Sexta-feira, 21/11/2008
Ano VIII – edição 344





Light terá ações negociadas em Nova York

Valor Online
17/11/2008

SÃO PAULO - A Light, que atua na geração, distribuição e comercialização de energia elétrica, obteve aprovação para seu programa patrocinado de Depositary Receipts Nível 1, ou seja, a empresa carioca terá ações negociadas no mercado de balcão dos Estados Unidos.

O aval para a negociação das ADRs (instrumento que provê acesso de empresas estrangeiras ao mercado norte-americano) foi dado tanto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como pela Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador dos EUA).

De acordo com a Light, o programa está válido a partir de hoje e o Citibank é a instituição depositária dos ativos nos EUA e o responsável pela emissão dos certificados de depósito de ações.

BR Distribuidora acumula lucro de R$ 1,028 bilhão em nove meses
Valor Online
17/11/2008

RIO - A Petrobras Distribuidora (BR) acumula lucro líquido recorde de R$ 1,028 bilhão nos nove primeiros meses do ano, resultado 49,2% superior aos R$ 689 milhões registrados em igual período de 2007.

Segundo a subsidiária da Petrobras, o resultado é fruto de um aumento constante nas vendas e de um forte controle de custos. Nos nove primeiros meses do ano, a BR vendeu 28,051 bilhões de litros, 13,7% acima do volume negociado entre janeiro e setembro do ano passado. Em setembro, a companhia vendeu o volume recorde de 3,323 bilhões de litros, o que contribuiu para as vendas, também recordes, de 9,8 bilhões de litros no terceiro trimestre. A companhia frisou que o resultado de outubro já superou o de setembro, com 3,459 bilhões de litros negociados.

Em relação aos custos, houve aumento de 4,5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o que, segundo a companhia, mostra um resultado "equilibrado", em um período com inflação acumulada de 5,5% e aumento de volume de vendas de 13,7%.

No acumulado do ano, o mercado global de venda de combustíveis teve um rescimento de 6,7 bilhões de litros, ou de 10,2%, ao passar de 66,1 bilhões de litros para 72,8 bilhões de litros. Deste aumento, a BR capturou 2,965 bilhões de litros, ou 44%, o que lhe valeu um ganho de 0,9 ponto percentual em seu market-share, agora estimado em 34,8%.

De acordo com nota distribuída pela companhia, contribuíram para tal cenário o crescimento econômico do primeiro semestre, o aumento das vendas de veículos e da frota flex fuel, a queda do preço do álcool e a maior quantidade de assentos ofertados pelas companhias aéreas.

Para o presidente da BR, José Eduardo Dutra, a partir do quarto trimestre a empresa lidará com uma nova realidade devido à crise internacional, mas isso não a impedirá de cumprir as metas de crescimento estabelecidas. "Basta equacionar a velocidade do crescimento e os custos nele embutidos", afirmou Dutra.

(Rafael Rosas | Valor Online)

Embraer vende 12 jatos para empresas do Oriente Médio
Valor Online
17/11/2008

SÃO PAULO - A Embraer divulgou nesse domingo a venda de 12 aeronaves para três grandes empresas do Oriente Médio. Os contratos ultrapassaram o valor de US$ 208 milhões e garantem negócios até 2014 para a companhia brasileira.

A Falcon Aviation Services (FAS), com sede em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, comprou da Embraer dois jatos Legacy 500, no valor total de US$ 36,8 milhões, com primeira entrega prevista para 2014. Com o acordo, ficou estabelecida também a parceria da FAS no que tange à manutenção dos jatos da Embraer na região. A empresa é o primeiro centro de serviços autorizado para apoiar os clientes da companhia brasileira no Oriente Médio.

Na mesma linha, a Asaig Aviation,do Kuwait também decidiu expandir seus negócios comprando dois Legacy 500 da Embraer, a serem entregues em 2013. A frota da companhia kwuaitiana é composta 10 aeronaves, sendo todas fornecidas pela brasileira. O valor total do negócio, referido a preço de tabela, também é de US$ 36,8 milhões.

Para a Al Jaber Aviation, com sede em Abu Dhabi, a Embraer vendeu oito jatos executivos: quatro Legacy 450 e quatro Legacy 500. O valor total do negócio ficou em US$ 134,6 milhões e a primeira entrega está prevista para 2013. A empresa deve iniciar suas operações em fevereiro do ano que vem e oferecerá vôos fretados VIP de Abu Dhabi e Dubai para destinos de todos os continentes.

