Governo remaneja R$ 650 milhões para obras
JB Online
29/12/2009
SÃO
PAULO - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou
nesta segunda-feira o remanejamento de R$ 650 milhões
em recursos de obras do Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) para permitir que determinados empreendimentos
possam ser alavancados com mais rapidez e que se possa retirar
dinheiro daqueles que estão paralisados, por exemplo,
por pendências judiciais.
"Fizemos um remanejamento no âmbito do PAC da
ordem de R$ 650 milhões. Tiramos recursos de obras
que estão com o cronograma de execução
mais atrasado e deslocamos para outros empreendimentos que
estão andando bem e têm condições
de ser executados, inclusive alguns que não estão
no PAC", comentou o ministro.
Entre
as obras que tiveram recursos destinados a outros projetos
estão as que aparecem no estágio de "preocupante"
fixado pelo Comitê Gestor do PAC. Apesar de o Programa
de Aceleração do Crescimento ser considerado
o carro-chefe do governo, Bernardo não soube citar
nenhuma obra específica que teve recursos revistos.
No mais recente balanço das obras do PAC, no entanto,
aparecem com classificação vermelha empreendimentos
como a ampliação do sistema de pistas e pátio
do aeroporto de Guarulhos (SP) e a construção
do novo terminal de passageiros do aeroporto de Macapá
(AP).
Segundo
a Casa Civil, o remanejamento permitiu a inclusão
no PAC de 37 obras rodoviárias, entre as quais a
adequação do trecho rodoviário da BR-163
entre Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul (R$ 85,9 mi),
além de uma ferroviária em Maringá
e terminais fluviais no estado do Amazonas.
De
acordo com o chefe do Planejamento, o governo também
decidiu fazer remanejamento em outras despesas, particularmente
nas de custeio, e deve consolidar novos reajustes nesta
terça-feira, privilegiando programas como o ProJovem.
Ao todo, R$ 680 milhões já foram realocados
para projetos avaliados como prioritários.
"Tiramos recursos de órgãos e ministérios
e transferimos R$ 680 milhões para outros órgãos
que estavam com demandas", disse o ministro, admitindo
que não houve grande negociação para
a revisão de receitas.
Autopeças
exportam para compensar retração interna
Gazeta Mercantil
29/12/2008
São
Paulo - A Eletromecânica Dyna, fabricante brasileira
de limpadores de pára-brisa, e a filial da TMD Friction,
produtora alemã de pastilhas e lonas de freios, querem
compensar a retração dos negócios no
Brasil com aumento das vendas no exterior.
Com
a redução de 35% nos pedidos para o primeiro
mês de 2009, em comparação a janeiro
deste ano, a Dyna já começa a prospectar novos
negócios na Europa. "Vamos fornecer limpadores
de pára-brisa para as montadoras de caminhões,
segmento pouco explorado pelos chineses", disse Celso
Liberal, diretor comercial da empresa. Já a TMD,
trabalha para atender ao mercado de reposição
na América do Sul. "Este setor teve um forte
crescimento neste ano", disse Feres Macul Neto, diretor-presidente.
C4(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág.
1)(Sonia Moraes)
Lopes espera vendas de até R$ 6 bilhões em
2009
Valor Online
29/12/2008
RIO - A empresa de consultoria de imóveis Lopes (LPS
Brasil) revelou hoje que a projeção (guidance)
de seu valor geral de vendas (VGV) para 2009 é de
R$ 5,5 bilhões a R$ 6 bilhões, com comissão
líquida média de 2,4%.
O
VGV é um indicador da indústria de construção
que representa a receita potencial de venda (bruta da comissão
de corretagem).
No comunicado enviado ao mercado, a Lopes ressaltou que
as estimativas podem variar devido " a mudanças
nas condições de mercado, regras governamentais,
pressões da concorrência, desempenho do setor
e da economia brasileira, entre outros fatores " .
