Sexta-feira, 14/11/2008
Ano VIII – edição 343




1. Lucro da estatal é recorde histórico, diz Barbassa
InvestNews
11/11/2008

SÃO PAULO - O lucro líquido registrado pela Petrobras no terceiro trimestre deste ano, assim como no acumulado do ano, foi um recorde histórico, afirmou Almir Guilherme Barbassa, diretor financeiro e de relações com o investidor da companhia, durante coletiva de imprensa.

A estatal registrou um lucro líquido de R$ 10,852 bilhões no terceiro trimestre, alta de 96% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 26,56 bilhões, crescimento de 61% em relação ao mesmos meses de 2007. "Esse resultado é fruto da excelência operacional, crescimento da produção, das vendas e da disciplina de capital acumulados ao longo de anos", apontou.

De acordo com Barbassa, o câmbio também foi favorável ao resultado da empresa. Com a desvalorização do real frente ao dólar, o mercado doméstico acabou sendo beneficiado. Quanto à exposição cambial, a posição de R$ 13,6 bilhões em ativos líquidos sujeitos à variação cambial proporcionou um ganho financeiro de R$ 3,5 bilhões diante da forte depreciação do real no terceiro trimestre.

"Ao longo desse período, observamos uma desvalorização da moeda de 20%, resultante do agravamento da crise internacional a partir de setembro", afirmou a companhia em comunicado. A Petrobras continua investindo prioritariamente no desenvolvimento de sua capacidade de produção de petróleo e gás natural, através de investimentos próprios e da estruturação de empreendimentos com parceiros. Em 30 de setembro de 2008, os investimentos totais alcançaram R$ 34,050 milhões, representando um aumento de 11% sobre os recursos aplicados em 30 de setembro de 2007. Em relação aos projetos de pré-sal, Barbassa explicou que eles "vão acontecer naturalmente, os planos não vão ser alterados". Entretanto, a companhia está revendo o plano estratégico geral para 2009.

Outro ponto ressaltado pelo executivo foi a questão da queda no preço dos barris de petróleo, que segundo o diretor financeiro não terá impacto receita líquida da companhia. (Micheli Rueda - InvestNews)

2. Brasil e México querem ampliar comércio bilateral
InvestNews
11/11/2008


SÃO PAULO - Brasil e México querem ampliar a lista de 800 produtos com preferências tarifárias do Acordo de Complementação Econômica nº 53, que regula o comércio bilateral.

Com esse objetivo, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, terá encontro, amanhã (12), na Cidade do México, com representantes do governo mexicano e da iniciativa privada. Será a 4ª Reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil-México, com vistas a aumentar o fluxo de comércio nos dois sentidos, que atingiu US$ 6,218 bilhões de janeiro a outubro deste ano.

De acordo com números do MDIC, a balança comercial entre os dois cresceu 21,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com superávit (saldo entre exportações e importações) de US$ 991 milhões para o Brasil. Verifica-se, no entanto, que o saldo em prol dos exportadores brasileiros caiu quase metade na comparação com os US$ 1,846 bilhão registrados de janeiro a outubro de 2007.

Enquanto as vendas nacionais para aquele país, no valor de US$ 6,218 bilhões, cresceram só 3,7% no período, as importações de produtos mexicanos evoluíram 60,2%. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do MDIC e acrescentam que o México respondeu por 2,1% das exportações brasileiras, nos dez meses deste ano, contra participação de 2,6% em igual período de 2007. As informações são da Agência Brasil.

3. Funcafé repassa R$ 1,8 bi para safra 2008
InvestNews
11/11/2008


SÃO PAULO - O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), liberou até esta terça-feira, R$ 1,8 bilhão, com mais um repasse ao Banco do Brasil de R$ 70 milhões para custeio do café. O montante autorizado para as linhas de estocagem, colheita, custeio e financiamento para aquisição de café (FAC) é de R$ 2,1 bilhões.

O diretor do Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia (SPAE), Lucas Ferreira, destacou que o total liberado aos agentes financeiros representa 83% dos recursos disponíveis do Funcafé para apoiar a atual safra. 'O Fundo tem saldo em caixa, ainda, para atingir a totalidade dos recursos autorizados', afirmou. Ele lembra que a contratação do financiamento da colheita do café encerrou em outubro. A data limite do financiamento da estocagem e do FAC vai até 31 de janeiro de 2009. O custeio segue até 28 de fevereiro.

4. Lucro da CCP cresce 64% no ano
InvestNews
11/11/2008


SÃO PAULO - A Cyrela Comercial Properties (CCP) registrou um lucro líquido de R$ 8,51 milhões no terceiro trimestre do ano, um crescimento de 2,90% em relação ao segundo trimestre.

No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 24,24 milhões, aumento de 64,56% em comparação com os mesmos meses do ano passado. O Ebitda chegou a R$ 23,10 milhões no trimestre, alta de 13,73% frente o segundo trimestre. No ano, o Ebitda alcançou R$ 62,38 milhões, elevação de 43,33% ante os primeiros nove meses de 2007.

A receita líquida chegou a R$ 27,72 milhões no trimestre, crescimento de 11,41% em relação ao trimestre anterior. No ano, a receita líquida atingiu R$ 76,21 milhões, aumento de 27,3% no mesmo confronto com o ano anterior.


5. Alstom mira emergentes e prevê aquisições
Gazeta Mercantil
11/11/2008


Nova Délhi ( Índia) - A Alstom, companhia francesa fornecedora de componentes para os setores de geração elétrica e transporte, manterá seu plano de investimentos nos países emergentes, como o Brasil, para os próximos anos, apesar das turbulências na economia mundial, disse ontem à Gazeta Mercantil Philipe Joubert, presidente mundial da Alstom Power, braço de energia do grupo Alstom.

"A solidez financeira da Alstom é excelente, somos uma empresa sem dívidas e com muita geração de caixa, portanto vamos usar a crise não como um problema, mas como uma oportunidade para amanhã comprar outras empresas ou fornecedores para crescer", afirmou o executivo. Joubert sinaliza que há novas aquisições no caminho da Alstom, inclusive no Brasil, mas ao ser questionado sobre o assunto é enfático: "Não posso comentar".

As afirmações do presidente da Alstom Power foram feitas simultaneamente à assinatura de uma joint-venture entre a francesa e a empresa indiana Bharat Forge para a construção de uma fábrica na Índia para produção de turbinas, geradores e outros componentes de utilização em térmicas e hidrelétricas. Segundo as duas empresas, os equipamentos terão capacidade de 600 megawatts (MW) a 800 MW de potência e a fábrica deve ficar pronta em 2012.

A empresa francesa também assinou um memorando de entendimento com a universidade de engenharia indiana (Engeneering College) para fornecimento de mão-de-obra capacitada. Além disso, a Alstom vai inaugurar hoje, na cidade indiana de Vadodara, um centro de pesquisa e tecnologia.

