Light terá
ações
negociadas em Nova
York
Valor Online
17/11/2008
SÃO
PAULO - A Light,
que atua na geração, distribuição
e comercialização de energia elétrica,
obteve aprovação para seu programa patrocinado
de Depositary Receipts Nível 1, ou seja, a empresa
carioca terá ações negociadas no mercado
de balcão dos Estados Unidos.
O
aval para a negociação
das ADRs (instrumento
que provê
acesso de empresas
estrangeiras ao
mercado norte-americano)
foi dado tanto pela
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) como pela
Securities and Exchange
Commission (SEC,
órgão
regulador dos EUA).
De
acordo com a Light, o programa está válido
a partir de hoje e o Citibank
é a instituição depositária
dos ativos nos EUA e o responsável pela emissão
dos certificados de depósito de ações.
BR
Distribuidora acumula
lucro de R$ 1,028
bilhão em
nove meses
Valor Online
17/11/2008
RIO
- A Petrobras
Distribuidora (BR) acumula lucro líquido
recorde de R$ 1,028 bilhão nos nove primeiros meses
do ano, resultado 49,2% superior aos R$ 689 milhões
registrados em igual período de 2007.
Segundo
a subsidiária da Petrobras,
o resultado é fruto de um aumento constante nas vendas
e de um forte controle de custos. Nos nove primeiros meses
do ano, a BR vendeu 28,051 bilhões de litros, 13,7%
acima do volume negociado entre janeiro e setembro do ano
passado. Em setembro, a companhia vendeu o volume recorde
de 3,323 bilhões de litros, o que contribuiu para
as vendas, também recordes, de 9,8 bilhões
de litros no terceiro trimestre. A companhia frisou que
o resultado de outubro já superou o de setembro,
com 3,459 bilhões de litros negociados.
Em
relação
aos custos, houve
aumento de 4,5%
em relação
ao terceiro trimestre
do ano passado,
o que, segundo a
companhia, mostra
um resultado "equilibrado",
em um período
com inflação
acumulada de 5,5%
e aumento de volume
de vendas de 13,7%.
No
acumulado do ano,
o mercado global
de venda de combustíveis
teve um rescimento
de 6,7 bilhões
de litros, ou de
10,2%, ao passar
de 66,1 bilhões
de litros para 72,8
bilhões de
litros. Deste aumento,
a BR capturou 2,965
bilhões de
litros, ou 44%,
o que lhe valeu
um ganho de 0,9
ponto percentual
em seu market-share,
agora estimado em
34,8%.
De
acordo com nota
distribuída
pela companhia,
contribuíram
para tal cenário
o crescimento econômico
do primeiro semestre,
o aumento das vendas
de veículos
e da frota flex
fuel, a queda do
preço do
álcool e
a maior quantidade
de assentos ofertados
pelas companhias
aéreas.
Para
o presidente da
BR, José
Eduardo Dutra, a
partir do quarto
trimestre a empresa
lidará com
uma nova realidade
devido à
crise internacional,
mas isso não
a impedirá
de cumprir as metas
de crescimento estabelecidas.
"Basta equacionar
a velocidade do
crescimento e os
custos nele embutidos",
afirmou Dutra.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Embraer
vende 12 jatos para
empresas do Oriente
Médio
Valor Online
17/11/2008
SÃO
PAULO - A Embraer
divulgou nesse domingo a venda de 12 aeronaves
para três grandes empresas do Oriente Médio.
Os contratos ultrapassaram o valor de US$ 208 milhões
e garantem negócios até 2014 para a companhia
brasileira.
A
Falcon Aviation
Services (FAS),
com sede em Abu
Dhabi, nos Emirados
Árabes Unidos,
comprou da Embraer
dois jatos Legacy
500, no valor total
de US$ 36,8 milhões,
com primeira entrega
prevista para 2014.
Com o acordo, ficou
estabelecida também
a parceria da FAS
no que tange à
manutenção
dos jatos da Embraer
na região.
A empresa é
o primeiro centro
de serviços
autorizado para
apoiar os clientes
da companhia brasileira
no Oriente Médio.
Na
mesma linha, a Asaig
Aviation,do Kuwait
também decidiu
expandir seus negócios
comprando dois Legacy
500 da Embraer,
a serem entregues
em 2013. A frota
da companhia kwuaitiana
é composta
10 aeronaves, sendo
todas fornecidas
pela brasileira.
