Segunda-feira, 09 a 20/03/2009

SANTANDER COMPRA 50% DA REAL TOKIO MARINE NO BRASIL

09 de Março de 2009 | 18:17São Paulo - O Banco Santander informou hoje ter fechado o acordo de compra de 50% de participação na Real Tokio Marine Vida e Previdência, por R$ 678 milhões. Em fato relevante, a instituição informa que o pagamento será realizado em dinheiro, na data de fechamento da aquisição. A operação está sujeita à homologação da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Com o acordo, o Santander passará a deter 100% do capital social da Real Vida, ampliando sua participação nas áreas de seguro e previdência no País, com R$ 1,3 bilhão em prêmios emitidos e R$ 12,4 bilhões de capital administrado. O Banco Real - que foi adquirido pelo Santander no ano passado - já detinha 50% da Real Tokio Marine desde 2007.
Adicionalmente, o Santander fortalecerá sua área de atuação e melhorará seu posicionamento perante existentes e potenciais novos competidores, situando-se como 10ª maior seguradora do mercado brasileiro e 4ª maior no segmento de previdência.
Em razão do processo de aquisição, o banco informa que será realizada uma reestruturação societária, com o objetivo de consolidar as atividades de seguros, previdência e capitalização sob um único veículo societário de controle do Santander no Brasil.
Neste sentido, o Santander pretende alienar à sociedade Santander Seguros SA, que atualmente detém o controle da Santander Brasil Seguros e Santander Capitalização, a participação integral no capital da Real Vida e a participação indireta na Real Vida, detida pela sociedade ABN Amro Brasil Dois Participações, uma subsidiária integral do Santander.

TECNOLOGIA LIMPA GERA RECEITA RECORDE EM 2008; PERSPECTIVA É BOA

10 de Março de 2009 | 15:06
SÃO FRANCISCO, EUA (Reuters) - As energias solar e eólica e a biotecnologia renderam lucros recordes no ano passado e prometem excelentes resultados no futuro, mas primeiro as companhias que as exploram precisam sobreviver à crise financeira mundial, informou um estudo divulgado nesta terça-feira.
O relatório Clean Edge afirmou que as receitas globais das três principais tecnologias limpas subiram para 115,9 bilhões de dólares em 2008, ante lucro anterior de 75,8 bilhões. Entretanto, não se deve esperar uma performance tão robusta neste ano.
"Vemos crescimento a longo prazo, mas em 2009 também vamos ficar estáveis ou ver uma queda nas receitas. 2009 é um ano para sobreviver", afirmou Ron Pernick, um dos três autores do relatório "Tendências da Energia Limpa 2009".
O número de empregos relacionados à tecnologia limpa subirá para 2,6 milhões em 2018, em comparação com 600.000 do último ano, segundo o relatório.
A partir de agora, o programa de estímulo do governo norte-americano irá ajudar o setor, com mais de 70 bilhões de dólares em gastos diretos e créditos fiscais. Desse total, 4,5 bilhões serão investidos para melhorar o alcance e a comunicação de "redes inteligentes", que têm o objetivo de economizar energia e incentivar as pessoas a lidarem melhor com o seu consumo.
Companhias que lidam com tal tecnologia têm sido ajudadas por empresários de investimentos de risco, que gastaram 3,35 bilhões de dólares com tecnologia limpa no ano passado.
As energias solar e eólica requerem melhores redes para transportar a eletricidade de áreas pouco povoadas para os consumidores, e o pacote de estímulo dos EUA prevê 17 bilhões de dólares para esse fim. Novas linhas de transmissão estão sendo feitas no Texas, Michigan, Dakotas do Sul e do Norte e em Iowa.
Na Europa, a irlandesa Imera Power está gastando 5,6 bilhões de dólares para enviar a energia eólica produzida na costa para os mercados consumidores da Grã-Bretanha, Irlanda, França, Bélgica e Alemanha.
Como às vezes os ventos não sopram e o sol não brilha tanto, é preciso estocar. Uma bateria de alta capacidade de 1 megawatt feita pela japonesa NGK Insulators está sendo testada no oeste de Minnesota.
Uma segunda solução é estocar calor em vez de eletricidade. As empresas http://www.skyfuel.com, www.solar-reserve.com, Abengoasolar.com e http://www.flagsol.com       estão construindo usinas de sal fundido para guardar o calor e usar em turbinas de vapor, "objetivando aproveitar a vantagem física de ser mais fácil armazenar calor do que elétrons", informou o documento .
(Por David Lawsky)

