Segunda-feira, 16/02/2009

Giraffas prevê crescimento de 29% nas vendas em 2009

InvestNews
16/02/2009

SÃO PAULO - O Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do Brasil, prevê um crescimento nas vendas de 29% em relação ao ano passado e encerrar o ano com um faturamento de R$ 450 milhões. De acordo com a empresa, além do crescimento nas vendas o Giraffas planeja abrir este ano 60 novas unidades. Entre as inaugurações estão previstas as primeiras lojas nos estados do Acre, Roraima, Sergipe, Maranhão e Amapá.
'Já temos compromissos firmados com parceiros locais no Sergipe, Acre e Amapá', diz Cláudio Miccieli, diretor-executivo do Giraffas. Para promover o crescimento a rede fará um investimento de R$ 29 milhões ao longo do ano.
A expectativa positiva do Giraffas deve-se ao bom desempenho alcançado no ano passado, quando a rede registrou um crescimento de 25% nas vendas em relação a 2007. O resultado ficou acima da expectativa da rede que era de 22%. E muito acima do setor de franquias, que segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF) foi de 17%.
Segundo a empresa, a boa performance da rede é atribuída à expansão feita em 2008, quando o Giraffas inaugurou 41 lojas e chegou a sete estados onde não atuava: Alagoas, Piauí, Rondônia, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Ceará.
Os lançamentos de novos produtos também promoveram o crescimento nas vendas, com destaque para o sanduíche Gringo, lançado em maio, e a linha de pratos GiraffasBrasileirinho, lançada em novembro. 'O Gringo é o segundo sanduíche mais vendido pela rede. O Giraffas Brasileirinho já é a segunda linha de pratos mais vendida e ajudou a elevar as vendas de refeições em 7,5%', diz Miccieli.

PETROBRAS: Gabrielli reafirma em SP investimentos de US$ 174 bi

InvestNews
16/02/2009

SÃO PAULO - Apesar da crise financeira mundial, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, reafirmou no início da noite de hoje, em apresentação na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), que a estatal pretende investir US$ 174,4 bilhões até 2013. "Nessa indústria, é como andar de bicicleta. Se parar, a gente cai", disse Gabrielli, ressaltando que mesmo em um momento como este, de incertezas financeiras, instabilidade do preço do petróleo e crédito em escassez "é preciso continuar a investir".
De acordo com Gabrielli, do total de investimentos previstos, US$ 29 bilhões deverão ser utilizados durante 2009. Sendo que a estatal estima arrecadar US$ 10,5 bilhões no ano, com o preço do petróleo estimado em US$ 37 o barril. "A previsão é feita sobre premissas conservadoras, considerando o preço do petróleo cerca de US$ 10 inferior ao negociado hoje", destacou.
Segundo Gabrielli, parte dos cerca de US$ 20 bilhões restantes previstos para serem investidos neste ano já estão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a outra parte virá de instituições financeiras.
Além disso, ele considerou haver negociações com empresas privadas estrangeiras interessadas no fornecimento da companhia. "A Petrobras é uma das maiores exportadoras. Isso tem valor para o mercado e pode se converter em financiamentos", disse. Gabrielli, entretanto, preferiu não detalhar as companhias ou países de origem destas empresas.
Em sua apresentação, o presidente da Petrobras destacou que a estatal é uma grande exportadora de produtos brutos. "Exportamos produtos baratos e importamos caros. Isso tem que mudar. Temos que produzir gasolina de alta qualidade, produtos finos", disse, justificando os investimentos.
Gabrilelli não falou sobre demissões, mas, pelo contrário, disse que para a execução dos investimentos muitos empregos serão gerados. (Carina Urbanin - InvestNews)