(Vanessa Dezem | Valor Online)

Suzano aposta em alta produtividade florestal
InvestNews
17/11/2008


SÃO PAULO - A Suzano Papel e Celulose levou a produtividade florestal de suas áreas de plantio a um novo patamar. Com investimentos em pesquisas e aplicação de novas tecnologias às técnicas de manejo, a empresa tem obtido resultados muito expressivos. De acordo com a empresa, em pouco menos de três décadas, a produtividade mais do que dobrou. Enquanto nos anos 1980 a média era de 20 metros cúbicos de madeira por hectare/ano ou 4,5 toneladas de celulose por hectare/ano, atualmente, a Suzano colhe 46 metros cúbicos de madeira por hectare/ano, o que lhe garante uma produtividade de 10 toneladas de celulose por hectare/ano.

Para 2008, a previsão é que a média fique em 47 m³. 'Além de extrair mais madeira por área, vamos obter mais celulose por metro cúbico', explica João Comério, diretor executivo da Unidade de Negócio Florestal da Suzano. 'Essa nova geração de clones é também mais resistente a doenças, o que é importantíssimo porque não aplicamos defensivos químicos em nossas áreas de plantio', afirma. Nos próximos anos, com o Projeto Expansão, que prevê a implantação de duas novas fábricas no Maranhão e no Piauí, a Suzano terá um incremento das áreas florestais nesses Estados e também no Pará e no Tocantins. Para a fábrica do Maranhão, o suprimento de madeira virá dos plantios de eucalipto do Programa Vale Florestar, em implantação pela Vale no Pará, de plantios nos ativos florestais adquiridos da Vale, localizados no Sudoeste maranhense, e de plantios próprios e de outros produtores locais na forma de fomento e parcerias florestais. A base florestal a ser implantada no Piauí será composta aproximadamente de 70% de plantios próprios e de 30% de outros produtores locais na forma de fomento e parcerias florestais. Para estas unidades a base florestal está equacionada.

MPX Energia assina contrato para implementar usina
InvestNews
17/11/2008 14:06


SÃO PAULO - A MPX Energia informou hoje que assinou com a Mabe Construção e Administração de Projetos, sociedade constituída pelas empresas Tecnimont e EFACEC, um contrato definitivo de engenharia, construção e montagem (EPC, sigla em inglês) da usina termelétrica (UTE) Porto do Pecém II, com 360 MW de capacidade instalada. O contrato foi firmado na modalidade "empreitada global", com preço e prazo fixos e garantias de execução e de performance da unidade, sendo o valor do negócio de US$ 536,7 milhões. O contrato de EPC assegura o início da operação em junho de 2012 e prevê ainda mecanismos de incentivo ao Consórcio Construtor para antecipação da entrega da unidade.

Telemar passa a deter 62% da TNCP
InvestNews
19/11/2008


SÃO PAULO - A Telemar Norte Leste (Telemar) adquiriu 3.951.923 ações preferenciais da Tele Norte Celular Participações (TNCP), correspondentes a aproximadamente 93,9% das ações preferenciais da TNCP em circulação. Tendo em vista que a quantidade de ações preferenciais adquiridas no leilão, que ocorreu através do sistema eletrônico de negociação da Bolsa de Valores de São Paulo, representou mais de 2/3 das ações preferenciais da TNCP em circulação, todos os acionistas titulares de ações preferenciais da TNCP passaram a ter o direito de exercer direito de venda das suas ações. Devido às aquisições feitas por meio da Oferta Pública de Ações (OPA) e às aquisições decorrentes do exercício do direito de venda, a Telemar passou a deter 4.147.304 ações preferenciais da TNCP, correspondentes a aproximadamente 98,5% do total de ações preferenciais e 61,9% do capital social da TNCP.


Vale terá financiamento da Coréia
InvestNews
19/11/2008


SÃO PAULO - A Vale assinou um memorando de entendimento (MOU) com o Korea Eximbank (KEXIM), agência coreana de financiamento de exportações e importações. O MOU visa o suporte financeiro de projetos da Vale que contribuirão para a oferta estável de recursos minerais para o mercado coreano.

A Vale já dispõe de linhas de crédito de longo prazo com instituições governamentais de crédito do Brasil e Japão. Essas linhas de créditos ainda não foram utilizadas e são destinadas ao financiamento dos projetos.