Sob a bandeira "Encabeçando o desenvolvimento na Índia", as iniciativas da empresa francesa são apenas os primeiros passos para a companhia alcançar seu objetivo, que é avançar de maneira significativa na Ásia. "Queremos que o continente asiático represente 50% do mercado da Alstom nos próximos dez ano", disse Joubert. Hoje, apenas 14% da carteira de pedidos da francesa são oriundos da região.

Segundo Joubert, a empresa tem grande interesse em novos negócios em países emergentes com forte expansão econômica e grande volume de mercado. "Na crise há duas conseqüências: possível redução no volume de negócios dos nossos clientes e mudança na velocidade dos investimentos.

Mas, na energia hidrelétrica, setor em que somos líderes em fornecimento de grupos geradores (turbinas e geradores), certamente Brasil, Índia, China e, talvez, a Rússia não mudarão seus planos", afirmou o chairman da Alstom. O executivo disse ainda que, como se trata de países sobretudo em expansão industrial, "não há como postergar demandas para produção de energia".

Planos no Brasil
Joubert, que comemora a participação da empresa na construção da usina de Santo Antônio, afirma que aguarda a decisão do consórcio vencedor de Jirau, liderado pela multinacional Suez, sobre quem fornecerá as turbinas para a segunda hidrelétrica do rio Madeira. "Estamos aguardando a decisão do consórcio vencedor do leilão", comentou o executivo, ressaltando que a Alstom é líder de mercado neste setor. "Também estamos trabalhando sobre Belo Monte (que será a segunda maior hidrelétrica do Brasil com 11 mil MW, atrás somente de Itaipu), que é um empreendimento grande e muito importante", afirmou.

O executivo ainda falou sobre o projeto de construção do trem-bala, que deve ser licitado até março do ano que vem e ligará São Paulo ao Rio de Janeiro. "Temos muito interesse em participar do desenvolvimento do trem-bala no Brasil

Expansão da capacidade
Segundo estimativas do economista e membro do governo indiano, Srinivasa Raghavan, a Índia, segundo país mais populoso do mundo, com 1 bilhão de habitantes, precisará expandir sua capacidade energética em 300 mil megawatts nos próximos 15 anos. "O acréscimo é necessário para que o país mantenha suas taxas de crescimento em cerca de 8% ao ano, como se tem visto", disse Raghavan.

O especialista afirma que o país tem problemas sérios de abastecimento e "60% da população não tem acesso à eletricidade". "Energia é um forte obstáculo para o crescimento econômico da Índia", afirmou.
Mesmo em Nova Délhi, capital país asiático em que vivem 15 milhões de pessoas, há diversas e consecutivas quedas de energia.

Nas 12 horas que antecederam a coletiva de imprensa com o economista Raghavan, faltou eletricidade por cinco vezes. Precavidos, os hotéis mais requintados da cidade mantêm lanternas ao lado das camas dos hóspedes.
Hoje, 65% da energia gerada na Índias é oriunda de térmicas, das quais cerca de 80% é movida a carvão. Aproximadamente 25% da eletricidade vem das hidrelétricas. No total, a Índia gera 137 mil megawatts, conta Raghavan.

"Sabe-se que para incrementar a matriz energética indiana será preciso ajuda de empresas estrangeiras", afirmou o economista que prefere não prever o valor dos investimentos que serão necessários para ampliar a geração em 300 mil MW. "As companhias interessadas podem trazer sua tecnologia e, em troca, oferecemos o nosso grande mercado consumidor", disse.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Roberta Scrivano - A repórter viajou a convite da Alstom)


6. Pré-sal pode mudar foco da Vale
Gazeta Mercantil
11/11/2008


Salvador - O governo federal estuda expandir a indústria siderúrgica e reduzir as exportações de minério de ferro da Vale para explorar as reservas do pré-sal. Serão necessários cinco mil quilômetros de tubos de aço especiais para a perfuração de poços na região do cluster de Tupi, revelou o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, um dos integrantes da comissão criada para discutir o tema.

"É aço suficiente para suspender as exportações de minério de ferro da Vale e começar a construir siderúrgicas capacitadas para a fabricação desse tipo de aço especial", revelou Lima. O especialista sugere que a região de Tupi precisará de investimentos da ordem de US$ 400 bilhões, aproximadamente o montante estimado por bancos de investimentos em análises recentes.

A comissão interministerial deve mostrar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no início de dezembro, que o desenvolvimento das jazidas do pré-sal com investimentos na indústria local vão demandar tempo. A orientação do Planalto é estimular a cadeia de fornecedores do petróleo, mas há gargalos que impedem a tarefa.Não há capacidade instalada na indústria siderúrgica disponível para tantas encomendas. Se o governo quiser desenvolver fornecedores locais, com geração de emprego e renda no País, vai ter que esperar, segundo o relatório que será entregue ao presidente da República."Não temos pressa. É melhor ir com calma e desenvolver o País do que correr e ter de importar tudo", afirmou Lima, durante apresentação da 10ª Rodada de Licitações da ANP para empresários da Bahia, em Salvador.

A afirmação vai contra o que querem as empresas do setor. As petroleiras têm declarado que o governo federal deveria agilizar os estudos para explorar o petróleo do pré-sal.
Lima ressaltou que a parte do pré-sal que já foi licitada às empresas, da ordem de 42% da área do cluster de Santos, será explorada dentro dos prazos.

As discussões que pretendem desenvolver o pré-sal em ritmo de espera da siderurgia local envolvem 58% da área, além das outras regiões que podem possuir petróleo abaixo da camada de sal e ainda estão sob domínio da União.
80 bilhões de barris
Na última sexta-feira passada, Lima afirmou que o cluster de Tupi pode conter reservas da ordem de 80 bilhões de barris.

Considerando que o custo de desenvolvimento estimado é de US$ 400 bilhões, portanto, o custo exploratório, sem considerar outros gastos, ainda está bem abaixo do preço do barril de petróleo, abaixo de US$ 70.
Lima apresentou ontem a 10ª Rodada de Licitação de áreas de Petróleo para empresas da Bahia, na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). A rodada vai oferecer apenas blocos terrestres, em sete bacias - Sergipe, Alagoas, Amazonas, Paraná, Potiguar, Parecis, Recôncavo e São Francisco.

Na bacia do Recôncavo Baiano serão oferecidos 21 blocos, em municípios como Amália Rodrigues, Camaçari, Candeias, Dias D´vila, Mata de São João, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Teodoro Sampaio e Terra Nova.(Gazeta Mercantil)

7. Michelin ampliará capacidade no Brasil
Gazeta Mercantil
13/11/2008

São Paulo - Apesar das incertezas do mercado automotivo por causa da escassez de crédito, a Michelin, fabricante de pneus, confirmou ontem que mantém os planos de ampliar a capacidade de pneus de automóveis e de picapes no Brasil para atender o mercado brasileiro e o Mercosul. A empresa ainda não definiu o valor do investimento e nem o local onde construirá sua nova fábrica no País. "A crise está forte na América do Norte e na Europa, mas a matriz está confiante que não haverá recessão no Brasil", disse Nour Bouhassoun, diretor de marketing e vendas de pneus de carga da Michelin América do Sul. "Os planos da companhia visam o longo prazo".