TECNOLOGIA: Vendas mundiais de software devem crescer 43%

InvestNews
16/02/2009

SÃO PAULO - O faturamento mundial com software de virtualização irá crescer 43% neste ano, saltando de US$ 1,9 bilhão em 2008 para US$ 2,7 bilhões em 2009, de acordo com o Gartner, líder no fornecimento de pesquisas e aconselhamento sobre a área de tecnologia da informação. O crescimento do mercado global de virtualização deve chegar a 20% em 2009. No ano anterior, este número foi de 12%. A adoção da virtualização nas organizações de TI é impulsionada pela necessidade de reduzir o custo total de propriedade (TCO), aumentar a agilidade e a velocidade de distribuição das necessidades de TI, além de minimizar o impacto da emissão de carbono.
A definição do Gartner para o mercado de virtualização inclui o gerenciamento da virtualização de servidores e a infraestrutura de virtualização de servidores e desktops virtuais hospedados (HVD), em que o sistema operacional e as aplicações rodam em um servidor acessado remotamente por meio de uma janela ou um dispositivo.
O Gartner estima que as vendas de desktops virtualizados irão mais que triplicar, aumentando de US$ 74,1 milhões em 2008 para US$ 298,6 milhões em 2009. Já o faturamento com software para gerenciamento da virtualização de servidores irá aumentar 42%, pulando de US$ 913,9 milhões em 2008 para US$ 1,3 bilhão em 2009. As vendas de infraestrutura para virtualização de servidores irão crescer 22,5%, aumentando de US$ 917 milhões para US$ 1,1 bilhão agora em 2009.
"A virtualização ajuda as organizações a cortar custos, utilizar melhor os ativos de TI e reduzir a complexibilidade e o tempo de implementação e gerenciamento", explica Alan Darley, diretor de pesquisas do Gartner. Segundo o executivo, o gerenciamento de virtualização de servidores será a fonte primária de crescimento do mercado de virtualização, pois a funcionalidade de software hypervisor - chave para virtualizar um servidor - é transferida rapidamente para o hardware. A tecnologia de gerenciamento da virtualização de servidores é projetada particularmente para reduzir o TCO, reduzir o risco associado à disponibilidade e aumentar a qualidade do serviço. "Além do fato de permitir maior capacidade de gerenciamento dos componentes da infra-estrutura, a gestão de virtualização de servidores oferece aos fornecedores de tecnologia uma fonte adicional de receita", completa Darley.

Apex e Anprotec firmam acordo de R$ 6 milhões

InvestNews
16/02/2009

SÃO PAULO - A Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e a Apex-Brasil fecharam uma parceria que congrega recursos no valor de R$ 6 milhões para um período de dois anos. O objetivo é apoiar as empresas de TICs que estão em incubadoras ou em Parques Tecnológicos de todo país.
A meta do projeto é sair de exportações de US$ 100 mil em 2008 para US$ 1,4 milhão em 2009 e US$ 2,3 milhões em 2010. "É o primeiro passo para alavancar a capacidade de geração de negócios das micro e pequenas empresas com a troca de conhecimentos, investimentos, produtos e serviços, refletindo o conceito de uma 'Incubadora de Exportação'", comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil.
Os mercados-alvo iniciais do projeto são Estados Unidos, México, França, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Espanha e Colômbia. Além das ações de promoção comercial, como participação em feiras, missões empresariais, visitas de jornalistas especializados aos parques tecnológicos nacionais, o projeto apoiará o desenvolvimento da cultura exportador das empresas, por meio de um trabalho de diagnóstico, análise e consultoria que seguirá a metodologia EMM (Export Maturity Model) ou Modelo de Maturidade Exportadora.
"A partir do momento em que as empresas passam a promover seus produtos, projetos ou serviços a novos mercados, aumentam as chances de novos negócios e parcerias na consolidação de seu crescimento, sucesso e sustentabilidade", avalia Mauricio Schneck, assessor de Relações Internacionais da Anprotec.
Segundo dados da Anprotec, do universo de aproximadamente 6.300 empresas vinculadas às Incubadoras e Parques Tecnológicos brasileiros, cerca de 45% são de base tecnológica, representando aproximadamente 2.800 micro e pequenas empresas de TICs. Destas, 600 já atingiram um mínimo de atuação mercadológica e 250 encontram-se próximas à etapa de graduação ou graduadas por suas incubadoras.
O projeto Apex-Brasil/Anprotec deve focar neste grupo que já se encontra próxima à graduação. "A bem-vinda parceria contribuirá para a construção da nova imagem do Brasil no exterior, um país que, além dos predicados naturais, é tecnologicamente vigoroso, empreendedor e inovador", conclui Guilherme Ary Plonski, presidente da Anprotec.

Vendas totais de veículos crescem 8,35%

InvestNews
17/02/2009

SÃO PAULO - As vendas totais de veículos atingiram 182.522 unidades na primeira quinzena de fevereiro, representando um crescimento de 8,35%, na comparação com o mês anterior. Porém, em relação ao mesmo mês do ano anterior, apresentou recuo de 3,01%, conforme informações divulgadas hoje pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Somente as vendas de automóveis e comerciais leves somaram 109.258 unidades ma primeira metade útil de fevereiro, enquanto que no mês anterior, as vendas totalizaram 94.547 unidades.
Na mesma direção, na primeira quinzena de fevereiro foram comercializadas 4.909 caminhões e ônibus, volume 30% superior, face a janeiro de 2009, entretanto queda de 10,35% em relação ao mesmo mês do ano passado.
No segmento de motos, as vendas recuaram 3,40%, somando 64.946 unidades comercializadas na primeira metade útil. Em relação a fevereiro de 2008, a queda foi ainda maior, de 16,35%. Na contramão, as vendas de implementos rodoviários subiram 11,5%, ao atingir 1.357 unidades, frente a janeiro.

