de exportações
e dívidas
em dólar
foi negativo em
R$ 1,1 bilhão
no terceiro trimestre
deste ano ante um
efeito positivo
de R$ 165,1 milhões
no mesmo período
de 2007, informou
a empresa.
No
exterior a siderúrgica
brasileira mantém
operações,
por exemplo, no
Canadá, Estados
Unidos, Espanha,
Colômbia,
Peru, Chile, Argentina,
Uruguai e México.
Até setembro,
a produção
de aço bruto
das empresas Gerdau
atingiu 5,6 milhões
de toneladas, alta
de 26,6% em relação
ao volume registrado
no mesmo período
do ano passado.
Na produção
de laminados, houve
alta de 23,7%, para
4,64 milhões
de toneladas.
No
Brasil, o aumento
de produção
de aço bruto
foi de 17,8 %, enquanto
as operações
na América
do Norte saltaram
35,6%. Em laminados,
a produção
brasileira subiu
17,7% e na América
do Norte cresceu
28,5%.
Vendas aumentam
21%
As vendas consolidadas
atingiram 5,1 milhões
de toneladas no
terceiro trimestre,
um ganho de 21,3%
em relação
ao período
de julho a setembro
de 2007.
"A
demanda nos diversos
setores consumidores
de aços longos
no Brasil, tais
como construção
civil, automotivo
e implementos agrícolas,
continuou favorável
no período,
proporcionando um
aumento de 32,9
% nas vendas da
Gerdau no mercado
doméstico",
informou a empresa.
A
receita líquida
de vendas consolidada
somou R$ 12,444
bilhões no
período,
um aumento de 62,4
% frente ao desempenho
do terceiro trimestre
do ano passado.
O
vice-presidente
de finanças
da Gerdau, Osvaldo
Schirmer, disse
que, a Gerdau tem
caixa próprio
de mais de R$ 5,6
bilhões e
ainda conta com
linhas contratadas
de financiamento
de R$ 2,6 bilhões.
"Nosso perfil
de endividamento
é superior
a sete anos (...)
o que é algo
confortável
com o compromisso,
seja qual for a
geração
de caixa que tivermos",
disse Schirmer.
As
ações
PN da companhia
fecharam ontem a
R$ 13,98, queda
de 10,03%.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C )(Rita Karam,
Caio Cigana e Reuters)
TIM
reverte prejuízo
com rendimento de
R$ 22,5 milhões
Gazeta Mercantil
06/11/2008
São
Paulo - Controle
de custos e aumento
de receitas fizeram
a TIM
reverter o prejuízo
líquido sofrido
há um ano
para um lucro de
R$ 22,5 milhões
nos três meses
encerrados em setembro.
Em igual período
de 2007, a companhia
havia registrado
prejuízo
de R$ 126,9 milhões.
A
terceira maior operadora
celular do Brasil,
controlada pela
Telecom Italia,
fechou o terceiro
trimestre com um
aumento de 20,7%
na base total de
clientes na comparação
anual, para 35,2
milhões de
pessoas.
Apesar disso, a
receita média
por assinante permaneceu
em R$ 29,7, estável
frente ao terceiro
trimestre de 2007
e praticamente em
linha também
na comparação
com o segundo trimestre
do ano.
Os
clientes pós-pagos,
que proporcionam
maior rentabilidade,
representaram 19,4%
da base de usuários
da companhia, acima
da média
de 18,8% dos rivais,
segundo a TIM.
Controle de custos
de subsídios
de aparelhos e regras
mais rígidas
para desconexão
de clientes fizeram
a TIM ter uma queda
de 17% no número
de novos usuários
adicionados à
sua base em relação
ao terceiro trimestre
de 2007, para 1,4
milhão.
A
TIM reduziu em 2,4%
os custos totais
de sua operação,
para R$ 2,56 bilhões.
A queda nos preços
médios de
aparelhos fez os
custos com produtos
vendidos, compostos
principalmente por
celulares e modems
de acesso à
internet, caírem
10,1%, para R$ 378
milhões.
Ainda
em custos, as despesas
da empresa com inadimplência
recuaram de R$ 275
milhões no
terceiro trimestre
do ano passado para
R$ 143 milhões,
retornando "ao
nível esperado
(ou seja, 4,7% da
receita líquida
de serviços)".
Além disso,
o custo de aquisição
de clientes recuou
14%, para R$ 110
nos três meses
encerrados em setembro,
diante de política
mais centrada em
rentabilidade.
Mais
caixa, menos despesas
A geração
de caixa da TIM
medida pelo lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
somou R$ 799,8 milhões,
alta de 47,5% ante
os R$ 542,1 milhões
do terceiro trimestre
de 2007.