EMPRESAS: ULTRAPAR REGISTRA LUCRO 113% MAIOR EM 2008

11 de março de 2009
São Paulo - A Ultrapar Participações, empresa com atuação nos setores de distribuição de combustíveis (Ultragaz/Ipiranga), químico (Oxiteno) e de soluções logísticas integradas para granéis especiais (Ultracargo), anunciou que o lucro líquido registrado em 2008 foi 113% acima do registrado no ano passado, ao contabilizar R$ 388 milhões.
A receita no ano foi de R$ 28,26 milhões, valor 42% que o período anterior. Já o Ebitda superou R$ 1 bilhão em 2008, valor 37% maior que 2007.
No quarto trimestre, a Ultrapar anunciou lucro de R$ 77 milhões, aumento de 7% ante o período anterior. A receita foi R$ 7.610 milhões, crescimento de 19%. (Redação - InvestNews)

ETERNIT LUCRA 15% MAIS NO QUARTO TRIMESTRE

Valor Econômico
11/03/2009 10:38
São Paulo: Nem a discussão judicial para banir o amianto crisotila nem a crise chegaram ao balanço da www.eternit.com.br do quarto trimestre do ano passado. A companhia, maior produtora nacional de telhas de amianto, apresentou expansão de dois dígitos para as principais contas do balanço em relação ao mesmo período de 2007 e também frente ao terceiro trimestre de 2008. O lucro subiu 15% na comparação anual, para R$ 26,1 milhões.
A companhia atribui o desempenho ao crescimento do setor de construção civil, em especial, do segmento de baixa renda - menos afetado pela crise, até o momento.
A expansão frente ao quarto trimestre de 2007 só não foi maior porque naquele intervalo houve crédito fiscal de R$ 14,4 milhões.
Entre outubro e dezembro de 2008, a receita líquida foi de R$ 152,9 milhões - cresceu 32% frente igual período do ano anterior. Foi o quinto trimestre consecutivo de recorde nas vendas. O aumento contou com a alta do dólar, que elevou a receita de exportação em 77%, para R$ 39 milhões.
Como os custos subiram 19,5%, houve ganho de margem, atribuído ao aumento da escala, uma vez que a empresa operou a plena capacidade. O lucro operacional subiu 200%, para R$ 38,1 milhões.
Quando os dados são comparados com o terceiro trimestre, a expansão diminui de ritmo. A receita líquida evoluiu 12,7%, enquanto o lucro operacional subiu 59,4%.
Desde junho do ano passado, o debate sobre a legalidade do amianto se intensificou, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela constitucionalidade de uma lei paulista que proíbe o uso do material. Embora defenda a substância, a Eternit já anunciou a diversificação da linha de produtos, programada para este ano.