Nos
nove primeiros meses deste ano, as vendas contratadas da
companhia atingiram R$ 7,861 bilhões, para um guidance
de R$ 10 bilhões para o conjunto do ano. A maior
parte das vendas no país aconteceu em São
Paulo, com R$ 3,783 bilhões. A seguir veio o Rio
de Janeiro, com R$ 1,578 bilhão, enquanto os outros
mercados juntos responderam por R$ 2,499 bilhões.
(Rafael Rosas | Valor Online)
Carros direto da fábrica terão
IPI reduzido
InvestNews
02/01/2009
SÃO PAULO - O consumidor que comprar veículos
diretamente da fábrica também será
beneficiado com a redução do Imposto sobre
Produtos Industrializados (IPI). Um decreto publicado hoje,
em edição extraordinária do Diário
Oficial da União, estende o benefício a quem
adquire carros por meio da página da montadora na
internet.
Segundo
a Receita Federal, o decreto foi necessário porque
não estava claro se a redução das alíquotas
do IPI na compra de veículos, anunciada pelo governo
no mês passado, estava limitada às aquisições
nas revendedoras.
De acordo com o órgão, quem efetuou a compra
na fábrica, mas ainda não recebeu o veículo,
pagará menos IPI. O consumidor que já tomou
posse do automóvel, no entanto, não terá
direito ao desconto.
O
decreto também reduziu em 50% o IPI na aquisição
de veículos do modelo Kombi, que não havia
sido contemplada com a desoneração.
No
início do mês passado, a equipe econômica
anunciou a redução do IPI na compra de veículos
para estimular as vendas da indústria automotiva,
que haviam sido prejudicadas com a restrição
do crédito após o agravamento da crise internacional.
Para carros populares, de até 1 mil cilindradas,
a alíquota caiu para zero.
Previ e OAS compram participação
no Metrô do Rio por R$ 1 bilhão
Gazeta Mercantil
02/01/2009
Rio
de Janeiro - Num negócio de quase um bilhão
de reais, o metrô do Rio passará das mãos
do Citigroup e vários fundos de pensão para
os sócios Previ e a construtora baiana OAS. Há
pelo menos três meses, os atuais donos da concessão
do metrô costuram acordo para a venda da empresa.
Um dos principais controladores, o Citi anunciou em novembro
a demissão de mais de 50 mil empregados em todo o
mundo. Reunidos no fundo Valia, funcionários da Vale,
outra afetada pela crise, também se desfizeram dos
papéis na concessionária.
Os
novos donos, que venceram recentemente concorrência
para operar trechos de rodovias de São Paulo e já
atuam na Linha Amarela e na Bahia, se comprometem a manter
a expansão do metrô, com novas linhas e trens
que custarão cerca de R$ 1,15 bilhão.Com 83%
da nova compradora do metrô carioca, a Previ será
majoritária no capital da concessão mesmo
depois da entrada de novos sócios na empresa - a
Petros (fundo de pensão da Petrobras) e a Funcef,
segundo fontes. A Previ explica que a Invepar ( Investimentos
e Participações em Infra-estrutura) vai adquirir
as participações do Citigroup, do II FIP (vários
fundos reunidos) e da Valia, fundo de pensão dos
funcionários da vale.
Segundo
fato relevante enviado à Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), a Invepar, por meio da empresa
criada Megapar, comprará 96,22% do capital social
total e votante, detidas por CVC e IIFIP (chamadas Ações
Oeste"); e 14,99% do capital social total e votante,
de titularidade de Valia (Ações Metrô).
O primeiro montante será adquirido por R$ 841 milhões,
enquanto a parte que cabe a Valia custará R$ 154,3
milhões.
O
Opportunity, que já foi um dos principais controladores
da concessionária, ainda possui parcela de 3,78%
do capital da Oeste Participações, segundo
a Previ. Os envolvidos no negócio não comentam
por que a parcela não foi vendida, mas indicam que
a aquisição deve ocorrer naturalmente. "Caso
o Opportunity exerça seu direito de venda conjunta,
a Invepar passará a deter 100% do controle acionário
do Metrô Rio". O banco de Daniel Dantas fazia
parte do consórcio que venceu o leilão de
privatização do metrô, em 1998. Com
51% do consórcio Opportrans, a Participações
Sorocaba detinha ainda participação do Citi.