O valor total do
negócio,
referido a preço
de tabela, também
é de US$
36,8 milhões.
Para
a Al Jaber Aviation,
com sede em Abu
Dhabi, a Embraer
vendeu oito jatos
executivos: quatro
Legacy 450 e quatro
Legacy 500. O valor
total do negócio
ficou em US$ 134,6
milhões e
a primeira entrega
está prevista
para 2013. A empresa
deve iniciar suas
operações
em fevereiro do
ano que vem e oferecerá
vôos fretados
VIP de Abu Dhabi
e Dubai para destinos
de todos os continentes.
(Vanessa
Dezem | Valor Online)
Suzano
aposta em alta produtividade
florestal
InvestNews
17/11/2008
SÃO PAULO - A Suzano
Papel e Celulose levou a produtividade florestal
de suas áreas de plantio a um novo patamar. Com investimentos
em pesquisas e aplicação de novas tecnologias
às técnicas de manejo, a empresa tem obtido
resultados muito expressivos. De acordo com a empresa, em
pouco menos de três décadas, a produtividade
mais do que dobrou. Enquanto nos anos 1980 a média
era de 20 metros cúbicos de madeira por hectare/ano
ou 4,5 toneladas de celulose por hectare/ano, atualmente,
a Suzano colhe 46 metros cúbicos de madeira por hectare/ano,
o que lhe garante uma produtividade de 10 toneladas de celulose
por hectare/ano.
Para
2008, a previsão é que a média fique
em 47 m³. 'Além de extrair mais madeira por
área, vamos obter mais celulose por metro cúbico',
explica João Comério, diretor executivo da
Unidade de Negócio Florestal da Suzano. 'Essa nova
geração de clones é também mais
resistente a doenças, o que é importantíssimo
porque não aplicamos defensivos químicos em
nossas áreas de plantio', afirma. Nos próximos
anos, com o Projeto Expansão, que prevê a implantação
de duas novas fábricas no Maranhão e no Piauí,
a Suzano terá um incremento das áreas florestais
nesses Estados e também no Pará e no Tocantins.
Para a fábrica do Maranhão, o suprimento de
madeira virá dos plantios de eucalipto do Programa
Vale Florestar, em implantação pela Vale no
Pará, de plantios nos ativos florestais adquiridos
da Vale, localizados no Sudoeste maranhense, e de plantios
próprios e de outros produtores locais na forma de
fomento e parcerias florestais. A base florestal a ser implantada
no Piauí será composta aproximadamente de
70% de plantios próprios e de 30% de outros produtores
locais na forma de fomento e parcerias florestais. Para
estas unidades a base florestal está equacionada.
MPX
Energia assina contrato
para implementar
usina
InvestNews
17/11/2008 14:06
SÃO PAULO - A MPX
Energia informou hoje que assinou com a Mabe Construção
e Administração de Projetos, sociedade constituída
pelas empresas Tecnimont e EFACEC,
um contrato definitivo de engenharia, construção
e montagem (EPC, sigla em inglês) da usina termelétrica
(UTE) Porto do Pecém II, com 360 MW de capacidade
instalada. O contrato foi firmado na modalidade "empreitada
global", com preço e prazo fixos e garantias
de execução e de performance da unidade, sendo
o valor do negócio de US$ 536,7 milhões. O
contrato de EPC assegura o início da operação
em junho de 2012 e prevê ainda mecanismos de incentivo
ao Consórcio Construtor para antecipação
da entrega da unidade.
Telemar
passa a deter 62%
da TNCP
InvestNews
19/11/2008
SÃO PAULO - A Telemar
Norte Leste (Telemar) adquiriu 3.951.923 ações
preferenciais da Tele Norte Celular Participações
(TNCP), correspondentes a aproximadamente 93,9% das ações
preferenciais da TNCP em circulação. Tendo
em vista que a quantidade de ações preferenciais
adquiridas no leilão, que ocorreu através
do sistema eletrônico de negociação
da Bolsa de Valores de São Paulo, representou mais
de 2/3 das ações preferenciais da TNCP em
circulação, todos os acionistas titulares
de ações preferenciais da TNCP passaram a
ter o direito de exercer direito de venda das suas ações.
Devido às aquisições feitas por meio
da Oferta Pública de Ações (OPA) e
às aquisições decorrentes do exercício
do direito de venda, a Telemar passou a deter 4.147.304
ações preferenciais da TNCP, correspondentes
a aproximadamente 98,5% do total de ações
preferenciais e 61,9% do capital social da TNCP.
Vale
terá financiamento
da Coréia
InvestNews
19/11/2008
SÃO PAULO - A
Vale assinou um memorando de entendimento (MOU)
com o Korea
Eximbank (KEXIM), agência coreana de financiamento
de exportações e importações.
O MOU visa o suporte financeiro de projetos da Vale que
contribuirão para a oferta estável de recursos
minerais para o mercado coreano.
A
Vale já dispõe
de linhas de crédito
de longo prazo com
instituições
governamentais de
crédito do
Brasil e Japão.
Essas linhas de
créditos
ainda não
foram utilizadas
e são destinadas
ao financiamento
dos projetos.
Conab
compra 340 mil toneladas
de milho e trigo
InvestNews
19/11/2008
SÃO PAULO - Para apoiar a comercialização
de grãos e formar estoques públicos, o governo
vai adquirir 340 mil toneladas de milho e trigo. Nesta quinta-feira,
a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
vai leiloar 12.566 contratos de opção de venda.
Aos produtores de milho em Mato Grosso, serão ofertados
5.556 contratos, equivalentes a 150 mil toneladas.
Para
os triticultores
de Goiás,
Mato Grosso do Sul,
Minas Gerais, Paraná,
Rio Grande do Sul,
Santa Catarina e
São Paulo
serão 7.010
contratos, totalizando
189,27 mil toneladas
dos cereais. Contratos
de opção
de venda são
títulos utilizados
pelo governo para
comprar antecipadamente
a produção.
Os agricultores
ou cooperativas
que arrematam os
papéis adquirem
o direito de vender
a colheita ao governo,
em data futura.
Eles também
atuam como seguro
contra riscos de
queda nos preços,
pois o valor a ser
pago é fixado
previamente.
Kraft
vende fábrica
paulista à
colombiana Gelco
Valor Online
19/11/2008
SÃO
PAULO - A Kraft,
fabricante de guloseimas, vendeu sua fábrica de matéria-prima
para gelatinas da marca Royal, localizada em Pedreira (SP),
para a colombiana Gelco SA. Com a operação,
cujo valor não foi revelado, o grupo colombiano estréia
no Brasil.
O
contrato prevê
a manutenção
dos cerca de 100
funcionários,
por dois anos, e
o fornecimento do
insumo (feito a
partir do colágeno
do boi), à
Kraft por cinco
anos. "Não
é nosso foco.
Vamos nos concentrar
em produtos finais",
disse ao Valor Fabio
Acerbi, diretor
de assuntos corporativos
da Kraft.
A
Gelco, sediada em
Barranquila (Colômbia),
foi fundada em 1966
e produz insumo
para gelatina comestível
e para a indústria
farmacêutica.
(Cynthia
Malta | Valor Econômico,
para o Valor Online)
Arrecadação
atinge R$ 65,4 bi em outubro
Gazeta Mercantil
20/11/2008
Brasília
- O governo federal
arrecadou R$ 65,493
bilhões em
impostos e contribuições
em outubro, um recorde
para o período.
Este resultado supera
em 12,36% o total
apurado em igual
mês do ano
anterior e reflete
crescimento de 17,13%
em relação
a setembro.
Com
este resultado,
o governo acumulou
no ano R$ 576 bilhões,
10,33% a mais do
que o total de janeiro
a outubro do ano
passado. A economia
aquecida manteve
o ritmo de vendas,
emprego e produção
industrial e deu
sustentação
ao desempenho da
Receita Federal.
Para
o secretário-adjunto
da Receita Federal,
Otacílio
Cartaxo, os números
mostram que a expansão
da arrecadação
permanece firme,
apesar da crise
internacional.
"Existe
um intervalo entre
a instalação
da crise e os seus
efeitos reais na
arrecadação,
e eles só
chegarão
a partir do ano
que vem", afirmou
Cartaxo.
A
variação
cambial contribuiu
para a elevação
das receitas obtidas
com Imposto de Importação
(II), Imposto de
Renda Pessoa Jurídica
(IRPJ) e a Contribuição
Sobre o Lucro Líquido
(CSLL) provenientes
das operações
do setor petrolífero.
De
acordo com Cartaxo,
a migração
de aplicações
de Certificados
de Depósito
Bancário
(CDB) e fundos de
renda fixa para
títulos do
Tesouro Nacional
e o aumento das
operações
de câmbio
com contratos de
swap também
contribuíram
para o resultado
do mês.
A
recuperação
de débitos
tributários
(multas e juros)
também garantiu
ao Fisco este ano
um adicional de
R$ 14,330 bilhões
no bolo tributário.
(Gazeta
Mercantil -Viviane
Monteiro)
Brasil
é estratégico
para Citi, diz Pandit
Gazeta Mercantil
20/11/2008
São
Paulo - A fusão entre Itaú
e Unibanco,
que formou o maior banco brasileiro e praticamente fechou
as portas para um grande competidor no mercado local, em
nada mudou os planos do Citigroup.
A garantia é de ninguém menos que o presidente
mundial da instituição, Vikram Pandit, que
arrumou um espaço na agenda para atender os jornalistas
em sua rápida passagem pelo País. "Processos
de consolidação têm ocorrido em vários
lugares do mundo e podem representar uma oportunidade também
para quem está do outro lado."
Pandit
afirmou que a intenção
do Citi é
aumentar a presença
no Brasil, considerado
um dos mercados
estratégicos,
mas esse crescimento
não deve
ocorrer via aquisições
ou por intermédio
de uma associação
com outro banco.
Questionado se interessa
ao grupo manter
a presença
no modelo atual
mesmo estando distante
dos bancos líderes,
Pandit foi enfático:
"Nós
também somos
líderes".
O
executivo observou
que o Brasil não
se resume a apenas
um mercado e mencionou
a posição
de destaque do grupo
em vários
segmentos, como
os de banco de investimento,
gestão de
fortunas e cartões
de crédito.
"Tamanho não
é a única
forma de comparação
e às vezes
não é
a melhor",
afirmou, ao lembrar
que a instituição
possui hoje uma
presença
maior do que há
três anos
no País.
Para o executivo,
o Citi possui escala
mais que suficiente
para atuar no mercado
nacional e está
em busca de qualidade
nas operações.
"Somos o único
banco em condições
de levar o Brasil
para o mundo e trazer
o mundo para o Brasil",
considerou.(Gazeta
Mercantil/Finanças
& Mercados -
Pág. 1)(Vinícius
Pinheiro)
Anhanguera
cresce com aquisições
Gazeta Mercantil
20/11/2008
São Paulo - A Anhanguera
Educacional fechou o terceiro trimestre do ano
com uma receita líquida de R$ 169 milhões,
valor 170,9% acima do registrado em igual período
de 2007. A variação positiva é resultado
do aumento do número médio de alunos em 189,5%
e da incorporação da Microlins,
em julho, que gerou R$ 7,5 milhões de receita bruta.
Em outubro, a empresa adquiriu também 100% do capital
da LFG, líder de mercado em cursos de pós-graduação
e extensão a distância.
De
acordo com Ricardo
Scavazza, vice-presidente
operacional e de
relações
com investidores,
a empresa já
atingiu o crescimento
esperado para 2008
e está em
uma posição
confortável
para atingir também
suas metas para
2009.
Segundo
análise da Fator
Corretora de Valores o resultado da Anhanguera
ficou acima das estimativas do mercado. Um ponto negativo
do balanço foi o prejuízo líquido de
R$ 5,6 milhões, "negativamente impactado por
amortizações de ágio no valor de R$
33,9 milhões, em função da estratégia
agressiva de aquisições. Outra conseqüência
dessa estratégia foi a queda do caixa líquido
de R$ 257,3 milhões em 30/6/08 para R$ 132,3 milhões
em 30/9/08", segundo a análise.
Scavazza
destacou que a Anhanguera
teve, pelo terceiro
ano consecutivo,
um crescimento de
100% no Ebitda e
adiantou que o balanço
do quarto trimestre
deverá apresentar
um aumento das despesas
devido às
aquisições
feitas neste semestre.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C - Pág.
1)(Amarilis Bertachini)
Dasa
finaliza compra da Maximagem
InvestNews
20/11/2008
SÃO PAULO - A Diagnósticos da América
(Dasa)
informou hoje que concretizou a aquisição
da Maximagem,
visto que o grupo finalizou sua reestruturação
societária e atendeu os demais pontos operacionais
previstos no contrato.
O
contrato prevê
a compra da totalidade
das cotas representativas
do capital social
das sociedades Maxidiangósticos
Participações,
Digirad Diagnósticos
Médicos,
Clínica Radiológica
Clira, Cedimax Diagnósticos
Médicos e
Clínica Radiológica
Brafer, que compõem
o Grupo Maximagem
- empresa que atua
na prestação
de serviços
de diagnósticos
por imagem em São
Paulo e Santo André.
O valor da operação
será de R$
36,2 milhões
e, de acordo com
a Dasa, pagos com
recursos próprios.
BB compra Nossa
Caixa em negócio
de R$ 7,6 bilhões
Gazeta Mercantil
21/11/2008
São Paulo, 21 de Novembro de 2008 - Depois de seis
meses de negociações, o
Banco do Brasil (BB) fechou ontem a compra da
Nossa
Caixa. O negócio avalia o banco paulista
em R$ 7,56 bilhões, o equivalente a R$ 70,63 por
ação. Dono de 71,25% da instituição,
o governo de São Paulo receberá R$ 5,38 bilhões
em 18 parcelas de R$ 299,24 milhões, corrigidas mensalmente
pela Selic, com início de pagamento a partir de março
de 2009, quando a incorporação dos ativos
deverá ser iniciada.
A
operação representa mais um capítulo
no processo de consolidação do sistema financeiro
brasileiro e sucedeu outras grandes negociações,
como a fusão entre Itaú e Unibanco, no início
do mês, e a aquisição pelo espanhol
Santander do Banco
Real, que pertencia ao holandês ABN Amro.
A incorporação da Nossa Caixa deve fazer com
que as ações do banco estatal paulista disparem
hoje na BM&FBovespa.
O preço que será pago pelo BB representa um
prêmio de 37,68% sobre a cotação da
última quarta-feira. Para profissionais do mercado,
o preço pago pelo banco estadual foi considerado
caro.
A
transação
deverá gerar
ganhos de sinergias
entre R$ 2 bilhões
e R$ 4 bilhões
em cinco anos, prevê
o presidente do
BB, Antônio
Francisco Lima Neto,
informando que o
valor pago é
o de mercado, quando
questionado sobre
possíveis
influências
políticas
que teriam sobrevalorizado
os ativos. "Foi
uma negociação
feita em bases técnicas."
Os
próximos
passos para a concretização
do negócio
serão a formalização
do contrato de aquisição
e as aprovações
pelo Banco Central
e pela Assembléia
Legislativa de São
Paulo. As demissões,
se ocorrerem, não
serão volumosas,
segundo Lima Neto.
O presidente da
Nossa Caixa, Milton
Luiz de Melo Santos,
afirmou que espera
a manutenção
das parcerias realizadas
pelo banco paulista
na área de
seguros.
(Gazeta
Mercantil -Redação)
Petrobras
descobre mais óleo
leve no pré-sal
do Espírito
Santo
Valor Online
21/11/ 2008
A
Petrobras
comunicou hoje nova descoberta de óleo leve na bacia
do pré-sal do Espírito Santo, em área
denominada Parque das Baleias, após a concluir a
perfuração de dois novos poços. O volume
recuperável das descobertas é estimado entre
1,5 bilhão e 2 bilhões de barris de óleo
equivalente (boe), conforme fato relevante divulgado nesta
sexta-feira.
A
estatal lembra que
até agora
já foram
perfurados seis
poços na
seção
pré-sal do
Espírito
Santo, todos eles
com sucesso. Com
as novas descobertas,
o volume total de
óleo estimado
na área do
Parque das Baleias,
incluídos
os reservatórios
localizados acima
e abaixo da camada
de sal, já
chega a cerca de
3,5 bilhões
de barris de óleo
equivalente.
"Os
excelentes resultados
dessas duas perfurações,
as ótimas
respostas do Teste
de Longa Duração
(TLD) do poço
pioneiro 1-ESS-103A
e as facilidades
logísticas
já instaladas
e em instalação
na área levam
a Petrobras a intensificar
os estudos para
acelerar a produção
do pré-sal
do Espírito
Santo", ressaltou
a companhia no fato
relevante.
Segundo
a Petrobras, nos
dois novos poços,
os reservatórios
foram descobertos
sob uma camada de
sal de até
700 metros e em
lâminas d´água
de 1.348 metros
e 1.426 metros.
Os
reservatórios
estão entre
4.200 metros e 4.800
metros de profundidade
a partir do nível
do mar e apresentam
espessuras porosas
com óleo
de 190 metros e
300 metros, o que,
segundo a Petrobras,
comprova o grande
potencial das descobertas.
Os
poços 6-BFR-1-ESS
e 6-BAZ-1DB-ESS
foram perfurados
a cerca de 80 quilômetros
da costa e a cinco
e seis quilômetros
a norte e a sul,
respectivamente,
do poço 1-ESS-103A,
que já produz,
com alta vazão,
desde setembro.
Diretor
da Petrobras afirma
que projetos da
estatal estão
garantidos
Valor Online
21/11/2008
RIO
- O diretor de Exploração e Produção
da Petrobras,
Guilherme Estrella, afirmou que os projetos da companhia
estão garantidos, sem adiamentos, apesar do cenário
de crise internacional. A afirmação de Estrella
acontece na mesma semana em que um gerente da estatal revelou
a jornalistas que a empresa postergaria projetos de antecipação
de produção em áreas de petróleo
pesado e de aumento de produção em campos
maduros.
"Toda
a programação
da companhia está
mantida, não
há nenhum
tipo de mudança",
garantiu Estrella,
que participou hoje
da premiação
da diretora de Gás
e Energia da empresa,
Maria das Graças
Foster, como executiva
do ano pelo Instituto
Brasileiro de Executivos
de Finanças
(Ibef).
O
diretor se mostrou
satisfeito com o
anúncio da
descoberta de óleo
leve em dois poços
perfurados no pré-sal
do litoral do Espírito
Santo, com volume
estimado entre 1,5
bilhão e
2 bilhões
de barris de óleo
recuperável.
"Os
volumes do pré-sal
em geral são
expressivos, então
este volume está
dentro das expectativas",
disse Estrella,
acrescentando que
o objetivo é
colocar esses poços
no Espírito
Santo em produção
o mais rápido
possível.
"Isso
vai permitir que
a gente consolide
aquele pólo
do Parque das Baleias
também em
produtor no pré-sal",
destacou, em referência
à região
onde os dois poços
perfurados e onde
atualmente já
se produz óleo
no pré-sal,
no campo de Jubarte.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Oi
pede autorização
para comprar Brasil
Telecom
InvestNews
17/11/2008
SÃO PAULO - A Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel)
recebeu hoje o pedido de anuência prévia da
concessionária Oi
para a compra da Brasil
Telecom. A solicitação será
avaliada pelas áreas técnicas e pelo Conselho
Diretor da Anatel, mas não há prazo determinado
para conclusão da análise. As duas empresas
têm até o dia 21 de dezembro para finalizar
a negociação, iniciada em abril deste ano.
Caso a operação não se concretize,
a Oi terá que pagar multa de R$ 490 milhões
por descumprimento do prazo contratual.
A
continuidade das
negociações
foi garantida pelo
novo Plano Geral
de Outorgas (PGO),
publicado hoje no
Diário Oficial
da União.
O texto permite
que um grupo de
telefonia tenha
concessionárias
em mais de uma região
do país,
o que é proibido
atualmente. O PGO
também prevê
que qualquer transferência
de controle de concessionária
deverá priorizar
o benefício
ao usuário
e o interesse social
e econômico
do país.
As informações
são da Agência
Brasil. (Redação
- InvestNews)
Telefónica
investirá
até US$20
bi na América
Latina
Portal Exame
21/11/2008
LIMA
(Reuters) - A espanhola Telefónica,
um importante ator no mercado de telecomunicações
da América Latina, planeja um investimento de 17
a 20 bilhões de dólares em infra-estrutura
na região nos próximos cinco anos, disse um
executivo da companhia à Reuters na sexta-feira.
O
diretor-geral para
América Latina,
José Maria
Alvarez-Pallete,
falou à Reuters
na capital do Peru,
onde ele está
para uma conferência
de dirigentes de
negócios
antes da cúpula
de líderes
da Cooperação
Econômica
Ásia-Pacífico
(Apec).
(Reportagem de Teresa
Cespedes)
Crise
não altera
planos de siderúrgica
no Pará
Portal Exame
21/11/2008
A Vale
sinalizou hoje que a crise internacional não
alterou seus planos de instalar uma usina siderúrgica
no Pará. A mineradora brasileira assinou um acordo
com a TKS Consulting, empresa do grupo ThyssenKrupp, para
elaboração da engenharia conceitual do projeto
da Aços Laminados do Pará (Alpa). O custo
do projeto é de cerca de 1,3 milhão de euros
e a previsão é que seja concluído até
junho de 2009.
A
Vale não
fechou parceria
para construção
da Alpa, que nascerá
com capacidade de
produção
de 2,5 milhões
de toneladas por
ano. O investimento
para a primeira
fase do projeto
está orçado
em US$ 3,3 bilhões.
A intenção
da mineradora brasileira
é expandir
a usina para até
5 milhões
de toneladas anuais.
Negócios
com ações
pela internet crescem
em outubro
Portal Exame
21/11/2008
A
BM&FBovespa
informa que o volume total negociado pela internet, por
meio do sistema chamado Home Broker, em outubro foi de R$
35,15 bilhões, uma alta de 17,13% ante os R$ 30,01
bilhões registrados em setembro. No mês passado,
o volume médio diário no Home Broker ficou
em R$ 1,53 bilhão, ante R$ 1,36 bilhão no
mês anterior. Conforme a companhia, o valor médio
por negócio foi de R$ 8.437,59 em outubro, ante R$
9.352,15. A quantidade total de negócios foi de 4,16
milhões e a média diária ficou em 181.116,
ante 3,21 milhões de negócios e média
diária de 145.849 em setembro.
Segundo
a BM&FBovespa,
a participação
do Home Broker no
volume financeiro
dos mercados de
ações
da Bolsa, em outubro,
foi de 15,08%, ante
12,87% no mês
anterior, e de 26,98%
na quantidade total
de negócios,
ante 25,01%. O número
de investidores
com ofertas alocadas
ficou em 206.869,
ante 173.668 em
setembro.
Serra
vai investir dinheiro
da Nossa Caixa em
trens e metrô
Portal Exame
20/11/2008
O governador de São Paulo, José Serra, diz
que o transporte sobre trilhos terá prioridade na
aplicação dos 5,38 bilhões de reais
obtidos com a venda do controle da Nossa Caixa para o Banco
do Brasil. As estatais Metrô
e
CPTM terão dinheiro para ampliar as linhas
na região metropolitana de São Paulo.
Serra
disse que o preço acertado como BB foi "bom",
mas que corresponde a só 4,6% do orçamento
do governo de São Paulo neste ano. Além do
investimento em transporte ferroviário, Serra prometeu
construir estradas vicinais para melhorar o acesso a cidades
do interior do estado. Também disse que haverá
investimentos em saúde e na construção
de uma rede de hospitais de reabilitação de
pessoas portadoras de deficiência física.
O
governador também
prometeu construir
uma nova faixa para
o tráfego
em cada um dos sentidos
da marginal do Tietê,
uma obra orçada
em 700 milhões
de reais. Do total
de 25 km de extensão
da via, 15,5 km
estão sob
administração
do estado e o resto
é da iniciativa
privada. O investimento
será dividido
e a licitação
da obra está
prevista para janeiro.
O governo estadual
também planeja
investir na Sabesp
e descartou a privatização
da companhia de
saneamento. Por
último, Serra
disse que vai criar
uma agência
de fomento para
pequenas e médias
empresas, que terá
1 bilhão
de reais para realizar
suas atividades.
O
governador negou que a renovação das licenças
das hidrelétricas da Cesp
esteja vinculada à venda da Nossa Caixa ao BB. "Não
se falou de ambos os assuntos simultaneamente", afirmou.
No ano passado, Serra tentou vender a Cesp, mas o leilão
fracassou por falta de interessados. As principais empresas
de energia presentes no Brasil se ausentaram da disputa
porque temiam que as licenças das duas maiores hidrelétricas
da Cesp não fossem renovadas em 2015.
Desde
então, Serra
tem negociado com
o governo federal
uma solução
para as licenças.
O ministro de Minas
e Energia, Edison
Lobão, lidera
um grupo de estudos
para buscar uma
solução
sobre a renovação
das licenças
da Cesp e também
de outras empresas
de energia que possuem
problemas semelhantes
- incluindo a Eletrobrás.
Segundo Serra, o
grupo deve chegar
a uma conclusão
em dois meses.