CONJUNTURA: IPEA ACREDITA EM CRESCIMENTO ECONÔMICO EM 2009

12 de março de 2009
SÃO PAULO - O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, não acredita na possibilidade de que o país feche 2009 em recessão, apesar da queda brusca no Produto Interno Bruto (PIB), no último trimestre do ano passado e da crise financeira internacional.
Para o economista, há um grupo do instituto trabalhando nas projeções para este ano e deverá ter uma posição mais precisa até o fim do mês quanto às projeções para 2009.
'Nós continuamos trabalhando com a perspectiva de crescimento. Agora, o tamanho deste crescimento é que nós não temos ainda uma condição de avaliar. O diferencial brasileiro é exatamente este: que a discussão se dê em torno exatamente do tamanho do crescimento e não sobre a possibilidade de recessão como no resto do mundo', disse.
Para o presidente do Ipea, a situação vivida pela economia brasileira neste primeiro trimestre do ano diferencia em muito do que ocorreu no último trimestre do ano passado, 'que não apenas sofreu os efeitos da crise, mas também do ajuste dos estoques por parte das empresas e do impacto tardio da elevação dos juros no primeiro semestre do ano passado'.
Segundo Pochmann, embora neste início do ano ainda haja o efeito da crise, há também reações em termos de política econômica para fazer com que a crise não se manifeste de forma intensa na economia do país.
O economista avaliou positivamente a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir em 1,5 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic).
Para o presidente do Ipea, o comportamento dos juros, seguindo a trajetória de queda, tende a evitar uma piora nas expectativas da economia em geral, 'porque nos permite compreender que há uma convergência das ações governamentais para evitar o agravamento da crise no Brasil'.
As declarações do presidente do Ipea foram dadas à Agência Brasil a durante a divulgação hoje dos dados de março do Sensor Econômico , no Rio de Janeiro, pelo instituto. O indicador, lançado em fevereiro deste ano pelo Ipea, revela que o setor produtivo se mantém apreensivo quanto à expectativa socioeconômica do país para 2009.
Agência Brasil (Redação - InvestNews)

CARGA AGRÍCOLA NÃO É AFETADA PELA CRISE E ANIMA ALL PARA 2009

12 de Março de 2009
São Paulo - Confiante no bom desempenho do setor agrícola, a http://www.all-logistica.com deverá investir R$ 600 milhões este ano e contratar mais 300 colaboradores. A recessão, que está rondando o País, não é uma preocupação para o presidente da concessionária ferroviária, Bernardo Hees. "Os setores em que atuamos não foram muito afetados pela crise econômica no quarto trimestre", disse Hees.
Segundo ele, a empresa prevê um crescimento entre 10% a 12% no volume transportado este ano sustentado pelo movimento de produtos agrícolas, que representam cerca de 65% do transporte. Para suportar este aumento de carga, a ALL adicionará à sua frota 35 locomotivas e 600 vagões, sendo 450 equipamentos destinados para o transporte de grãos. "Fechamos com clientes 72% do volume esperado para o ano em contratos dedicados. Além disso, o forte crescimento dos estoques de milho e soja no final do ano em relação a 2008 deve criar um cenário favorável".
Além disso, diz Hees, o volume transportado no quarto trimestre cresceu 16% para 10,1 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil). "Tivemos um quarto trimestre mais forte que o terceiro trimestre no ano passado, isso muito em função do bom desempenho agrícola e para os três primeiros meses de 2009 acredito que esse ritmo permaneça. Boa parte da safra de milho ficou estocada e será transportada neste trimestre", afirmou Hees.
Vantagem sobre caminhão
No ano passado, a ALL o volume de commodities agrícolas transportado cresceu 11%, de 21,3 bilhões de TKU (tonelada por quilômetro útil), em 2007, para 23,7 bilhões de TKU, em 2008, e a participação de mercado saiu de 51% para 62% nos portos em que a empresa atua. O destaque é a açúcar e farelo de soja, com crescimento em volume superior a 30% cada.
"É um momento interessante para a ferrovia. Tínhamos desvantagens sobre o caminhão porque as empresas não queriam criar estoques e os produtos deveriam ser entregues com mais rapidez. Agora a estratégia das empresas é justamente contrária - o custo passou a ser uma variável importante. E a ferrovia tem um custo bem menor que o caminhão em grandes distâncias. Crescemos muito mais na crise do que na bonança", afirmou Hees.
Resultados financeiros
O bom desempenho operacional rendeu à ALL uma receita líquida de R$ 2,8 bilhões, um resultado 17% superior ao apurado em 2007. No quarto trimestre, o faturamento da companhia atingiu R$ 613,2 milhões ante R$ 506,4 milhões, crescimento de 21,1%.
O Ebitda (geração de caixa) cresceu 23,7%, chegando a R$ 1,05 bilhão em 2008. Já no quarto trimestre, o Ebtida foi de R$ 222,4 milhões, um valor 17,8 superior 17,8% ao apurado no mesmo período de 2007, R$ 188,8 milhões.
Com relação ao lucro, a ALL teve um crescimento de 148% em relação ao ano anterior, atingindo R$177 milhões. No quarto trimestre, a empresa apresentou lucro de R$ 7,1 milhões ante um prejuízo de R$ 11 milhões. Esses valores desconsideram os efeitos gerados com a com a nova lei contábil 11.638.
Mas, seguindo as novas regras, o resultado da ALL cresce apenas 8,6% em 2008, passando de R$ 162,7 milhões para R$ 176,7 milhões. Já no quarto trimestre do ano passado, a empresa apresentou prejuízo de R$ 9,4 milhões contra uma perda de R$ 23,5 milhões apresentado no último trimestre de 2007.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1 - Ana Paula Machado)