Para atender a grande demanda do mercado brasileiro, a Michelin já ampliou a capacidade de produção de pneus de automóveis na sua fábrica de Itatiaia (RJ), de 1 milhão para 2 milhões de unidades por ano.
Já na fábrica de Campo Grande, também no Rio de Janeiro, onde a capacidade atual de produção de pneus de carga é de cerca de 1,5 milhão de unidades, a empresa vai aumentar o volume para 2,3 milhões de pneus por ano até 2010. "O investimento de US$ 1 bilhão programado para o período de 2005 até 2011 para ampliar a capacidade e trazer novas tecnologias para o Brasil está mantido", destacou Bouhassoun.Alheia à crise financeira internacional e confiante na estabilidade econômica do Brasil, a Michelin está utilizando o máximo da capacidade das suas fábricas, com jornada de trabalho ininterrupta durante os sete dias da semana. "Só vamos parar no Revéillon e no Carnaval para fazer a manutenção dos maquinários", disse Bouhassoun.

O diretor da empresa informou que ainda não recebeu comunicado dos seus clientes sobre férias coletivas. Tanto a Mercedes-Benz quanto a Volkswagen Caminhões, os maiores clientes da empresa, não reduziram a produção de caminhões no País. "Não temos estoque nas fábricas e, se houver férias nas montadoras, vamos estudar formas para reduzir a nossa produção", disse Bouhassoun.
Ontem a Michelin lançou no mercado brasileiro novo pneu de carga XTE2 série 70 para aplicação em semi-reboque. "É o primeiro pneu que a empresa faz para este segmento. O novo modelo é 10 cm mais baixo e pesa 10 quilos menos que o modelo convencional e, além disso, é 10% mais barato, o que ajudará o Brasil e diminuir o custo com logística", comentou o diretor da Michelin.

O novo pneu da Michelin foi produzido para atender exclusivamente o mercado brasileiro. "Mas temos planos de exportar para os países da América do Sul", disse Bouhassoun.

Além de atender o mercado nacional, a Michelin também exporta os pneus fabricados no Brasil para os países da América do Sul, para atender as montadoras e o mercado de reposição.
Para a Europa a empresa envia pneus de alta performance para equipar os carros da Porsche, Mercedes-Benz e Audi. "O segmento de carros de luxo teve menos impacto na Europa com a crise financeira", comentou o executivo.

A expectativa de Bouhassoun é que 2009 seja igual a este ano. O faturamento da empresa, que em 2007 foi de US$ 1,3 bilhão deverá crescer 10% neste ano.(Gazeta Mercantil/Caderno C )(Sonia Moraes)


8. ALL aumenta lucro em trimestre atípico
Gazeta Mercantil
13/11/2008


São Paulo - Mesmo com o aumento dos estoques de produtos agrícolas, a América Latina Logística (ALL), maior ferrovia em extensão da América Latina, manteve o volume de cargas transportadas no terceiro trimestre deste ano. O diretor de relações com investidores, Rodrigo Campos, disse que este movimento foi atípico, pois, geralmente o terceiro trimestre é um dos mais fortes do ano em termos de transporte de produtos agrícolas.

"Os produtores seguraram a produção para aumentar os preços das commodities. Com isso, esperamos o movimento, que deveria ser observado no terceiro trimestre, nos últimos meses do ano. Mantemos nossa expectativa de crescer o volume entre 12% a 14% em 2008", disse o executivo. O volume de transporte de grãos caiu 6% passando de 6.752 milhões de toneladas por quilômetros úteis (TKU) em2007 para 6.345 milhões de TKU, em função, principalmente da queda dos volumes de trigo (-78,0%), milho (-39,6%) e fertilizantes (-30,5%). No acumulado do ano, o volume de commodities agrícolas aumentou 9,2%, para 17.620 milhões de TKU.

Já na unidade industrial, o volume transportado cresceu 14,8%, com aumento em todos os segmentos, principalmente em cargas intermodais. "Continuamos nossa trajetória de crescimento nos volumes intermodais, com aumentos de 17% em contêineres, 15,1% em alimentos e 15,8% no segmento de aço. Nos fluxos exclusivamente ferroviários, as cargas de construção obtiveram um incremento de 26,7%", afirma Campos. Uma das cargas que a ALL aumentou a participação é o transporte de álcool e açúcar para a exportação. No terceiro trimestre, a companhia assinou contrato com a Cosan para o transporte de álcool para exportação pelo Porto de Santos. "Esse acordo terá reflexo em nosso movimento no próximo ano", disse Campos.

Revisão de investimentos
Campos ressaltou que a ALL, em função do momento instável da economia revisou os investimentos para 2009. "Vamos investir agora R$ 600 milhões com foco maior no aumento da produtividade e não na compra de ativos", disse o executivo acrescentando que a ALL vai incorporar na frota mais 50 locomotivas e 600 vagões, encomendas que já estavam contratadas.

No terceiro trimestre deste ano, a ALL apurou um crescimento no lucro de 23%, excluindo os efeitos contábeis registrados no mesmo período do ano passado. "De julho a setembro de 2007, computamos em nossos resultados uma reversão de debêntures no valor de R$ 91,5 milhões, o que aumentou muito nossos ganhos, mas foi um efeito não recorrente", explicou o executivo. O lucro antes dos itens extraordinários foi de R$ 87 milhões ante R$ 70 milhões apurados no mesmo período de 2007. No acumulado dos nove meses, os ganhos da ALL atingiram R$214,9 milhões, elevação de 103,1% no comparativo com a mesma base de 2007, quando obteve, R$105,8%.

A receita líquida atingiu R$ 619,8 milhões, crescimento de 4% em relação ao terceiro trimestre de 2007, quando o faturamento da ALL foi de R$ 577,27 milhões. Já no acumulado do ano, a companhia obteve uma receita de R$ 1,77 bilhão ante R$ 1,50 bilhão, elevação de 17,8% no período. O Ebtidar foi de R$ 349,2 milhões ante R$ 313,41 milhões no terceiro trimestre de 2007, aumento de 1,4% no período. Já nos nove primeiros meses do ano, o crescimento foi de 19,4%, passando de R$ 808,1 milhões em 2007 para R$ 965,1 milhões.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Ana Paula Machado)


9. Lucro líquido do Banrisul cresce 44,5% no trimestre

Gazeta Mercantil
13/11/2008


Porto Alegre - O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) alcançou no terceiro trimestre de 2008 lucro líquido de R$ 110,7 milhões, um crescimento de 44,5% sobre o mesmo período do ano passado. No acumulado de 2008 até setembro, o ganho do banco estatal gaúcho somou R$ 419 milhões, ante R$ 801 milhões do ano passado. A queda é explicada pela ativação de créditos tributários de R$ 528,5 milhões em 2007. Neste ano foram mais R$ 86,2 milhões. Excluindo-se os efeitos não recorrentes nos exercícios, o resultado ajustado seria de R$ 332,8 milhões no acumulado de 2008, 21,8% acima do obtido em igual intervalo do ano passado.