A
margem Ebitda da
operadora ficou
em 23,8%, ante 17,1%
um ano antes.
Em termos de receita
líquida,
a companhia fechou
o trimestre passado
com R$ 3,36 bilhões,
crescimento de 6,1%.
Serviços
especiais crescem
O destaque ficou
por conta do salto
de 25,2% nas vendas
de serviços
de valor adicionado,
como acesso à
internet, que já
somam 10% da receita
bruta de serviços
Hering
tem receita 40%
maior no terceiro
trimestre
Gazeta Mercantil
06/11/2008
Florianópolis
- A Companhia Hering,
de Blumenau (SC),
colhe os frutos
do aquecimento do
mercado interno
e do reposicionamento
da marca. A empresa
fechou o terceiro
trimestre deste
ano com receita
bruta de R$ 156,51
milhões,
41,83% maior do
que no mesmo período
do ano passado e
reverteu um prejuízo
de R$ 19,6 milhões
para um lucro líquido
de R$ 20,9 milhões.
O vice-presidente
e diretor de Relações
com Investidores
da empresa, Fábio
Hering, afirma que,
por enquanto, a
empresa não
sentiu nenhum impacto
decorrente da crise
financeira internacional.
Já vendeu
toda a coleção
produzida para o
verão e iniciou
a comercialização
de vestuário
para o outono.
Para
2009, o plano estratégico
em vigor há
um ano deverá
ainda sustentar
o crescimento que,
segundo o empresário,
não será
tão intenso
como o registrado
até o momento.
"A Hering não
é uma ilha
e deverá
sentir alguma retração
no consumo. Além
do mais, a base
de comparação
de 2008 será
elevada resultando
em taxas menores."
No acumulado do
ano, o faturamento
bruto foi de R$
428,54 milhões
e cresceu 41,31%.
O
mercado interno
expandiu as vendas
em 53,8% no terceiro
trimestre e ganhou
relevância
na formação
da receita bruta,
respondendo por
94,1% do total de
R$ 156,5 milhões.
"O aumento
da receita bruta
da marca Hering
de 66,4%, no trimestre
e de 64,6% nos nove
meses consolidou
o sucesso da nossa
estratégia,
com o crescimento
da rede de lojas
Hering Store e varejo
multimarcas",
disse o empresário.
Segundo ele, as
outras marcas também
tiveram bom desempenho.
A PUC, de moda infantil
focada no público
A e B, obteve crescimento
de 28,3% na receita
bruta do trimestre.
A receita da marca
dzarm cresceu 15,8%
no trimestre.
A
geração
operacional de caixa
medida pelo Ebitda
ajustado foi de
R$ 21,1 milhões
no trimestre, 95,3%
superior à
do mesmo período
de 2007. No acumulado
de 2008, o Ebitda
alcançou
R$ 53,8 milhões
e superou em 89,4%
o valor dos nove
meses de 2007. A
dívida total
da companhia no
encerramento do
terceiro trimestre
era de R$ 132,1
milhões.
Deste montante,
54% estão
alocados no longo
prazo e 5% são
denominados em dólar.
O empresário
afirma que os investimentos
previstos para 2008,
de R$ 28 milhões,
serão cumpridos
até o final
do ano.
O
plano de crescimento
estabelecido pela
Hering compreende
dois pilares. Um
visa o aumento das
vendas nas lojas,
que neste ano ficou
em torno de 30%,
por meio de ações
como o reposicionamento
de preços,
o que tornou os
produtos mais acessíveis.
O novo lay out e
projeto arquitetônico
das unidades e a
campanha publicitária
"Eu uso Hering
desde sempre"
que terá
continuidade nos
próximos
meses, também
fazem parte deste
projeto.
O
outro pilar, que
deverá ser
intensificado a
partir de agora,
é o do crédito.
A empresa introduziu
o cartão
de fidelidade na
rede de lojas em
parceria com o HSBC/Losango
com o intuito de
aumentar o tráfego
nas unidades e o
tíquete médio
das compras. Para
isso, está
promovendo campanhas
de incentivo junto
às equipes
das lojas com o
reforço de
promotores exclusivos
do cartão.
Hoje 30 mil clientes
possuem o cartão
de fidelidade e
a previsão
é de em 2009
chegar aos 100 mil.
Também
faz parte do plano
a expansão
agressiva do número
de lojas. "Fechamos
o terceiro trimestre
deste ano com 209
Hering Store e vamos
chegar ao final
do ano com 229."
A previsão
é de que
a empresa feche
2009 com 277 unidades,
sendo 51 próprias
e 226 franqueadas.