CNI: RITMO DE DEMISSÕES PODE SER MENOR NO 1º. TRI DE 2009

12 de março de 2009
São Paulo - O ritmo de demissões no primeiro trimestre de 2009 deverá ser menor que o registrado no último trimestre de 2008, de acordo com a avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que realizou uma pesquisa ouvindo 431 empresas. De acordo com o economista Flávio Castelo Branco, gerente executivo da CNI, apesar de 36% dos empresários pesquisados afirmarem que ainda pretendem demitir ou cancelar terceirizações devido aos impactos da crise financeira mundial no Brasil, esse percentual é menor que o registrado no último trimestre de 2008.
'Grande parte do ajuste foi feita quando os empresários perceberam que havia menor demanda mundial por seus produtos, menor nível de produção seria exigido e deliberaram um processo de ajuste mais curto, mas imediato, buscando novo nível de produção. Nossa expectativa é que o ano de 2009, principalmente o primeiro semestre será de busca de equilíbrio de produção. Será em um patamar abaixo do que vinha sendo praticado, mas há sinais um pouco mais fracos de aprofundamento da crise', disse.
Para Castelo Branco, muitas empresas ainda procuram ajustar emprego e produção. 'Há ainda um processo de ajuste ao longo desse semestre, empresas que estão buscando seu nível de ajuste. Mas em outras, esse processo já foi completado', afirmou.
Entre as empresas ouvidas, de 4 a 11 de março, 75 eram de grande porte, 147 eram médias e 209 de pequeno porte, distribuídas em todos os estados e abrangendo 30 setores industriais. Das empresas consultadas, 80% responderam que demitiram ou adotaram alguma ação em relação aos seus empregados motivadas pela crise financeira internacional. Entre as ações estão a suspensão de terceirizações e de contratações planejadas, férias coletivas e adoção de banco de horas.
Na opinião do presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, a tênue reversão na atitude das empresas não significa que a crise está passando. Ele avaliou que a recuperação da economia mundial e a conseqüente recuperação da economia brasileira só deverá ocorrer a partir de 2010. Armando Monteiro alerta para uma possível estagnação do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto - soma de toda riqueza do país).
'O mundo está pior e o Brasil também está pior. Isso demonstra que a teoria do descolamento [que diz que o Brasil está imune à crise] é frágil. O comércio internacional está caindo e no, último trimestre de 2008, não só a indústria caiu como também o setor de serviços. Todos os analistas concordam que a retomada da economia dificilmente se dará em 2009. Todos concordam que essa retomada de crescimento só poderá se dar a partir de 2010", afirmou
Armando Monteiro Neto reafirmou que a economia brasileira vai sentir os efeitos da crise internacional durante todo o ano de 2009. "Será um ano difícil para o mundo e para o Brasil. Existem países que estão sentindo muito e outros que estão sentindo menos. O Brasil está nesse segundo grupo. No entanto, crescer menos pode significar crescimento zero do PIB', disse.
Segundo ele, o que ainda não está claro sobre o comportamento da indústria é o desempenho do primeiro trimestre de 2009 em relação ao último trimestre de 2008. 'Cabe ainda fechar os números de março. Se houver retração em relação ao último trimestre de 2008 teremos já um ambiente de recessão técnica. Sabemos que o primeiro trimestre de 2009 será pior que o mesmo período de 2008', explicou.
As expectativas divulgadas hoje (12) pelo Banco Mundial levam para uma redução do PIB mundial, em 2009, que poderá ficar entre 1 ou 2 pontos. 'Há dois meses a expectativa era que o mundo ainda pudesse crescer. Agora já há uma avaliação de crescimento negativo do PIB global. Nessa análise, os países emergentes estão considerados e são aqueles que ainda podem ter desempenho positivo. Esse resultado será muito negativamente afetado pelo desempenho dos países centrais. Eu espero que o Brasil ajude o mundo a garantir que não tenhamos um crescimento do PIB global negativo. Mas certamente, com essa conjuntura internacional é muito difícil acreditar que o Brasil possa ter um crescimento positivo nesse ano', afirmou.
Agência Brasil (Redação - InvestNews)