De acordo o relatório do Banrisul, o resultado "reflete o maior volume de receitas de crédito e arrendamento mercantil, proveniente do crescimento do volume de operações, cuja expansão foi de 51% em 12 meses". A carteira de crédito do banco somou R$ 11 bilhões em setembro. Conforme a instituição, a demanda por empréstimos "permaneceu aquecida no terceiro trimestre, apesar da elevação dos preços praticados nas contratações, face ao realinhamento da política monetária doméstica a partir de abril".

As receitas geradas pelo crédito comercial para pessoa física e jurídica somaram R$ 534,5 milhões no trimestre, 43,3% acima do mesmo período de 2007 e 16,4% maiores ante abril e junho deste ano. Na pessoa física a evolução foi de 33% sobre o terceiro trimestre do ano passado, alcançando R$ 325 milhões. No caso da jurídica, o aumento foi de 63,1%, totalizando R$ 209,1 milhões.

Apesar da evolução da carteira de crédito, a inadimplência caiu 0,6 pontos percentuais nos últimos 12 meses e fechou o terceiro trimestre em 3,2%. Segundo o Banrisul, as operações de crédito de risco normal classificadas de AA a C representam 85,8% da carteira, o que confirma a saúde dos empréstimos realizados pelo banco. O Índice de Basiléia atingiu 17,7%, 6,7 pontos percentuais acima do exigido pelo Banco Central. Conforme o relatório, este número indica uma boa margem de segurança para o banco expandir ainda mais a sua carteira de crédito no futuro.

Ao final de setembro, os ativos totais do Banrisul chegaram a R$ 25,5 bilhões, 27% acima do verificado no mesmo mês do ano passado. O patrimônio líquido ficou em R$ 3 bilhões, 9,1% a mais. Já os recursos captados e administrados subiram 20,5%, para R$ 19,2 bilhões.(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Caio Cigana)

10. WTorre projeta estaleiro no Sul
Gazeta Mercantil
13/11/2008

Porto Alegre - O grupo WTorre anunciou ontem que a controlada WTorre Óleo e Gás está prestes a fechar uma fusão com uma empresa asiática para explorar principalmente o mercado de construção naval ligado ao petróleo. A parceria com a companhia estrangeira, cujo nome ainda é guardado em segredo, terá como primeiros projetos a construção de um novo estaleiro e de um condomínio de sistemistas e fornecedores para o pólo naval do Porto de Rio Grande, no sul gaúcho.

Os dois empreendimentos terão um investimento de R$ 500 milhões. No local, a WTorre já está construindo o Dique Seco que será operado pela Petrobras por 10 anos a partir de 2009 para a fabricação de cascos. "Para este novo estaleiro estamos procurando trazer um grande grupo para ser nosso parceiro tecnológico e financeiro e assim concorrer globalmente. É um grande player global, que já está no Brasil", diz o presidente da WTorre, Walter Torre Júnior. Os dois novos projetos, com conclusão prevista para dois anos, ficarão em áreas vizinhas ao Dique Seco, programado para pronto ano que vem com um aporte próximo de R$ 900 milhões.

O Dique seco será um dos ativos que entrará na fusão.
Segundo ele, o segundo estaleiro poderá fazer módulos para plataformas de petróleo e cascos também para navios de carga geral e minério de ferro. A intenção, conforme Walter Torre, é alcançar a independência das encomendas da Petrobras. "Não podemos ficar só dependente deles. Se ficarmos vinculados à Petrobras, teremos um cliente só", diz o empresário, que entretanto reconhece a importância da estatal ao dar "o empurrão" que criou o pólo naval em Rio Grande. A WTorre afirma que, ganhando escala com o novo estaleiro, estará apta a competir com a indústria off shore da Ásia.

O Dique Seco, chamado de ERG1, abreviação de Estaleiro Rio Grande, tem capacidade para processar até 1,6 mil toneladas de chapas de aço por mês. Com o novo estaleiro, batizado de ERG 2, a capacidade vai chegar a 6 mil toneladas/mês. No ERG 3, que será o condomínio de fornecedores, será implantada a infra-estrutura para que os sistemistas sejam atraídos e se instalem no complexo, o que daria uma competitividade ainda maior para a indústria naval local(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Caio Cigana)

11. Azul recebe autorização para voar
Gazeta Mercantil
13/11/2008


São Paulo - A estreante Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebeu da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta), última etapa antes da assinatura do contrato de concessão que torna uma empresa apta a vender passagens no mercado.

A companhia do empresário David Neeleman, fundador da empresa área norte-americana de baixo custo JetBlue, tem planos de começar suas operações no início de dezembro. A expectativa da Anac é que o contrato de concessão será encaminhado para votação por sua diretoria nas próximas semanas, o que permitiria à empresa estrear no Brasil a tempo da temporada de férias de fim de ano.

A Azul encaminhou pedido de autorização para funcionar em março deste ano. A companhia vai usar jatos da Embraer em trajetos regionais, mantidos sob sigilo ainda pela direção da empresa.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Reuters)


12. Michelin não acredita em recessão
Gazeta Mercantil
13/11/2008


São Paulo - Ao contrário da maior parte da cadeia automotiva, a Michelin está com a produção a plena carga no Brasil. A empresa, que lançou ontem um pneu para semi-reboques, projeta até abrir uma nova fábrica ou ampliar a capacidade das duas que já tem - em Itatiaia e Campo Grande (RJ) - para suprir a produção de automóveis e picapes. Embora nem o valor do investimento nem o local da construção estejam definidos, a multinacional francesa confirma a manutenção dos investimentos de US$ 1 bilhão programados para o País até 2011.

"A crise está forte na América do Norte e na Europa, mas a matriz está confiante de que não haverá recessão no Brasil", disse Nour Bouhassoun, diretor de marketing e vendas de pneus de carga da Michelin América do Sul. "Os planos da companhia visam o longo prazo."

Para atender à grande demanda do mercado brasileiro ao longo do ano, a Michelin já havia ampliado a capacidade de produção de pneus de automóveis na unidade de Itatiaia - de 1 milhão para 2 milhões de unidades por ano. Já na fábrica de Campo Grande, a empresa ampliará a capacidade atual de pneus de caminhão de 1,5 milhão para 2,3 milhões de unidades por ano até 2010. O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, declarou ontem que os US$ 700 bilhões aprovados pelo Congresso são para ajudar as instituições financeiras, não as montadoras americanas em dificuldades. "Sei que as montadoras de automóveis são importantes, mas o plano de resgate concebido pelo Tesouro tem por objetivo dirigir-se ao setor financeiro", disse.