Conab compra 340 mil toneladas de milho e trigo
InvestNews
19/11/2008


SÃO PAULO - Para apoiar a comercialização de grãos e formar estoques públicos, o governo vai adquirir 340 mil toneladas de milho e trigo. Nesta quinta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai leiloar 12.566 contratos de opção de venda. Aos produtores de milho em Mato Grosso, serão ofertados 5.556 contratos, equivalentes a 150 mil toneladas.

Para os triticultores de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo serão 7.010 contratos, totalizando 189,27 mil toneladas dos cereais. Contratos de opção de venda são títulos utilizados pelo governo para comprar antecipadamente a produção. Os agricultores ou cooperativas que arrematam os papéis adquirem o direito de vender a colheita ao governo, em data futura. Eles também atuam como seguro contra riscos de queda nos preços, pois o valor a ser pago é fixado previamente.


Kraft vende fábrica paulista à colombiana Gelco
Valor Online
19/11/2008

SÃO PAULO - A Kraft, fabricante de guloseimas, vendeu sua fábrica de matéria-prima para gelatinas da marca Royal, localizada em Pedreira (SP), para a colombiana Gelco SA. Com a operação, cujo valor não foi revelado, o grupo colombiano estréia no Brasil.

O contrato prevê a manutenção dos cerca de 100 funcionários, por dois anos, e o fornecimento do insumo (feito a partir do colágeno do boi), à Kraft por cinco anos. "Não é nosso foco. Vamos nos concentrar em produtos finais", disse ao Valor Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da Kraft.

A Gelco, sediada em Barranquila (Colômbia), foi fundada em 1966 e produz insumo para gelatina comestível e para a indústria farmacêutica.

(Cynthia Malta | Valor Econômico, para o Valor Online)

Arrecadação atinge R$ 65,4 bi em outubro
Gazeta Mercantil
20/11/2008


Brasília - O governo federal arrecadou R$ 65,493 bilhões em impostos e contribuições em outubro, um recorde para o período. Este resultado supera em 12,36% o total apurado em igual mês do ano anterior e reflete crescimento de 17,13% em relação a setembro.

Com este resultado, o governo acumulou no ano R$ 576 bilhões, 10,33% a mais do que o total de janeiro a outubro do ano passado. A economia aquecida manteve o ritmo de vendas, emprego e produção industrial e deu sustentação ao desempenho da Receita Federal.

Para o secretário-adjunto da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, os números mostram que a expansão da arrecadação permanece firme, apesar da crise internacional.

"Existe um intervalo entre a instalação da crise e os seus efeitos reais na arrecadação, e eles só chegarão a partir do ano que vem", afirmou Cartaxo.

A variação cambial contribuiu para a elevação das receitas obtidas com Imposto de Importação (II), Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Sobre o Lucro Líquido (CSLL) provenientes das operações do setor petrolífero.

De acordo com Cartaxo, a migração de aplicações de Certificados de Depósito Bancário (CDB) e fundos de renda fixa para títulos do Tesouro Nacional e o aumento das operações de câmbio com contratos de swap também contribuíram para o resultado do mês.

A recuperação de débitos tributários (multas e juros) também garantiu ao Fisco este ano um adicional de R$ 14,330 bilhões no bolo tributário.

(Gazeta Mercantil -Viviane Monteiro)

Brasil é estratégico para Citi, diz Pandit
Gazeta Mercantil
20/11/2008

São Paulo - A fusão entre Itaú e Unibanco, que formou o maior banco brasileiro e praticamente fechou as portas para um grande competidor no mercado local, em nada mudou os planos do Citigroup. A garantia é de ninguém menos que o presidente mundial da instituição, Vikram Pandit, que arrumou um espaço na agenda para atender os jornalistas em sua rápida passagem pelo País. "Processos de consolidação têm ocorrido em vários lugares do mundo e podem representar uma oportunidade também para quem está do outro lado."

Pandit afirmou que a intenção do Citi é aumentar a presença no Brasil, considerado um dos mercados estratégicos, mas esse crescimento não deve ocorrer via aquisições ou por intermédio de uma associação com outro banco. Questionado se interessa ao grupo manter a presença no modelo atual mesmo estando distante dos bancos líderes, Pandit foi enfático: "Nós também somos líderes".