SADIA DIZ QUE ESTÁ EM NEGOCIAÇÕES COM A RIVAL PERDIGÃO

17 de Março de 2009 | 07:30Desde que anunciou uma perda de R$ 760 milhões com derivativos cambiais, em setembro do ano passado, a www.sadia.com.br vem sendo alvo de rumores. Um dos mais persistentes era de que a empresa poderia se fundir com a rival www.perdigao.com.br, movimento considerado por todo o mercado com um negócio dos mais difíceis. Ontem, porém, a Sadia admitiu pela primeira vez que as duas empresas estão, pelo menos, conversando sobre isso. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Sadia diz que vem analisando "diversas operações de natureza societária". "Nesse âmbito, incluem-se também a realização de entendimentos recentes com a Perdigão, com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum tipo de associação." O comunicado veio depois de as ações da empresa subirem 2,15% no pregão de ontem da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após a informação da revista Veja de que as empresas estavam conversando. Os papéis da Perdigão tiveram um desempenho ainda melhor, com alta de 2,35%, em um dia em que a Bolsa recuou 1,05%. A grande busca da Sadia é por uma forma rápida de capitalização. A empresa já negociou com vários fundos de investimento, e estava disposta a vender pelo menos 20% do capital. Mas nenhuma das negociações foi à frente. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo no mês passado, o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou que todos os possíveis sócios queriam pagar pouco para ter muito da empresa. O executivo afirmou que iria esperar o anúncio dos resultados do quarto trimestre de 2008, quando todos conheceriam a real situação da empresa, para voltar à mesa de negociações. Perdigão nega em comunicado enviado ao mercado no fim da noite de ontem à CVM, a Perdigão informou que, "embora tenham se desenvolvido discussões preliminares para uma eventual associação" entre a companhia e a Sadia, "as partes não chegaram a qualquer entendimento sobre a matéria". "Desta forma, não há, nesta data, qualquer negociação em curso", informa a Perdigão no documento. O Estado de S. Paulo.