Em Washington há quem considere que seriam necessários US$ 50 bilhões para socorrer a indústria automobilística, diante dos prejuízos bilionários acumulados neste ano.

13. Blue Tree investe R$ 22 milhões
Gazeta Mercantil
14/11/2008

São José dos Campos (SP) - O crescimento das empresas ligadas ao pólo aeroespacial, a modernização da Refinaria Henrique Lage (Revap) e os institutos de pesquisa imprimiram um novo ritmo de expansão ao setor hoteleiro de São José dos Campos. Segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sinhores) nos últimos anos cerca de dez grandes empreendimentos surgiram ou estão em fase de implementação na cidade, todos na faixa de R$ 10 milhões a R$ 20 milhões de investimento.

A taxa média de ocupação dos principais hotéis se encontra em 80%, pelos cálculos do presidente do Sinhores, Ricardo Restani Rocha. "Temos notado um crescimento intenso do setor hoteleiro, com vários grupos investindo na cidade", afirmou. Entre esses grupos estão o Ibis, Mercure, Carlton, Caesar Business e Pathernon.

O mais novo e recém inaugurado hotel, o Blue Tree Hotel, teve investimentos na ordem de R$ 22 milhões. A presidente do conselho da rede, Chieko Aoki, acredita que o novo empreendimento concentre todos os requisitos necessários para o sucesso.
"O potencial econômico do Vale do Paraíba pede um hotel desse porte, estruturado para atender até chefes de Estado. Nossa equipe, especialmente treinada na personalização do atendimento ao cliente, com foco no detalhe, trouxe para São José dos Campos o DNA que traduz o conceito Blue Tree Hotels de hospitalidade, fazendo com que todos se sintam acolhidos", destacou Aoki.

"O Blue Tree é uma rede que trabalha com alto grau de sofisticação e custos controlados. A introdução de indicadores de performance em cada departamento revela o quanto se preocupam com a gestão focada em resultados", conta Gerson Wey, síndico do empreendimento.

Considerada um dos principais pólos tecnológicos da América do Sul e o segundo lugar entre os maiores exportadores do País, a cidade também abriga as fábricas da Embraer, General Motors, Johnson & Johnson, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e o Instituto Tecnológica da Aeronáutica (ITA).
Segundo Chieko Aoki, a cidade também tem potencial para o segmento de turismo de negócios, promoção de eventos corporativos e festas sociais. Por isso o hotel montou uma estrutura com centro de convenções para 600 pessoas e um restaurante internacional.(Gazeta Mercantil/Caderno C)(Júlio Ottoboni)

14. Brasil destaca-se em créditos de carbono
InvestNews
14/11/2008


A negociação dos chamados créditos de carbono com empresas estrangeiras tem gerado riqueza para diversas economias, inclusive para o Brasil. Apesar de países em desenvolvimento e industrializados, como China e Índia, ainda serem os líderes nesse mercado, nos últimos 18 meses as negociações de créditos de carbono vêem aumentado consideravelmente no mercado brasileiro.

Há alguns meses a Mercuria Energy Trading, empresa suíça de energia com sede em Genebra, arrematou os créditos de carbono colocados à venda no segundo leilão realizado no ano em São Paulo, na BM&F Bovespa. Foram ofertados 713 mil títulos, que correspondem às emissões de poluentes que deixaram de ser lançadas na atmosfera pelos aterros sanitários da capital.

Segundo Maurício Maruca, diretor da Araúna Energia e Gestão Ambiental, empresa pioneira na negociação de créditos de carbono no Brasil, o país não tem do que reclamar. Ao longo de seus cinco anos de existência, a empresa desenvolve trabalhos de queima do gás metano em aterros sanitários e negociação dos CER's provenientes destes projetos com empresas internacionais. "Apesar de ser um mercado bastante volátil, pois o preço que é contado em Euro varia bastante de país para país, temos obtido ótimos resultados em nossas negociações com empresas estrangeiras", diz Maruca.

Nem mesmo a crise econômica mundial desencadeada pelos EUA, e que tem sido motivo de desespero para os mais diversos mercados, tem influenciado diretamente a compra e venda dos créditos de carbono. Maurício explica que "sem dúvida o mercado de carbono, assim como todos os outros, sofreu com as altas e baixas dos mercados financeiros, mas esta oscilação de preços tem acontecido dentro de um patamar estreito".

Outro ponto relevante para o gestor ambiental é que este mercado, além de movimentar a economia nacional, também gera empregos, já que os projetos precisam de equipes de profissionais qualificados e treinados. "A grande diferença dos nossos créditos de carbono está na qualidade, pois todos os projetos que hoje realizam este tipo de negociação estão devidamente implementados seguindo a normas da ONU. Isso, muitas vezes não acontece nos outros dois maiores mercados de CER's, China e Índia. Tanto que empresas estrangeiras tem se voltado para a comercialização com o Brasil", ressalta Maruca.

O país com o vencimento de maior liquidez do mercado, os EUA, negociou para dezembro deste ano, uma cotação entre € 22,00 e € 25,50. Já no último leilão organizado em São Paulo, a média de preço dos CER's foi de € 19,20 (R$ 51,83) somando um total de quase R$ 37 milhões em negócios. Ou seja, isto demonstra que o Brasil está próximo dos outros mercados. Mesmo comparando o seu volume de negócios a outros países, o Brasil apresenta uma fatia expressiva deste setor com possibilidade de crescimento.

Para o gestor ambiental, apesar de convênios como o firmado recentemente entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) e o governo japonês para destinar US$ 1 milhão para o desenvolvimento do mercado de carbono no Brasil, o incentivo ainda é tímido. Ele afirma que faltam estímulos para uma série de estudos sobre a estruturação e implementação do mercado, de acordo com as metas aprovadas pelo Protocolo de Kyoto. "Outro ponto que necessita uma atenção especial é a regulamentação que deve ser realizada de maneira sistemática pelo Governo", conclui Maurício.


15. Apesar da crise, UOL espera elevar receita de publicidade em 2009
Valor Online
14/11/2008


SÃO PAULO - Diante da desaceleração econômica que se avizinha, a publicidade deverá ser um dos principais segmentos afetados pela redução dos investimentos das empresas em 2009. A despeito deste cenário, o portal Universo Online (UOL) acredita que a internet será a mídia menos afetada pela crise, por praticar preços mais baixos de publicidade e por ser uma ferramenta eficiente para os anunciantes medirem o desempenho de suas ações.

Uma das principais fontes de receita do UOL, a linha "publicidade e outras receitas" gerou R$ 195,5 milhões durante os nove primeiros meses deste ano, um crescimento de importantes 47% em relação ao mesmo período de 2007. Para se ter uma idéia, no mesmo intervalo de comparação a receita com assinaturas recuou 2%, para R$ 386 milhões.
Ao apresentar os resultados referentes ao terceiro trimestre, o diretor-geral da companhia, Marcelo Epstejn, admitiu que os investimentos das empresas em publicidade deverá mesmo ceder em 2009, especialmente no primeiro trimestre. No entanto, acredita que o UOL poderá continuar elevando suas receitas neste segmento, mesmo que em ritmo inferior ao que vem apresentando.