O banco de investimento estrangeiro aumentou participação
enquanto o Opportunity foi definhando no negócio.
O
nome do Opportunity, contudo, não é citado
para explicar a pendência. "A Megapar tem ciência
de que os demais acionistas de Oeste (titulares de 3,78%
das ações ordinárias remanescentes)
possuem direito de venda conjunta contratualmente assegurado,
que poderá ser exercido em face de Megapar em virtude
da presente operação".
A operação ainda está sujeita à
avaliação do governo do estado do Rio, que
recentemente aumentou a concessão do metrô
em mais 20 anos. "A efetivação da transferência
das Ações pelos Vendedores à Megapar
está sujeita à satisfação de
condição suspensiva relativa à obtenção
da anuência prévia do Estado do Rio de Janeiro,
na qualidade de Poder Concedente dos serviços de
transporte metroviário de passageiros explorados
pelo Metrô".(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág.
1)(Sabrina Lorenzi)
Big Jump adquire 40% da Namisa
InvestNews
30/12/2008
SÃO
PAULO - A empresa Big Jump Energy Participações,
cujos acionistas são as empresas Itochu Corporation,
JFE Steel Corporation, Nippon Steel Corporation, Sumitomo
Metal Industries, Kobe Steel, Ltd., Nisshin Steel, e Posco,
concluiu a aquisição de 40% do capital votante
e total da Nacional Minérios S.A.(Namisa), uma subsidiária
da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por US$
3,08 bilhões.
Deste
valor, aproximadamente US$ 3,04 bilhões foram utilizados
pela Big Jump para integralização de ações
subscritas em aumento de capital da Namisa, mediante emissão
de novas ações.
Os valores recebidos pela Namisa foram utilizados no pagamento
de determinados valores devidos à CSN nos termos
dos contratos de venda de minério de ferro bruto
(run of mine) e prestação de serviços
portuários existentes entre a CSN e a empresa.
A
diferença entre o valor da transação,
anunciado em fato relevante de 21 de outubro de 2008, na
Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de
US$ 3,12 bilhões e o valor efetivamente pago pela
Big Jump se deve a ajustes de balanço da Namisa previstos
contratualmente, conforme informa comunicado a CSN. A CSN
manteve 60% do capital votante e total da Namisa.
APP pretende fortalecer presença no Brasil em 2009
Gazeta Mercantil
30/12/2008
São
Paulo - A Asia Pulp & Paper (APP) pretende ampliar a
presença no Brasil em 2009. Ao longo deste ano, a
empresa chinesa, considerada uma das maiores fabricantes
de papel e celulose do mundo, dobrou o volume de papéis
colocados no mercado nacional, saltando de 35 mil toneladas
registradas em 2007 para 70 mil toneladas. Nos planos da
companhia para os próximos anos continuam o acréscimo
de volumes de vendas para o mercado de papéis cuchê
tradicionais e também no segmento de produtos especiais
e de alta tecnologia, como papéis reciclados, para
impressão digital e algumas embalagens especiais.
"Só
nesses segmentos conseguimos ser competitivos no País,
em função da redução de alíquota
para livros e revistas", afirmou o diretor geral da
APP no Brasil, Geraldo Ferreira. A valorização
do dólar reduz ainda mais a competitividade, porém,
nestes segmentos especiais, 40% do consumo é suprido
por importações, de acordo com o executivo,
por não haver produção local. "O
potencial é enorme nestes segmentos no qual iniciamos
o trabalho neste ano, com ótima aceitação",
acrescentou o executivo.
Câmbio
A virada do dólar provocou um aumento de 20% nos
preços, que passaram para R$ 4 o quilo. Mas parte
desse aumento está sendo equacionada pela queda dos
fretes marítimos, segundo Ferreira. Um contêiner
da China para o Brasil, que chegou a custar US$ 2,3 mil,
no pico no final de dezembro já chegava a US$ 1,7
mil, de acordo com ele.