O executivo observou que o Brasil não se resume a apenas um mercado e mencionou a posição de destaque do grupo em vários segmentos, como os de banco de investimento, gestão de fortunas e cartões de crédito. "Tamanho não é a única forma de comparação e às vezes não é a melhor", afirmou, ao lembrar que a instituição possui hoje uma presença maior do que há três anos no País. Para o executivo, o Citi possui escala mais que suficiente para atuar no mercado nacional e está em busca de qualidade nas operações. "Somos o único banco em condições de levar o Brasil para o mundo e trazer o mundo para o Brasil", considerou.(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Vinícius Pinheiro)

Anhanguera cresce com aquisições
Gazeta Mercantil
20/11/2008


São Paulo - A Anhanguera Educacional fechou o terceiro trimestre do ano com uma receita líquida de R$ 169 milhões, valor 170,9% acima do registrado em igual período de 2007. A variação positiva é resultado do aumento do número médio de alunos em 189,5% e da incorporação da Microlins, em julho, que gerou R$ 7,5 milhões de receita bruta. Em outubro, a empresa adquiriu também 100% do capital da LFG, líder de mercado em cursos de pós-graduação e extensão a distância.

De acordo com Ricardo Scavazza, vice-presidente operacional e de relações com investidores, a empresa já atingiu o crescimento esperado para 2008 e está em uma posição confortável para atingir também suas metas para 2009.

Segundo análise da Fator Corretora de Valores o resultado da Anhanguera ficou acima das estimativas do mercado. Um ponto negativo do balanço foi o prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões, "negativamente impactado por amortizações de ágio no valor de R$ 33,9 milhões, em função da estratégia agressiva de aquisições. Outra conseqüência dessa estratégia foi a queda do caixa líquido de R$ 257,3 milhões em 30/6/08 para R$ 132,3 milhões em 30/9/08", segundo a análise.

Scavazza destacou que a Anhanguera teve, pelo terceiro ano consecutivo, um crescimento de 100% no Ebitda e adiantou que o balanço do quarto trimestre deverá apresentar um aumento das despesas devido às aquisições feitas neste semestre. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Amarilis Bertachini)

Dasa finaliza compra da Maximagem
InvestNews
20/11/2008


SÃO PAULO - A Diagnósticos da América (Dasa) informou hoje que concretizou a aquisição da Maximagem, visto que o grupo finalizou sua reestruturação societária e atendeu os demais pontos operacionais previstos no contrato.

O contrato prevê a compra da totalidade das cotas representativas do capital social das sociedades Maxidiangósticos Participações, Digirad Diagnósticos Médicos, Clínica Radiológica Clira, Cedimax Diagnósticos Médicos e Clínica Radiológica Brafer, que compõem o Grupo Maximagem - empresa que atua na prestação de serviços de diagnósticos por imagem em São Paulo e Santo André. O valor da operação será de R$ 36,2 milhões e, de acordo com a Dasa, pagos com recursos próprios.


BB compra Nossa Caixa em negócio de R$ 7,6 bilhões

Gazeta Mercantil
21/11/2008


São Paulo, 21 de Novembro de 2008 - Depois de seis meses de negociações, o Banco do Brasil (BB) fechou ontem a compra da Nossa Caixa. O negócio avalia o banco paulista em R$ 7,56 bilhões, o equivalente a R$ 70,63 por ação. Dono de 71,25% da instituição, o governo de São Paulo receberá R$ 5,38 bilhões em 18 parcelas de R$ 299,24 milhões, corrigidas mensalmente pela Selic, com início de pagamento a partir de março de 2009, quando a incorporação dos ativos deverá ser iniciada.

A operação representa mais um capítulo no processo de consolidação do sistema financeiro brasileiro e sucedeu outras grandes negociações, como a fusão entre Itaú e Unibanco, no início do mês, e a aquisição pelo espanhol Santander do Banco Real, que pertencia ao holandês ABN Amro. A incorporação da Nossa Caixa deve fazer com que as ações do banco estatal paulista disparem hoje na BM&FBovespa. O preço que será pago pelo BB representa um prêmio de 37,68% sobre a cotação da última quarta-feira. Para profissionais do mercado, o preço pago pelo banco estadual foi considerado caro.

A transação deverá gerar ganhos de sinergias entre R$ 2 bilhões e R$ 4 bilhões em cinco anos, prevê o presidente do BB, Antônio Francisco Lima Neto, informando que o valor pago é o de mercado, quando questionado sobre possíveis influências políticas que teriam sobrevalorizado os ativos. "Foi uma negociação feita em bases técnicas."

Os próximos passos para a concretização do negócio serão a formalização do contrato de aquisição e as aprovações pelo Banco Central e pela Assembléia Legislativa de São Paulo. As demissões, se ocorrerem, não serão volumosas, segundo Lima Neto. O presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz de Melo Santos, afirmou que espera a manutenção das parcerias realizadas pelo banco paulista na área de seguros.