"O impacto para nós não será tão grande quanto na mídia tradicional", disse o executivo.
Impulsionada pela publicidade, a receita líquida do portal encerrou o terceiro trimestre deste ano em R$ 143,8 milhões, um crescimento de 9% sobre igual intervalo do ano passado. O custo dos serviços prestados cresceu apenas 4%, para R$ 54,2 milhões.

No entanto, as despesas com vendas avançaram 28%, para R$ 35,7 milhões, puxadas pelos gastos do UOL com suas próprias campanhas publicitárias que, segundo Epstejn, irão continuar em 2009. Também mostraram crescimento importante, de 49%, as despesas gerais e administrativas, que fecharam o terceiro trimestre em R$ 23,2 milhões.

E as despesas maiores acabaram prejudicando o resultado da companhia, cuja geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) ficou em R$ 29,1 milhões, representando uma queda de 22% sobre o terceiro trimestre do ano passado. Pelos mesmos motivos, o lucro líquido recuou 15%, para R$ 27 milhões no trimestre.
(Murillo Camarotto | Valor Online)

16. Grupo Pão de Açúcar vende 29% mais durante o mês de outubro
Valor Online
13/11/2008


SÃO PAULO - O Grupo Pão de Açúcar apresentou hoje a performance de vendas durante o mês de outubro. Em comparação com igual mês do ano passado, as vendas liquidas da varejista aumentaram em 29,2%, somando R$ 1,528 bilhão.

No conceito "mesmas lojas", as vendas líquidas avançaram 17,7%, mas a empresa não divulgou o valor em reais. Ainda nesse mesmo conceito, a varejista aponta que as categorias de produtos alimentícios apresentaram um crescimento de 12,1% e as categorias de produtos não alimentícios aumentaram 19,3%, com forte desempenho para a subcategoria de produtos eletroeletrônicos.

Os destaques do mês foram as bandeiras Extra, Extra-Eletro e Extra Fácil, que apresentaram crescimento acima da média do Grupo, que também controla as redes Pão de Açúcar, Compre Bem e Sendas.

17. Votorantim vai tomar linha de R$ 600 milhões com BNDES
Valor Online
14/11/2008


A Votorantim Industrial informou hoje que seus acionistas autorizaram a contratação de uma linha de crédito no valor de até R$ 600 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O empréstimo será tomado pela Votorantim Cimentos do Brasil e pela Votorantim Cimentos N/NE, subsidiárias do conglomerado empresarial.

O montante será utilizado na implantação, ampliação e modernização de seus ativos fixos, como as unidades industriais. Parte dos recursos também será destinada à compra de máquinas e equipamentos novos, além de estudos e projetos de engenharia relacionados ao plano de expansão.

Além disso, serão contemplados ainda projetos de qualidade e produtividade, pesquisa e desenvolvimento, capacitação técnica e gerencial e atualização tecnológica, além de capital de giro associado exclusivamente aos investimentos mencionados.

18. BNDES lucra R$ 5,1 bilhões nos nove primeiros meses do ano
Valor Online
14/11/2008


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro de R$ 5,1 bilhões nos nove primeiros meses do ano, resultado 29,7% abaixo do ganho de R$ 7,2 bilhões observado nos nove primeiros meses do ano passado.

O maior impacto sobre o resultado veio da queda do resultado da intermediação financeira antes da provisão para risco de crédito, que caiu de R$ 3,89 bilhões entre janeiro e setembro do ano passado para R$ 3,2 bilhões nos nove primeiros meses de 2008. De acordo com a instituição, o recuo foi conseqüência do esforço da redução dos spreads cobrados pelo BNDES em seus financiamentos. As taxas básicas cobradas nas operações de crédito do banco, que variavam entre 0% e 3%, caíram para a faixa de 0% a 1,8%.

A reversão de provisão para risco de crédito também recuou na comparação entre os períodos de janeiro-setembro caiu de R$ 2,8 bilhões em 2007 para R$ 561 milhões este ano, conseqüência da baixa inadimplência.
"Como houve diminuição de provisão para devedores duvidosos, também houve menor recuperação dos créditos", diz o comunicado divulgado pelo BNDES.

A inadimplência do banco atingiu 0,04% da carteira total em setembro, abaixo dos 0,11% de dezembro de 2007. De acordo com o banco, 97,5% da carteira de financiamentos da instituição tem créditos classificados entre AA e C, contra 92,5% de média no Sistema Financeiro Nacional em 30 de setembro.

Outra influência no resultado do banco, esta positiva, foi o aumento de 63,9% do resultado com participações societárias, que era de R$ 3,6 bilhões nos primeiros nove meses de 2007 e pulou para R$ 5,9 bilhões em igual período deste ano, a maior parte gerada no primeiro semestre.

O patrimônio líquido do BNDES totalizou R$ 26,2 bilhões, correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 44,1 bilhões, acima dos R$ 41,5 bilhões registrados no fim de 2007. O patrimônio de referência é a base utilizada pelo Banco Central para estabelecer limites prudenciais que devem ser seguidos pelas instituições financeiras ao conceder crédito.
Os ativos totais do BNDES somaram R$ 241,1 bilhões em 30 de setembro de 2008, alta de 18,9% em relação a dezembro de 2007. Do ativo total, 78,8% são representados pela carteira líquida de financiamentos e repasses
(Rafael Rosas | Valor Online)

19. Lucro da Tegma cresce 29,5% e receita avança 44% no terceiro trimestre
Valor Online
13/11/2008


SÃO PAULO - O lucro líquido da Tegma Gestão Logística cresceu 29,5% e somou 20,1 milhões no período entre julho e setembro deste ano perante igual período do ano passado. De acordo com dados divulgados hoje pela companhia, a receita líquida no mesmo período avançou 44% e totalizou R$ 287,6 milhões.

O balanço também mostra que o lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing (Ebtidar ajustado) cresceu 22,2% no período, atingindo R$ 40,3 milhões. A empresa afirma que está preparada e otimista em relação aos negócios futuros, mesmo diante do agravamento da crise internacional.

A receita mais expressiva veio com o transporte de veículos novos, peças e carrocerias para o setor automotivo, que rendeu à empresa R$ 237,1 milhões, valor 42,7% maior do que o apurado um ano antes. Foram transportados 15,5% de veículos a mais no período.