Lucro líquido do ABC Brasil avança 36% no ano

InvestNews
17/02/2009

SÃO PAULO - O Banco ABC Brasil, especializado na concessão de crédito para empresas de médio a grande portes, registrou lucro líquido recorrente de R$ 160,7 milhões em 2008, crescimento de 36% comparado a 2007, quando o lucro foi de R$ 118,2 milhões, sem as despesas com oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). No quarto trimestre de 2008, o lucro líquido do ABC Brasil totalizou R$ 30,9 milhões uma redução de 36,2% em relação aos R$ 48,4 milhões registrados no trimestre anterior.
Considerando a despesa de provisionamento para devedores duvidosos (PDD) adicional realizada no último trimestre de 2008 (R$ 10,6 milhões, líquidos de imposto de renda), o lucro líquido publicado no ano foi de R$ 150,1 milhões e de R$ 20,3 milhões no trimestre.
No ano passado, a carteira de crédito da instituição atingiu R$ 6,48 bilhões, crescimento de 29,9% frente a 2007. A qualidade da carteira continua elevada com 97,6% das operações de crédito classificadas como AA a C comparado com 99,4% no terceiro trimestre de 2008 e 99,6% no período entre outubro e dezembro de 2007.

TECNOLOGIA: Setor deverá crescer 4% em 2009, aponta Abinee

InvestNews
17/02/2009
SÃO PAULO - O setor eletroeletrônico brasileiro deverá crescer cerca de 4% em 2009, disse hoje o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Humberto Barbato, em entrevista coletiva. Segundo ele, a ampliação do setor estará baseada, principalmente, nas áreas ligadas à infraestrutura que, neste começo de ano, ainda não sentiram o impacto da crise por conta de encomendas contratadas anteriormente.
"Instalou-se uma crise de confiança na economia que afeta os segmentos de bens de consumo duráveis. Por isso, a única forma de reverter este quadro é investir pesado em infraestrutura. Hoje, o PAC é muito mais importante do que quando foi lançado", consaiderou Barbato.
Segundo ele, as indústrias de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (GTD), Equipamentos Industriais e Material Elétrico de Instalação esperam a entrada de novas encomendas advindas de programas como o Luz para Todos, da indústria de construção civil entre outros, para prosseguir com investimentos. "Temos apontado ao governo esta necessidade para que tenhamos um segundo semestre positivo", acrescentou.
Segundo Barbato, os investimentos em infraestrutura poderão, ainda, ter um efeito multiplicador, contribuindo, inclusive, para a recuperação da confiança e retomada dos segmentos de bens de consumo, como informática e telecomunicações.
Durante a coletiva, foram apresentados os dados consolidados do setor eletroeletrônico em 2008, que apontaram crescimento de 10%, comparado com 2007, atingindo R$ 123,1 bilhões. Na avaliação de Barbato, o ano passado contou com dois momentos distintos. Nos nove primeiros meses do ano, o setor apresentava uma robusta taxa de crescimento, baseando sua produção no mercado interno, atingindo evolução de 15% no 3º trimestre. Já no último trimestre de 2008, as empresas começaram a sentir os impactos da crise econômica mundial instalada, estabelecendo um comportamento de cautela tanto por parte dos consumidores como pelos setores produtivos.
Barbato destacou que, em 2008, um dos setores que tiveram seu desempenho mais afetado foi telecomunicações. Para o vice-presidente da Abinee, Paulo Castelo Branco, a crise de confiança prejudicou os negócios das empresas, que vinham crescendo a taxas superiores a 30% até setembro de 2008. "No quarto trimestre, em função da crise, houve uma forte desaceleração e encerramos o ano com crescimento de 23% em relação a 2007. Esta queda está ligada, principalmente, a retração de 12% na comercialização de aparelhos celulares nos últimos 3 meses do ano", disse.
Segundo Castelo Branco, as notícias de crise chegam rapidamente ao consumidor o que inibe a decisão de compra.