IBM NEGOCIA AQUISIÇÃO DA SUN MICROSYSTEMS

19 de Março de 2009 | 10:04
(Por Ritsuko Ando e Anupreeta Das)
NOVA YORK (Reuters) - A www.ibm.com está negociando a aquisição da http://br.sun.com, disseram fontes informadas sobre o assunto, e a decisão pode reforçar a posição da gigante da tecnologia diante de seus rivais no mercado de servidores de alta potência e de software.
A IBM está oferecendo pagar ao menos 6,5 bilhões de dólares em dinheiro, reportou o Wall Street Journal, e o valor total da transação seria avaliado em oito bilhões de dólares, incluindo o 1,4 bilhão de dólares em caixa na Sun, o que equivaleria a um preço de entre 10 e 11 dólares por ação. Isso seria mais que o dobro do que o fechamento de 4,97 dólares que a empresa registrou na terça-feira.
As ações da Sun subiram em 79 por cento, para 8,89 dólares, e as da IBM caíram em um por cento, para 91,95 dólares. As duas companhias se recusaram a comentar.
Caso cheguem a um acordo, essa seria a maior aquisição da IBM, e reforçaria suas ofertas de hardware, software e serviços de computação. A Sun também traria clientes dos setores de telecomunicações e finanças, ainda que as vendas a ambos os setores tenham sido abaladas pela crise bancária e pela concorrência da HP.
Os analistas consideram que a transação é parte de uma tendência de consolidação, enquanto www hp com br, IBM e http://www.cisco.com    batalham pelo controle das centrais empresariais de fornecimento de dados e pelo fornecimento dos poderosos computadores e software que acionam as complexas transações e redes empresariais.
"Minha sensação é a de que os participantes que disponham de boa tecnologia e produtos terminarão eliminados pelos concorrentes maiores e mais dotados de meios, os quais terminarão por compreender que é mais fácil comprar os rivais do que tentar imitá-los por meio de desenvolvimento interno", disse Zach Rosenstock, analista da www.whummer.com.
A tentativa de aquisição da IBM, bem como o anúncio pela Cisco de que está lançando servidores, pode sinalizar uma nova onda de parcerias no mercado de centrais de processamento de dados, a fim de oferecer pacotes mais abrangentes de produtos e serviços.
(Reportagem adicional de S. John Tilak, Ajay Kamalakaran e Sumeet Chatterjee, em Bangalore, e Jim Finkle, em Boston)
 NÃO VAI SER POR FALTA DE FÉ
19/03/2009
Enrique Coppel, empresário que já foi condecorado pelo papa por sua dedicação à Igreja, criou um império no México e agora quer crescer no Brasil
No clube de magnatas mexicanos, Carlos Slim é o mais rico, Ricardo Salinas é o mais polêmico - e Enrique Coppel, o mais religioso. Aos 61 anos, Coppel é responsável por ter transformado a pequena rede de varejo regional herdada de seu pai numa das maiores empresas do país. Com mais de 750 lojas, a rede www.Coppel.com.mx, que vende móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados, faturou o equivalente a 5,7 bilhões de reais no ano passado. Enrique Coppel tempera seu sucesso nos negócios com altas doses de fé. Ele constrói igrejas, contribui para programas de formação de padres e financia uma escola da Opus Dei. Nos últimos meses, Enrique Coppel passou a canalizar sua fé para um novo projeto: a expansão de sua empresa no Brasil. Segundo EXAME apurou, nos próximos 12 meses a rede abrirá até cinco lojas em Curitiba, no Paraná. Numa segunda fase, seu objetivo é comprar uma cadeia de varejo local. "Já discutimos com a Coppel a possibilidade de aquisição de quatro varejistas", diz Olavo Guimarães Filho, sócio-diretor do banco de investimento State Capital.
Oficialmente, Enrique Coppel ainda não se manifestou sobre seu projeto no Brasil, mas as primeiras iniciativas já saíram do papel. A empresa contratou cerca de 70 brasileiros. A maioria está sendo treinada no México e deve voltar ao Brasil até o fim do ano. Uma equipe de executivos busca pontos-de-venda para instalar as primeiras lojas em Curitiba. Em uma terceira frente, a empresa tem se esforçado para trazer ao Brasil o www.bancoppel.com.mx, instituição financeira criada há dois anos para fornecer crédito aos clientes de sua rede de varejo. Em fevereiro, a Coppel fez seu primeiro contato com o Banco Central para informar suas intenções. O maior problema enfrentado pela empresa até agora é o registro de sua marca no Brasil. A varejista paulista de colchões Copel está tentando impedir o uso do nome Coppel pelos mexicanos. O caso está sendo analisado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

GE PREVÊ LUCRO PARA UNIDADE DE FINANÇAS EM 2009

19 de Março de 2009 | 11:03
NOVA YORK (Reuters) - A www.ge.com/br espera que sua unidade financeira seja lucrativa em 2009, afirmou o vice-presidente financeiro do conglomerado nesta quinta-feira.
"Esperamos que a www.gemoney.com.br seja lucrativa no primeiro trimestre e em 2009", disse Keith Sherin a investidores.
Ele acrescentou que a companhia fez testes exaustivos de estresse no portfólio da GE Capital e detectou que, mesmo no pior cenário, não seria preciso recorrer a um aumento de capital.
A GE Capital teve no ano passado lucro de 8,6 bilhões de dólares, cerca de 33 por cento do total da GE.
As ações da GE exibiam alta de 3,5 por cento após o anúncio.