Atualmente esse segmento representa 82% da plataforma de negócios da empresa. Nos demais setores, a receita líquida atingiu R$ 50,4 milhões, um acréscimo de 50,5% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

20. Lupatech conclui compra da Fiberware por R$ 16,4 milhões
Valor Online
12/11/2008


SÃO PAULO - A Lupatech informou hoje que concluiu a compra da Fiberware Equipamento Serviços para a Indústria Ltda.. O negócio foi fechado por cerca de R$ 16,4 milhões, um pouco acima dos R$ 15 milhões previstos inicialmente. A empresa adquirida é especializada em revestimentos interno e externo de tubulações usadas pela indústria de petróleo.

A operação terá que ser ratificada em Assembléia Geral Extraordinária que será marcada para o dia 28 de novembro.
De acordo com comunicado, a empresa adquirida faz o revestimento de poços produtores de petróleo com tecnologia de PAD (polietileno de alta densidade). Nos poços de injeção de água, usa fibra de vidro.

"Essas tecnologias oferecem maior resistência à corrosão que as demais tecnologias utilizadas em tubings, o que permite maior durabilidade das tubulações", diz a Lupatech, em comunicado, acrescentando que os revestimentos oferecidos são complementares aos já usados por ela própria - em pintura líquida e em pó.


21. Cemig lucra R$ 516,2 milhões no terceiro trimestre

Valor Online
12/11/2008

SÃO PAULO - A Cemig fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 516,237 milhões, valor 5,65% abaixo dos R$ 547,129 milhões observados em igual período do ano passado. De acordo com a companhia, a queda foi puxada pela despesa financeira líquida, que atingiu R$ 122,947 milhões no terceiro trimestre deste ano, contra R$ 38,313 milhões entre julho e setembro do ano passado.

Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido da companhia foi de R$ 1,606 bilhão, 9,32% acima dos R$ 1,469 bilhão observados entre janeiro e setembro de 2007.

A receita líquida da empresa foi de R$ 2,755 bilhões entre julho e setembro, 3,37% acima dos R$ 2,665 bilhões de igual período do ano passado. Nos nove primeiros meses do ano, a receita líquida foi de R$ 8,136 bilhões, contra R$ 7,513 bilhões entre janeiro e setembro de 2007.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Lajida) da companhia atingiu R$ 1,101 bilhão no terceiro trimestre, resultado 1,72% abaixo dos R$ 1,120 bilhão observados no terceiro trimestre de 2007. Entre janeiro e setembro, o Lajida da companhia foi de R$ 3,171 bilhões, 3,35% acima dos R$ 3,068 bilhões dos nove primeiros meses do ano passado.

As vendas de energia foram de 15.255 gigawatts-hora (GWh) no terceiro trimestre, novo recorde da companhia e 3,28% acima dos 14.770 GWh de igual período do ano passado. Como conseqüência, a receita com fornecimento bruto de energia foi de R$ 3,415 bilhões, 0,75% abaixo dos R$ 3,441 bilhões do terceiro trimestre do ano passado. A queda na receita foi puxada, segundo a empresa, pela redução da tarifa da Cemig Distribuição em 12,08%.
(Rafael Rosas | Valor Online)

22. Lucro da Petrobras em 9 meses é o maior apurado no país em 21 anos
Valor Online
12/11/2008


SÃO PAULO - O lucro líquido de R$ 26,56 bilhões registrado pela Petrobras entre janeiro e setembro de 2008 é o maior já registrado nos últimos 21 anos por uma empresa brasileira de capital aberto. A constatação é da Economatica.
Segundo a consultoria, o valor obtido nos nove primeiros meses de 2008 é superior ao lucro da própria empresa em igual período de 2006, quando ganhou R$ 22,9 bilhões (valor ajustado pelo IPCA até 30 de setembro).

Na lista dos 20 maiores lucros históricos para o período de janeiro a setembro aparece, ainda, a Vale do Rio Doce. O lucro de R$ 19,2 bilhões no acumulado de 2008, dá à mineradora o terceiro lugar no ranking. Os bancos também fazem parte da lista. O lucro do Bradesco, de R$ 6,01 bilhões nos nove meses de 2008, fica como o 14º maior. E o Itaú, com R$ 5,93 bilhões, seria o 18º da lista.
A Economatica também estudou os resultados trimestrais das empresas brasileiras. A consultoria converteu os ganhos em dólares e comparou o desempenho com as corporações norte-americanas.

Em um ranking com os 10 maiores lucros das Américas, Vale e Petrobras ficaram com o terceiro e quarto lugares, respectivamente. Em dólares, a mineradora ganhou US$ 6,459 bilhões entre julho e setembro, enquanto a Petrobras embolsou US$ 5,669 bilhões. Tais resultados colocam as empresas brasileira a frente de gigantes como Microsoft, General Electric e Wal-Mart.

O topo do ranking é ocupado pela petrolífera Exxon Mobil, que lucrou US$ 14,83 bilhões no terceiro trimestre do ano. O segundo lugar é da também petrolífera Chevron Texaco, com ganho líquido de US$ 7,893 bilhões.
O cálculo do lucro das empresas brasileiras em dólares toma como base os números publicados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e conversão pelo dólar Ptax Venda do dia 30 de setembro, ou R$ 1,9143, por dólar.

23. Lucro da Vivo salta quase trinta vezes, para R$ 129,8 milhões
Valor Online
11/11/2008


SÃO PAULO - A operadora de celular Vivo fechou o terceiro trimestre de 2008 com lucro líquido de R$ 129,8 milhões, volume quase trinta vezes maior que o ganho apurado em igual período de 2007, de R$ 4,4 milhões. A melhora foi conseqüência da aquisição da Telemig e também de um crescimento orgânico da receita e das margens da companhia. Levando em conta os números do resultado combinado, com a Telemig já considerada no terceiro trimestre do ano passado, o lucro apresenta avanço de 204,7%, saindo de R$ 42,6 milhões para R$ 129,8 milhões.

Entre julho e setembro deste ano, a receita operacional líquida da Vivo foi de R$ 4,078 bilhões, com um salto de 25,5% sobre o mesmo intervalo de 2007. Na comparação que incorpora a Telemig, o crescimento foi de 13,7%. A empresa fechou o mês de setembro com uma base de 42,27 milhões de clientes, o que revela uma alta de 35% em 12 meses e de 20,6% considerando apenas o crescimento orgânico.

Com relação às vendas, o destaque foi o desempenho da receita com dados e Serviços de Valor Agregado (SVAs), que aumentou 40,6% (no resultado combinado), para R$ 364,5 milhões.
Ao mesmo tempo, os custos e despesas operacionais da companhia mostraram evolução mais modesta, saindo de R$ 2,415 bilhões no ano passado para R$ 2,761 bilhões este ano no resultado publicado, com alta de 14,3%. Nos números combinados, a alta de despesas foi de 4,4%.

Desta forma, a Vivo teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 1,316 bilhão no terceiro trimestre deste ano, um salto de 57,9% sobre 2007 (e de 39,8% considerando a Telemig). A margem Ebitda, que mede a relação entre este indicador e a receita líquida, atingiu 32,3%, um avanço de 6,6 pontos em relação aos 25,7% do ano anterior (26,3% com Telemig).