Para 2010, a meta
estabelecida é
de estar com 325
lojas em cidades
com mais de 200
mil habitantes.
O empresário
afirma que a companhia
está em 22
estados, com concentração
na região
Sudeste, onde estão
localizadas 120
lojas. "As
oportunidades de
crescimento estão
em todo o território
nacional",
diz. Nas pequenas
cidades, está
presente em lojas
multimarcas, onde
atende 10 mil clientes.
Exportações
As exportações
alcançaram
no trimestre faturamento
de R$ 9,2 milhões,
5,9% do total. Segundo
Fábio Hering,
a queda de 37% em
relação
ao terceiro trimestre
de 2007 está
em linha com a estratégia
da empresa de concentrar
esforços
produtivos e de
comercialização
no mercado brasileiro.
"Durante o
terceiro trimestre,
a empresa descontinuou
a comercialização
de produtos com
a marca do cliente
e passou a focar
a comercialização
das marcas da empresa,
principalmente para
a América
Latina", afirma.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C )(Juliana Wilke)
Totvs
cresce 30% em receita
e 25% em lucro
Gazeta Mercantil
06/11/2008
São
Paulo - A Totvs,
que lidera a atividade
de desenvolvimento
e comercialização
de software de gestão
empresarial integrada
e prestação
de serviços
relacionados, fechou
os resultados do
terceiro trimestre
deste ano com recorde
histórico
trimestral de novos
clientes de software,
receita líquida
e Ebitda (lucro
antes do pagamento
de juros, impostos,
depreciações
e amortizações).
A receita líquida
de vendas totalizou
R$ 218,6 milhões,
29,7% superior ao
mesmo período
do ano anterior.
O Ebitda somou R$
44,3 milhões,
com expansão
de 20% em comparação
ao mesmo período
de 2007, atingindo
novo recorde histórico.
A geração
de margem Ebitda
alcançou
20,3%. O lucro líquido
ajustado totalizou
R$ 34 milhões
no trimestre, o
que representa um
salto de 25,1% na
comparação
com 2007.
Este
é o primeiro
anúncio de
resultados após
a união com
a
Datasul,
aprovada pelos acionistas
de ambas as empresas
em 19 de agosto.
Os números
comprovam ser a
estratégia
de crescimento consistente,
conforme afirmou
a empresa em nota.
Além de ser
a maior companhia
de sistemas de gestão
empresarial (ERP)
do Brasil, hoje
a Totvs é
a 9ª maior
empresa de ERP no
mundo e a 1ª
em países
emergentes.
Novos
clientes
A companhia encerrou
o terceiro trimestre
de 2008 com 22.500
clientes ativos,
adicionando neste
período 705
novos clientes.
No período,
a receita de taxas
de licenciamento
atingiu R$ 59,3
milhões,
aumento de 39,5%
em relação
ao terceiro trimestre
de 2007. As receitas
de serviços
e de manutenção
registraram recordes
históricos,
contribuindo para
a estabilidade de
geração
de caixa. A receita
de serviços
somou R$ 75,2 milhões,
crescendo 32,8%,
enquanto a receita
de manutenção
avançou 22,2%
na comparação
com o mesmo período
do ano passado,
registrando R$ 108,1
milhões.
No
mesmo trimestre
que foi anunciada
a intenção
de união
entre Totvs e Datasul,
foi realizada uma
operação
complexa que envolveu
a unificação
das bases acionárias
de duas companhias
com controle difuso
e posterior fechamento
de capital da Datasul.
Tal operação
contou com a aprovação
dos acionistas de
ambas as empresas.
A complexidade dos
processos não
chegou a afetar
as equipes, e a
Totvs entrega para
o mercado um resultado
recorde em praticamente
todas as suas dimensões,
diz a empresa em
nota.
A
TOTVS encerrou o
mês de setembro
com R$ 144 milhões
em caixa.
Totvs fornece ao
mercado soluções
administrativas,
sistêmicas,
de processos, de
desempenho e de
infra-estrutura,
em seis ramos de
negócios:
software, tecnologia,
BPO, consultoria,
infra-estrutura
e educação
a distância,
que garantem competitividade
e foco na atividade-fim.
Topmind cresce 23%
e projeta novas
conquistas
InvestNews
06/11/2008
SÃO
PAULO - A Topmind,
empresa nacional
com presença
global que atua
nos segmentos de
Tecnologia da Informação,
Recursos Humanos
Estratégicos
e Telecomunicações,
comemora as conquistas
de 2008. A empresa
encerra o ano com
aumento de 23% no
faturamento em comparação
ao ano anterior,
com resultados no
Brasil e nos Estados
Unidos, onde possui
subsidiária.