Mesmo assim, Ferreira afirmou que há exageros no
setor quando dizem que haverá invasão de papéis
chineses no mercado brasileiro. Segundo ele, os asiáticos
devem continuar concentrando esforços para manter
posições em mercados mais desenvolvidos, como
o europeu e norte-americano.
"O
consumo brasileiro ainda é muito baixo, não
chega a 50 quilos por pessoa, o que ainda fica muito longe
da média destes mercados", avaliou o executivo.A
APP, entretanto, mantém planos de estar presente
nos grandes mercados e naqueles emergentes como o Brasil.
Mesmo diante do cenário da crise econômica
mundial, Ferreira reforça que os planos para o mercado
brasileiro estão mantidos no ano que vem.
"A América Latina, e principalmente o Brasil,
continua sendo um dos principais focos de crescimento da
APP em todo o mundo", afirmou.
Produtos
No País, a empresa chinesa oferece as linhas de papéis
reciclados Enova (cuchê), Exceedo (offset), o "bookpaper"
Sinar Tech, a linha Nevia Digital (cuchê), Excel Pro,
offset para impressões digitais, além de papéis
cartão sólidos indicadas para embalagens de
alta qualidade.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág.
1)(Anna Lúcia França)
Repasses do Funcafé somam R$ 2,3
bi em 2008
InvestNews
30/12/2008
SÃO
PAULO - O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé),
do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), repassou às instituições financeiras
conveniadas, em 2008, R$ 2,3 bilhões para apoiar
a cafeicultura. Deste total, R$ 294 milhões foram
liberados para o financiamento de custeio R$ 352 milhões
para a colheita.
A
estocagem totalizou R$ 1 bilhão e o financiamento
para aquisição de café (FAC), R$ 277
milhões. A data limite do financiamento da estocagem
e do FAC será 31 de janeiro de 2009. O custeio segue
até 28 de fevereiro.
Para
a Cédula de Produtor Rural (CPR) foram liberados
R$ 100 milhões, com prazo de contratação
até 27 de março. E para a recuperação
das lavouras atingidas por granizo somam R$ 78 milhões,
com financiamento até 31 de março.
Embrapa
vai desenvolver fertilizantes orgânicos
InvestNews
30/12/2008
SÃO PAULO - A Embrapa Solos e o Grupo Roda D'Água
estabeleceram parceria para o desenvolvimento de novos fertilizantes
orgânicos, com aproveitamento de resíduos industriais.
A proposta é a criação de produtos
inéditos no mercado de agricultura orgânica,
atualmente dominado por fertilizantes à base de estrume.
Para
o pesquisador da Embrapa José Carlos Polidoro, o
incentivo do governo federal a projetos de proteção
ao meio ambiente, permite a produção de tecnologias
ligadas ao reaproveitamento de resíduos.
"Vemos
um considerável aumento no preço do fertilizante
químico, que é importado, e com isso uma grande
oportunidade de desenvolvimento de tecnologia nacional com
utilização de matéria-prima abundante
no País, que é o resíduo industrial",
explica o pesquisador. "Inicialmente vamos fazer transferência
de tecnologia dos projetos que já estão prontos
e em seguida trabalharemos juntos em novos produtos",
prevê.
Bovespa
dispara mais de 7% e começa 2009 acima dos 40 mil
pontos
Valor Online
02/01/2009
O ano começa de forma bastante positiva para a Bolsa
de Valores de São Paulo (Bovespa). Com destaque para
as empresas de commodities e os bancos, o índice
retomou os 40 mil pontos. Em território positivo
desde o começo dos negócios, o Ibovespa fechou
a sexta-feira com alta de 7,17%, aos 40.244 pontos - maior
patamar desde 4 de novembro. Mas o giro financeiro foi reduzido,
somando apenas R$ 2,21 bilhões. Com o ganho de hoje,
o índice fecha a semana com valorização
de 9,17%.