(Gazeta Mercantil -Redação)


Petrobras descobre mais óleo leve no pré-sal do Espírito Santo
Valor Online
21/11/ 2008

A Petrobras comunicou hoje nova descoberta de óleo leve na bacia do pré-sal do Espírito Santo, em área denominada Parque das Baleias, após a concluir a perfuração de dois novos poços. O volume recuperável das descobertas é estimado entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), conforme fato relevante divulgado nesta sexta-feira.

A estatal lembra que até agora já foram perfurados seis poços na seção pré-sal do Espírito Santo, todos eles com sucesso. Com as novas descobertas, o volume total de óleo estimado na área do Parque das Baleias, incluídos os reservatórios localizados acima e abaixo da camada de sal, já chega a cerca de 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente.

"Os excelentes resultados dessas duas perfurações, as ótimas respostas do Teste de Longa Duração (TLD) do poço pioneiro 1-ESS-103A e as facilidades logísticas já instaladas e em instalação na área levam a Petrobras a intensificar os estudos para acelerar a produção do pré-sal do Espírito Santo", ressaltou a companhia no fato relevante.

Segundo a Petrobras, nos dois novos poços, os reservatórios foram descobertos sob uma camada de sal de até 700 metros e em lâminas d´água de 1.348 metros e 1.426 metros.

Os reservatórios estão entre 4.200 metros e 4.800 metros de profundidade a partir do nível do mar e apresentam espessuras porosas com óleo de 190 metros e 300 metros, o que, segundo a Petrobras, comprova o grande potencial das descobertas.

Os poços 6-BFR-1-ESS e 6-BAZ-1DB-ESS foram perfurados a cerca de 80 quilômetros da costa e a cinco e seis quilômetros a norte e a sul, respectivamente, do poço 1-ESS-103A, que já produz, com alta vazão, desde setembro.


Diretor da Petrobras afirma que projetos da estatal estão garantidos
Valor Online
21/11/2008

RIO - O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, afirmou que os projetos da companhia estão garantidos, sem adiamentos, apesar do cenário de crise internacional. A afirmação de Estrella acontece na mesma semana em que um gerente da estatal revelou a jornalistas que a empresa postergaria projetos de antecipação de produção em áreas de petróleo pesado e de aumento de produção em campos maduros.

"Toda a programação da companhia está mantida, não há nenhum tipo de mudança", garantiu Estrella, que participou hoje da premiação da diretora de Gás e Energia da empresa, Maria das Graças Foster, como executiva do ano pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef).

O diretor se mostrou satisfeito com o anúncio da descoberta de óleo leve em dois poços perfurados no pré-sal do litoral do Espírito Santo, com volume estimado entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris de óleo recuperável.

"Os volumes do pré-sal em geral são expressivos, então este volume está dentro das expectativas", disse Estrella, acrescentando que o objetivo é colocar esses poços no Espírito Santo em produção o mais rápido possível.

"Isso vai permitir que a gente consolide aquele pólo do Parque das Baleias também em produtor no pré-sal", destacou, em referência à região onde os dois poços perfurados e onde atualmente já se produz óleo no pré-sal, no campo de Jubarte.

(Rafael Rosas | Valor Online)

Oi pede autorização para comprar Brasil Telecom
InvestNews
17/11/2008


SÃO PAULO - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu hoje o pedido de anuência prévia da concessionária Oi para a compra da Brasil Telecom. A solicitação será avaliada pelas áreas técnicas e pelo Conselho Diretor da Anatel, mas não há prazo determinado para conclusão da análise. As duas empresas têm até o dia 21 de dezembro para finalizar a negociação, iniciada em abril deste ano. Caso a operação não se concretize, a Oi terá que pagar multa de R$ 490 milhões por descumprimento do prazo contratual.

A continuidade das negociações foi garantida pelo novo Plano Geral de Outorgas (PGO), publicado hoje no Diário Oficial da União. O texto permite que um grupo de telefonia tenha concessionárias em mais de uma região do país, o que é proibido atualmente. O PGO também prevê que qualquer transferência de controle de concessionária deverá priorizar o benefício ao usuário e o interesse social e econômico do país. As informações são da Agência Brasil. (Redação - InvestNews)


Telefónica investirá até US$20 bi na América Latina

Portal Exame
21/11/2008

LIMA (Reuters) - A espanhola Telefónica, um importante ator no mercado de telecomunicações da América Latina, planeja um investimento de 17 a 20 bilhões de dólares em infra-estrutura na região nos próximos cinco anos, disse um executivo da companhia à Reuters na sexta-feira.