Para 2009, a
Topmind
projeta crescimento
de 35% em relação
aos números
de 2008, com a conquista
de cerca de 50 novos
clientes. Para alcançar
tais metas, a empresa
tem investido na
expansão
de seu portfólio
de serviços,
na ampliação
da estrutura física
e em novas contratações.
"Nossas metas
para 2009 são
agressivas e sabemos
que um dos pilares
para esta sustentação
é a equipe.
Portanto, estamos
investindo na expansão
de nosso grupo e
na elaboração
de um plano de carreira
ousado, com uma
série de
novos benefícios,
com o intuito de
estimular e recompensar
o esforço
de todos para alcançar
os resultados",
informa Sandra Maura,
diretora executiva
da Topmind.
Outra
estratégia
adotada para conquistar
mais clientes é
a ampliação
do portfólio
de serviços.
A empresa vem desenvolvendo,
dentro e fora do
País, várias
parcerias para expandir
sua atuação
em IT Services,
com o objetivo de
atender seus clientes
com serviços
voltados para TI
e Telecom em projetos
locais e globais.
"Nosso objetivo
é divulgar
em breve novos serviços,
como soluções
dentro do conceito
de SaaS para otimização
de tráfego
WAN, call center
e telefonia IP",
finaliza Marcelo
Fabretti, diretor
de TI da Topmind.
Positivo
tem ganho de R$
55 milhões
Gazeta Mercantil
06/11/2008
São
Paulo - A Positivo
Informática,
maior fabricante
de computadores
do Brasil, teve
lucro líquido
de R$ 55 milhões
no 3º trimestre,
e R$ 174,4 milhões
de janeiro a setembro.
O resultado antes
de juros, amortização,
impostos, depreciação
e despesas financeiras
(Ebitda) foi de
R$ 65,6 milhões
e R$ 190,8 milhões,
respectivamente.
No
3º trimestre
foram vendidos 437,3
mil PCs, sendo que
nos primeiros nove
meses de 2008, esse
número atingiu
cerca de 1,2 milhão
de unidades vendidas.
De acordo com a
tendência
mundial do mercado
de valorizar a mobilidade,
o destaque do período
ficou, novamente,
por conta das vendas
de notebooks, que
registraram novo
recorde de participação
de 32,5% nas vendas
do 3º trimestre
do ano, com 142,2
mil unidades comercializadas.
Levando em consideração
os primeiros noves
meses de 2008, este
número atinge
331,8 mil unidades.
O
mercado de governo
registrou aumento
de 367% nas vendas
do trimestre , com
110,7 mil PCs entregues
no período.
O volume superou
as previsões,
que indicavam 106
mil máquinas.
Além disso,
estima-se que, ainda
em 2008, o MEC licitará
um total de cerca
de 300 mil computadores
para escolas e suas
áreas administrativas,
para entrega em
2009. O IBGE também
anunciou que licitará
cerca de 150 mil
netbooks (ou ultraportáteis)
para o Censo de
2010.
O
mercado corporativo
consumiu 23,5 mil
PCs no trimestre,
crescimento de 159,1%
em comparação
com o mesmo período
de 2007. Nos primeiros
noves meses, já
foram vendidos 70,3%
mais computadores
do que em todo o
ano de 2007 para
esse segmento. A
receita bruta totalizou
R$ 607,6 milhões,
com aumento de 35,6%
em relação
ao mesmo período
do ano anterior.No
acumulado, a receita
bruta superou R$
1,6 bilhão,
17% maior que o
mesmo período
de 2007. A receita
líquida totalizou
R$ 525 milhões,
36% maior que em
2007. Nos primeiros
nove meses, superou
R$ 1,4 bilhão,
com crescimento
de 20,2%.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C (Redação)
Estácio
Participações
desembolsa R$ 10,2
milhões por
três faculdades
Valor Online
07/11/2008
SÃO PAULO
- O atual ambiente
de negócios,
tido como pouco
convidativo em função
da crise internacional,
não pôs
freio ao plano de
expansão
da rede de ensino
superior Estácio
Participações.
Por
meio da controlada
IREP, a companhia
fechou a compra
de três instituições,
localizadas em São
Paulo, Cotia e Ibiúna,
por R$ 10,288 milhões.
Do valor, já
foram descontadas
dívidas de
R$ 2,3 milhões.