O
sócio da M2 Investimentos Henning Sandtfoss aponta
alguns motivos para esse começo de ano otimista na
Bovespa. O primeiro deles é o péssimo fechamento
de 2008, com o índice perdendo 41,22%, pior resultado
desde 1972. Outra questão é que o mercado
brasileiro tinha uma defasagem com relação
a Wall Street, que operou na quarta-feira, dia 31 de dezembro,
apresentando variação positiva.
Fora
isso, as bolsas norte-americanas seguem em alta, com ganhos
superiores a 2,7% tanto para o Dow Jones e para o Nasdaq.
Sandtfoss também aponta que parte do otimismo também
está apoiado em novas medidas de estimulo econômico
tomadas na Ásia. A Índia voltou a cortar a
taxa de juros e a China estuda um plano de estímulo
para montadoras e siderúrgicas.
No entanto, o especialista avalia que o ganho de hoje não
se mostra sustentável no longo prazo, sinal claro
disso é o baixo volume negociado. " Tem muita
euforia de primeiro dia útil. É pouco volume
para muita alta. "
Para Sandtfoss, é prematuro dizer que o mercado vai
engrenar uma tendência de alta, mas o cenário
está um pouco mais tranqüilo e 2009 deve ser
um ano de recuperação.
O
ponto importante da valorização de hoje, segundo
o especialista, é que a Bovespa começa a semana
que vem, quando mais investidores retornam ao mercado, com
tom positivo.
No âmbito corporativo, o setor de commodities refletiu
as notícias vinhas da Ásia e teve forte valorização.
Destaque para as ações da PN da Petrobras,
que subiram 7,44%, para R$ 24,54. Os papéis acentuaram
a alta depois que o barril de petróleo recuperou
as perdas e fechou em alta, na faixa dos US$ 46.
Com
o segundo maior volume do dia, Vale PNA teve valorização
de 9,66%, para R$ 26,20, e o ON ganhou 10,14%, encerrando
a R$ 30,50. Entre as siderúrgicas, CSN ON aumentou
9,37%, para R$ 31,72, Usiminas PNA subiu 8,25%, para R$
28,71, e Gerdau PN avançou 7,03%, negociada a R$
16,12.
Alinhados
aos pares internacionais, os bancos também tiveram
uma sexta-feira positiva. Itaú PN teve alta de 11,03%,
fechando aos R$ 28,88, seguido por Bradesco PN com ganho
de 10,18%, a R$ 24,89. Já a unit do Unibanco teve
aumento de 9,53% e vale R$ 16,20.
Valorização
de 15,66% para o ativo ON da Embraer, que fechou negociado
a R$ 10,19, e Gafisa ON subiu 11,53%, para R$ 11,70. Aracruz
PNB, Bradespar PN, BM & FBovespa ON, Itaúsa PN,
NET PN e Natura ON tiveram ganho superior a 8%.
Na ponta vendedora, apenas 2 dos 66 ativos do índice
apresentaram variação negativa. Brasil Telecom
Part ON recuou 0,73%, a R$ 58,47, e Telemar ON cedeu 0,64%,
para R$ 38,45.
(Eduardo Campos | Valor Online)
Usina
14 de Julho começa a operar no Rio Grande do Sul
Portal Exame
02/01/2009
A Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) colocou
em atividade a terceira e última usina de um complexo
hidrelétrico de mesmo nome instalado no nordeste
gaúcho. A primeira das duas turbinas da Usina Hidrelétrica
14 de Julho entrou em operação comercial no
dia 25 de dezembro. A Ceran é formada pela CPFL (65%),
Companhia de Geração e Transmissão
de Energia Elétrica (CEEE-GT), com 30%, e Desenvix,
com 5%. No complexo, a usina Monte Claro opera desde 2004,
com potência instalada de 130 megawatts (MW). O segundo
empreendimento a gerar energia foi a usina Castro Alves,
que opera comercialmente desde março do ano passado
2008, com 130 MW. A segunda unidade geradora da hidrelétrica
14 de Julho deve gerar comercialmente no primeiro trimestre
deste ano. A usina fica entre os municípios de Cotiporã
e Veranópolis, na margem direita, e Bento Gonçalves,
na esquerda, e tem 100 MW de potência instalada.