Telefônica eleva lucro em 2,4% em 2008, para R$ 2,4 bilhões

Valor Online
17/02/2009 20:27
 
O lucro líquido da Telefônica fechou o ano de 2008 em R$ 2,420 bilhões, um aumento de 2,4% em relação a 2007, quando havia registrado um resultado líquido de R$ 2,363 bilhões. No trimestre final de 2008, o lucro da empresa avançou 12,1% em relação ao quarto trimestre de 2007 e somou R$ 719,1 milhões.
A receita operacional líquida do período totalizou R$ 15,979 bilhões no ano, com aumento de 8,5% frente a 2007. Desse total, R$ 4,124 bilhões foi apurado no quarto trimestre, equivalente a uma alta de 10,4% ante igual intervalo de 2007.
O resultado da empresa medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 4,6% e atingiu R$ 6,555 bilhões no ano. No período trimestral de outubro a dezembro, o aumento foi de 11,4% e somou R$ 1,700 bilhão.
O destaque de desempenho foi da operação de banda larga, representada pelas bandeiras Speedy e Ajato, cuja base de clientes somou pouco mais de 2,5 milhões de assinantes, com alta de 4,1% em relação ao terceiro trimestre. No ano todo de 2008, o aumento foi de 23,6% na base de assinantes.
Em receita bruta, o serviço de transmissão de dados rendeu R$ 3,759 bilhões, com aumento de 25,5% no ano. De outubro a dezembro, essa receita avançou 24,3% e totalizou R$ 1,025 bilhão.
Também avançou a receita da empresa com ligações de Longa Distância Nacional (LDN), que subiu 18,3% em relação a 2007 e atingiu R$ 3,808 bilhões no ano de 2008. Na comparação trimestral, a expansão foi de 32,9%. A empresa justifica essa expansão por conta do aumento do mercado de telefonia móvel, que gera expansão do uso do código. Além disso, a tarifa teve aumento de 3,01% em julho do ano passado.
Em contrapartida, a receita bruta com serviço local caiu 8,7% no ano, com um total de R$ 2,562 bilhões no ano. No trimestre, a baixa foi de 1,5%. A redução é explicada pela empresa pela redução do tráfego excedente gerado por venda de pacotes com ligações locais ilimitadas.
No serviço de TV por assinatura, lançado em agosto de 2007, a receita no ano foi de R$ 379 milhões, com base de 472.222 clientes. No comparativo trimestral a evolução da receita foi de 28,9%, para R$ 30,2 milhões, com alta de 11,1% na base de clientes.
Em seu balanço a empresa mostra ainda que as provisões para riscos gerados por inadimplência diminuíram tanto no ano como no quarto trimestre. Em 2008 elas caíram 17,5%, para R$ 538,6 milhões, e no trimestre recuaram em R$ 14,4 milhões, o equivalente a uma baixa de 8,7% em relação ao quarto trimestre de 2007. A empresa atribuiu isso à melhoria da política comercial da empresa feita em 2007.

TRANSPORTES: Governo quer tecnologia do trem de alta velocidade

Gazeta Mercantil
17/02/2009

BRASÍLIA - O governo confirmou hoje que irá criar uma estatal para coordenar a transferência de tecnologia do trem de alta velocidade que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas. A ideia é constituir uma estatal ou um instituto de pesquisa em ferrovias para absorver a tecnologia usada pela empresa ganhadora da licitação do trem-bala para que no futuro o Brasil possa começar a fabricar peças e componentes a partir desses estudos, disse o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.
O secretário disse que o governo ainda não decidiu se será uma empresa estatal ou um instituto que vai coordenar o projeto. "A forma exata está sendo discutida, estamos concluindo os estudos", declarou. Passos também informou que a criação e instalação desse órgão está vinculado ao cronograma de licitação para o trem. Ele disse ainda que o governo não cogitou a hipótese de criar uma estatal para construir e operar o trem-bala.
O secretário disse que nos estudos já realizados pela área técnica do Ministério dos Transportes não foi avaliado o custo de implantação do órgão nem quantos funcionários terá. Porém, ele afirmou que esse novo órgão será "enxuto", e que não necessitará de uma grande estrutura. "Não vai ser necessário uma estrutura pesada, mas serão necessários profissionais de altíssimo nível", afirmou. Esse órgão teria de fazer a interlocução com as universidades, com as concessionárias de transporte rodoviário e com as empresas fornecedoras e detentoras de tecnologia.
O edital para a construção do trem de alta velocidade entre Campinas e Rio, que deve ser lançado em 15 de junho e o leilão deverá acontecer em agosto, 60 dias após o lançamento do edital, como o previsto em lei. O governo pretende que o trem fique pronto em 2014, ano em que o Brasil sedia a Copa do Mundo de Futebol. O orçamento inicial para o projeto é de cerca de US$ 11 bilhões. (Ana Carolina Oliveira - Gazeta Mercantil)