As
adquiridas foram:
Maria Montessori
de Educação
e Cultura, mantenedora
da Faculdade de
Educação
e Cultura Montessori
(FAMEC); a Cultura
e Educação
de Cotia, responsável
pela Faculdade Associada
de Cotia (FAAC ou
Instituto de Ensino
Superior de Cotia
- IESC) e a Unidade
de Ensino Superior
Montessori de Ibiúna,
que controla a Faculdade
Montessori de Ibiúna
(FMI).
Segundo Fato Relevante
divulgado pela companhia,
ao final de outubro,
as três sociedades
adquiridas contavam
com 3.215 alunos
regularmente matriculados
em seus programas
de graduação
e pós-graduação.
Isso representa
um múltiplo
de R$ 3.200 por
aluno.
"Com
a integração
das referidas instituições
ao seu modelo de
negócio e
as sinergias a serem
obtidas, a Estácio
busca consolidar
sua posição
de liderança
no setor e reafirmar
o compromisso com
a oferta de ensino
de qualidade aos
nossos alunos",
destacou a companhia
no Fato Relevante.
Log-In
Logística
aprova investimentos
de R$ 228 milhões
para 2009
Valor Online
07/11/2008
SÃO PAULO
- A
Log-In Logística
anunciou hoje que
seu conselho de
administração
aprovou investimentos
de R$ 228 milhões
para o ano que vem.
De acordo com a
empresa, este montante
poderá ser
revisado para cima
caso sejam incluídos
na lista de projetos
a serem implementados
a construção
de navios graneleiros
para transporte
dedicado de bauxita
e o terminal portuário
em Manaus.
Do
montante já
aprovado, R$ 129,3
milhões deverão
ser alocados à
construção
de navios porta-contêiner,
R$ 28,4 milhões
para a ampliação
da capacidade do
Terminal de Vila
Velha (TVV) e R$
21,4 milhões
no terminal intermodal
de Paulínia.
Para investimentos
correntes estão
previstos R$ 15
milhões.
Para
a expansão
do Terminal de Camaçari
(Tercam) estão
previstos R$ 31,9
milhões,
sendo que deste
total, R$ 26,4 milhões
anteriormente previstos
para 2008 foram
realocados para
2009.
Medial
construirá
mais quatro hospitais
em São Paulo
até 2011
Valor Econômico
07/11/2008
SÃO PAULO
- A fim de consolidar
a sua rede própria,
que já conta
com 11 hospitais,
a operadora de planos
de saúde
Medial construirá
mais quatro hospitais
em São Paulo
até 2011,
cujo valor dos investimentos
ainda está
em análise.
O único que
já está
em andamento é
o Hospital Alvorada
Paulista, previsto
para ser inaugurado
no próximo
ano e que até
o momento demandou
investimentos de
R$ 134 milhões,
sendo R$ 77 milhões
provenientes de
recursos do Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES).
O
anúncio foi
feito ontem pelo
presidente da Medial,
Emilio Carazzai,
durante a divulgação
do balanço
do terceiro trimestre.
Nesse período,
a Medial registrou
um prejuízo
de R$ 1,8 milhão,
pela legislação
societária,
comparado a um lucro
de R$ 4,9 milhões
no mesmo intervalo
de 2007. A piora
no resultado foi
motivada pelo aumento
da sinistralidade
e das despesas comerciais
com a venda de planos,
segundo Vitor Fagá,
diretor financeiro
e de relações
com investidores
da Medial.
Apenas
nos últimos
três meses,
a Medial conquistou
133 mil novos beneficiários,
o que gerou uma
despesa comercial
com vendas de R$
30 milhões.
No mesmo período
de 2007, esses gastos
somaram R$ 23 milhões,
segundo Fagá.
Com os novos clientes,
a operadora passa
a contar com uma
carteira de 1,5
milhão de
vidas - uma das
maiores do mercado
nacional. A receita
operacional líquida
aumentou 11%, atingindo
R$ 468,5 milhões
no trimestre encerrado
em setembro de 2008.
No
acumulado do ano,
o faturamento foi
de R$ 1,4 bilhão,
o que representa
uma alta de 22%
em relação
aos nove primeiros
meses de 2007. O
lucro líquido
avançou foi
de R$ 14,8 milhões,
comparado com R$
15,7 milhões
em 2007.
Na
semana passada,
a Medial anunciou
a compra do laboratório
de análises
clínicas
SAE por R$ 18 milhões.
Durante a teleconferência,
os executivos da
Medial destacaram
que as empresas
de seu interesse
são os planos
de saúde
com mais de 80 mil
vidas, os hospitais
com pelo menos 100
leitos e os centros
de diagnósticos.
Atualmente, a operadora
de saúde
possui cerca de
R$ 207,6 milhões
em caixa para aquisições.
(Beth Koike | Valor
Econômico)
Cteep
lucra 17,7% mais
no terceiro trimestre
Valor Online
06/11/2008
SÃO PAULO
- A Companhia de
Transmissão
de Energia Elétrica
Paulista (Cteep),
que é controlada
pela colombiana
ISA, encerrou o
terceiro trimestre
do ano com lucro
líquido de
R$ 231,11 milhões,
montante 17,7% maior
que os R$ 196,4
milhões obtidos
em igual período
do ano passado.
Entre
julho e setembro,
a companhia registrou
aumento de 28,2%
na receita líquida,
que somou R$ 448,77
milhões.
Já o custo
dos serviços
e despesas gerais
e administrativas
teve aumento de
59%, somando R$
124,62 milhões.
Segundo a companhia,
esse aumento reflete
o aumento das provisões
para contingências.
Ainda nas saídas
de caixa, o resultado
financeiro foi negativo
em R$ 74,5 milhões,
mas essa perda e
as maiores despesas
foram compensadas
por um ganho não
operacional de R$
1,98 milhão
e outros R$ 60,83
milhões provenientes
da reversão
de juros sobre capital
próprio.
A companhia também
se beneficiou de
menores deduções
da receita e desembolso
com imposto de renda.
A
companhia também
apontou que seu
Ebitda (lucro antes
de juros, impostos,
depreciação
e amortização)
cresceu 17,1% na
comparação
trimestral, para
R$ 369 milhões.
A margem Ebitda
caiu 7,7 pontos
percentuais, para
82,4%.
Oferta
global de cereais
vai superar a demanda
em 2008/09, prevê
FAO
Valor Econômico
07/11/2008
SÃO PAULO
- A produção
mundial de cereais
deverá alcançar
2,242 bilhões
de toneladas na
temporada 2008/09,
conforme estimativa
divulgada na quinta-feira
pela FAO, braço
da ONU para agricultura
e alimentação.
A safra está
em fase de colheita
no Hemisfério
Norte e de plantio
abaixo da Linha
do Equador - inclusive
no Brasil. Se confirmado,
o volume projetado
será 5,3%
superior ao do ciclo
2007/08 e marcará
um novo recorde
histórico.
Em
comunicado, a FAO
destaca que, pela
primeira vez nos
últimos quatro
anos, sua projeção
para a produção
é mais do
que suficiente para
atender à
demanda prevista,
uma vez que em 2007/08
o " superávit
" foi marginal
(ver quadro). Reflexo
desse quadro mais
confortável
é a estimativa
da agência
da ONU para os estoques
finais mundiais,
que, tudo indica,
também deverão
aumentar.
A demanda total
ao longo da temporada
2008/09 foi calculada
em 2,197 bilhões
de toneladas, 3,3%
mais que na safra
passada.
Trata-se
de um percentual
de crescimento menor
que o projetado
para a produção,
e esse descasamento
resultou em estoques
finais globais de
474 milhões
de toneladas no
ciclo atual, 9,4%
maior.
Em tempos menos
contaminados pelas
movimentações
financeiras nos
mercados de commodities,
a confirmação
das previsões
da FAO - que, em
grande parte, dependerá
do comportamento
do clima no Hemisfério
Sul nos próximos
meses - significaria
uma tendência
de preços
mais baixos dos
alimentos pelo menos
até o primeiro
trimestre do próximo
ano, e esta é
uma grande preocupação
desse braço
das Nações
Unidas.
Em
2007/08, a disparada
das cotações
de produtos como
trigo, soja, milho
e arroz no mercado
internacional, que
atingiu o ápice
no primeiro semestre
deste ano, elevou
o número
de pessoas subnutridas
no mundo para cerca
de 923 milhões.
A recente queda
de preços
nas bolsas, diz
a FAO, ainda não
chegou aos consumidores
da maioria dos países.
No longo prazo,
alerta, a agricultura
global enfrentará
grandes desafios
cujas soluções
precisam começar
a ser desenvolvidas
agora.
Haverá
menos terras e água
disponíveis,
menos investimentos
em infra-estrutura
rural e pesquisas
agrícolas,
aumento de custos
de produção
e mudanças
climáticas.
É neste cenário
que mais de 9 bilhões
de pessoas terão
de ser alimentadas
até 2050,
conforme as projeções
atuais, e para isso
a oferta terá
mais do que dobrar.
Lucro
da Lojas Americanas
sobe 76,5% no trimestre
Valor Online
07/11/2008
SÃO PAULO
- A rede varejista
Lojas
Americanas
encerrou o terceiro
trimestre do ano
com lucro líquido
de R$ 15 milhões,
expressivo crescimento
de 76,5% sobre os
R$ 8,5 milhões
obtidos em igual
período de
2007.
Entre julho e setembro,
a receita líquida
consolidada cresceu
29,5%, somando R$
1,71 bilhão.
No conceito "mesmo
número de
lojas", que
não considera
as vendas das lojas
inauguradas em menos
de 12 meses, a receita
líquida consolidada
cresceu 19,5%.
A
geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
apurado antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização)
consolidado somou
R$ 217,5 milhões
no trimestre, resultado
51,4% superior ao
registrado no mesmo
período do
ano passado. A margem
Ebitda subiu de
10,9% para 12,7%.
No
trimestre, as despesas
operacionais (sem
depreciação
e amortização)
consolidadas totalizaram
R$ 329 milhões,
ou 19,2% da receita
líquida (RL),
contra R$ 270,5
milhões,
ou 20,5% da RL,
no mesmo período
de 2007.
Na
B2W, braço
de comércio
eletrônico
controlado pela
Lojas Americanas,
o crescimento da
receita foi de 35%
no comparativo anual,
totalizando R$ 1,108
bilhão. O
Ebitda da B2W ficou
em R$ 120 milhões,
o que represente
um crescimento de
44% em relação
ao terceiro trimestre
do ano passado.
Já
o lucro líquido
da empresa, resultado
da fusão
da Americanas.com
com o Submarino,
totalizou R$ 27
milhões,
forte crescimento
de 80% no comparativo
anual.
No
braço financeiro
do grupo, a Financeira
Americanas Itaú
(FAI), mais conhecida
como Americanas
Taií,
fechou com prejuízo
de R$ 10,2 milhões.
Em 30 de setembro
de 2008, a FAI apresentava
volume de recebíveis
equivalente a R$
404,3 milhões,
que corresponde
a 100% do volume
total da carteira.
Vale lembrar que
a consolidação
da operação
da FAI pela Lojas
Americanas é
feita de maneira
proporcional à
sua participação
societária,
ou seja, 50% do
total.
Vendas mundiais
de smartphones crescem
28% no terceiro
trimestre
Valor Online
07/11/2008
SÃO PAULO
- As vendas mundiais
de celulares inteligentes
(smartphones) cresceram
28% no terceiro
trimestre deste
ano, em relação
ao mesmo período
de 2007. No total,
foram comercializados
39,9 milhões
de aparelhos do
gênero, segundo
dados da consultoria
Canalys.
A expansão
já era esperada
e a surpresa, no
entanto, foi o forte
crescimento da participação
da Apple, que tomou
o segundo lugar
no ranking das maiores
empresas do setor
da Research in Motion
(RIM),
que fabrica os telefones
BlackBerry.
Segundo
a consultoria, as
vendas de quase
40 milhões
de smartphones significavam
13% do mercado total
de telefones celulares,
dois pontos percentuais
a mais do que representavam
no trimestre anterior.
Entre os meses de
julho e setembro
deste ano, a empresa
fabricante do iPhone
vendeu 6,8 milhões
de aparelhos, um
crescimento de 523%
em relação
aos 1,1 milhão
comercializados
nos mesmos meses
de 2007. Com isso,
ela suplantou a
RIM, que embora
tenha crescido 83,5%
no mesmo intervalo,
vendeu 6 milhões
de telefones.
A
expansão
da Apple é
ainda mais significativa
pelo fato de ela
ter entrado no mercado
de telefones apenas
no ano passado.
De lá para
cá, a empresa
lançou apenas
dois modelos de
seu iPhone - com
tecnologias GSM
e de terceira geração
(3G) - com duas
configurações
cada.
"Era
esperado que a Apple
iria figurara entre
os líderes
do mercado de smartphones
nesse trimestre,
era só uma
questão de
quão alto
chegaria - e isso
é impressionante",
afirmou o analista
da Canalys, Pete
Cunningham. Ele
ainda afirmou que,
embora tenha perdido
o segundo posto
no ranking, o desempenho
da RIM também
é digno de
nota. "Essa
também é
uma performance
tremenda, especialmente
considerando os
atrasos no lançamento
do BlackBerry Bold",
afirmou.
Embora
tenha mantido a
liderança
do mercado, a finlandesa
Nokia foi a única
entre as cinco maiores
que apresentou retração
em suas vendas no
trimestre. Ela comercializou,
entre julho e setembro,
15,4 milhões
de aparelhos, 3,4%
menos que no mesmo
período do
ano passado.