De acordo com o presidente da empresa, Roberto Lima, a Vivo começa a mostrar melhores resultados após resolver questões estratégicas como a adoção da tecnologia GSM e o aumento da cobertura nacional. Atualmente, os clientes GSM já representam 62% da base da empresa, ante pouco mais de 20% em setembro do ano passado. Isso permite ganhos de escala em termos de custos de infra-estrutura, a venda de aparelhos mais baratos, o uso mais intenso do celular por clientes em viagens na Europa, por exemplo, e também a captura de tráfego de mais estrangeiros no Brasil.

Já o aumento da cobertura, com a entrada em Minas Gerais e também nos estados do Nordeste em que a empresa ainda não atuava - processo que ainda está em andamento - eleva a base de clientes e também traz benefícios ligados ao serviço de roaming.
Ao ser questionado se a Vivo manterá este nível de margem Ebitda alcançado no trimestre, Lima não quis se comprometer com resultados, já que a empresa não divulga previsões (guidance) sobre o futuro, mas disse que " tem o objetivo de mantê-la elevada " , diante dos investimentos que são necessários no setor.

Ao longo deste ano, a Vivo deve realizar um investimento total de R$ 6,1 bilhões, sendo R$ 2,7 bilhões ligados à Telemig, R$ 1,2 bilhão por conta da licença de operação da tecnologia 3G e o restante em infra-estrutura. Apenas no terceiro trimestre, os investimentos somaram R$ 868 milhões.
(Fernando Torres | Valor Online)

24. Lucro da Rodobens Negócios Imobiliários dobra no trimestre
Valor Online
10/11/2008

SÃO PAULO - A incorporadora Rodobens Negócios Imobiliários encerrou o terceiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 32,56 milhões, resultado mais de duas vezes maior que os R$ 15,94 milhões registrados em igual período do ano passado.

Entre julho e setembro, a receita líquida da companhia apresentou crescimento de 225% ante 2007, somando R$ 115 milhões. A geração de baixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou mais de quatro vezes, saindo de 7,8 milhões no terceiro trimestre do ano passado, para R$ 32,12 milhões em igual período de 2008, com margem de 27,7%.

A companhia fechou o trimestre com um Valor Geral de Vendas (VGV) lançado de R$ 149,27 milhões, uma queda de 17% no comparativo anual. Já as vendas contratadas ficaram praticamente estáveis no comparativo anual, somando R$ 102,9 milhões.
Em comparação com o segundo trimestre de 2008, o VGV lançando da companhia caiu 29%, e as vendas contratadas recuaram em 46%.

A companhia aponta que o número de lançamento foi reduzido no trimestre em função do ambiente eleitoral em alguns municípios e do ambiente de incerteza sobre a demanda de curto prazo. Foram lançados 10 empreendimentos, totalizando 1.378 unidades.

A incorporadora fechou o trimestre com R$ 131 milhões em caixa e endividamento de R$ 144 milhões, totalmente proveniente do SFH (recursos de poupança) para a construção de empreendimentos somente. A companhia também destaca que não possui endividamento não-SFH, nem exposição cambial ou a derivativos.

25. Em crise nos EUA, Ford e GM voltam a ter lucro no Brasil
Valor Econômico
10/11/2008

SÃO PAULO - Uma vez mais, os resultados financeiros na América do Sul ajudaram a Ford e a General Motors (GM) a compensar os grandes prejuízos nos seus balanços globais do terceiro trimestre. Na América do Sul, a Ford lucrou US$ 480 milhões antes de impostos, quase US$ 100 milhões a mais do que no mesmo período do ano passado. Já a GM, obteve na região que engloba América do Sul, África e Oriente Médio US$ 514 milhões de lucratividade, US$ 140 milhões mais do que no terceiro trimestre de 2007.

As duas montadoras americanas divulgaram balanços na sexta-feira. A Ford anunciou um prejuízo global de US$ 129 milhões e revelou que será obrigada a reduzir os custos trabalhistas. A GM teve prejuízo de US$ 2,5 bilhões e anunciou que sua liquidez teve queda de US$ 6,9 bilhões diante da rápida " piora das condições do mercado nos EUA " .

Ao divulgar o balanço, o presidente mundial da General Motors, Rick Wagoner, disse que tomará " todas as medidas possíveis " para evitar a falência a companhia. As negociações para a aquisição da Chrysler já parecem fora de cogitação por falta de liquidez.

No Brasil, assim como as montadoras com matrizes na Europa, onde a crise também bateu forte, talvez esse tenha sido o último trimestre que as filiais das americanas ajudaram a compensar uma parte das perdas no balanço geral. Na semana passada, a Ford anunciou antecipação de férias coletivas nas três fábricas no Brasil. A GM também decidiu dar férias entre outubro e novembro nas quatro fábricas brasileiras. Além disso, o mercado interno, que sustenta a produção da indústria automobilística no país, já deu sinais de desaquecimento há mais de um mês.

Na América do Sul, onde a operação brasileira tem o maior peso, a receita da Ford aumentou de US$ 2,1 bilhões para US$ 2,7 bilhões. " Os resultados do terceiro trimestre foram positivos, refletindo nosso crescimento de vendas, atrelados a um mix de produto favorável " , disse o presidente da Ford no Brasil, Marcos de Oliveira, por meio de nota à imprensa.

Mas o executivo também alertou para a mudança dos rumos: " Entretanto, estamos vivendo um momento de mudança de cenários. A volatilidade da economia mundial afeta o ritmo de crescimento da indústria automobilística. Acredito que os sólidos fundamentos da economia brasileira e a estratégia de negócios da Ford, que tem priorizado a oferta de produtos desejados pelo consumidor, serão decisivos para a retomada do processo de crescimento sustentado " .

Na América do Norte, a Ford registrou US$ 2,6 bilhões de prejuízo, US$ 1,6 milhão a mais que há um ano. A receita caiu de US$ 16,7 bilhões para US$ 10,8 bilhões. Na mesma região, a GM teve perda de US$ 2,3 bilhões. A Ford anunciou que continua no caminho para atingir US$ 5 bilhões em reduções de custos na América do Norte até o final de 2008 em comparação com 2005. No pacote de medidas está a redução de 10% nos custos com o pessoal assalariado. A Volvo, uma das marcas do grupo, eliminará 6 mil postos de trabalho.

" Continuamos a tomar providências rápidas e decisivas na implantação do nosso plano e respondendo rapidamente ao ambiente de negócios em mudança " , afirmou o presidente mundial da Ford, Alan Mulally. Wagoner, da GM, anunciou que a companhia tomará novas medidas para " melhorar a liquidez e reduzir os custos estruturais, em resposta à piora das condições econômicas mundiais " . As medidas poderão melhorar a liquidez em US$ 5 bilhões.
(Marli Olmos | Valor Econômico, com agências internacionais)

 

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