 


TECNOLOGIA: TOTVs e Microsoft anunciam expansão da parceria

SÃO PAULO, 19 de março de 2009 – A www.totvs.com e a www.microsoft.com anunciaram a expansão da parceria, firmada há 15 anos, para integração dos aplicativos. O acordo, que era apenas nacional, passa a ser global. O objetivo é beneficiar todos os clientes da TOTVS com a interação e a troca de informações entre os aplicativos das duas empresas, independentemente do país onde estejam locados.
Para a realização desse projeto, houve a necessidade de integrar também equipes de desenvolvedores das duas empresas. Foram seis meses de trabalho para que os profissionais conseguissem efetivar a conversa entre o portfólio da Microsoft, do banco de dados até os sistemas operacionais, com todos os produtos da marca TOTVS.
Os 22,9 mil clientes da TOTVS já contam com essa facilidade inserida nos softwares de gestão adquiridos. A conversa entre os sistemas se dá automaticamente, o que facilita o dia-a-dia dos usuários. Um exemplo dessa funcionalidade é o projeto TOTVS Office Integration Interface (TOII), que permite aos clientes utilizarem qualquer sistema de gestão aliado à familiaridade e facilidade de uso dos aplicativos Office, com Outlook, Excel e Word.
Com essa cobertura, a TOTVS, nona maior empresa de software de gestão do mundo e a maior oriunda de mercados emergentes, pretende aumentar, ainda mais, sua atuação fora do Brasil, fortalecendo seu posicionamento como um operador administrativo capaz de ofertar um amplo portfólio para os principais segmentos de mercados, atendendo as empresas de todos os portes.
(Redação - InvestNews)

EMPREGO REAGE APÓS TRÊS MESES EM QUEDA

19 de Março de 2009 - O emprego formal voltou a crescer em fevereiro após três meses seguidos de queda. O saldo de 9.179 vagas registrado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado ontem pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, representa, contudo, o pior resultado para o mês desde 1999. O número é resultado de 1,233 milhão de contratações ante 1,224 milhão de demissões. Nos últimos 12 meses, até fevereiro, o estoque de emprego do Brasil encolheu em 700 mil vagas com carteira assinada. Lupi sustenta que a criação de um número entre 1,4 milhão e 1,5 milhão de novos empregos formais este ano é factível e espera a retomada do mercado de trabalho a partir de março, quando prevê a criação de mais de 100 mil novos postos de trabalho.Para o diretor técnico do www.dieese.org.br, Clemente Ganz Lúcio, ainda é cedo para se afirmar que ocorreu uma reversão de tendência do emprego. Apesar de positiva, a geração de postos em fevereiro é muito pequena diante das perdas dos meses anteriores e do contigente total de trabalhadores com carteira assinada. A tendência, segundo o economista Fábio Romão, da www.lcaconsultores.com.br, é que o setor de serviços que puxou as contratações em fevereiro com a abertura de 57.518 mil empregos continue a apresentar números positivos. Romão pondera que boa parte do ajuste foi realizado de outubro a janeiro. A previsão da LCA é de que serão criados 50 mil postos com carteira em março, número que corresponde a um quarto das 200 mil vagas geradas em igual período do ano passado.
O mercado de trabalho brasileiro, na avaliação de Antônio Marcos Ambrozio , do www.bndes.gov.br, está mais protegido dos impactos por conta de mudanças estruturais ocorridas na economia do País na década de 1990 e intensificadas pelo ciclo de crescimento experimentado no período de 2003 a 2008.
(Gazeta Mercantil, Viviane Monteiro, Ana Carolina Saito e Bruno de Vizia)

 

 

 

 

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