A
participação
de mercado da Nokia,
com isso, caiu de
51,4% no terceiro
trimestre de 2007
para 38,9% neste
ano, sendo que a
Apple viu sua fatia
crescer de 3,6%
para 17,3% e a RIM
de 10,6% para 15,2%.
"Com
a competição
no segmento de smartphones
esquentando, ser
capaz de introduzir
melhoras de tecnologia
e de interface de
usuários
rapidamente é
crítico",
disse Tim Shepherd,
também analista
da Canalys.
(José Sergio
Osse | Valor Online)
Bahia receberá
investimentos de
R$ 193 milhões
de duas empresas
Valor Online
07/11/2008
A
assessoria do governador
da Bahia, Jaques
Wagner (PT), informou
que o Estado definiu
hoje investimentos
privados de R$ 193
milhões.
A rede varejista
Casas Bahia comprometeu-se
a abrir 38 lojas
em várias
cidades e um centro
de distribuição
em Camaçari.
A indústria
coreana Global Enterprise
vai instalar uma
fábrica de
CDs e DVDs em Feira
de Santana.
As
duas empresas terão
incentivos fiscais
previstos no programa
Desenvolve. Segundo
informações
da Secretaria da
Fazenda, o Imposto
sobre a Circulação
de Mercadorias e
Serviços
(ICMS) apurado poderá
ter parte de seu
pagamento adiado
(diferimento) por
até cinco
anos. Nesse caso,
há três
enquadramentos com
prorrogações
de 90%, 80% e 70%,
dependendo dos projetos
apresentados e da
avaliação
de seis condições:
criação
de empregos, impacto
ambiental, responsabilidade
social, tipo de
atividade, integração
das cadeias produtivas
e uso de insumos
locais.
As
parcelas do ICMS
adiadas serão
corrigidas pela
Taxa de Juros de
Longo Prazo (TJLP),
atualmente em 6,25%
ao ano. Se a empresa
beneficiada antecipar
os pagamentos, poderá
ter descontos de
até 80%.
Além disso,
a Fazenda da Bahia
não cobrará
a diferença
de alíquota
do ICMS sobre a
compra de máquinas
e equipamentos fabricados
em outros Estados.
Nas importações
de bens de capital,
também não
incidirá
ICMS.
De
acordo com a assessoria
do governo baiano,
a empresa coreana
vai investir, inicialmente,
R$ 85 milhões
na primeira etapa
da sua mais nova
unidade de produção
de mídias.
Quando estiver operando
com capacidade total,
a Digitimidia terá
investido R$ 169
milhões para
produzir 150 milhões
de unidades de CDs
e DVDs por ano,
com previsão
de faturamento anual
de R$ 82 milhões
e geração
de 700 empregos
diretos e 1.200
indiretos.
O
governo da Bahia
também assinou
protocolo de intenções
com a Casas Bahia,
que pretende investir
R$ 24 milhões
somente no centro
de distribuição,
com previsão
de geração
de 150 empregos
diretos.
(Arnaldo Galvão
| Valor Econômico
para o Valor Online)
Reserva
do pré-sal
pode chegar a 50
bi de barris, diz
diretora da ANP
Agência Brasil
07/11/2008
RIO - A nova diretora
da Agência
Nacional do Petróleo,
Gás Natural
e Biocombustíveis
(ANP),
Magda Chambriard,
afirmou hoje, durante
discurso de posse,
que as reservas
de petróleo
e gás natural
na área do
pré-sal -
onde estão
localizados os mega-campos
de Tupi e Iara -
podem chegar a pelo
menos cerca de 50
bilhões de
barris. O volume
estimado é
mais de quatro vezes
maior do que as
reservas atuais
do país.
A
diretora da ANP,
que antes ocupava
a superintendência
de Definição
de Blocos da agência,
manteve a avaliação
inicial já
feita para o mega-campo
de Tupi, de 5 a
8 bilhões
de barris de petróleo
e óleo equivalente.
Segundo ela, serão
necessários
investimentos de
cerca de US$ 70
bilhões,
a perfuração
de cerca de 500
poços e a
instalação
de oito plataformas
de grande porte
para desenvolver
o campo.
"Estimamos
que o pré-sal
tenha pelo menos
50 bilhões
de barris, volume
4 vezes maior do
que as reservas
atuais do país.
Isto significa um
enorme desafio em
termos de investimentos,
de produção
de aço e
necessidades regulatórias",
afirmou.
O
chamado "Cluster
de Tupi", como
vem sendo conhecida
a área que
inclui ainda poços
como o de Guará,
Iara e Carioca já
teve 42 dos seus
quase 100 campos
licitados pela Agência
Nacional do Petróleo.
(Agência Brasil)