PETROBRAS: Produção no País cresce 4,8% em janeiro

InvestNews
17/02/2009
SÃO PAULO - A produção média de petróleo e gás da Petrobras no Brasil em janeiro alcançou 2.219.165 barris equivalentes por dia (boe), aumento de 4,8% sobre o volume produzido em janeiro do ano passado e de 0,7% em relação à produção de dezembro de 2008. A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, de 1.922.946 barris/dia, foi recorde mensal superando em 5,3% a do mesmo mês do ano passado e em 2,5% o volume extraído em dezembro de 2008.
A diferença positiva de 47 mil barris/dia ocorreu na Bacia de Campos e, segundo a empresa, foi proporcionada pela entrada em produção da plataforma P-51, no campo de Marlim Sul, pelo crescimento do volume extraído pela P-53 e entrada de novos poços no campo de Marlim. O recorde mensal anterior, obtido em setembro de 2008, foi de 1.897.563 barris/dia.
"Considerados os campos do Brasil e do exterior, a produção total de petróleo e gás natural da companhia atingiu, em janeiro deste ano, a média diária de 2.434.121 barris de óleo equivalente (boe) diários", diz um comunicado. Esse resultado foi 3,8% maior que a produção de janeiro de 2008 e manteve o mesmo nível do volume total extraído em dezembro do ano passado dos campos da companhia no País e no exterior.
O volume de petróleo e gás natural proveniente dos oito países onde a Petrobras mantém ativos de produção, em barris de óleo equivalente, chegou a 214.956 barris/dia, inferior em 7,3% ao volume produzido no mês anterior e em 5,3% à produção de janeiro de 2008.
A produção de gás natural dos campos nacionais atingiu 47,095 milhões de metros cúbicos diários em janeiro. Este volume foi 9,9% menor do que o extraído em dezembro de 2008 acompanhando a redução da demanda nacional no mês. A produção de gás natural no exterior foi de 15,762 milhões de metros cúbicos inferior aos 17,062 produzidos em dezembro de 2008. "A variação internacional deveu-se a fatores como a menor produção na Bolívia, ocasionada pela redução da demanda para o Gasoduto Bolívia - Brasil e a problemas operacionais no campo de Coulomb, nos Estados Unidos."

Vendas de automóveis sobem 15% na primeira quinzena, diz Fenabrave

Valor Online
17/02/2009 
SÃO PAULO - O emplacamento de automóveis e veículos leves aumentou 15,56% na primeira quinzena deste mês em comparação com o mesmo intervalo de janeiro, com venda de 109.258 unidades. Os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que, no confronto com a primeira metade de fevereiro do ano passado, também houve aumento, neste caso de 7,43%.
Na contagem geral de todos os segmentos de veículos, as vendas no país totalizaram 182.522 unidades, com aumento de 8,35% em relação a primeira quinzena de janeiro, mas com baixa de 3,01% perante o mesmo período de 2008.
Houve recuperação na venda de caminhões e ônibus, com emplacamento de 4.909 unidades e expansão de 30,04% em relação à primeira quinzena de janeiro. Já na comparação com o mesmo intervalo de 2008, ainda há baixa de 10,35% no volume de vendas, puxada pela queda de 15,36% no emplacamento de caminhões em relação aos primeiros quinze dias de fevereiro do ano passado.
Já a venda de motocicletas apontou baixa tanto em relação a janeiro, de 3,40%, quando em comparação com a mesma quinzena de 2008, com queda de 16,35%.

BANCOS: Crise não afetou investimentos do BNDES

InvestNews
18/02/2009
SÃO PAULO - Os investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2009 na área de infraestrutura, sem contar os projetos de petróleo e gás da Petrobras, podem chegar a R$ 30 bilhões e com expectativa de crescimento. A estimativa é do diretor da Área de Infraestrutura do BNDES, Wagner Bittencourt. 'Este ano, a nossa expectativa é algo em torno de R$ 30 bilhões, podendo crescer', disse.
Para Bitencourt, apesar da crise financeira mundial, que reduziu o crédito, os investimentos do banco não sofreram qualquer retração. 'Não estamos sentindo nenhum freio no investimento', afirmou.
No ano passado, as aprovações da instituição para o setor atingiram R$ 25 bilhões, somente em operações diretas. Os desembolsos somaram R$ 19 bilhões, disse o diretor. A estimativa não inclui os projetos de petróleo e gás da Petrobras.
O diretor do BNDES informou que a maior parte dos recursos previstos para projetos de investimento em infraestrutura, este ano, se refere à área de energia, seguida da área de logística, envolvendo ferrovias, portos, rodovias, navegação e terminais marítimos.
'Eu acho que a questão da infraestrutura é importante porque ela sustenta o crescimento do país. Porque são investimentos básicos, vão consumir insumos produzidos no país, como aço, cimento e serviços de engenharia. E, no final, ele vai gerar insumos que aumentam a competitividade do país, seja o transporte rodoviário, ferroviário, energia, cabotagem', afirmou.
Entre as condições que tornam atrativo o investimento em infraestrutura no Brasil, Bittencourt citou o baixo risco e o retorno garantido. 'Então, em um momento como esse [de crise] no mundo, em que você tem muitas dúvidas sobre aonde por o dinheiro, o Brasil em infraestrutura, certamente, é um porto seguro', disse.
O diretor do BNDES lembrou, nesse sentido, que os projetos em energia são considerados sempre como defensivos do ponto de vista de risco no mercado. 'A infraestrutura está crescendo, os projetos estão aparecendo. São bons projetos, com baixo risco'.
Wagner Bittencourt frisou que a procura por financiamento para infraestrutura tem crescido no banco, inclusive no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. 'Hoje, os projetos de infraestrutura no país são considerados como de alta atratividade não só para investidores locais, como para investidores de outros países', afirmou.
Ele reiterou que não há sinais de arrefecimento. 'Os projetos do PAC financiados pelo BNDES estão 99,99% em dia', disse. Os desembolsos efetuados pelo banco no ano passado dentro do PAC somaram R$ 10,3 bilhões para projetos de infraestrutura.
Em 2009, a previsão é do banco liberar R$ 17,9 bilhões. A carteira do PAC do BNDES atinge R$ 70,7 bilhões em projetos de infraestrutura, que irão gerar investimentos da ordem de R$ 114,3 bilhões.
As informações são da Agência Brasil.

TECNOLOGIA: Totvs tem lucro 20% maior em 2008

InvestNews
18/02/2009

SÃO PAULO - A Totvs registrou lucro líquido de R$ 129,2 milhões em 2008, crescimento de 20% em relação a 2007. No quarto trimestre, a empresa lucrou R$ 32,5 milhões, aumento de 8,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Ebitda chegou a R$ 178,9 milhões no ano, alta de 24,1% ante 2007. No trimestre, o Ebitda atingiu R$ 51,5 milhões, elevação de 25,8% frente o último trimestre do ano anterior.
A receita líquida da companhia no ano passado alcançou R$ 844,8 milhões, crescimento de 27,6% em relação a 2007. No quarto trimestre de 2008, a receita foi de R$ 233,4 milhões, aumento de 26,3% em comparação com o mesmos meses de 2007.

AVIAÇÃO: GOL assina interline com American Airlines

InvestNews
18/02/2009

SÃO PAULO - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes assinou um acordo de interline com a American Airlines. Com a parceria, os passageiros da empresa norte-americana podem adquirir bilhetes para qualquer um dos 59 destinos operados pela GOL no Brasil e na América do Sul. O acordo permite à American Airlines a emissão conjugada de bilhetes ponto a ponto.
'A integração das malhas possibilita o incremento do tráfego de passageiros e da ocupação nos voos da GOL, além de geração de receitas provenientes de vendas realizadas pela companhia aérea parceira', diz um comunicado. De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em 2007, mais de 2,6 milhões de passageiros embarcaram entre os Estados Unidos e o Brasil.
A American Airlines é a companhia aérea com a maior oferta de assentos entre os dois países. Oferece, atualmente, 69 frequências semanais entre três destinos norte-americanos (Miami, Dallas e Nova York), e cinco brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife). O acordo permite a emissão de e-tickets interline via GDS (Global Distribution System), com a conveniência da unificação dos processos de despacho de bagagens.

Lucro do Banco do Brasil cresce 74% em 2008 e fica em R$ 8,8 bi

Folha Online
19/02/2009  
O lucro do Banco do Brasil em 2008 registrou um crescimento de 74% em relação ao de 2007, e ficou R$ 8,8 bilhões. No quarto trimestre do ano passado, o crescimento do lucro foi de 142% sobre o mesmo período de 2007, chegando a R$ 2,9 bilhões. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira.
O resultado supera em muito o lucro líquido do Bradesco do ano passado, divulgado no início deste mês, que foi de R$ 7,620 bilhões --4,87% abaixo dos R$ 8,010 bilhões obtidos em 2007. No quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido ajustado foi de R$ 1,605 bilhão, contra R$ 2,193 bilhões no mesmo período de 2007, queda de 26,81%.
Os ativos totais do banco cresceram 14,1% no trimestre passado e 38,2% em 12 meses, alcançando R$ 507,3 bilhões. A carteira de crédito alcançou R$ 224,8 bilhões, expansão de 39,9% em 12 meses e de 11,2% no trimestre. Incluindo garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, a carteira de crédito atingiu R$ 237,2 bilhões, crescimento de 11% no trimestre.
A carteira de crédito doméstica cresceu 40,4% em 12 meses e 10,8% no trimestre, superando o crescimento da indústria, de 6,5% no trimestre e 31,1% em doze meses.
O crédito a pessoas físicas cresceu 52,5% em um ano e 12,4% na comparação trimestral, chegando a R$ 48,8 bilhões. Os principais destaques foram o CDC Consignação e o Financiamento a Veículos, com crescimento em 12 meses de 48,4% e 120,7% respectivamente. Com saldo de R$ 17,626 bilhões ao final do trimestre, o crédito consignado se consolida como carro-chefe do crédito à pessoa física no Banco.
O crédito total a pessoas jurídicas (segmentos de microempresas e de médias e grandes Empresas) atingiu R$ 97,192 bilhões, expansão de 48,4% em relação ao quarto trimestre de 2007 e de 13,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, com destaque para as linhas de capital de giro e investimento, que tiveram crescimento em 12 meses de 73,5% e 43,4% respectivamente. Ajustando o efeito das incorporações e carteiras adquiridas, o crescimento na carteira de pessoa jurídica teria sido de 48,2% no ano.
O banco destacou a compra no ano passado do Banco do Estado do Piauí (BEP), por R$ 81,7 milhões, e do Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), por R$ 685 milhões. O Banco do Brasil também fechou a compra da Nossa Caixa --que pertencia ao Estado de São Paulo-- por R$ 5,386 bilhões.

MINERAÇÃO: Lucro da Vale cresce 6,35% em 2008

InvestNews
19/02/2009

SÃO PAULO - A Companhia Vale do Rio Doce informou hoje que registrou um lucro líquido de R$ 10,449 bilhões no quarto trimestre de 2008, o que representa um aumento de 136,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a empresa obteve um lucro líquido de R$ 4,411 bilhões.
A receita operacional bruta cresceu 15,62% no quarto trimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior para R$ 17,946 bilhões.
Em 2008, o lucro líquido da companhia foi de R$ 21,279 bilhões, o que corresponde a um avanço de 6,35% em relação a 2007, quando obteve um lucro líquido de R$ 20,007 bilhões.
A receita operacional bruta aumento 9,61% em 2008, em relação ao ano anterior, para R$ 72,766 bilhões.
De acordo com o comunicado da Vale, em 2008, a companhia registrou oito recordes anuais de produção - níquel, bauxita, alumina, cobre, carvão, cobalto, metais do grupo da platina e metais preciosos.
Além disso, nove produtos registraram as maiores vendas na história da Vale: minério de ferro (253,6 milhões de toneladas métricas), pelotas (41,6 milhões de toneladas métricas), níquel (276.000 toneladas métricas), cobre (320.000 toneladas métricas), alumina (4,2 milhões de toneladas métricas), cobalto (3.100 toneladas métricas), metais preciosos (2,4 milhões de onças troy), metais do grupo da platina (410.000 onças troy) e carvão (4,1 milhões de toneladas métricas).

Lucro da Natura sobe 11,3% e atinge R$ 518,1 milhões

Valor Online
19/02/2009
 
SÃO PAULO - A Natura fechou 2008 com lucro líquido de R$ 518,1 milhões, valor 11,3% superior ao montante registrado em 2007, de R$ 465,4 milhões. No quarto trimestre o ganho líquido foi de R$ 138,5 milhões, pouco abaixo dos US$ 138,7 milhões verificados no mesmo intervalo de 2007.
O resultado da empresa medido pelo Ebtida (lucro antes de juros, impostos e depreciação) fechou o ano de 2008 em R$ 846,7 milhões, com aumento de 19,8% em relação a 2007, quando esse resultado havia apontado R$ 705,6 milhões.
A receita operacional líquida da empresa somou R$ 1,145 bilhão nos últimos três meses de 2008, tendo atingido R$ 3,618 bilhões durante todo o exercício. O resultado equivale a um aumento de 22,1% e de 17,7%, respectivamente, ante iguais intervalos nos anos anteriores.
Pelo lado das despesas, o maior desembolso foi com vendas, de R$ 1,259 bilhão no ano todo, ante os R$ 1,033 bilhão apurados em 2007. Na comparação trimestral, houve aumento de 22,4% nesse tipo de despesa, que somou R$ 387,7 milhões.

VALE vê exportação recorde de minério à China no 1o tri

Portal Exame
20/02/2009

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, prevê embarcar um total de 50 milhões de toneladas de minério de ferro no primeiro trimestre de 2009, incluindo um recorde de 30 milhões de toneladas para a China no período, afirmou a empresa na sexta-feira.
"A China está ajudando a cobrir muita fraqueza em outros mercados", disse José Carlos Martins, diretor-executivo de Ferrosos da Vale.
Entretanto, o total fica abaixo do recorde de 80 milhões de toneladas embarcadas no terceiro trimestre do ano passado.
"É um sinal de recuperação, porém ainda está bem aquém da capacidade nominal da empresa", afirmou o diretor financeiro da Vale, Fábio Barbosa, a jornalistas em evento na sede da empresa para comentar os resultados do último trimestre de 2008.
A China é o maior consumidor de minério de ferro do Brasil e a indústria de mineração é sensível a qualquer mudança na demanda do país asiático, que ainda está em crescimento enquanto outras economias avançam rumo à recessão.
"É cedo para se falar em mudança no cenário. Ainda parece desafiador e estamos abaixo de nossa capacidade. É um sinal animador, mas temos que dar as devidas dimensões", acrescentou Barbosa.
"Temos indicação inicial que o índice de compras de gerentes mudou um pouco de tendência. Foi a primeira vez que teve variação positiva em 12 meses. Foram ordens recebidas de EUA, Índia e China".
A crise econômica global fez com que a demanda por minério de ferro caísse no último trimestre de 2008. A Vale reduziu a produção em algumas de suas minas no país e no exterior e em dezembro anunciou o corte de 1.300 empregados.
Na quinta-feira, a empresa informou que o seu lucro atingiu 10,44 bilhões de reais no quarto trimestre de 2008, ante 4,41 bilhões de reais no mesmo período de 2007, um aumento de 136 por cento.
Em dólares, no entanto, houve queda no lucro líquido.
(Por Reese Ewing e Rodrigo Viga Gaier)

Anac autoriza novos voos da TAM para Chile e Uruguai

Portal Exame
20/02/2009

A TAM passará a oferecer no início de março mais um voo diário entre Brasil e Chile. A nova frequência será operada pela Lan Airlines entre Santiago do Chile e o Rio de Janeiro (aeroporto Antonio Carlos Jobim/Galeão). A operação foi aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na semana passada. A Anac concedeu ainda mais sete frequências semanais entre o Brasil e o Chile para a TAM. "Com esta decisão, a TAM - que já opera voos diários para o Chile utilizando o B777-300 de 365 assentos - terá oportunidade de oferecer mais sete serviços semanais, ampliando o número de opções aos usuários", afirma o vice-presidente comercial e planejamento da TAM, Paulo Castello Branco. Outra decisão tomada pela agência foi a autorização para a TAM operar 14 frequências semanais para voos regulares mistos de longo curso entre o Brasil e o Uruguai. A TAM já voa diariamente para Montevidéu desde 2007. Castello Branco afirma que as novas frequências autorizadas permitirão o início de um segundo serviço diário para a capital uruguaia. "Vale destacar que estas 14 novas frequências são de longo curso, o que possibilitará à TAM comercializar no mercado uruguaio passagens para Estados Unidos e Europa passando pelo Brasil", destaca o executivo. A implementação destas novas frequências se dará em seis meses. A agência aprovou também que a Lan Peru ofereça assentos nos voos operados pela TAM diariamente entre São Paulo e Lima, capital peruana. "Esta nova fase da parceria entre TAM e Lan facilita também à empresa peruana oferecer mais destinos dentro do Brasil, em voos operados pela TAM: a partir de São Paulo voando para Brasília, Recife, Fortaleza, Natal e Maceió", diz o executivo.

Drogasil chega ao Espírito Santo com 13 novas lojas

Portal Exame
20/02/2009

Aquisição de pontos comerciais marcam expansão da rede em 2009

A Drogasil, uma das maiores redes de farmácias do Brasil, anunciou a abertura de 13 novas lojas no estado do Espírito Santo. A companhia comprou os pontos comerciais da Farmácia Alquimia, maior rede de farmácias do estado.

Com um total de 258 unidades espalhadas por todas as regiões de São Paulo, a companhia também marca presença nos estados de Minas Gerais, Goiás e Brasília. A chegada ao Espírito Santo evidencia o audacioso plano de expansão da rede para 2009.
De acordo com a Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), há cerca de 55.000 farmácias no país. Apesar do ambiente extremamente pulverizado, que daria margem para consolidação, a Drogasil vem crescendo sobretudo com base na expansão orgânica, melhorando o desempenho de seus pontos-de-venda e na aquisição de novos.

A Drogasil foi a companhia que mais gerou valor aos acionistas nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da corretora Elite com os 100 papéis mais negociados na Bovespa. Listada no Novo Mercado, as ações ordinárias da empresa (DRGO3, com direito a voto) acumularam uma alta de 1.150% entre 2003 e 2008. No mesmo período, o Ibovespa, principal indicador do pregão paulista, subiu 69%. Neste ano, entretanto, a ação acumula 13,3% de queda, enquanto o Ibovespa subiu 5,81% no período. Às 14h45, as ações ordinárias da Drogasil (DRGO3) subiam 1,50%, para 8,80 reais.

 

 

 

 

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