O diretor-geral para América Latina, José Maria Alvarez-Pallete, falou à Reuters na capital do Peru, onde ele está para uma conferência de dirigentes de negócios antes da cúpula de líderes da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec).
(Reportagem de Teresa Cespedes)

Crise não altera planos de siderúrgica no Pará
Portal Exame
21/11/2008

A Vale sinalizou hoje que a crise internacional não alterou seus planos de instalar uma usina siderúrgica no Pará. A mineradora brasileira assinou um acordo com a TKS Consulting, empresa do grupo ThyssenKrupp, para elaboração da engenharia conceitual do projeto da Aços Laminados do Pará (Alpa). O custo do projeto é de cerca de 1,3 milhão de euros e a previsão é que seja concluído até junho de 2009.

A Vale não fechou parceria para construção da Alpa, que nascerá com capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas por ano. O investimento para a primeira fase do projeto está orçado em US$ 3,3 bilhões. A intenção da mineradora brasileira é expandir a usina para até 5 milhões de toneladas anuais.

Negócios com ações pela internet crescem em outubro
Portal Exame
21/11/2008

A BM&FBovespa informa que o volume total negociado pela internet, por meio do sistema chamado Home Broker, em outubro foi de R$ 35,15 bilhões, uma alta de 17,13% ante os R$ 30,01 bilhões registrados em setembro. No mês passado, o volume médio diário no Home Broker ficou em R$ 1,53 bilhão, ante R$ 1,36 bilhão no mês anterior. Conforme a companhia, o valor médio por negócio foi de R$ 8.437,59 em outubro, ante R$ 9.352,15. A quantidade total de negócios foi de 4,16 milhões e a média diária ficou em 181.116, ante 3,21 milhões de negócios e média diária de 145.849 em setembro.

Segundo a BM&FBovespa, a participação do Home Broker no volume financeiro dos mercados de ações da Bolsa, em outubro, foi de 15,08%, ante 12,87% no mês anterior, e de 26,98% na quantidade total de negócios, ante 25,01%. O número de investidores com ofertas alocadas ficou em 206.869, ante 173.668 em setembro.

Serra vai investir dinheiro da Nossa Caixa em trens e metrô
Portal Exame
20/11/2008


O governador de São Paulo, José Serra, diz que o transporte sobre trilhos terá prioridade na aplicação dos 5,38 bilhões de reais obtidos com a venda do controle da Nossa Caixa para o Banco do Brasil. As estatais Metrô e CPTM terão dinheiro para ampliar as linhas na região metropolitana de São Paulo.

Serra disse que o preço acertado como BB foi "bom", mas que corresponde a só 4,6% do orçamento do governo de São Paulo neste ano. Além do investimento em transporte ferroviário, Serra prometeu construir estradas vicinais para melhorar o acesso a cidades do interior do estado. Também disse que haverá investimentos em saúde e na construção de uma rede de hospitais de reabilitação de pessoas portadoras de deficiência física.

O governador também prometeu construir uma nova faixa para o tráfego em cada um dos sentidos da marginal do Tietê, uma obra orçada em 700 milhões de reais. Do total de 25 km de extensão da via, 15,5 km estão sob administração do estado e o resto é da iniciativa privada. O investimento será dividido e a licitação da obra está prevista para janeiro.
O governo estadual também planeja investir na Sabesp e descartou a privatização da companhia de saneamento. Por último, Serra disse que vai criar uma agência de fomento para pequenas e médias empresas, que terá 1 bilhão de reais para realizar suas atividades.

O governador negou que a renovação das licenças das hidrelétricas da Cesp esteja vinculada à venda da Nossa Caixa ao BB. "Não se falou de ambos os assuntos simultaneamente", afirmou. No ano passado, Serra tentou vender a Cesp, mas o leilão fracassou por falta de interessados. As principais empresas de energia presentes no Brasil se ausentaram da disputa porque temiam que as licenças das duas maiores hidrelétricas da Cesp não fossem renovadas em 2015.

Desde então, Serra tem negociado com o governo federal uma solução para as licenças. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, lidera um grupo de estudos para buscar uma solução sobre a renovação das licenças da Cesp e também de outras empresas de energia que possuem problemas semelhantes - incluindo a Eletrobrás. Segundo Serra, o grupo deve chegar a uma conclusão em dois meses.


 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos