Sexta-feira, 02/01/2009
Ano VIII – edição 349



Governo remaneja R$ 650 milhões para obras

JB Online
29/12/2009

SÃO PAULO - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou nesta segunda-feira o remanejamento de R$ 650 milhões em recursos de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para permitir que determinados empreendimentos possam ser alavancados com mais rapidez e que se possa retirar dinheiro daqueles que estão paralisados, por exemplo, por pendências judiciais.
"Fizemos um remanejamento no âmbito do PAC da ordem de R$ 650 milhões. Tiramos recursos de obras que estão com o cronograma de execução mais atrasado e deslocamos para outros empreendimentos que estão andando bem e têm condições de ser executados, inclusive alguns que não estão no PAC", comentou o ministro.

Entre as obras que tiveram recursos destinados a outros projetos estão as que aparecem no estágio de "preocupante" fixado pelo Comitê Gestor do PAC. Apesar de o Programa de Aceleração do Crescimento ser considerado o carro-chefe do governo, Bernardo não soube citar nenhuma obra específica que teve recursos revistos.
No mais recente balanço das obras do PAC, no entanto, aparecem com classificação vermelha empreendimentos como a ampliação do sistema de pistas e pátio do aeroporto de Guarulhos (SP) e a construção do novo terminal de passageiros do aeroporto de Macapá (AP).

Segundo a Casa Civil, o remanejamento permitiu a inclusão no PAC de 37 obras rodoviárias, entre as quais a adequação do trecho rodoviário da BR-163 entre Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul (R$ 85,9 mi), além de uma ferroviária em Maringá e terminais fluviais no estado do Amazonas.

De acordo com o chefe do Planejamento, o governo também decidiu fazer remanejamento em outras despesas, particularmente nas de custeio, e deve consolidar novos reajustes nesta terça-feira, privilegiando programas como o ProJovem. Ao todo, R$ 680 milhões já foram realocados para projetos avaliados como prioritários.
"Tiramos recursos de órgãos e ministérios e transferimos R$ 680 milhões para outros órgãos que estavam com demandas", disse o ministro, admitindo que não houve grande negociação para a revisão de receitas.

Autopeças exportam para compensar retração interna
Gazeta Mercantil
29/12/2008

São Paulo - A Eletromecânica Dyna, fabricante brasileira de limpadores de pára-brisa, e a filial da TMD Friction, produtora alemã de pastilhas e lonas de freios, querem compensar a retração dos negócios no Brasil com aumento das vendas no exterior.

Com a redução de 35% nos pedidos para o primeiro mês de 2009, em comparação a janeiro deste ano, a Dyna já começa a prospectar novos negócios na Europa. "Vamos fornecer limpadores de pára-brisa para as montadoras de caminhões, segmento pouco explorado pelos chineses", disse Celso Liberal, diretor comercial da empresa. Já a TMD, trabalha para atender ao mercado de reposição na América do Sul. "Este setor teve um forte crescimento neste ano", disse Feres Macul Neto, diretor-presidente.
C4(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Sonia Moraes)


Lopes espera vendas de até R$ 6 bilhões em 2009

Valor Online
29/12/2008

RIO - A empresa de consultoria de imóveis Lopes (LPS Brasil) revelou hoje que a projeção (guidance) de seu valor geral de vendas (VGV) para 2009 é de R$ 5,5 bilhões a R$ 6 bilhões, com comissão líquida média de 2,4%.

O VGV é um indicador da indústria de construção que representa a receita potencial de venda (bruta da comissão de corretagem).
No comunicado enviado ao mercado, a Lopes ressaltou que as estimativas podem variar devido " a mudanças nas condições de mercado, regras governamentais, pressões da concorrência, desempenho do setor e da economia brasileira, entre outros fatores " .

Nos nove primeiros meses deste ano, as vendas contratadas da companhia atingiram R$ 7,861 bilhões, para um guidance de R$ 10 bilhões para o conjunto do ano. A maior parte das vendas no país aconteceu em São Paulo, com R$ 3,783 bilhões. A seguir veio o Rio de Janeiro, com R$ 1,578 bilhão, enquanto os outros mercados juntos responderam por R$ 2,499 bilhões.
(Rafael Rosas | Valor Online)


Carros direto da fábrica terão IPI reduzido
InvestNews
02/01/2009


SÃO PAULO - O consumidor que comprar veículos diretamente da fábrica também será beneficiado com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Um decreto publicado hoje, em edição extraordinária do Diário Oficial da União, estende o benefício a quem adquire carros por meio da página da montadora na internet.

Segundo a Receita Federal, o decreto foi necessário porque não estava claro se a redução das alíquotas do IPI na compra de veículos, anunciada pelo governo no mês passado, estava limitada às aquisições nas revendedoras.
De acordo com o órgão, quem efetuou a compra na fábrica, mas ainda não recebeu o veículo, pagará menos IPI. O consumidor que já tomou posse do automóvel, no entanto, não terá direito ao desconto.

O decreto também reduziu em 50% o IPI na aquisição de veículos do modelo Kombi, que não havia sido contemplada com a desoneração.

No início do mês passado, a equipe econômica anunciou a redução do IPI na compra de veículos para estimular as vendas da indústria automotiva, que haviam sido prejudicadas com a restrição do crédito após o agravamento da crise internacional. Para carros populares, de até 1 mil cilindradas, a alíquota caiu para zero.


Previ e OAS compram participação no Metrô do Rio por R$ 1 bilhão
Gazeta Mercantil
02/01/2009

Rio de Janeiro - Num negócio de quase um bilhão de reais, o metrô do Rio passará das mãos do Citigroup e vários fundos de pensão para os sócios Previ e a construtora baiana OAS. Há pelo menos três meses, os atuais donos da concessão do metrô costuram acordo para a venda da empresa. Um dos principais controladores, o Citi anunciou em novembro a demissão de mais de 50 mil empregados em todo o mundo. Reunidos no fundo Valia, funcionários da Vale, outra afetada pela crise, também se desfizeram dos papéis na concessionária.

Os novos donos, que venceram recentemente concorrência para operar trechos de rodovias de São Paulo e já atuam na Linha Amarela e na Bahia, se comprometem a manter a expansão do metrô, com novas linhas e trens que custarão cerca de R$ 1,15 bilhão.Com 83% da nova compradora do metrô carioca, a Previ será majoritária no capital da concessão mesmo depois da entrada de novos sócios na empresa - a Petros (fundo de pensão da Petrobras) e a Funcef, segundo fontes. A Previ explica que a Invepar ( Investimentos e Participações em Infra-estrutura) vai adquirir as participações do Citigroup, do II FIP (vários fundos reunidos) e da Valia, fundo de pensão dos funcionários da vale.

Segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Invepar, por meio da empresa criada Megapar, comprará 96,22% do capital social total e votante, detidas por CVC e IIFIP (chamadas Ações Oeste"); e 14,99% do capital social total e votante, de titularidade de Valia (Ações Metrô). O primeiro montante será adquirido por R$ 841 milhões, enquanto a parte que cabe a Valia custará R$ 154,3 milhões.

O Opportunity, que já foi um dos principais controladores da concessionária, ainda possui parcela de 3,78% do capital da Oeste Participações, segundo a Previ. Os envolvidos no negócio não comentam por que a parcela não foi vendida, mas indicam que a aquisição deve ocorrer naturalmente. "Caso o Opportunity exerça seu direito de venda conjunta, a Invepar passará a deter 100% do controle acionário do Metrô Rio". O banco de Daniel Dantas fazia parte do consórcio que venceu o leilão de privatização do metrô, em 1998. Com 51% do consórcio Opportrans, a Participações Sorocaba detinha ainda participação do Citi. O banco de investimento estrangeiro aumentou participação enquanto o Opportunity foi definhando no negócio.

O nome do Opportunity, contudo, não é citado para explicar a pendência. "A Megapar tem ciência de que os demais acionistas de Oeste (titulares de 3,78% das ações ordinárias remanescentes) possuem direito de venda conjunta contratualmente assegurado, que poderá ser exercido em face de Megapar em virtude da presente operação".
A operação ainda está sujeita à avaliação do governo do estado do Rio, que recentemente aumentou a concessão do metrô em mais 20 anos. "A efetivação da transferência das Ações pelos Vendedores à Megapar está sujeita à satisfação de condição suspensiva relativa à obtenção da anuência prévia do Estado do Rio de Janeiro, na qualidade de Poder Concedente dos serviços de transporte metroviário de passageiros explorados pelo Metrô".(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Sabrina Lorenzi)

Big Jump adquire 40% da Namisa

InvestNews
30/12/2008

SÃO PAULO - A empresa Big Jump Energy Participações, cujos acionistas são as empresas Itochu Corporation, JFE Steel Corporation, Nippon Steel Corporation, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel, Ltd., Nisshin Steel, e Posco, concluiu a aquisição de 40% do capital votante e total da Nacional Minérios S.A.(Namisa), uma subsidiária da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por US$ 3,08 bilhões.

Deste valor, aproximadamente US$ 3,04 bilhões foram utilizados pela Big Jump para integralização de ações subscritas em aumento de capital da Namisa, mediante emissão de novas ações.
Os valores recebidos pela Namisa foram utilizados no pagamento de determinados valores devidos à CSN nos termos dos contratos de venda de minério de ferro bruto (run of mine) e prestação de serviços portuários existentes entre a CSN e a empresa.

A diferença entre o valor da transação, anunciado em fato relevante de 21 de outubro de 2008, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de US$ 3,12 bilhões e o valor efetivamente pago pela Big Jump se deve a ajustes de balanço da Namisa previstos contratualmente, conforme informa comunicado a CSN. A CSN manteve 60% do capital votante e total da Namisa.


APP pretende fortalecer presença no Brasil em 2009

Gazeta Mercantil
30/12/2008

São Paulo - A Asia Pulp & Paper (APP) pretende ampliar a presença no Brasil em 2009. Ao longo deste ano, a empresa chinesa, considerada uma das maiores fabricantes de papel e celulose do mundo, dobrou o volume de papéis colocados no mercado nacional, saltando de 35 mil toneladas registradas em 2007 para 70 mil toneladas. Nos planos da companhia para os próximos anos continuam o acréscimo de volumes de vendas para o mercado de papéis cuchê tradicionais e também no segmento de produtos especiais e de alta tecnologia, como papéis reciclados, para impressão digital e algumas embalagens especiais.

"Só nesses segmentos conseguimos ser competitivos no País, em função da redução de alíquota para livros e revistas", afirmou o diretor geral da APP no Brasil, Geraldo Ferreira. A valorização do dólar reduz ainda mais a competitividade, porém, nestes segmentos especiais, 40% do consumo é suprido por importações, de acordo com o executivo, por não haver produção local. "O potencial é enorme nestes segmentos no qual iniciamos o trabalho neste ano, com ótima aceitação", acrescentou o executivo.

Câmbio
A virada do dólar provocou um aumento de 20% nos preços, que passaram para R$ 4 o quilo. Mas parte desse aumento está sendo equacionada pela queda dos fretes marítimos, segundo Ferreira. Um contêiner da China para o Brasil, que chegou a custar US$ 2,3 mil, no pico no final de dezembro já chegava a US$ 1,7 mil, de acordo com ele.
Mesmo assim, Ferreira afirmou que há exageros no setor quando dizem que haverá invasão de papéis chineses no mercado brasileiro. Segundo ele, os asiáticos devem continuar concentrando esforços para manter posições em mercados mais desenvolvidos, como o europeu e norte-americano.

"O consumo brasileiro ainda é muito baixo, não chega a 50 quilos por pessoa, o que ainda fica muito longe da média destes mercados", avaliou o executivo.A APP, entretanto, mantém planos de estar presente nos grandes mercados e naqueles emergentes como o Brasil. Mesmo diante do cenário da crise econômica mundial, Ferreira reforça que os planos para o mercado brasileiro estão mantidos no ano que vem.
"A América Latina, e principalmente o Brasil, continua sendo um dos principais focos de crescimento da APP em todo o mundo", afirmou.

Produtos
No País, a empresa chinesa oferece as linhas de papéis reciclados Enova (cuchê), Exceedo (offset), o "bookpaper" Sinar Tech, a linha Nevia Digital (cuchê), Excel Pro, offset para impressões digitais, além de papéis cartão sólidos indicadas para embalagens de alta qualidade.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Anna Lúcia França)


Repasses do Funcafé somam R$ 2,3 bi em 2008
InvestNews
30/12/2008

SÃO PAULO - O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), repassou às instituições financeiras conveniadas, em 2008, R$ 2,3 bilhões para apoiar a cafeicultura. Deste total, R$ 294 milhões foram liberados para o financiamento de custeio R$ 352 milhões para a colheita.

A estocagem totalizou R$ 1 bilhão e o financiamento para aquisição de café (FAC), R$ 277 milhões. A data limite do financiamento da estocagem e do FAC será 31 de janeiro de 2009. O custeio segue até 28 de fevereiro.

Para a Cédula de Produtor Rural (CPR) foram liberados R$ 100 milhões, com prazo de contratação até 27 de março. E para a recuperação das lavouras atingidas por granizo somam R$ 78 milhões, com financiamento até 31 de março.

Embrapa vai desenvolver fertilizantes orgânicos
InvestNews
30/12/2008


SÃO PAULO - A Embrapa Solos e o Grupo Roda D'Água estabeleceram parceria para o desenvolvimento de novos fertilizantes orgânicos, com aproveitamento de resíduos industriais. A proposta é a criação de produtos inéditos no mercado de agricultura orgânica, atualmente dominado por fertilizantes à base de estrume.

Para o pesquisador da Embrapa José Carlos Polidoro, o incentivo do governo federal a projetos de proteção ao meio ambiente, permite a produção de tecnologias ligadas ao reaproveitamento de resíduos.

"Vemos um considerável aumento no preço do fertilizante químico, que é importado, e com isso uma grande oportunidade de desenvolvimento de tecnologia nacional com utilização de matéria-prima abundante no País, que é o resíduo industrial", explica o pesquisador. "Inicialmente vamos fazer transferência de tecnologia dos projetos que já estão prontos e em seguida trabalharemos juntos em novos produtos", prevê.

Bovespa dispara mais de 7% e começa 2009 acima dos 40 mil pontos
Valor Online
02/01/2009

O ano começa de forma bastante positiva para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com destaque para as empresas de commodities e os bancos, o índice retomou os 40 mil pontos. Em território positivo desde o começo dos negócios, o Ibovespa fechou a sexta-feira com alta de 7,17%, aos 40.244 pontos - maior patamar desde 4 de novembro. Mas o giro financeiro foi reduzido, somando apenas R$ 2,21 bilhões. Com o ganho de hoje, o índice fecha a semana com valorização de 9,17%.

O sócio da M2 Investimentos Henning Sandtfoss aponta alguns motivos para esse começo de ano otimista na Bovespa. O primeiro deles é o péssimo fechamento de 2008, com o índice perdendo 41,22%, pior resultado desde 1972. Outra questão é que o mercado brasileiro tinha uma defasagem com relação a Wall Street, que operou na quarta-feira, dia 31 de dezembro, apresentando variação positiva.

Fora isso, as bolsas norte-americanas seguem em alta, com ganhos superiores a 2,7% tanto para o Dow Jones e para o Nasdaq.
Sandtfoss também aponta que parte do otimismo também está apoiado em novas medidas de estimulo econômico tomadas na Ásia. A Índia voltou a cortar a taxa de juros e a China estuda um plano de estímulo para montadoras e siderúrgicas.
No entanto, o especialista avalia que o ganho de hoje não se mostra sustentável no longo prazo, sinal claro disso é o baixo volume negociado. " Tem muita euforia de primeiro dia útil. É pouco volume para muita alta. "
Para Sandtfoss, é prematuro dizer que o mercado vai engrenar uma tendência de alta, mas o cenário está um pouco mais tranqüilo e 2009 deve ser um ano de recuperação.

O ponto importante da valorização de hoje, segundo o especialista, é que a Bovespa começa a semana que vem, quando mais investidores retornam ao mercado, com tom positivo.
No âmbito corporativo, o setor de commodities refletiu as notícias vinhas da Ásia e teve forte valorização. Destaque para as ações da PN da Petrobras, que subiram 7,44%, para R$ 24,54. Os papéis acentuaram a alta depois que o barril de petróleo recuperou as perdas e fechou em alta, na faixa dos US$ 46.

Com o segundo maior volume do dia, Vale PNA teve valorização de 9,66%, para R$ 26,20, e o ON ganhou 10,14%, encerrando a R$ 30,50. Entre as siderúrgicas, CSN ON aumentou 9,37%, para R$ 31,72, Usiminas PNA subiu 8,25%, para R$ 28,71, e Gerdau PN avançou 7,03%, negociada a R$ 16,12.

Alinhados aos pares internacionais, os bancos também tiveram uma sexta-feira positiva. Itaú PN teve alta de 11,03%, fechando aos R$ 28,88, seguido por Bradesco PN com ganho de 10,18%, a R$ 24,89. Já a unit do Unibanco teve aumento de 9,53% e vale R$ 16,20.

Valorização de 15,66% para o ativo ON da Embraer, que fechou negociado a R$ 10,19, e Gafisa ON subiu 11,53%, para R$ 11,70. Aracruz PNB, Bradespar PN, BM & FBovespa ON, Itaúsa PN, NET PN e Natura ON tiveram ganho superior a 8%.
Na ponta vendedora, apenas 2 dos 66 ativos do índice apresentaram variação negativa. Brasil Telecom Part ON recuou 0,73%, a R$ 58,47, e Telemar ON cedeu 0,64%, para R$ 38,45.
(Eduardo Campos | Valor Online)

Usina 14 de Julho começa a operar no Rio Grande do Sul
Portal Exame
02/01/2009

A Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) colocou em atividade a terceira e última usina de um complexo hidrelétrico de mesmo nome instalado no nordeste gaúcho. A primeira das duas turbinas da Usina Hidrelétrica 14 de Julho entrou em operação comercial no dia 25 de dezembro. A Ceran é formada pela CPFL (65%), Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT), com 30%, e Desenvix, com 5%. No complexo, a usina Monte Claro opera desde 2004, com potência instalada de 130 megawatts (MW). O segundo empreendimento a gerar energia foi a usina Castro Alves, que opera comercialmente desde março do ano passado 2008, com 130 MW. A segunda unidade geradora da hidrelétrica 14 de Julho deve gerar comercialmente no primeiro trimestre deste ano. A usina fica entre os municípios de Cotiporã e Veranópolis, na margem direita, e Bento Gonçalves, na esquerda, e tem 100 MW de potência instalada.

 

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